Amazon pode abrir supermercados físicos

amazon-fresh-servico-de-delivery-de-alimentos-da-empresa-de-comercio-eletronicoAmazonFresh: consumidores farão o pedido de itens como leite, manteiga de amendoim ou cereais por um app
São Paulo – Depois de abrir suas primeiras livrarias físicas, a Amazon está planejando abrir lojas físicas de alimentos. A gigante do comércio eletrônico estaria construindo um mercado para vender apenas comidas frescas, de acordo com o
Wall Street Journal.

Consumidores farão o pedido de itens como leite, manteiga de amendoim ou cereais a partir de um aplicativo e retirarão sua encomenda pelo drive thru ou ainda fazer as compras por meio de telas espalhadas pelo local.
A nova loja deverá ser aberta em Seatle, nos Estados Unidos. Sede da companhia, é a mesma cidade que sediou
sua primeira livraria física, inaugurada em novembro do ano passado. A Amazon afirmou que pretende abrir centenas de pontos físicos.

Em documentos da prefeitura de Seatle, obtidos pelo GeekWire, a iniciativa é chamada de “Project X”, mas nem os próprios trabalhadores da obra sabem a que ela se destina. De acordo com relatório obtido pelo site, os pedidos podem ser retirados pelo drive thru ou em uma sala de espera em até cinco minutos.
Apenas assinantes do programa AmazonFresh poderão fazer compras no futuro supermercado.
O serviço de delivery de alimentos existe há 6 anos e faz parte da assinatura premium da Amazon, a Prime, que ainda dá direito a descontos especiais, frete em até poucas horas e acesso a serviços de streaming de músicas e vídeos.
Ele só começou a expandir para outras cidades dos Estados Unidos e Londres depois de muitos testes, já que o delivery de alimentos é muito mais delicado que entregas comuns, já que eles precisam ser mantidos refrigerados.

Recentemente, a AmazonFresh sofreu uma transformação. A assinatura anual caiu de US$ 299 por ano para US$ 14,99 por mês. Ainda que o pagamento anual não seja muito mais barato, o valor mensal pode ser mais acessível para alguns consumidores, considera o GeekWire.
A nova loja irá atrair aqueles que, ao invés de fazer compras pelo site, preferem escolher pessoalmente os itens na volta da casa para o trabalho, afirmou o Wall Street Journal.
Karin Salomão de EXAME.com

Kylie Jenner exibe pernas torneadas e cinturinha fina na web

Kylie Jenner fica bonita de qualquer jeito. Nesta segunda-feira, 17, a socialite conseguiu arrasar no look usando apenas uma blusa branca curtinha, que deixava suas belas pernas de fora. A irmã de Kim Kardashian, no entanto, turbinou o visual com um cinto que marcava sua cintura fininha.

Kylie gosta de ousar em suas redes sociais. Em outra ocasião, a beldade postou clique de lingerie no Instagram, e voltou a impressionar pela cintura fina. Em pouco tempo, a postagem recebeu mais de 12 mil curtidas e rendeu elogios à irmã de Kim Kardashian. “Maravilhosa” e “linda” foi alguns dos comentários que a imagem recebeu. [Camila Valiati]

Teyana Taylor, capa e recheio da Paper Magazine, posa nua para a revista

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A cantora Teyana Taylor, de 25 anos, estourou em setembro ao estrelar o clipe Fade, do rapper Kanye West, maridão de Kim Kardashian. Agora, a artista, que já havia ostentado suas curvas diante das câmeras, ousou ainda mais em um ensaio.

Capa e recheio da Paper Magazine, Teyana posou diante das lentes em ensaio com os cabelos vermelhos e o corpão à mostra. Ela ainda dividiu a cena com uma pessoinha mais do que especial: a filha, Iman Tayla, de apenas 10 meses, que nasceu do casamento de Teyana com o jogador de basquete Iman Shumpert.

“Foi mais do que dançar de sutiã e fio dental. Você pode ser uma super-mulher. Você pode ter tudo: relacionamento, família, carreira. É o posto do clichê de que crianças atrapalham sua carreira”, disparou ela sobre a importância de Fade em sua primeira experiência como mãe.

Vivo e Vivendi lançam aplicativo para concorrer com Netflix

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São Paulo – A Telefônica Vivo e a francesa Vivendi anunciaram nesta segunda-feira, 17, o lançamento do aplicativo Studio+, que será um rival do Netflix, plataforma já consagrada mundialmente para exibição de filmes, séries e documentários via streaming de vídeo.

O novo concorrente das companhias de telecomunicações e mídia será voltado especificamente para os usuários de tablets e smartphones e oferecerá produções cinematográficas curtas, com duração em torno de 10 minutos, produzidos, roteirizados e filmados para que a experiência do espectador seja positiva mesmo numa tela pequena.

