Painkiller Jane | Jessica Chastain protagonizará filme baseado na personagem dos quadrinhos

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O filme baseado na HQ Painkiller Jane encontrou sua protagonista. Jessica Chastain estrelará o longa, além de produzir o projeto baseado na personagem criada por Joe Quesada e Jim Palmiotti. As informações são do Deadline.

Chastain viverá Jane Vasko, uma policial de Nova York que é recrutada pelo FBI para infiltrar uma gangue que lida com drogas e tráfico humano. Após uma experiência que quase a mata, Jane acaba desenvolvendo habilidades de regeneração que a tornam indestrutível.

Painkiller Jane já foi adaptada para a TV em uma série que durou apenas uma temporada e foi cancelada em 2007.

Nos quadrinhos, a personagem não tem uma série fixa. Ela aparece em minisséries e especiais ocasionalmente desde 1996. A minissérie mais recente, The Price of Freedom, está sendo publicada atualmente pelo selo Icon da Marvel. [Aline Diniz]

Ratier mostra seu alto-verão 2017 em um fashion film

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Ratier, alto-verão 2017 (Foto: Marcelo Salvador)

Renato Ratier aposta no street esportivo que é marca registrada de sua grife Ratier e apresenta um alto-verão que brinca com códigos do esporte em peças de alfaiataria tingidas de pastel e construídas em tecidos high-tech emprestado da prática de exercícios

As peças já estão à venda. Play para conferir o fashion film com direção criativa do próprio estilista, styling de Vivi Rivaben e beleza de Gil Darf.

Instagram passa a aceitar mentions e links nas Stories

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por Rafael Silva
As Stories do Instagram, novidade bastante inspirada no Snapchat, receberam hoje uma atualização significativa. A partir de agora é possível publicar vídeos criados com o Boomerang, aplicativo do Instagram que permite criar um clipe em loop.

Além disso, também passou a ser possível marcar usuários nos posts publicados, algo que nem o próprio Snapchat permite ainda – essas marcações são enviadas como notificações por mensagem aos usuários. E também há uma opção de publicar links junto dos posts, que podem ser acessados arrastando o post pra cima. Essa última opção, no entanto, está disponível apenas para perfis verificados – talvez uma forma do Instagram de impedir alguns exageros.

As novidades das Stories estão disponíveis na versão mais recente do aplicativo para iOS, Android e Windows.

Zendaya reage à polêmica sobre papel em Homem-Aranha

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Aos 20 anos, Zendaya é um fenômeno do showbiz. A cantora e atriz começou a carreira na Disney – como tantos outros astros de Hollywood – e aos poucos tem desvinculado o seu nome da marca e construído uma carreira de respeito em sua área. Tanto que, mais recentemente, ela foi escalada para o novo filme da franquia Homem-Aranha, chamado Homem-Aranha: Homecoming.

Contracenando com Tom Holland, a estrela do cinema supostamente fará o papel de Mary Jane na trama e, mesmo sem confirmação alguma da personagem para a qual dará vida, Zendaya já se tornou alvo de polêmica. Por racismo, o público da Marvel não ficou feliz em ver uma atriz negra sendo escolhida para interpretar a icônica MJ nas telonas, uma vez que, nos quadrinhos, ela é branca e ruiva.

“As pessoas vão reagir a qualquer coisa”, disse para a Hollywood Reporter. “Mas nada [sobre quem eu vou interpretar] é um fato. É como se vocês estivessem inventando essas bobagens todas e reagindo a elas. É claro que as pessoas vão se sentir ultrajadas por isso, porque, de certa forma, elas não estão prontas. E eu penso ‘Eu não sei em qual Estados Unidos você vive, mas pelo o que eu vejo andando pelas ruas de Nova York, existe muita diversidade. Eu vejo o mundo real e isso é lindo. É isso que deve ser refletido e é o que está sendo refletido, então você vai ter que superar’”.

Zendaya é bastante ativa nas redes sociais, principalmente no Snapchat, e tem usado a plataforma como uma forma de educar as pessoas sobre a questão do racismo no mundo e dividir a história da cultura negra com os seus fãs.

