Vendas do Apple Watch caíram 70% no último trimestre em comparação ao mesmo período de 2015

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A Apple continua fazendo jogo duro quando o assunto é divulgação de números de vendas do seu Watch, mas isso não significa que firmas de análise econômica não possam fazer suas próprias apurações para criar imagens gerais do mercado e apontar tendências. E o relatório mais recente daIDC aponta para um cenário não muito favorável para o mundo dos relógios inteligentes em geral — e especialmente para o representante da Maçã.

Segundo a pesquisa, referente ao terceiro trimestre de 2016, 1,1 milhão de unidades do Apple Watch foram despachadas no mundo — o que representa uma queda de terríveis 71,6% em relação às 3,9 milhões de unidades enviadas no mesmo período do ano passado.

Vendas de smartwatches no terceiro trimestre de 2016

Desta forma, a Apple mantém a posição de liderança em participação no mercado dos relógios inteligentes, mas vê concorrentes se aproximarem — especialmente a Garmin, que registrou uma subida fenomenal de 324% na comparação ano-a-ano e despachou 600 mil dispositivos no último trimestre, tomando da Samsung o segundo lugar geral.

De todas, só quem caiu mais que a Maçã foi a Lenovo, com uma derrocada de 73,3% nas vendas. No geral, o mercado dos smartwatches retrocedeu 51,6% no terceiro trimestre de 2016 em relação ao de 2015.

Claro que motivos não vão faltar para discutirmos qual a razão dessa queda. No caso do Apple Watch, especificamente, é fácil apontar para a falta de atualizações no período — o Series 2 foi apresentado apenas duas semanas antes do fim do terceiro trimestre, ou seja, suas vendas ainda não contaram para a pesquisa.

Entretanto, talvez seja prudente para a Apple e as suas concorrentes considerar que o buraco pode ser um pouco mais embaixo. Quem sabe elas ainda não tenham tido a capacidade de convencer às pessoas da necessidade de um relógio inteligente; talvez ainda não haja aquilo que chamam dekiller-app para os smartwatches.

O interesse no ramo ainda é bastante específico e segmentado, e talvez por isso os engenheiros e publicitários das empresas tenham que, mais uma vez, botar a cuca pra funcionar para salvar o dia. [MacMagazine]
[via MacRumors]

Cinema I Leonardo DiCaprio quase morreu durante filmagem, diz diretor Fisher Stevens

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Leonardo DiCaprio e o Fisher Stevens durante evento do filme ‘Before the Flood’ Foto: Brendan McDermid/Reuters

Leonardo DiCaprio é conhecido por se entregar aos personagens, o que às vezes pode ter consequências bem perigosas. Um exemplo disso foi o período em que gravou O Regresso (2015), pelo qual ganhou o tão aguardado Oscar, em que nadou em rios congelantes e chegou a comer carne crua.

Quatro anos antes, em Django Livre, o ator continuou uma cena de discussão mesmo após cortar uma das mãos ao batê-la fortemente em uma mesa. Mas nada disso chega perto do que ele vivenciou em 2010, segundo revelou o diretor Fisher Stevens à revista GQ. E adivinha quem salvou a vida do ator? Edward Norton!

Segundo o cineasta, o eterno Jack deTitanic se afogou ao gravar uma cena do filme Before the flood (“Antes do dilúvio” em tradução livre) debaixo da água. DiCaprio era um dos produtores do documentário e mexia numa pequena câmera para registrar um mergulho da bióloga marinha Sylvia Earle em Galápagos.

Nesse momento, o diretor se afastou para acompanhar mais de 300 arraias junto com o ator Edward Norton. “Depois de 20 minutos, eu perdi todos eles [DiCaprio e Sylvia]. Então, vi Leo quase sem respirar, pois seu tanque estava vazando oxigênio, e Edward precisou salvá-lo”, relata Stevens.

O documentário Before the flood aborda as mudanças climáticas e estreia neste ano nos Estados Unidos. Em entrevista à revista Wired, DiCaprio confidenciou que viveu outras três experiências de “quase-morte”: o ataque de um tubarão, a explosão do motor de um avião e um acidente ao pular de pára-quedas.

