CEO da Uber, Travis Kalanick deixa conselho de Trump após pressão por decreto migratório

unnamed-6O executivo-chefe da Uber, Travis Kalanich, concede palestra em evento na Índia, em janeiro de 2016


O executivo-chefe da Uber, Travis Kalanick, deixou o conselho de empresários do presidente Donald Trump após ser pressionado devido ao decreto que proíbe temporariamente a entrada de cidadãos de sete países de maioria islâmica e de refugiados nos Estados Unidos.

Em e-mail para os funcionários da empresa nesta quinta-feira (2), Kalanick afirmou que conversou com o republicano sobre as preocupações com a política anti-imigração e os problemas que pode criar ao país.

Ele disse ter saído devido à interpretação que sua participação no grupo pode ter. “Integrar o grupo não era para ser um endosso ao presidente e a suas políticas, mas infelizmente isso tem sido mal interpretado”, disse.

“Há muitas maneiras de continuar a defender pela mudança justa na imigração, mas ficar no conselho era uma forma de ficarmos no caminho para isso. O decreto está ferindo muitas pessoas em comunidades de todo o país.”

A saída acontece após a Uber sofrer um boicote nos EUA por impedir o uso da tarifa dinâmica —que aumenta o preço das corridas— durante uma greve de taxistas em Nova York em protesto contra as medidas anti-imigração.

Manifestantes anti-Trump e usuários encararam a medida como uma forma de se aproveitar do ato para lucrar. Nos dias subsequentes, o aplicativo recebeu milhares de pedidos de cancelamento de americanos.

A demanda foi grande a ponto de a empresa ter que mudar o sistema de cancelamento para apagar os perfis de forma automática —antes um funcionário da Uber avaliava as solicitações e dava baixa nas assinaturas.

O presidente da Uber chegou a criticar o decreto, mas não estancou a perda de clientes. Também anunciou um fundo de US$ 3 milhões (R$ 9,36 milhões) para dar apoio aos motoristas que sejam prejudicados pela proibição.

As críticas chegaram também da própria equipe do aplicativo. Antes da carta a seus funcionários, Kalanick planejava ir à reunião do conselho econômico de Trump desta sexta (3) em Washington.

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Humans: novo vídeo mostra os bastidores da segunda temporada

humans.jpgA segunda temporada de Humans ganhou um novo vídeo pela emissora AMC que mostra os bastidores dos capítulos inéditos.

Humans, baseada no programa sueco Real Humans, é ambientada em um presente fictício em que toda família moderna quer ter um Synth – um robô altamente tecnológico com funções de uma empregada doméstica e idêntico a um ser humano real. Na esperança de tentar melhorar suas vidas, uma família estressada de classe média compra um Synth e descobre que conviver com uma máquina tem consequência que não são tão tranquilizantes como as prometidas.

A nova temporada de Humans estreia em 13 de fevereiro nos Estados Unidos.

Beyoncé anuncia gravidez de gêmeos em rede social

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Beyoncé (Foto: Reprodução / Instagram)

Bebês a bordo! Beyoncé contou no Instagram, nesta quarta-feira (01), que está grávida de gêmeos do rapper Jay-Z. “Fomos abençoados em dobro. Nós estamos incrivelmente gratos que nossa família vai crescer e agradecemos vocês por todos os votos”, escreveu na legenda do post em que exibe o barrigão. Segundo a revista “Life&Style”, ela está grávida de 4 meses.  A cantora já é mãe de Blue Ivy, de 5 anos.

A mãe de Beyoncé, Tina Knowles, celebrou a notícia: “Não preciso esconder mais esse segredo. Estou tão feliz. Deus é bom. Bençãos de gêmeos”. Rihanna parabenizou o casal por meio do Instagram. “Tão empolgada com essa novidade! Parabéns pra você Beyoncé e pro meu grande amigo Jay.”

Há dois dias, o site “E! Online” aifrmou que a cantora estaria grávida após ela cancelar sua turnê na Bélgica alegando desidratação e exaustão. No ano passado, rumores diziam que ela estava com dificuldade de engravidar de novo e, por isso, estava cogitando adoção.