“Muitos jovens não aprendem essas coisas na escola. Como é que muitos dos meus fãs estão aprendendo mais sobre cultura negra no meu Snapchat do que na escola? Eu sinto que, se você tem uma plataforma, é a sua obrigação falar sobre o que você sente. Não existe motivo para ser ignorante. Está tudo na ponta dos seus dedos”. [Marcela De Mingo]

Visita guiada: mix de elementos originais e contemporâneos em apê dos anos 70

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Foram os ambientes amplos e a localização no bairro dos Jardins, em São Paulo, que encantou um casal de brasileiros que vive nos Estados Unidos e sonhava em ter uma casa na cidade para as visitas ao Brasil.

Maíra Acayaba
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O desafio para o escritório Tria Arquitetura foi atualizar o apartamento dos anos 70 adaptando-o ao estilo de vida dos novos moradores sem esconder a sua identidade original.

Maíra Acayaba
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As arquitetas Sarah Bonanno e Marina Cardoso de Almeida fizeram pequenas modificações na planta de 165 metros quadrados: criaram um lavabo ao diminuir a despensa e aumentaram o banheiro do casal reduzindo a área de serviço.

Maíra Acayaba
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Os revestimentos cerâmicos foram trocados por novos, trazendo um ar contemporâneo ao projeto – o piso de tacos de madeira foi preservado.

Maíra Acayaba
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Os moradores queriam que a cozinha permanecesse fechada e, se possível, com o acesso disfarçado. Assim, as profissionais criaram um grande painel como hall interno do apartamento.

Maíra Acayaba
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Revestida de madeira ripada, a área conta com quatro portas “invisíveis”: uma para a entrada, uma para a cozinha, uma para o lavabo e a última para o corredor íntimo. Como formavam um pórtico para o hall, as vigas e pilares descobertos durante a obra foram mantidos em seu estado natural.

Maíra Acayaba
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As paredes brancas funcionam como pano de fundo para várias obras de arte, colecionadas durante viagens do casal.

Maíra Acayaba
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O buffet da sala de jantar, de linhas retas, foi desenhado pelas arquitetas e ganhou revestimento com azulejos que remetem ao modernismo brasileiro.

Maíra Acayaba
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A polêmica calça fuseau faz retorno triunfal à moda

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Calça fuseau do inverno 2016/17 da Versace usada com top da marca e escarpins Sergio Rossi (Foto: Brett Lloyd / Condé Nast Archive)

Em seu début na Balenciaga, em março passado, o diretor criativo Demna Gvasalia apostou em belas jaquetas esportivas que viraram desejo imediato da temporada. Mas basta uma rápida olhada nos melhores e-commerces do globo para perceber outro sucesso comercial que nasceu do mesmo desfile: a calça fuseau de lã.

O polêmico modelo com alça que se prende ao pé faz retorno triunfal às passarelas: nas coleções para o inverno 2016/17 de grifes como Versace e Marni, além da Balenciaga, ganhou versões muito mais elegantes que aquelas que marcaram os anos 80, feitas de helanca e onipresentes nas academias.

Balenciaga e Marni (Foto: Brett Lloyd/Condé Nast Archive e Imaxtree)

Balenciaga e Marni (Foto: Brett Lloyd/Condé Nast Archive e Imaxtree)
A peça apareceu combinada a tops esportivos na Versace, incorporando com louvor o clima athleisure que dominou a estação – o principal responsável pela volta da fuseau à moda. Se você faz o tipo mais clássico, são as versões criadas pela Marni que irão te convencer a aderir ao modelo: com cavalo mais baixo, as calças foram aliadas a camisas de mangas volumosas – e usadas com “pezinho” por dentro do sapato, como na década de 80, ao contrário do ousado styling da Balenciaga.

Na dúvida, a solução está na própria grife francesa, que criou também espertas versões com alça destacável, que podem ser transformadas em calças cropped dependendo do mood do dia.

