Farm lança a sua primeira coleção considerada ‘genderless’

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Por Nathalia Levy
A marca carioca Farm é conhecida por criar hits – quem nunca desejou uma pecinha de suas parcerias com a Adidas? Depois de coleções com a cantora Céue com o artesão Espedito Seleiro, ela se aventura em sua primeira coleção considerada ‘genderless‘. A ideia é que tanto meninos quanto meninas se sintam à vontade para escolher qualquer uma das roupas ou acessórios que serão lançados durante o MECA Festival, que acontece em Inhotim, nos dias 5 e 6 de novembro.

Naturalmente, as roupas nunca foram exclusivas para o público feminino, tanto que as collabs da Adidas possuem bastante aderência entre os homens. Porém, o tamanho das peças sempre limitou a compra não apenas por eles, mas por qualquer pessoa que usasse numerações maiores, já que as modelagens costumam ser pequenas. Agora, a marca diz ter aumentado a grade e até os patins virão em números que passam do 40.

No mood vaporwave, a linha tem vestidos e mochilas holográficos, as características estampas da marca em muitas misturas inusitadas, transparências e tie-dye, que lembram os anos 1980. A ideia da Farm, que divulga essa coleção como genderless, é dizer que qualquer um pode usar suas criações. Considerando que o fator limitador de muitas consumidoras, e, por que não, consumidores que gostam do estilo colorido da etiqueta, sempre foi a questão do tamanho, será que era é necessário nomear uma coleção como genderless e não apenas criar numerações mais abrangentes, que contemplem mais pessoas? Sobre isso, conversamos com Katia Barros, diretora de estilo responsável por essa nova investida. Confira abaixo o bate-papo.

Por que definir essa coleção especificamente como “genderless”?

Para a gente, pensar genderless, é pensar unissex. Foi isso que fizemos nesta coleção. Ela traduz o nosso desejo de valorizar as escolhas de cada cliente independente de seu gênero ou orientação sexual. Queremos celebrar a autenticidade! O mais legal é que a modelagem não varia entre “masculino” e “feminino”. Criamos as mesmas peças para os dois sexos.

É tudo para todo mundo…

É quase tudo para todo mundo! Não resistimos e incluímos alguns maiôs, vestidos e peças que são essencialmente mais femininas, mas o convite está feito. A moda é para todos!

Como exatamente funciona a grade de uma coleção genderless como essa?

Como é a nossa primeira experiência neste sentido, fizemos algumas apostas. Pensamos em peças que se adequassem em diferentes tamanhos, para cair bem tanto em meninos quanto meninas.

As meninas plus size estão aí lutando por tamanhos maiores há tempos, porque, em geral, as marcas que começam a trabalhar com uma grade maior também convidam os meninos a vestirem as roupas?

Achamos que é um reflexo do mundo contemporâneo. É antigo o pensamento de que a identificação de gênero vem pela modelagem da roupa. A Isadora Gallas, stylist que colaborou com a criação da coleção, trouxe muito este ponto de vista pra gente. Não é sobre “peças femininas” ou “peças masculinas”, as peças são para quem se identifica com elas.

Os meninos poderiam usar roupas da Farm que não estão nessa coleção?

Sim, com certeza! Muitos meninos curtem estampas e roupas da Farm. E a gente adora isso!

Confira algumas peças da coleção abaixo.

Casaco usado por Kate Middleton esgota em menos de 24 horas

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Kate Middleton com seu casaco Mulberry (Foto: Getty Images)

efeito Kate Middleton ataca novamente. Menos de 24 horas após a Duquesa de Cambridge surgir vestindo um casaco azul da Mulberry de £990 (cerca de R$ 4 mil), a peça já esgotou em todas as lojas, afirma o Daily Mail.kate-fdgConvidada especial da première do filme A Street Cat Named Bob, que aconteceu em Londres, na tarde de sexta-feira (04), Kate brilhou usando a peça em tom pastel, que foi combinada a saia de lã Dolce&Gabbana, blusa de gola rulê, meia-calça fio 40 e escarpim de bico fino, tudo nos tons de preto e branco.