Kings of Leon chega ao topo da Billboard com ‘Walls’

Walls, novo álbum da banda americana Kings of Leon, chegou ao primeiro lugar da Billboard 200 – ranking que lista os discos mais vendidos da semana nos Estados Unidos. Esta é a primeira vez que o grupo conquista a posição, depois de treze anos de carreira e três outros discos no Top10 dos mais vendidos da revista americana.

A Billboard 200 considera não só a venda tradicional de discos físicos, mas também sua reprodução nas plataformas de streaming e venda digital em aplicativos como o iTunes. Frente ao espaço cada vez maior de serviços como esses no mercado da música, a revista criou um sistema de equivalência entre as reproduções on-line e as vendas físicas: um CD é igual a dez faixas compradas e a 1500 reproduções no streaming. Assim, Walls vendeu o correspondente a 77.000 cópias desde que foi lançado, em 14 de outubro.

Os músicos do Kings of Leon finalmente saíram da sombra de Only by the Nightcom Walls. Algumas de suas faixas, como Waste a Moment e Reverend já superaram a procura em plataformas de streaming de outras faixas mais antigas e consagradas da banda, como Use Somebody e Sex on Fire. O novo trabalho do grupo também está em primeiro no ranking dos discos mais vendidos do Reino Unido, segundo a Billboard.

Moda I Veja cinco modelos para seguir no Instagram e ficar por dentro da SPFW

Lorena Maraschi é queridinha de estilistas internacionais Foto: Reprodução/Instagram

Na São Paulo Fashion Week, cada desfile é um flash. Ou um post no Instagram, um vídeo no Snapchat… E ninguém melhor do que as modelos para mostrar o que acontece nos backstages da semana de moda. Selecionamos cinco tops para você seguir já e ficar antenado em tudo o que rola no Parque Ibirapuera. Confira! Anna Rombino – Especial O Estado De S.Paulo

Bruna Tenório
Uma das veteranas das passarelas, Bruna, além de modelo, é blogueira e digital influencer. Nas redes, ela adora compartilhar cliques de backstage, looks do dia e fotos lindas pela cidade.

brunar.jpgEllen Milgrau
Diversão é com ela mesma. Ellen consegue deixar até a interminável espera para o começo de desfiles uma atividade divertida. Nas redes sociais, ela compartilha cliques inusitados, bastidores nada glamurosos da vida de modelo e, claro, muitas selfies.

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Eve Moraes
Com cabelos cinzas e profundos olhos verdes, Eve é cool até dizer chega. O feed do Instagram é bem pensado, só com fotos lindas. Ela mistura a rotina de modelo com fotos dignas de editorial revista. Um luxo!

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Larissa Franco
Larissa é outra que já está acostumada com a correria de semana de moda. Por isso, para ela é muito fácil postar uma foto linda entre um desfile e outro. A modelo também adora compartilhar seus cliques na passarela.

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Lorena Maraschi
Ela é queridinha dos estilistas internacionais, como Miuccia Prada, Riccardo Tisci e Maria Grazia Chiuri. Lorena é presença confirmada nas principais semanas de moda do mundo – e São Paulo não fica de fora. No Instagram, a new face compartilha trabalhos e cliques da vida real.

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Pálpebras em branco na beleza da Patrícia Viera

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A beleza de Patrícia Viera (Foto: Marcelo Salvador)

Como já é tradição, Max Weber repetiu a parceria com a estilista Patrícia Viera ao assinar a beleza do desfile de cruise 2017 da marca, que desfilou na segunda-feira (24) no calendário do SPFW. Inspirada pelos mistérios da Ilha da Páscoa – para onde fez uma viagem de pesquisa -, a estilista trouxe as maravilhas naturais e sobrenaturais para a passarela, o que influenciou a criação do beauty artist.

“Fizemos este olho branco, como se ele estivesse aceso”, contou Max, “ele é o foco da maquiagem. A pele foi bem corrigida e recebeu contorno e iluminador, para definir, e os lábios foram hidratados”. Para conseguir o efeito geométrico e chapado nos olhos, Max primeiro desenhou o contorno com lápis branco – também usado na linha d’água – e depois preencheu com pigmento em pasta. Para finalizar, os cílios receberam diversas camadas de máscara, o que expandiu ainda mais o olhar.

Beleza Patricia Viera (Foto: Marcelo Salvador)Patrícia Viera se inspirou na Ilha de Páscoa (Foto: Marcelo Salvador)

Já os cabelos seguiram a textura natural de cada modelo e foram finalizados com xampu seco e spray fixador, também com textura seca.  “São as deusas que morreram e foram para esse belo lugar, mas que é árido também”, arrematou Max.