A partir da esquerda, looks Balenciaga, Chanel, Giorgio Armani, Givenchy e Sonia Rykiel  (Foto: Imaxtree )
A partir da esquerda, looks Balenciaga, Chanel, Giorgio Armani, Givenchy e Sonia Rykiel (Foto: Imaxtree )

Do floral ao animal print, a tendência é vestir a mesma estampa da cabeça aos pés – literalmente. Sapatos aparecem com a mesma padronagem do resto do look. [Vivian Sotócorno]

Snapchat começa a vender seus óculos com robôs itinerantes

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As máquinas de venda serão deslocadas pelos Estados Unidos, permitindo que pessoas de diferentes localidades comprem pares de óculos.
O previsto é que elas fiquem apenas um dia em cada localidade, de acordo com o site The Verge. Para descobrir onde a máquina está, os usuários devem acessar um mapa no site dos Spectacles.
Os Spectacles foram anunciados em setembro, junto com a mudança de nome da empresa, que passou de Snapchat para Snap. Com o gadget, usuários poderão criar vídeos rápidos que serão compartilhados na rede social de forma simples.

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Uma curiosidade do gadget é que ele faz vídeos em formato circular, diferente dos vídeos tradicionais capturados pelo app Snapchat.
Assista abaixo ao vídeo que a empresa divulgou quando divulgou os Spectacles. [Victor Caputo]

Em memorando, Tim Cook pede que Apple “siga em frente junta” após vitória de Trump; Vale do Silício preocupa-se com o prospecto do novo governo

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Bruno Santana
Em uma reviravolta atordoante (para todos), Donald Trump venceu as eleições presidenciais da última terça-feira e será o 45º Presidente dos Estados Unidos a partir de 20 de janeiro de 2017. Após um período eleitoral decididamente disputado, para não dizer assustadoramente baixo, a notícia foi recebida com tal surpresa que até mesmo Tim Cook sentiu-se na obrigação de distribuir um memorando para todos os empregados da Apple ao redor do mundo.
O memorando, obtido pelo BuzzFeed News, pode ser lido abaixo (tradução nossa):

Time,
Eu ouvi de muitos de vocês hoje sobre a eleição presidencial. Em uma disputa política onde os candidados eram tão diferentes e cada um recebeu uma quantidade parecida de votos populares, é inevitável que o resultado deixe muitos de vocês com sentimentos fortes.

Nós temos um time muito diverso de empregados, incluindo apoiadores de ambos os candidatos. Independentemente de qual candidato cada um de nós apoiou pessoalmente, a única forma de seguir em frente agora é fazendo isso juntos. Eu me lembro de uma coisa que o Dr. Martin Luther King Jr. falou, 50 anos atrás: “Se você não pode voar, então corra. Se você não pode correr, então ande. Se você não pode andar, então rasteje, mas faça o que fizer você deve continuar seguindo em frente”. Este conselho é atemporal, e um lembrete de que nós só realizamos um bom trabalho e melhoramos o mundo seguindo em frente.

Mesmo que discutamos hoje sobre algumas coisas incertas à frente, vocês podem confiar que a estrela-guia da Apple não mudou. Nossos produtos conectam pessoas no mundo inteiro e oferecem as ferramentas necessárias para que nossos clientes façam coisas incríveis para melhorar suas vidas e o mundo como um todo. Nossa empresa é aberta a todos, e nós celebramos a diversidade do nosso time aqui nos Estados Unidos e ao redor do mundo — sem importar a sua aparência, de onde eles vêm, quem eles reverenciam ou quem eles amam.

Eu sempre vi a Apple como uma grande família e eu encorajo vocês a conversarem com seus colegas caso eles estejam se sentindo ansiosos.
Sigamos em frente — juntos!
Atenciosamente,
Tim

Apesar de não mencionar Trump nominalmente, fica bem clara a atitude da Apple (e de Cook) de colocar-se num campo oposto às opiniões e ações do futuro presidente. E não é à toa: ao menos em dois aspectos diferentes, Trump representa um antagonismo sério para a Maçã, suas operações ao redor do mundo e sua própria filosofia.

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Primeiramente, fora as opiniões protecionistas e antiglobalistas de Trump, o republicano já entrou em rusgas diretamente com a Apple. À época da disputa da Maçã com o FBI, o empresário saiu em defesa da agência, clamando por um boicote aos produtos de Cupertino até que a empresa criasse o chamado GovtOS que permitisse que o governo americano acessasse iPhones bloqueados indistintamente.

Em outra ocasião, Trump prometeu que faria a Apple fabricar seus “malditos computadores e coisas” nos Estados Unidos — o que, apesar das intenções compreensíveis, certamente representa uma ameaça à estratégia econômica de Cook e sua turma.