Biografia de Vivienne Westwood explora origens da cultura punk

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A estilista Vivienne Westwood e o artista e empresário Malcolm McLaren, quando eram um casal
Biografias autorizadas de estilistas costumam resvalar no marketing barato, calhamaços fartamente ilustrados que entregam histórias glamorosas e narrativa vaga, sem detalhismo e rigor na apuração dos fatos. Não é o caso de “Vivienne Westwood“.

Treze anos após o lançamento de “An Unfashionable Life” (ou, Uma Vida Fora de Moda), esquecível relato de Jane Mulvagh sobre o legado da “dama do punk”, o ator e biógrafo Ian Kelly descortina as raízes do punk e da moda dos anos 1960 e 1970 a partir de um mergulho na vida íntima de Westwood.

E na de Malcom McLaren (1946-2010), ex-marido da estilista, que, ao seu lado, fundou as bases do visual punk e a polêmica loja SEX, na King’s Road, em Londres, cujos provadores virariam ponto de interseção de todos os jovens roqueiros do Ocidente.

Foi naquele lugar onde se produziu o visual que os jornais da época tacharam de afronta aos bons costumes, tornando inimigos públicos da moral e, por isso, modelos para a juventude, gente como Mick Jagger, Iggy Pop, David Bowie, Syd Barrett e Debby Harry. A lista de clientes transgressores é imensa.

Os pormenores da relação destrutiva – “mas feliz”, segundo Kelly frisa no livro–entre esses dois ícones da cultura pop é um dos trunfos do livro. As brigas nos bastidores da construção do estilo adicionam a liga desse feito, impossível até pouco tempo, de reconstruir os encontros seminais do punk por meio dos relatos sinceros de uma das poucas lendas vivas da moda.

Westwood, aos 75, não mede palavras (“porque aos mortos devemos a verdade”)para definir McLaren como uma criança, de quem tirou a virgindade e via na mulher uma figura materna controladora.

Ela exemplifica a personalidade infantil do ex-estudante de história da arte, que seria responsável pelo sucesso do Sex Pistols, banda precursora do punk no Reino Unido, numa passagem que conta a relação que ele mantinha com o filho dos dois, Joseph Corré.

“Ele [Malcom] sempre se recusou a ser chamado de ‘papai'”, diz. “Chamava o grande cacto que ele havia comprado e do qual eu gostava tanto de ‘papai do Joe’.”

O talento da jovem garota britânica, que vendia bijuterias e roupas usadas no mercado de pulgas da Portobello Road antes de transformar em símbolo do inconformismo ossos de galinha colados em camisetas, ganha projeção ainda maior do meio para o fim.

Muito tempo depois de rasgar camisetas, transformar látex em tecido e levar o “tartan” escocês para as ruas, a genialidade de Westwood se desgarrou da montanha russa McLaren e evoluiu para a alta-costura já nos anos 1980.

É nos contos dos dias atuais que Kelly, forasteiro no universo da costura até o primeiro contato com os bastidores de um desfile da estilista, em Paris, escorrega.

Por vezes, mostra deslumbre e abusa de impressões e descrições caricatas do ‘mundinho fashion’. São pequenos deslizes diante da grandeza de um nome finalmente revelado em sua complexidade. Pedro Diniz – Colunista da Folha

VIVIENNE WESTWOOD
AUTORES Vivienne Westwood e Ian Kelly
EDITORA Anfiteatro
QUANTO: R$ 69,90 (496 págs.)

No Vale, a vez das startup espaciais

zero-g-printer-designboom01.jpgMADE IN SPACE: startup do Vale do Silício levou impressoras 3D ao espaço com ambição de construir casas em Marte/ Divulgação
Letícia Toledo, de Livermore
Dante Sblendorio cresceu colhendo uvas na pequena fazenda de sua família sob o sol intenso de Livermore, na Califórnia. Não se pode dizer que foi uma infância exótica em uma região conhecida por suas vinícolas e extensas pastagens. Hoje, aos 26 anos e com um diploma de física, ele ainda vive e trabalha em Livermore, mas encontrá-lo sob a luz do sol tornou-se quase impossível. Na maior parte do dia, Sblendorio circula por um emaranhado de fios em um bunker construído durante a guerra fria no subsolo de um prédio no centro da cidade.

