Penélope Cruz e Johnny Depp estarão em nova versão de ‘Assassinato no Expresso Oriente’

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MADRI – A atriz espanhola Penélope Cruz se somou ao elenco da nova versão de Assassinato no Expresso Oriente que será dirigido e protagonizado por Kenneth Branagh junto a outras estrelas como Johnny Depp e Michelle Pfeiffer, informou a publicação especializada americana Deadline.

Branagh será o detetive Hércules Poirot e também produz o filme junto a Ridley Scott, Simon Kinberg e Mark Gordon.

Fontes ligadas à atriz confirmaram à Agência EFE que Cruz fará o papel da missionária Greta Ohlsson, que no filme de 1974, dirigido por Sydney Lumet, foi interpretado por Ingrid Bergman e que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Outros passageiros do célebre trem imortalizado no romance de mistério de Agatha Christie de 1935 serão Daisy Ridley, Michael Pena, Judi Dench e Josh Gad.

Cruz já trabalhou em outras duas ocasiões com Depp, em Profissão de Risco (2001) e na quarta entrega da saga de Piratas do Caribe, em 2011.

Atualmente, Penélope Cruz está rodando na Colômbia, junto com seu marido, Javier Bardem, o filme do espanhol Fernando León de Aranoa sobre o fundador do cartel de Medellín Pablo Escobar. Ambos atores rodarão também juntos o próximo filme do iraniano Asghar Farhadi.

Na próxima semana, a ganhadora de um Oscar por Vicky Cristina Barcelona estreará nos cinemas A rainha da Espanha, a sequência de A Garota dos Seus Sonhos (1998) dirigida por Fernando Trueba. EFE

Rihanna se inspira em botas Timberland em nova coleção de sapatos

Rihanna e Manolo

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Lady Gaga é capa da edição de aniversário da Harper’s Bazaar

Lady Gaga está na edição de dezembro/janeiro e de aniversário de número 150 da revista Harper’s Bazaar! De chapéu rosa (marca da fase “Joanne), a cantora falou sobre ser mulher, o novo álbum, família e fama.

“Joanne morreu quando ela tinha 19 anos. Eu batizei meu disco com o nome dela porque a presença dela sempre foi importante para mim. A melhor maneira de descrever meu relacionamento com ela é como se fosse um anjo ou um espírito guia ou o que você pensar sobre um poder maior. Joanne faleceu do lúpis, que é uma doença auto imune e pelo o que sei da história da minha família, uma das razões da doença dela ter piorado foi um estupro quando ela estava na escola. Ela foi sexualmente abusada. Ela faleceu 12 anos antes deu nascer então tudo o que sei dela eu aprendi através das histórias e das fotos. Mas também aprendi através da raiva do meu pai e ao vê-lo beber todas as noites e através dos meus avós chorando nos jantares de Natal quando claramente havia este lugar vazio que eles queriam preencher”, comentou sobre a tia.

“Vejo minha mãe e a maneira que ela amou meu pai através da dor dele e eu vejo minhas avós e o que elas passaram – essas três são a tríade da força. Saúde, felicidade e amor – essas são as coisas que estão no coração de uma dama, eu acho. É o tipo de dama que eu quero ser. Sabe, eu nunca achei que diria isso, mas não é hora de tirar os corseletes? Como alguém que os ama, acho que é hora de tirá-los”.

“Ser uma dama hoje significa ser uma lutadora. Significa ser uma sobrevivente. Significa se deixar ser vulnerável e reconhecer sua vergonha ou que você está triste ou com raiva. Antes deu fazer ‘Joanne’, eu tirei um tempo. Fiz música com Tony Bennett. Fiz ”Til It Happens to You’ com Diane Warren. Mas eu pude deixar o trem de trabalho que eu sempre estive, o que era bastante abusivo para meu corpo e mente, e ter um pouco de silêncio e espaço. Eu queria experimentar a música novamente do jeito que eu fiz quando jovem, quando eu TINHA que conseguir, ao invés de me preocupar com o que todo mundo pensa ou ficar obcecada com coisas que não são importantes. [Amanda Faia]

Assista ao segundo trailer de “Jackie”, com Natalie Portman no papel da lendária primeira-dama dos EUA

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Saiu do forno nesta segunda-feira (14.11) o segundo trailer oficial de Jackie, longa-metragem sobre a vida de Jacqueline Kennedy, interpretado pela atriz Natalie Portman, antes e depois do assassinato do marido, o então presidente dos EUA John Kennedy.

Peter Sarsgaard (Aliança do Crime) interpretará Robert Kennedy e o elenco conta ainda com John Hurt (Amantes Eternos), Bet Grant (Alex Of Venice), Greta Gerwig (O Último Ato) e Max Casella (Oldboy: Dias de Vingança). Darren Aronofsky produz.