Em um nível mais profundo, é de se considerar que as posições de Trump em questões sociais opõem-se fortemente à filosofia longamente cultivada pela Apple, uma empresa, lembremo-nos, fundada por dois hippies pacifistas e proponentes do mundo livre de barreiras. Os comentários do futuro presidente, alguns deles extremamente misóginos e/ou tóxicos em relação às minorias raciais e LGBTQ — esta, aliás, da qual o próprio Tim Cook faz parte —, são implicitamente repudiados no memorando do CEO, que faz questão de manter o caráter receptivo e compreensivo da Apple mesmo em tempos de incerteza.

Tempos de incerteza, aliás, que se refletem no Vale do Silício como um todo. Algumas figuras importantes do pólo tecnológico, como Shervin Pishevar (co-fundador do projeto Hyperloop), estão ensaiando apoiar um movimento separatista da Califórnia — Calexit? Califrexit? Caleavefornia?. O estado mais rico dos Estados Unidos defende que irá se desenvolver melhor caso separe-se do país, uma bizarrice que inclusive temos experiência aqui no Brasil (embora com motivações políticas opostas).

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São ações certamente pensadas no calor do momento que mostram que, embora um (agora impossível) governo Hillary estivesse muito longe de representar algo bom em perspectiva global, certamente manteria um status quo na qual a Apple e o Vale do Silício sentam-se confortavelmente. Por outro lado, a vitória de Trump traz uma série de incertezas que preocupa, e muito, Tim Cook e os outros líderes do Vale, por uma série de razões.

Opiniões de figuras importantes, receosas de que a gestão Trump venha a impedir a inovação e o progresso tecnológico, já começaram a surgir pelas principais publicações relacionadas ao assunto. O colunista de tecnologia do New York Times Farhad Manjoo afirma que “os planos de imigração de Trump são uma anátema para qualquer empresa do ramo”. As opiniões do republicano absolutamente contrárias à neutralidade de rede também motivaram críticas, por exemplo, do Washington Post.

Não que Trump vá conseguir, durante o seu mandato, fazer tudo aquilo que promete — afinal, ele será presidente e não monarca. A consciência, entretanto, de que há num universo de quase 150 milhões de eleitores, gente que concorda com suas visões o suficiente para elegê-lo é, no mínimo, algo a se refletir. Vejamos o que os próximos quatro anos nos aguardam. [MacMagazine]
[via The Verge]

Lais Ribeiro: “É importante estar feliz consigo, sem se cobrar a todo instante”

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Lais Ribeiro (Foto: Sarah Silver/Divulgação)

20dias. Esse é o tempo que falta para um estrelado casting de top models subir na passarela do aguardado desfile da Victoria’s Secret. A edição deste ano, marcada para acontecer no Grand Palais, em Paris, conta, claro, com a participação da brasileira Lais Ribeiro.Com os preparativos chegando à reta final e a ansiedade aumentando, a Angelbrasileira dá uma pausa no trabalho e bate um papo com a Vogue, onde revela detalhes de backstage, de sua relação com outras modelos e da carreira. [Camilla Bello]

Você já admitiu que ser modelo não era um sonho e que, na verdade, iria cursar enfermagem. Mas, hoje, como a Laís modelo enxerga o caminho que escolheu seguir?
Ser modelo realmente não estava nos meus planos. Foi uma oportunidade que surgiu, e que eu abracei. Hoje sou muito feliz pela carreira que construí, e por tudo que pude aprender!

O que mais mudou na sua vida nos últimos anos? O que a fama te trouxe? Sente falta de algo?
Eu procuro manter tudo o que sempre gostei de fazer. Acordo cedo, levo meu filho até a escola e vou ao trabalho. Cuido de mim e da minha família. O trabalho me trouxe oportunidades, mas a fama não precisa afetar a minha rotina.

Lais Ribeiro (Foto: Divulgação)

Você é uma das modelos mais requisitadas do mercado fashion. Quando te caiu a ficha desse fato?
Quando saio de casa de manhã e passo o dia fotografando, estou fazendo o meu trabalho! Fico feliz quando recebo esse reconhecimento, mas, no dia a dia, é corrido, é uma profissão. Me vejo como uma mulher trabalhadora.