Beleza Patricia Viera (Foto: Marcelo Salvador)A beleza de Patrícia Viera (Foto: Marcelo Salvador)
Beleza Patricia Viera (Foto: Marcelo Salvador)Foco na pálpebra branca (Foto: Marcelo Salvador)

Arquitetos desenvolvem espaçoso escritório em antigo armazém de Chicago

arquitetos-desenvolvem-espacoso-escritorio-em-chicagoO espaço conta com diversas áreas de descanso e recreação e aposta em cores neutras e estilo industrial para o décor
Arquitetos do escritório
Those Architects projetaram, em Chicago, um espaço de trabalho em um loft espaçoso para a empresa de serviços de dados financeiros Ansarada, que tem base em Sidney.those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-02-818x545A renovação do espaço resultou em um escritório dinâmico, que inclui diversos espaços compartilhados e áreas de descanso confortáveis. O projeto ocupa 880 metros quadrados no quinto andar de um antigo armazém. Materiais antigos, tijolos, postes e vigas expostos são detalhes do antigo uso do espaço que foram mantidos.those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-03-818x545.jpgComo o edifício não é classificado como patrimônio, os arquitetos tiveram liberdade de interferir no ambiente como quiseram. “Mantendo e respeitando a estrutura desta antiguidade que recebemos para reformar, inserimos alguns elementos arquitetônicos que tornassem o estabelecimento mais funcional”, diz Ben Mitchell, diretor do Those Architects.

those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-05.jpgO interior foi projetado com foco no conceito de ser acústica e esteticamente funcional, incentivando o alto desempenho dos funcionários da empresa. Uma espécie de grande caixa preta central define as zonas do escritório.
those-architects-ansarada-office-chicago-designboom-04-818x545.jpgFeita de compensado de madeira e cheia de buracos, ela permite que os funcionários usem a superfície de muitas maneiras: para deixar recados aos colegas ou pendurar um casaco, por exemplo.

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Os banheiros, salas de reunião e leitura e área de armazenamento, ficam todas dentro desta grande caixa preta. Enquanto isso, as salas de recreação e de reuniões informais estão do lado de fora. Nesta área, está também a recepção, uma área de jogos e sala de jantar. Tudo decorado com mobiliário refinado em cores neutras.

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Trabalho e espaços recreativos são colocados lado a lado

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Uma gaiola de batedura de beisebol completa com máquina de arremesso

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05O espaço do escritório principal

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Reprodução | Luc Rémond | Design Boom

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Sala de reuniões

Aqueles-arquitetos-ansarada-office-chicago-designboom-05Painel pode ser movido para diferenciar espaços dentro de uma sala ou para privacidade
Fonte: Design Boom

Black Mirror – 3ª temporada | Crítica

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Após o especial no Natal de 2014, a queridinha da internet Black Mirror retorna, agora de casa nova, com produção e transmissão pela Netflix no lugar da emissora britânica Channel 4. Com maior investimento e duas vezes mais episódios do que nos anos anteriores, será que a antologia conseguiu levar a essência das suas perturbadas narrativas ao catálogo do serviço?

Cada capítulo traz uma história com personagens e ambientação inéditos, abordando de forma exagerada algum aspecto da tecnologia moderna em um período não especificado, geralmente com uma reviravolta capaz de fazer chorar ou, pelo menos, pensar bastante sobre a forma que utilizamos computadores, celulares e outros dispositivos modernos. São pequenos filmes que não compartilham nada entre si, a não ser o desprezo por determinadas atitudes do ser humano, seja no meio em que habita ou com as pessoas que se relaciona – e a tecnologia evidencia justamente esse comportamento desprezível.