O filme foi exibido no Festival de Toronto em setembro, e chega aos cinemas americanos em 2 de dezembro. O lançamento no Brasil será em fevereiro 2017. Aperte o play!

Wired Festival chega ao Brasil em dezembro

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Cristina Junqueira, co-fundadora da Nubank (Foto: Gabriel Arantes)

OArmazém Utopia, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, recebe, de 02 a 03.12, o Wired Festival, evento que reunirá uma série de profissionais de todo o mundo que se destacam por criatividade e vanguardismo, realizado pela Edições Globo Condé Nast e O Globo, apresentado pela Prefeitura do Rio e Rio Eventos, com patrocínio da Nextel e cocuradoria da FLAGCX.

Desde a sua fundação em 1993, a Wired, presente atualmente em cinco países (Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha e Itália) e publicada como revista online e digital em algumas regiões, cumpre com a missão de colocar a inovação em discussão e como ela vai transformar o futuro da sociedade.

O Wired Festival Brasil trará dois dias de conteúdo e experiências nos campos da ciência e tecnologia, economia, política, entretenimento e cultura, design e estilo de vida. O evento terá espaço para palestras (cujos ingressos podem ser adquiridos no site www.wiredfestival.com.br, via Ingresso Certo), sala multiuso para workshops, além de experiências gratuitas e abertas ao público de técnicas e produtos inovadores, durante os dois dias de evento. Os interessados em promover workshops na sala multiuso terão o espaço disponível gratuitamente, mediante agendamento prévio e limitação de 50 vagas por atividade.

Para a série de palestras (cerca de 12 por dia), nomes nacionais e internacionais estão confirmados, como o americano Sean McKelvey, nome à frente do robô Pepper, criado para ser um assistente doméstico; o futurologista Magnus Lindkvist, colaborador da série de palestras TED; Kaoru Sugano, gênio da criatividade que trabalhou com Björk e fez um clipe com inteligência artificial para Brian Eno; e Ben Hammersley, editor da “Wired” britânica.

Na lista dos brasileiros, figuram nomes como Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro; Cristina Junqueira, co-fundadora da startup Nubank; o renomado chef que detém três estrelas do Guia Michelin, Alex Atala; o fundador do Centro de Estudos Avançados do Recife e do Porto Digital, Silvio Meira, entre outros. A lista completa de palestrantes, bem como a programação completa do evento pode ser encontrada no site www.wiredfestival.com.br.

Samsung compra dona da JBL por US$8 bilhões

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A Samsung anunciou nesta segunda-feira, 14, que vai comprar a Harman International Industries por US$ 8 bilhões de dólares. A norte-americana Harman, que controla marcas como AKG e JBL, fabrica sistemas de som e entretenimento para casa e para carros. É a maior aquisição já feita pela empresa sul-coreana fora de seu país.
“Estivemos estudando o mercado de automóveis por algum tempo. Concluímos que crescimento orgânico não ia nos levar aonde queremos em tempo suficiente”, disse Young Sohn, diretor de estratégia da sul-coreana, sobre a aquisição.
Antes da Harman, a empresa investiu US$ 450 milhões na fabricante chinesa de baterias recarregáveis BYD. Além disso, de acordo com fontes, a Samsung está em conversas com a Fiat sobre uma possível parceria ou compra da fabricante de autopeças Magneti Marelli.
Para analistas, a compra da Harman mostra como a Samsung está se esforçando para encontrar novas áreas de crescimento de receita, depois que o segmento de smartphones, uma de suas áreas mais rentáveis, teve problemas com o Galaxy Note 7. Além disso, exibe como a empresa está apostando no mercado de carros conectados, uma das grandes tendências da tecnologia para os próximos anos.
“A Samsung está usando seu enorme caixa para sair na frente de rivais no mercado de tecnologia automotiva. Mas ainda não se sabe se poderá crescer a ponto a competir com Bosch e Continental”, comentou Park Jung-hoon, gestor de fundos da HDC Asset Management.
Uma fonte que comentou a notícia com a agência Reuters disse que “um acordo desse tamanho é uma primeira vez para nós. Mas isso mostra como a empresa está mudando com Jay Y. Lee”, fazendo referência ao vice-presidente executivo da empresa.
O grupo sul-coreano fechou acordo para compra da Harman por US$ 112 por ação, em dinheiro, o que representa um prêmio de 28% em relação ao preço de fechamento dos papeis da harman na última sexta-feira, 14.
Os produtos da Harman são usados em mais de 30 milhões de automóveis fabricados por montadoras como BMW, Toyota e Volkswagen, de acordo com o site da empresa.
A Harman, que conta com cerca de 30 mil funcionários, vai operar como uma subsidiária da Samsung e seguirá sob o comando do presidente executivo, Dinesh Paliwal, de acordo com o grupo sul-coreano. [Reuters]