Você foi eleita  pela models.com como uma das mulheres mais sexy do mundo. Como se sente em relação a isso? Se acha sensual?
Eu procuro ser sempre eu mesma. Tudo que não é natural acaba ficando esquisito. Não faço esse esforço para ser sensual. Sou brincalhona… Acho que as mulheres mais sexies são justamente as naturais, que não tentam ser o que não são. Mas é uma honra ter sido eleita. Fico feliz pelo reconhecimento, mas entendo isto como parte do trabalho. É importante estar feliz consigo, sem se cobrar a todo instante.

Qual foi o elogio que você recebeu que mais te marcou? E a crítica?
Uma vez fui abordada por dois fãs que haviam feito tatuagens do meu rosto. Isso foi algo que realmente me emocionou. Ser criticado ou elogiado faz parte da vida. Não é algo que deve te deixar marcas.

E como é ser uma das brasileiras no casting oficial das Angels da Victória’s Secrets?
É uma responsabilidade enorme! E também uma honra, claro. A Victoria’s Secret é uma potência mundial, e a equipe é bastante profissional. Todos ali dão o melhor de si. Eu já admirava o trabalho de muita gente que está lá, e hoje fico honrada em fazer parte disso.

O que mudou na sua carreira depois que virou Angel?
É uma honra e, também, uma responsabilidade ter este título. Trabalho muito e me empenho para manter a tradição brasileira.

Lais Ribeiro (Foto: Divulgação)

Como faz para segurar a ansiedade nesses dias que antecedem o desfile? Tem algum truque?
Preencho o meu dia com coisas que me fazem bem e me distraem. Estar com meu filho, exercitar corpo e mente e trabalhar faz o tempo voar.

Conta pra gente:  tem algum ritual que você costuma fazer minutos antes de entrar na passarela,  algo para ajudar a aliviar a tensão?
Faço o sinal da cruz e sigo em frente.

Sempre vemos que as Angels se dão super bem. Nesse universo é possível fazer amizades verdadeiras?
É possível fazer amizades em qualquer lugar! Isso depende de cada pessoa, da índole, da energia, e não da profissão.

Como é a sua relação com elas? Vocês mantém contato quando não estão trabalhando para a grife de lingerie?
Tenho grandes amigas e pessoas especiais que fazem parte da minha vida. Todas se falam e se respeitam, mas cada uma tem sua vida pessoal. Reunir todas é algo geralmente voltado ao trabalho.

Alguma delas é especial para você?
Adriana [Lima] me ajudou desde o início.

Onde vocês irão se hospedar em Paris, na semana do desfile?
Ainda não sei onde vou ficar, mas geralmente ficamos todas no mesmo hotel.

E como funciona a concorrência entre as modelos?
Isso é da índole de cada pessoa. Não dá pra generalizar. Para crescer em qualquer carreira, um bom profissional deve respeitar os outros. Claro que existe concorrência, mas também existe amizade.lais_ribeiro_por_sarah_silver

Nomes como Cara Delevingne, Kendall Jenner, Gigi e Bella Hadid ficaram extremamente famosas por causa da internet, são uma geração diferente de modelos. Como você enxerga isso?
Todas as carreiras são sólidas em sua forma. Seja pela Internet ou pela moda, só se alcança o sucesso se tiver algo interessante a falar; algo novo para representar. São novos tempos e novas ferramentas. A Internet dá o espaço e cabe a cada um usar da melhor forma.

Em algum momento, existiu um pré-conceito da sua geração com essa nova?
Não dá pra abrir espaço para pré-conceitos. A tendência é respeitar a diversidade.

Como você se prepara nesse período pré-desfile? Tem uma rotina especial de treinos e dieta?
A rotina de treinos e alimentação faz parte do dia a dia. Sempre precisamos estar prontas para os trabalhos que acontecem ao longo do ano. Normalmente, eu evito alguns excessos e faço ginástica. Não me privo do que tenho vontade. O importante é ter equilíbrio.

Como é a sua alimentação normalmente? Mais regrada ou se permite um guilty pleasure?
Não passo vontade, mas já me acostumei a comer coisas mais leves. Gosto de ter uma alimentação saudável, mas, por exemplo, adoro um chocolate.