Com a Netflix isso não foi diferente, exceto que os temas agora parecem mais atuais do que nunca. Enquanto as temporadas anteriores lidaram com “pautas frias”, os novos episódios parecem ter sido escolhidos direto das notícias de portais e revistas: nostalgia oitentista, romance através da tecnologia, carência de atenção em redes sociais, xenofobia, vigilância, comentários ofensivos e por ai vai. Nenhum deles é de fato aprofundado mas, dado o momento em que vivemos, onde não é preciso muito esforço para se deparar com um dos casos citados acima, a pontualidade só torna tudo mais assustador. Mas vamos por partes:

“Fracassado”

O terceiro ano já começa em uma nota alta ao apresentar Lacie (Bryce Dallas Howard), uma mulher aparentemente comum que chega ao ápice de perder sua própria personalidade para agradar todos ao seu redor em um mundo onde tudo que importa é a quantidade de “likes” que você tem. Escrito pela dupla de Parks and Recreations Rashida Jones e Michael Schur, “Fracassado” é um comentário sarcástico e caricato sobre a forma que utilizamos redes sociais que, infelizmente, consegue ser altamente relacionável: é possível ver um pouco de Lacie nos seus amigos, família e até mesmo em si, e causar esse tipo de reflexão é o que Black Mirror faz de melhor.

“Versão de Testes”

Mesmo com a excelente direção de Dan Trachtenberg (Rua Cloverfield, 10), o segundo episódio já não se sai tão bem. “Versão de Teste” acompanha um aventureiro que viaja o mundo para esquecer dramas familiares que acaba se envolvendo com um estúdio de desenvolvimento de jogos liderando por um excêntrico diretor asiático. É uma trama sobre realidade virtual que faz inúmeras referências à cultura gamer, seja na mansão cheia de horrores à todo canto, no personagem claramente inspirado pelo criador de Metal Gear Solid Hideo Kojima ou até mesmo em um easter egg de Bioshock – completo com “Would You Kindly?” e tudo.

Ainda sim, “Versão de Teste” não só se afasta demais da fórmula da antologia como também falha em contar uma história minimamente interessante que parece existir apenas para que o criadorCharlie Brooker – veterano do jornalismo de games – pudesse voltar a escrever sobre jogos. Por sorte, o carisma de Wyatt Russell segura tranquilamente pelos 45 minutos de duração.

“Cala a Boca e Dança”

Toda temporada é conhecida por seus capítulos de maior impacto: a primeira chocou com “Quinze Milhões de Méritos”, já a segunda apresentou o pesadíssimo “Urso Branco”. “Cala a Boca e Dança” é o equivalente de ambos para a terceira, mostrando um garoto que é coagido a atos desumanos na tentativa de preservar sua identidade após ser gravado em um momento íntimo por hackers através de sua webcam. É uma jornada sufocante que torna-se cada vez pior ao encontramos novos personagem e descobrirmos qual podre eles estão querendo evitar que o mundo descubra. Mesmo tendo seus momentos cômicos –  muito deles entregues pela participação do excelente Jerome Flynn (Bronn em Game of Thrones) – é um daqueles episódios em que você termina se perguntando o que faria se estivesse na situação do protagonista, algo que fica ainda mais complicado ao se tratar de um enredo totalmente plausível no mundo real. Você provavelmente cobrirá a sua webcam com fita adesiva após assistí-lo.

“San Junipero”

Para compensar a tensão do anterior, “San Junipero” é um dos episódios mais leves da antologia, porém isso não o faz menos interessante. Ambientado em uma cidade de praia no ano de 1987, acompanhamos a novata Yorkie (Mackenzie Davies, de Halt and Catch Fire) explorando a homônima San Junipero ao lado de uma carismática garota chamada Kelly (Gugu Mbatha-Raw, de Doctor Who). A ótima seleção de músicas complementada por uma estética regada à neon criam um prato cheio para qualquer fanático oitentista ao mesmo tempo em que se diferencia do restante da série, sendo o capítulo mais marcante visualmente. Apesar das eventuais pirações tecnológicas, é uma história de amor contemporânea que carrega o título de primeiro final realmente feliz da série.

“Engenharia Reversa”

Enquanto não é de todo ruim, “Engenharia Reversa” falha em causar algum impacto no espectador. Há um comentário social sobre xenofobia e manipulação na batalha travada entre os soldados Stripes (Malachai Kirby) e Raiman (Madeline Brewer, de Orange is the New Black) com as criaturas chamadas de Baratas, mas personagens desinteressantes e uma reviravolta mediana seguida de um final decepcionante fazem a experiência ser esquecível e sem graça. Nem mesmoMichael Kelly vivendo outro “homem de governo badass” como fez em House of Cards consegue salvar o episódio.