“Ficamos aqui para garantir que nossos experimentos não explodam a cidade toda”, brinca Sblendorio. Ele trabalha na Positron Dynamics, uma startup que pretende criar a nave espacial mais rápida do universo (ou pelo menos do planeta Terra), que seria capaz de dar a volta no planeta em três segundos e chegar a Marte em poucas semanas.
Fundada pelo piloto das forças aéreas americanas Ryan Weed e o PhD em física Joshua Machacek, o projeto da Positron é, para assim dizer, um tanto ambicioso. A equipe tenta isolar partículas de pósitrons para criar um propulsor super rápido e alimentar a espaçonave. Por enquanto, tudo se resume a um emaranhado de cabos e estruturas de metal, lousas cheias de cálculos e uma das famosas fotos de Albert Einstein colada em uma das paredes.
“Ainda podemos demorar 20 anos até conseguir utilizar os positrons para alimentar a aeronave”, diz Sblendorio. Isso, claro, se de fato chegarem lá. Mesmo assim, a startup, que foi fundada em 2012, recebeu um total de 1,2 milhão de dólares de investidores do Vale do Silício. Entre eles está Peter Thiel, fundador da empresa de pagamentos Paypal e um dos primeiros investidores da rede social Facebook (e, mais recentemente, o maior defensor de Donald Trump no Vale).
A Positron é apenas uma das muitas startups espaciais que surgiram nos Estados Unidos e, obviamente, se espalharam pela região do Vale do Silício. A consultoria americana Tauri Group calcula que hoje existam pelo menos 150 startups espaciais no país. A cerca de 50 quilômetros da Positron Dynamics, em um prédio na cidade de Mountain View decorado com personagens da série Star Trek, a Made In Space quer utilizar suas impressoras 3D para construir objetos fora do planeta terra.
A premissa é simples. “Por que fabricar as coisas aqui e então levá-las para o espaço quando podemos fabricar tudo diretamente lá?”, pergunta Matt Napoli, diretor de operações da Made In Space. O plano é utilizar as impressoras para fabricar desde pequenos utensílios, como uma simples escova de dentes para astronautas, até imóveis residenciais para uma futura população em Marte.
Hoje, duas impressoras 3D compatíveis com a falta de gravidade do espaço estão em teste fabricando pequenos objetos na Estação Espacial Internacional. As máquinas são controladas pela equipe de 30 funcionários da Made In Space, na Califórnia. “Temos câmeras acopladas às impressoras e com isso conseguimos acompanhar a fabricação dos objetos”, explica Napoli.
Dólares ao espaço
Planos que até pouco tempo só eram vistos em filmes de ficção científica têm encontrado cada vez mais capital nos Estados Unidos. Segundo a consultoria Tauri Group, as startups espaciais receberam 2,7 bilhões de dólares em investimentos em 2015 – o valor é quase o dobro do investido em startups espaciais nos 15 anos anteriores juntos. No total, mais de 50 fundos de investimentos colocaram dinheiro em companhias desse setor em 2015, também recorde dos últimos 15 anos. “Este ano o mercado continua igualmente aquecido, podemos até superar os números de 2015”, diz Kirsten Armstrong, diretora da Tauri Group.
Como não são chegados a rasgar dinheiro, os investidores chegaram a esse mercado atraídos pelo potencial inovador de suas empresas e de seus empreendedores. Antes que cheguemos a Marte, a ideia é ganhar muito dinheiro com projetos inovadores aqui na Terra mesmo. A corrida espacial dos anos 60 e 70, por exemplo, deu origem ao teflon e ao velcro – itens que passaram a fazer parte de nosso dia-a-dia.
Atualmente, os maiores avanços são feitos em satélites – usados, por exemplo, para monitorar cardumes ou transmitir eventos.  “Hoje, eles podem ser desenvolvidos por alguns milhões de dólares e por qualquer companhia – algo que anos atrás só era possível com a NASA ”, afirma Armstrong. Segundo a empresa de pesquisa Space Foundation, nos últimos três anos o número médio de satélites lançados anualmente ao espaço dobrou, chegando a quase 300 novos satélites por ano.
Uma das maiores companhias no setor é a Planet, que já captou 183 milhões de dólares com investidores desde a sua fundação, em 2010. A startup tem dezenas de pequenos satélites espalhados no espaço que tiram fotos de alta resolução da Terra todos os dias. Atende mais de 100 clientes – de gigantes agrícolas como a Bayer a organizações humanitárias – acessando suas imagens e dados através de um software que organiza as fotos tiradas. Suas imagens são capazes de monitorar desde o rendimento de uma plantação até o crescimento dos campos de refugiados sírios.
É de olho neste mercado que o brasileiro Fábio Santos deixou o país para fundar, no Vale do Silício, sua startup que desenvolve pequenos satélites, a Hypercubes. O diferencial de seu satélite, segundo Santos, é que com um pequeno sensor e um processador poderoso, ele consegue mapear e rastrear recursos naturais debaixo da terra. “Com essa tecnologia eu consigo ler nível de fertilidade do solo, detectar espécies invasoras e dizer para o agricultor exatamente o que ele precisa em determinado canto da sua plantação. A gente também consegue fazer prospecção de minérios, mapeando onde há ferro e alumínio, por exemplo”, diz Santos.