O acesso ao aplicativo poderá ocorrer pela rede móvel (3G ou 4G) e wi-fi, tanto durante a conexão quanto em modo offline após baixar o conteúdo para o aparelho.

A imagem será em alta definição, garantindo boa qualidade mesmo se o conteúdo for reproduzido em telas grandes. O serviço está disponível a partir de hoje, exclusivamente para clientes móveis pré e pós-pago da Vivo, pelo valor de R$ 3,99 por semana ou R$ 12,90 por 30 dias.

O presidente da Vivendi, Dominique Delport, observou que 60% dos usuários de smartphones costumam ver vídeos curtos diariamente, mas não há nenhuma produção de alta qualidade dedica exclusivamente a esse setor.

“Queremos criar uma nova cultura pop”, afirmou o executivo, durante apresentação à imprensa, nesta segunda-feira, em São Paulo. “Nosso foco é conteúdo curto, de alta qualidade e que não tenha tido exibições. Quem quiser ver o conteúdo terá que acessar o aplicativo”, frisou citando que os usuários poderão escolher séries, documentários e produções musicais, que serão acrescentados gradualmente ao acervo virtual.

A Vivendi investiu US$ 40 milhões no desenvolvimento do aplicativo e, principalmente, nas produções cinematográficas. Neste primeiro momento, há cerca de 15 séries disponíveis.

Toda semana será lançada uma nova série ou nova temporada. As produções estarão disponíveis em diversos idiomas como português, inglês, espanhol e francês.

Um dos destaques é a série brasileira produzida para o aplicativo, chamada “Crime Time: Hora de Perigo” baseada em fatos reais. Filmada no Rio de Janeiro e São Paulo, ela conta a história de um político e apresentador de TV julgado por “encomendar” crimes.

O Brasil foi escolhido pela Vivendi para o lançamento mundial do aplicativo. Segundo Delport, essa decisão está relacionada à boa capilaridade da parceira Vivo no País, além de ser um mercado considerado receptivo a novas tecnologias.

O executivo observou também que o Brasil ainda não tem uma grande difusão da TV paga entre a população, o que dá maior abertura para a entrada no mercado de filmes e séries.

Ainda neste ano, o Studio+ chegará a Argentina, Chile, Peru e México, países onde a Vivendi tem parceria com a Movistar. Na sequência, o aplicativo chegará aos Estados Unidos, Europa e Ásia, onde os parceiros da Vivendi ainda estão sendo definidos. Na Itália, será a Telecom Italia.

No Brasil, a exclusividade da Vivo com a comercialização do aplicativo será de três anos. Para o presidente da operadora, Amos Genish, a expectativa é de uma difusão gradual e consistente.

“O Studio+ é um produto novo, com qualidade enorme para os dispositivos móveis. Ainda pode levar algum tempo para disseminar e para as pessoas começarem a comentar sobre as séries e filmes, mas vai acontecer”, disse. “Eu acredito, pessoalmente, que será o Netflix do mobile”, completou o executivo.
Circe Bonatelli, do
Estadão Conteúdo

Lady Gaga faz topless para promover novo single, ‘A-Yo’

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Lady Gaga voltou a tirar a roupa, desta vez para promover um novo single de seu próximo álbum, Joanne. No clique, compartilhado no Instagram na noite de segunda-feira (17), a musa aparece só de chapéu no melhor estilo folk, segurando os seios em frente a um fundo neutro. A imagem divulga a música A-Yo, que será lançada oficialmente na terça-feira (18).

Raízes | Remake acende a discussão sobre liberdade, história e o direito à própria identidade

Roots

Uma das cenas mais poderosas de Raízes é o momento em que o africano Kunta Kintê aceita ser chamado pelo nome que recebeu de seus donos, Toby. A submissão à vontade do outro, contrariando os próprios desejos e princípios está no centro das relações de poder, e nenhuma submissão é maior do que a perda da própria identidade. Raízes é a história do esforço de um homem para manter sua identidade diante de forças invencíveis e circunstâncias nem sempre compreendidas pelo público contemporâneo, o que ironicamente exige que a história seja recontada mesmo diante do impacto da primeira versão.

Num daqueles casos de fenômenos da mídia, a história é conhecida mesmo por quem não testemunhou a exibição da série. Movido pela lenda familiar sobre seu antepassado africano ter sido um rapaz chamado Kunta Kintê e do que havia acontecido com os descendentes dele, o jornalista Alex Haleytraçou sua genealogia até uma vila em Gâmbia. O relato romanceado da história da família deu origem ao livro Raízes e à minissérie homônima, que estreou em janeiro de 1977 nos Estados Unidos ainda sob o reflexo das comemorações do bicentenário da independência do país.