Ella Wennstrom Vogue Italia Novembro 2016 Beauty Supplement by Camilla Akrans

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Do It Yourself
Vogue Italia Novembro 2016
Beauty Supplement
www.vogue.it
Fotografia: Camilla Akrans
Model: Ella Wennstrom
Styling: Robert Rydberg
Hair: Erika Svedjevik
Make-Up: Fredrik Stambro
Set Design: Johan Svenson

Fendi exibirá móveis de Cristina Celestino no Design Miami 2016

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Parte do projeto de Cristina Celestino para a Fendi (Foto: Reprodução)

Marcado para acontecer em dezembro deste ano, o Design Miami terá novidades das boas no que depender da Fendi. É que a grife convidou Cristina Celestino para criar peças de mobiliário para a sua sala VIP itinerante, batizada The Happy Room.

“Ela traduziu perfeitamente nossos códigos Fendi para uma coleção verdadeiramente sofisticada e feminina de peças de design que mostram uma personalidade única e um luxo sussurrado. o conceito aparece através da habilidade, uso de materiais e novas técnicas, como a pele sob resina, formas geométricas, jogo cromático, mármore e inlays de vidro. Esses elementos têm muito em comum conosco”, elogiou Pietro Beccari, presidente da grife italiana.

Tendo o tema Art Deco-meets-the-Fifties como base, Cristina desenvolveu móveis que fazem um mix entre o artesanal, o contemporâneo e o luxo. Acima, um preview do que vem por aí!

Eletrônico I Com show no Brasil, Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin, do Air, relembram seus melhores momentos

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Por Gaía Passarelli, com exclusividade para FFWMAG 42
O que estava acontecendo na música pop quando o Air apareceu, em 1998? Na ressaca do grunge, era a música eletrônica que mandava no mundo. David Bowie flertava com o drum and bass e tinha acabado de lançar Earthling. O Radiohead vinha do celebrado OK Computer e Madonna voltava para as pistas de dança com Ray of Light. O líder do Blur, Damon Albarn, abandonava o britpop e lançava a banda de cartoon eletrônico Gorillaz, enquanto Björk começava seu processo de ultrarrefinamento musical com Homogenic. Nas pistas da Europa, Daft Punk, Les Rythmes Digitales, Étienne de Crécy e outros eram apanhados dentro do guarda-chuva do french touch, uma musica eletrônica de inspiração analógica com pé na disco.

Foi nesse cenário que apareceu o Air (sigla para amour, imagination, rêve, em português, amor, imaginação e sonho), dupla formada pelos parisienses Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin. O Air era diferente de todas as outras bandas, mas, ao mesmo tempo, conversava com tudo que estava acontecendo na época. Franceses, elegantes, cheios de boas referências estético-musicais, Dunckel e Godin propunham composições eletrônicas suaves de climão chanson vintage usando equipamentos analógicos. Com um disquinho de cinco músicas (Premiers Symptômes, de 1997) chamaram a atenção o suficiente para que uma gravadora encomendasse um álbum completo. O resultado foi Moon Safari, um dos discos essenciais da década de 1990.

Trilha sonora da nossa vida
Quase 20 anos depois, Moon Safari continua tão fresco e delicioso quanto em 1998 – eu sei porque ouvi na época e recentemente de novo, preparando-me para entrevistar a dupla por telefone. Na ligação cortada entre São Paulo e Paris, Dunckel foi o primeiro a explicar essa característica de longevidade do som do Air: “Nós sempre olhamos para o futuro”, diz. “Todos os artistas pensam em sua própria evolução, querem seguir em frente. Foi isso que fizemos.”

Olhar para o futuro não evitou que o Air se tornasse uma banda clássica. Por isso, chegando aos 20 anos de carreira, Dunckel e Godin acharam que era hora de revisitar o catálogo. “Nossa música é atemporal. Queríamos que o público de hoje entendesse quem somos e também queríamos mostrar aos fãs o que realizamos nessas duas décadas,” continua Dunckel.

Essa revisitação ganha forma física com a coletânea Twentyears, digna de colecionador. Em edição de luxo em vinil, vem com um disco com sucessos como “Sexy Boy”, “Kelly Watch the Stars” e “How Does It Make You Feel” e outro com 14 faixas raras ou nunca lançadas, incluindo colaborações com Charlotte Gainsbourg, Jarvis Cocker e Françoise Hardy. “Fazer as escolhas foi duro,” explica Godin. “Mas também foi bom, porque temos muito orgulho do que criamos.” Da seleção de faixas menos conhecidas, ele destaca “Run”, de Talkie Walkie, de 2004. “É uma bela canção. Como a maior parte de nossas músicas, não soa antiga e segue atual.”