Ele e seu sócio, o australiano Brian Lim, estão submetendo seu satélite para testes na Estação Espacial Internacional. Caso consigam, a Hypercubes pode chegar ao espaço já em 2017. Para ganhar escala, os dois estão prospectando novos sócios. No ano passado, a companhia recebeu 100.000 dólares e um escritório após ser aceita no programa de aceleração da Singularity University.
O fator Elon Musk
Entre os variados motivos que empreendedores e investidores citam como os responsáveis pelo surgimento de tantas companhias espaciais, uma unanimidade é a popularidade do empresário Elon Musk, o fundador da montadora Tesla, e a sua companhia de foguetes SpaceX. No início de 2015, a empresa recebeu um investimento de 1 bilhão de dólares do Google e da empresa de investimentos Fidelity, que avaliaram SpaceX em quase 12 bilhões de dólares.
“A SpaceX nos mostrou que é possível uma companhia privada lançar grandes foguetes e fazer disso algo lucrativo”, diz Sblendorio, da Positron Dynamics. “Muitos investidores têm visto essas companhias como possíveis fontes de receita, tal e qual outras startups”, afirma Armstrong, da Tauri Group.
Atualmente, a SpaceX tem contratos de 4,2 bilhões de dólares com a NASA para lançar suprimentos para astronautas na estação espacial. Além disso, em abril deste ano, a SpaceX conseguiu aterrissar seu foguete Falcon 9 em uma plataforma no meio do oceano Atlântico após quatro tentativas. A aterrissagem aproximou Musk de seu grandioso plano de fabricar foguetes reutilizáveis. Segundo ele, com foguetes reutilizáveis, o custo de cada viagem ao espaço será de cerca de 200.000 ou 300.000 dólares com despesas como combustível e oxigênio. Hoje, cada viagem ao espaço com um Falcon 9 custa cerca de 60 milhões de dólares, já que os foguetes não retornam à Terra.
Os planos de Musk para o espaço vão além de foguetes. Em setembro, ele disse que a SpaceX planeja enviar uma cápsula não tripulada a Marte em 2018 com o objetivo de preparar o caminho para uma missão tripulada que partiria da Terra em 2024 e chegaria ao planeta vermelho no ano seguinte.
Enquanto promete colonizar Marte, Musk ainda enfrenta problemas bem terrenos. No início de setembro, seu foguete Falcon 9 explodiu durante o lançamento e destruiu um satélite de comunicações da rede social Facebook que custava 200 milhões de dólares.
Companhias americanas com ambições interplanetárias não são bem uma novidade nos Estados Unidos. A própria SpaceX foi fundada em 2002. Além dela, o dono da gigante do comércio eletrônico Amazon, Jeff Bezos, criou a Blue Origin em 2000 com o plano de construir complexos industriais no espaço para suprir as necessidades da terra. O icônico empresário Richard Branson, trabalha em uma espaçonave para levar turistas à lua desde 2004, com sua companhia Virgin Galactic.
Mas o que tem chamado a atenção de especialistas é mesmo o avanço real que pequenas startups têm conseguido e o interesse de investidores nessas empresas. A Moon Express, por exemplo, obteve, em agosto, permissão do governo dos Estados Unidos para mandar uma aeronave para a lua no próximo ano. Fundada em 2010, a startup já recebeu 33 milhões de dólares de investidores. Se conseguir aterrissar, a startup será a primeira organização não governamental a chegar ao satélite natural. As companhias comerciais anteriores só conseguiram viajar para a órbita do planeta Terra.
O charme do espaço
Projetos e planos à parte, é claro que uma fatia do dinheiro que investidores depositam nessas companhias vem de um irresistível charme de fazer parte de startups que podem levar pessoas a outra planeta. É o tipo de coisa que pega muito bem, por exemplo, num jantar com o cunhado no fim de semana. Porque a verdade é que o retorno financeiro de grande parte dessas companhias ainda é, no mínimo, incerto. “É como qualquer outro segmento de startups no Vale do Silício, em que muitas vão falhar e só algumas sobreviverão”, diz Armstrong.
Para obter sucesso, além de muito dinheiro, especialistas alertam de que o futuro está na parceria dessas startups com o estado. “A tendência é que cada vez mais startups façam parcerias com órgãos como a NASA, nós mesmo só conseguimos enviar nossas impressoras ao espaço em parceria com a agência. O futuro espacial é a cooperação”, diz Matt Napoli, da Made In Space.
O presidente americano Barack Obama parece concordar. Em um texto publicado no site do canal de televisão CNN ele anunciou um plano para enviar seres humanos a Marte em 2030. Obama disse que o plano envolveria “a cooperação contínua entre o governo e a iniciativa privada”, o que significa que a NASA não faria nada sozinha. Segundo ele, o setor aeroespacial privado do país hoje já tem mais de 1.000 empresas. O astrofísico e apresentador Neil de Grasse Tyson já disse que “a exploração espacial é uma força da natureza em si própria, e que nenhuma outra força na sociedade consegue rivalizar”. No Vale do Silício, essa força está mais poderosa do que nunca.