Temeroso de que o público demonstraria pouco interesse na história contada pelo ponto de vista de um escravo e seus descendentes, o executivo de programação do canal ABC, Fred Silverman, decidiu exibir a minissérie em sequência, e não em capítulos semanais, resultando num impacto sem precedentes. Bares ficaram vazios e números de audiência foram estabelecidos para não serem quebrados pelas décadas seguintes. Em Las Vegas, a atriz Leslie Uggams, parte do elenco da minissérie, testemunhou cassinos com mesas vazias enquanto os turistas voltavam aos seus quartos de hotel para assistir a mais um capítulo.

Na estreia da série, mais de duzentas e cinquenta faculdades e universidades criaram cursos baseados em Raízes e as bibliotecas foram inundadas por pedidos de pesquisa genealógica. Exibida na década seguinte ao movimento dos direitos civis e ao movimento black power, Raízes encontrou um país a caminho de aceitar seu passado como um quadro mais diverso do que a história tradicional havia mostrado até então. Para os descendentes de escravos, Haley ter encontrado seu antepassado era uma vitória contra o rompimento de suas histórias gerado pela escravidão e Kunta Kintê um símbolo de todos aqueles antepassados obrigados a assumir uma nova vida. Mesmo para os descendentes de imigrantes movidos para o continente americano por outras forças, a série foi um incentivo para buscar suas origens e entender como a guerra, a fome, perseguições políticas e étnicas haviam atuado para trazê-los até o presente.

Comparada a um tsunami, a onda indefensável sob a qual todos se curvam,Raízes deixou de ser programa de TV para se tornar um marco cultural, inabalado até mesmo pela descoberta de imprecisões na pesquisa genealógica de Haley e por um processo de plágio movido pelo folclorista Harold Courlander, que mostrou semelhanças entre Raízes e seu livro, The African, caso encerrado por um acordo extrajudicial.

A refilmagem não pode esperar ter o mesmo impacto sobre um público que há quatro anos viu 12 Anos de Escravidão levar o Oscar de melhor filme, mas reacendeu a discussão sobre como a escravidão deve ser retratada e até mesmo se o tema deve seguir aparecendo na TV e no cinema. Não faltaram pedidos de boicote contra a série e mesmo a defesa da ideia de que histórias sobre a escravidão deveriam ser contadas  somente por roteiristas, diretores e produtores afrodescendentes, o que equivale a dizer que somente cavaleiros britânicos deveriam produzir histórias sobre o rei Arthur e que talento, sensibilidade e valores de produção não deveriam ser os elementos definidores da qualidade de uma série ou filme.

Mais importante do que a discussão carregada de ideologia, a nova Raízes vai surpreender por apresentar a África de forma muito diferente do original e da imagem que a maior parte do público faz do continente. Com mais recursos que a série dos anos 70, a refilmagem mostra a vila de Jufure maior, mais detalhada e parte de um reino organizado. O guerreiro Kunta Kintê (Malachi Kirby) não é um garoto das selvas, mas um rapaz que planeja ir para a universidade em Tombuctu, instituição cuja existência certamente a maior parte da audiência desconhece. O resultado é um retrato que desafia a ideia ainda corrente de que os africanos trocaram a liberdade pela “civilização”.

O novo roteiro também assume o fato histórico de que a escravidão já era prática entre os povos africanos. O resultado foi reacender a polêmica de que este dado seria uma forma de perdoar os europeus pelo tráfico negreiro, quando a realidade é que a comercialização de seres humanos foi uma atividade aprovada em uma ou outra época em todos os continentes. Mas uma coisa é aprender sobre isso nos livros de história, outro é ver uma das vítimas narrando como sua vida foi interrompida pelos desígnios alheios. E é aí que histórias como Raízes encontram seu lugar.
Com 8 episódios, a nova versão de Raízes estreia no Brasil hoje (17), às 22h40, no History Channel. [Ederli Fortunato]

Apple pressiona fornecedores japoneses por telas OLED

 