Para os dois, Talkie Walkie é um ápice da história do Air – se não a melhor fase, a predileta. É nele que estão composições como a delicada “Alone in Kyoto” e “Cherry Blossom Girl”. Na mesma época, a dupla se apresentou em um Hollywood Bowl lotado, acompanhada de orquestra sinfônica. Subir ao palco em que se apresentaram Beatles e Sinatra “foi uma confirmação do nosso sucesso”, diz Godin. “Somos muito sortudos por ter tido esse momento.”

Na estrada
Godin segue contando que, mais difícil que separar as faixas para Twentyears, foi escolher as músicas da turnê de comemoração dos 20 anos de carreira. “Temos tocado muito em festivais pelo mundo, antes ou depois de outras bandas, e por isso temos bem menos tempo do que gostaríamos.”

Esse é um motivo para o show do Air no Popload Gig, em novembro, em São Paulo, ter pinta de ocasião especial: a noite é só deles. No palco, as composições ganham versões mais orgânicas, experimentais e longas que nos discos, ora dançantes, ora contemplativas. O visual do show é limpo e sofisticado, com luzes coloridas criando formas acima da dupla, sempre vestida em roupas brancas, que refletem melhor a luz.

O outro motivo que torna especiais as apresentações do Air em 2016 é um hipotético fim da banda. Sem sucesso comercial desde o ótimo Love 2, de 2009, e sem lançar material novo desde 2014, quando saiu Music for Museum (uma encomenda do Palácio de Belas Artes de Lille lançado em edição limitada em vinil transparente), a dupla não sabe dizer se há um futuro criativo para ela. “É incerto, nós não sabemos o que vai acontecer. Mas eu certamente não enxergo um novo álbum nos próximos três ou quatro anos”, afirma Dunckel.

Godin não acha que o AIR esteja em má forma, mas concorda que a prioridade atual é a turnê. “O foco agora são os shows. Depois, vai depender da inspiração. Sem inspiração, não há material novo.”

Respirando
Inspiração é a palavra-chave, e a dupla admite se sentir pouco inspirada, inclusive com o estúdio próprio em Paris, o Atlas. “É um ótimo lugar, amamos o espaço, tem uma tremenda coleção de equipamento”, diz Godin. “Mas o lado ruim é que o estúdio nos deixa numa situação muito estável e confortável, e precisamos de instabilidade para fazer as coisas acontecerem”, conta Dunckel.

De fato, sair da zona de conforto foi o que fez um dos grandes momentos da carreira do Air: a trilha sonora atmosférica e etérea de As Virgens Suicidas, de 1999. “Foi um trabalho diferente, mas não foi difícil. Na época, a Sofia [Copolla, diretora do filme e amiga da dupla] ainda não era famosa, então fomos muito livres para criar em cima do que acreditávamos que o filme fosse. Vendo hoje, talvez a trilha seja dark demais para o filme”, diz Godin.

Estar confortável não significa que os dois músicos estejam parados. Dunckel, que cita o norte-americano Daniel Lopatin, conhecido como Oneohtrix Point Never, como inspiração atual, está animado com o segundo disco de seu projeto solo, chamado Darkel. “Tenho ouvido muita música eletrônica e acompanhado arte digital”, conta. Já Godin, casado com a brasileira Iracema Trevisan, ouve hip-hop. Ira, que foi baixista do CSS, é formada em moda e, depois de mudar para Paris, trabalhou na Lanvin e Kenzo. Hoje cuida de sua própria marca de lenços estampados, a Heart Heart Heart. “É ela quem escolhe a música em casa”, revela Godin, mencionando Kendrick Lamar. Mas seus trabalhos solo vão em outra direção: em 2015, ele lançou disco inspirado na obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach. E música brasileira, como bossa nova, também faz parte das referências. “A música brasileira é extremamente sofisticada, o nível de musicalidade de vocês é muito alto.”
E que fã do Air nunca pegou um pouco de jeitinho bossa nova nas melodias da dupla, certo?
O Air se apresenta em São Paulo dentro do Popload Gig:
Data: Terça-feira, 15 de novembro
Horário: 20h (portão) / 22h (show)
Local: Audio (av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca)
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*A FFWMAG é uma publicação semestral e a edição de número 42 com 4 capas especiais já está à venda nas principais bancas do Brasil, na rede da Livraria Cultura e loja online (www.livrariacultura.com.br)