Cover Girl quebra barreiras e escolhe embaixadores inusitados

Mês passado, foi anunciado o primeiro embaixador homem da Cover Girl. O vlogger James Charles, de apenas 17 anos, mostra que maquiagem não é exclusividade de meninas. Ele começou o seu canal apenas há um ano e já conta com mais de 100 mil inscritos no Youtube e 842 mil no Instagram, seguindo seus makes incríveis.cop4

Esta semana, a nova surpresa foi a primeira embaixadora muçulmana da label, Nura Afia. A libanesa, que mora em Denver, nos Estados Unidos, também tem seu canal no Youtube (com mais de 200 mil inscritos!) e trabalha como maquiadora profissional. Em seu Instagram, ela divide cliques de suas maquiagens – sempre usando o seu hijab e de sua filha.

copy78Para completar o time da nova campanha, as irmãs e músicas Chloe e Halle e a instagrammer Amy Pham fazem parte do anuncio que a marca divulgou do produto So Lashy.

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Como usar tule hoje: Dior, Fendi, Rochas e mais top grifes ensinam

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Bella Hadid combina tule com…cueca! (Foto: Nicholas Hunt/Getty Images for Dior Beauty)

Ok, não é uma surpresa que tule é desejo na moda – o tecido deixa qualquer visual romântico e ultra feminino. O pulo do gato, porém, é vesti-lo de forma nada óbvia, como ensinam as passarelas gringas da temporada de verão 2017. [Manuela Almeida]

Dior verão 2017 (Foto: Catwalking)Dior verão 2017 (Foto: Catwalking)

Na Dior, o tecido clássico ganha toque street com casaco de couro e tênis de cano alto.