“Odiados pela Nação”

Por fim, a terceira temporada é concluída com um especial de uma hora e meia que presta homenagem aos dramas de detetive, porém com o jeitinho da antologia ao colocar o suspeito como o líder de uma campanha de ódio que pede que as pessoas escolham as suas vítimas através de ameaças de morte via Twitter, utilizando uma hashtag especial. A investigação de Karin Parke (Kelly MacDonald), da hacker Chloe ‘Blue’ Perrine (Faye Marsay, de Game of Thrones) e de todo um departamento de crimes virtuais é tensa e muito perturbadora por se tratar de algo que, salvo os exageros, acontece com frequência, colocando em prática toda a ideia central do seriado ao refletir um comportamento da sociedade atual e mostrar como seu abuso pode levar à fins violentos.

No geral, Black Mirror entrega mais um ano satisfatório. Ter o dobro de capítulos e maior investimento permitiu que Charlie Brooker e sua equipe brincassem com diferentes temas, diretores e ambientações, o que funcionou para histórias como “San Junipero” mas não tão bem em outras como “Versão de Testes”. A pontualidade da estreia também contribui para o teor perturbador das narrativas por abordar eventos que podem ocorrer a qualquer minuto na sociedade. Dado o alcance da Netflix, esses seis episódios com certeza vão reverberar e assombrar a mente do público pelos próximos anos – pelo menos até o eventual lançamento da quarta temporada. [Arthur Eloi]
**** (Ótimo)

Moda I Jimmy Choo aposta na bolsa Lockett como seu novo must da estação

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Bolsa Lockett da Jimmy Choo || Créditos: Divulgação
A bolsa Lockett, da Jimmy Choo é a estrela da coleção que acaba de desembarcar na loja da marca do Shopping Cidade Jardim. Com potencial para virar hit entre glamurettes, o acessório tem pegada rocker e faz par perfeito com produções modernas e urbanas. Um curinga que a gente quer pra já!
Jimmy Choo Cidade Jardim – Térreo
Av. Magalhães e Castro, 12.000 – São Paulo | Tel: 11-3552-2052
+www.shoppingcidadejardim.com

Cheia de atitude, desconhecida Fernanda Oliveira vira sensação da SPFW com tatuagem entre os seios

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SÃO PAULO — Nos bastidores do desfile da Animale, neste domingo, na abertura da São Paulo Fashion Week, ninguém mais chamava a atenção do que uma modelo arretada, de cabelos volumosos e encaracolados, com uma tatuagem entre os seios — à mostra graças ao decote que ela tratou de fazer no comportado roupão pré-show. Fomos ter um tête-à-tête com a até então desconhecida. A pernambucana Fernanda Oliveira é uma das estreantes que prometem sacudir a temporada. Segundo a sua agência, a Ford Models, ela deve fazer pelo menos dez desfiles nos próximos dias. E pensar que Fernanda nem sonhava ser modelo.

— Meu pai quem insistiu. Viu que eu era alta e magra e me levou numa agência. Por mim, eu seria engenheira mecânica — conta a new face, de 19 anos, que morou uma década na Suíça com a mãe, separada de seu pai. — Agora vamos ver o que acontece. Em fevereiro, vou tentar fazer os desfiles da Europa e ainda pretendo passar um tempo no Japão.

O comentado cabelo, ela diz, foi um erro — assim como Ari Westphal, que virou sensação no mundo da moda após um cabeleireiro falhar em seu corte.
— No meu caso, eu mesma cortei. Foi um erro que acabou dando certo. Tem mais ou menos um mês que isso aconteceu — entrega.
Além de ter uma cabeleira cheia de personalidade, Fernanda ostenta uma faca tatuada entre os seios. A ideia era fazer o desenho, num tamanho maior, na coxa.
— A história é um pouco triste. Posso falar? — questiona, antes de continuar: — Meu pai acabou sofrendo um enfarte, chegou a “morrer”, mas conseguiram ressuscitá-lo. Essa tatuagem representa isso. É uma homenagem. Ele ficou entre a vida e a morte.
Pergunto se ela tem a intenção de ficar rica na moda:
— Por que não?
E se quer ser a próxima Gisele:
— Quem sabe? Por que não?
E o que Fernanda faz quando está livre? Fica com os livros?
— Gosto de livros, mas prefiro sair, ir para a balada, ficar com os amigos… [Gilberto Júnior]

Sexy chic: looks sensuais (mas muito elegantes) marcam o desfile da Animale na SPFWTRANSN42