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Takashi Amano,
da Bloomberg
Tóquio – Hoje em dia, é provável que qualquer smartphone tenha uma tela de LED orgânico, com imagens nítidas e baixo consumo de bateria — a menos que se trate de um iPhone.
Isso vai mudar no próximo ano, quando a Apple planeja adotar essa tecnologia para uma grande atualização de seu produto emblemático. Para isso, a empresa com sede em Cupertino, Califórnia, terá de pôr as mãos em milhões de telas OLED.
Como resultado, fornecedores japoneses estão sendo pressionados a aumentar a fabricação. A Apple, que geralmente prefere ter vários fornecedores, está negociando com a Sharp para obter telas OLED.
A Japan Display Inc. (JDI) está entrando em ação para incrementar suas próprias capacidades de produção de OLED.
Os custos iniciais poderiam chegar a US$ 2 bilhões para cada uma, o que provocará uma tensão nas finanças dessas empresas antes mesmo que recebam um pedido firme. No entanto, talvez elas não tenham outra opção.
“Se não investirem em OLED, elas terão que abandonar completamente o fornecimento para smartphones”, disse Takeo Miyamoto, analista do MUFJ Morgan Stanley.
O setor de smartphone está se afastando das telas de cristal líquido (LCD), que estavam presentes em quase todos os aparelhos e continuam sendo o padrão para televisores.
Agora, os telefones mais caros costumam vir com OLED, porque essas telas consomem menos bateria e oferecem imagens mais vivas. Além disso, essas telas são flexíveis, o que traz a possibilidade de telefones dobráveis e outras inovações no setor.
A Samsung Electronics atualmente domina o mercado de OLED para smartphones, com 99 por cento das remessas no primeiro semestre, de acordo com a IHS Markit.
A EverDisplay Optronics tem apenas 0,4 por cento. Mas a Samsung não é apenas a única fornecedora dessas telas, é também a maior concorrente da Apple no mercado de smartphones, e por isso é ainda mais fundamental que a Apple garanta novos fornecedores se quiser usar OLED no iPhone.
A Apple ficou para trás enquanto suas concorrentes adotavam a tecnologia OLED. O Galaxy S7, da Samsung, e os novos aparelhos Pixel, do Google, têm tela OLED, assim como dezenas de modelos da Motorola, da Oppo, da HTC e de outros fabricantes. Um representante da Apple não respondeu a um pedido de comentário sobre os planos em relação às telas OLED.
Fontes afirmam que a Apple está negociando com a Samsung para obter telas OLED.
O investimento de capital da Sharp em OLED está incluído nos 200 bilhões de ienes que a empresa já designou para a tecnologia OLED, parte de um plano estratégico adotado com a nova proprietária, Foxconn Technology Group, que é um importante fornecedor contratado pela Apple.
A oportunidade é imensa: a IHS Markit estima que o mercado de OLED para smartphone valerá US$ 18,6 bilhões em 2018, superando o mercado de LCD.
“A maioria dos fornecedores está planejando um investimento agressivo de capital”, disse Hiroshi Hayase, analista da IHS Markit. Como as telas OLED podem ser fabricadas com materiais flexíveis como uma película, “existe a possibilidade de abrir novos mercados”, disse ele.

Cinema I Jogo Perigoso | Carla Gugino vai estrelar adaptação de Stephen King para Netflix

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De acordo com o Deadline, Carla Gugino (Wayward Pines, Roadies) e Bruce Greenwood (American Crime Story, Star Trek) serão os protagonistas de Gerald’s Game, adaptação aos cinemas do livro Jogo Perigoso, de Stephen King.
Mike Flanagan
(O Sono da Morte, Ouija) vai dirigir, com roteiro de Jeff Howard (também de O Sono da Morte, Ouija), com distribuição global da Netflix.
Na trama, Gerald e Jessie Burlingame vão para sua casa de verão em um dia quente de outubro, para aproveitar um momento romântico que envolve jogos adultos. Depois de ser algemada na cama, Jessie participa dos jogos do marido, até que a situação tem uma mudança trágica. Ela é deixada amarrada e sozinha com suas memórias dolorosas de infância, um cachorro de rua faminto, as vozes em sua mente, e, possivelmente, alguém que a observa do canto escuro do quarto.
Ainda não há data de lançamento prevista. [Camila Sousa]

Música I Projeto brasileiro, Around the World in 80 Music Videos é selecionado para o SXSW 2017

Screen_Shot_2015-06-23_at_8.17.10_AM.pngSouth by Southwest é um conjunto de festivais de cinema, música e tecnologia, que reúne alguns dos principais expoentes desses segmentos durante a primavera do hemisfério norte, em Austin, no Texas.

Nessa segunda-feira (17), o evento anunciou que os responsáveis por criar o projeto brasileiro, Around the World in 80 Music Videos, serão palestrantes na conferência Making Film & Episodics, que acontece entre os dias 11 e 14 de março.

Idealizado por Leo Longo e Diana Boccara, o ATW80 consiste na filmagem de videoclipes em plano- sequência, com 80 bandas ao redor do mundo. Os vídeos estão sendo produzidos desde março de 2015, de forma que semanalmente – as segundas-feiras – o material é publicado, em conjunto com um episódio de making of, no cana do Youtube.

O ATW80 durante essa jornada já gravou com bandas novas e com outras conhecidas, como Pato Fu, Ben L’Oncle Soul, Scalene, Monsieur Periné, The Coronas, Molotov, Vivendo do Ócio, Cairokee, Los Románticos de Zacatecas, Linda Martini, We Were Promised Jetpacks, entre outras.
Mais informações sobre a palestra estão disponíveis no link oficial do evento.

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