Fendi Verão 2017 (Foto: Catwalking/Getty Images)Fendi Verão 2017 (Foto: Catwalking/Getty Images)

Já na passarela da Fendi, vestido de tule é “mixado” com boca com glitter– tendência de make! – e salto listrado, que mais parece meia.

Marques'Almeida Verão 2017 (Foto: Catwalking / Getty Images)Marques’Almeida Verão 2017 (Foto: Catwalking / Getty Images)

Marques’Almeida, por sua vez, aderiu à onda de usar camiseta básica por baixo de vestidos sofisticados. Cool!

Rochas Verão 2017 (Foto: Francois Durand / Getty Images )Rochas Verão 2017 (Foto: Francois Durand / Getty Images )

Por fim, no desfile da Rochas, o tecido formal transformou o look básico em casual chic.

Apartamento de 38 m² perde todas as paredes e ganha estilo industrial

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Living | O rack de madeira pínus foi desenhado pela Tripper Arquitetura e executado pela Marcenaria Marcen Mello. O quarto azul é do artista Gonçalo Ivo e foi garimpado na loja Papel Assinado. Bancos Diesel à venda na Desmobília. Pendente Nud, da La Lampe. Sofá da Tok & Stok (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)

Um economista carioca que trabalha em São Paulo e passa os fins de semana no Rio de Janeiro. Esse é o perfil do morador deste apartamento de apenas 38 m² no bairro paulista Vila Nova Conceição. O projeto sem divisórias, comandado pela equipe do escritório Tripper Arquitetura e Elmira Nogueira + Julia Chagas, ganhou cara de loft. A solução deixou o lar mais amplo e permite ao morador ver a casa toda de qualquer ângulo.

A premissa era criar um lar com estilo industrial chique. Para isso, todas as paredes, exceto a do banheiro, foram eliminadas. Um piso elevado em 20 cm separa o quarto  do living. O tablado ganhou gavetas e alçapões, assim como a base da cama. Dessa maneira, o morador tem diferentes locais de armazenamento sem ocupar o espaço aéreo da casa.

A escolha dos revestimentos seguiu o que os profissionais chamam de “verdade tectônica”. Em outras palavras, isso significa que os materiais brutos da construção foram expostos. “Deixamos as vigas à mostra e usamos concreto para fazer a estrutura dos armários”, conta o arquiteto Marcelo Moura, do escritório Tripper Arquitetura.

O lar recebeu uma marcenaria elaborada especialmente para o apartamento. A escolha dos profissionais foi por compensado laminado de pínus. Com um mix de revestimentos que complementam um ao outro, o loft ganhou transparência e fluidez. Um pedido do morador prontamente atendido pelos profissionais. [Julyana Oliveira]cozinha-revestimento-tijolinhos-armario

Cozinha | O espaço ganhou piso Portobello, modelo Concretissyma. A parede acima da pia foi revestida com pastilha preta 2 x 2, da ColorMix – à venda na Texthura Y Cor. A bancada é de granito preto São Gabriel, da Marmoraria Estilo Único. Os armários em Formica preta e os gabinetes de madeira pínus foram desenhados pela Tripper Arquitetura e executados pelas Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)
Uma parede pequena de cobogós, modelo Sphere da Elemento – à venda na Texthura Y Cor, separa o quarto do living sem obstruir a vista (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)Uma parede pequena de cobogós, modelo Sphere da Elemento – à venda na Texthura Y Cor, separa o quarto do living sem obstruir a vista (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)
Quarto | O piso em madeira de demolição elevado 20 cm salienta a divisão entre área íntima e living. O armário em pinus maciço foi desenhado pelo escritório Tripper Arquitetura. O concreto veio para combinar com o estilo industrial do loft. Toda a marcenaria do ambiente foi executada pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)Quarto | O piso em madeira de demolição elevado 20 cm salienta a divisão entre área íntima e living. O armário em pínus maciço foi desenhado pelo escritório Tripper Arquitetura. O concreto veio para combinar com o estilo industrial do loft. Toda a marcenaria do ambiente foi executada pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)
A cama de pinus maciço foi desenhada pela Tripper Arquitetura e executada pela Marcenaria Marcen Mello. Ao fundo, uma parede de tijolos da Pasinato, modelo stromboli, completa o mix de revestimentos do ambiente (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)A cama de pínus maciço foi desenhada pela Tripper Arquitetura e executada pela Marcenaria Marcen Mello. Ao fundo, uma parede de tijolos da Pasinato, modelo Stromboli, completa o mix de revestimentos do ambiente (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)
Nos detalhes: cadeira Singapore, da Conceita. Trilhos de iluminação à vendas na loja Andra. Móvel abaixo da TV em laca preta, desenhado pela Tripper Arquitetura e executado pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)Nos detalhes: cadeira Singapore, da Conceita. Trilhos de iluminação à venda na loja Andra. Móvel abaixo da TV em laca preta, desenhado pela Tripper Arquitetura e executado pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)
 Banheiro | Revestimento Palimanan Hitam 10x10cm, à venda na Ekko Revestimentos. Bancada em tecnocimento cinza Platina da NS Brasil. Louças e metais Deca, da Loja Emporium Frei Caneca. Marcenaria desenvolvida pela Tripper Arquitetura e executada pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)Banheiro | Revestimento Palimanan Hitam 10 x 10 cm, à venda na Ekko Revestimentos. Bancada em tecnocimento cinza platina, da NS Brasil. Louças e metais Deca, da Loja Emporium Frei Caneca. Marcenaria desenvolvida pela Tripper Arquitetura e executada pela Marcenaria Marcen Mello (Foto: Julia Ribeiro/Divulgação)

Em cinco meses, imóvel de quatro quartos vira quarto e sala para dar conforto a casal

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O branco predomina no living, e a paisagem toma o lugar dos quadros – MCA Studio/Divulgação

RIO -O arquiteto Rodrigo Barbosa conseguiu, em cinco meses, mudar o layout de um apartamento de 250 m², transformando em quarto e sala um imóvel que, originalmente, tinha quatro quartos.

— É de um casal cujos filhos já estão casados. Eles decidiram sair da cobertura em que moravam, também feita por mim, para um apartamento na beira da praia. São meus clientes há dez anos, e o mais curioso é que todos os três filhos também são — diz o arquiteto.

Os ambientes sociais são integrados sem ter características de loft, pois o foco é o conforto do casal e a criação de espaços para receber a família. No living, uma parede espelhada reflete a paisagem que engloba a Pedra do Arpoador, as ilhas Cagarras e o Morro Dois Irmãos. As brises com venezianas em laca branca integram e separam os ambientes, como a sala de jantar e o family room.

Praticamente todo o piso é de marmoglass branco, o que torna os ambientes mais amplos e claros, além de serem emoldurados pela vista maravilhosa. Mas a transformação do dormitório principal é o grande destaque no apartamento. Além do escritório para o marido, Rodrigo projetou um grande closet com espelhos nas portas e também dois banheiros, um para cada morador (a realeza também costuma ter banheiros separados, ter privacidade é chique). No banheiro masculino há espaço para uma sauna, com janela blindada e vista para o mar. No banheiro feminino, o pequeno spa tem banheira de hidromassagem e chuveiro com cromoterapia. Outro pedido foi o uso da tecnologia, especialmente a iluminação de led com sensor de presença.

— Toda a marcenaria foi feita por nós, a maioria em freijó lavado, já que o casal é exigente e detalhista. Até mesmo os armários de cozinha. A decoração é clean, e a cor é pontual, está nos objetos e no estofamento. A maioria dos móveis é da Novo Ambiente e do Arquivo Contemporâneo. [Suzete Achê]