Beyonce e a filha Blue Ivy (Foto: Instagram)Beyonce e a filha Blue Ivy (Foto: Instagram)

Alicia Keys: “Ame ou odeie, essa sou eu, e eu não me importo”

Quase um ano depois de escrever que ia abrir mão da maquiagem – e de aparecer em tapetes vermelhos e na capa do seu single de rosto limpo – Alicia entendeu que não é escrava da maquiagem, mas que pode usá-la para se expressar, se essa for a sua vontade.

“Eu acho que entendi que a vida é um eterno retirar de camadas, um processo constante de desaprender tudo aquilo que nos foi ensinado e que acreditamos ser verdade. Eu acho que finalmente entendi que isso vai acontecer durante toda a minha vida. Eu me sinto muito bem em olhar para mim mesma e dizer “Quem é você agora?”. E que isso pode mudar”, explicou para uma revista norte-americana.

Alicia diz ainda não se sentir 100% confortável na própria pele, e que esse é um processo longo, mas percebeu que não precisa dar ouvidos às milhões de opiniões sobre a sua aparência que recebe diariamente.

“Eu percebo agora que a sua aparência é uma declaração. Ela é uma reivindicação de você mesma. Você está dizendo: “Olhe só, mundo. Essa sou eu. Ame ou odeie, eu não me importo”. Eu acho que essa é a revolução”.

Para a cantora, o que acontece é que acabamos incorporando o que vemos e esquecemos de quem somos de verdade, nos tornando apenas clones um dos outros, reproduzindo looks e comportamentos de outras pessoas. E sair dessa programação é um ato de coragem.

“Se trata de desprendimento e de dizer “Espere, eu estou tentando ser eu mesma. E isso não se parece com nada do que as outras pessoas estão fazendo”. Há algo muito poderoso em ser a minha própria versão linda, individual e única.”. [ELLE]

Modem Studio: a marca que é uns dos destaques da moda brasileira

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Colagem de um catálogo especial, chamado de artbook pelos estilista da marca. Este é do inverno 2017 (Foto: Helm Silva)


É engraçado como às vezes a gente admira algumas marcas por anos sem ao menos tocar nas peças. Claro que isso rola muito com as internacionais que não vendem no Brasil, mas falando por mim – que trabalho no dia a dia da redação e com muito mais fotos no computador que produções – às vezes acontece até com grifes nas nacionais. A Modem é um destes casos. Conheci bem no comecinho, acompanhei pelo Instagram, pelos sites… nunca tive a oportunidade, porém, de ver as roupas de perto. Até que, quase do nada, combinei um café para trocar ideias com os criadores André Boffano e Sam Santos. André, mais falante, Sam, mais tímido… Mas juntos, quase como sintonia, começaram a me contar como tudo começou.

Um pouco do mood da coleção de inverno 2017 da Modem. Em preto e branco, os dois designers (Foto: Divulgação, Sérgio de Rezende e Cassia Tabatini)Um pouco do mood da coleção de inverno 2017 da Modem. Em preto e branco, os dois designers (Foto: Divulgação, Sérgio de Rezende e Cassia Tabatini)


A história, apesar de curta (a marca é de 2015), é cheia de detalhes. Ambos vieram de Minas Gerais, pólo de moda festa (vide Patricia Bonaldi) e tricô (como os lindos da Coven e da GIG), mas resolveram dar um ar mais “urbano” às suas roupas. E muito mais a ver com o estilo próprio deles. Muitas cores clássicas, com estampas chiques e algum ponto de cor mais forte. Tem tricô, claro, mas a alfaiataria é o que se destaca. Cortes inusitados, tecidos com bom caimento. Tudo com cara minimal, mas que faz até pessoas maxi como eu se apaixonarem. E o escritório deles, o site e até mesmo as etiquetas têm essa cara minimalista, mas com muito estilo. E um quê artsy também.

Imagens do lookbook da coleção de inverno 2017 (Foto: Sérgio de Rezende)Imagens do lookbook da coleção de inverno 2017 (Foto: Sérgio de Rezende)


A Modem foi um caso muito planejado. Tudo foi feito com calma. Começaram pequeno, já fizeram com as próprias mãos dos desenhos às modelagem. Hoje muitas partes são terceirizadas, mas eles continuam superdedicados ao dia a dia. O grande salto da dupla se deu graças ao Showroom Contemporâneo, onde encontraram um espaço para expor já a primeira coleção. Sam me contou que o local não era dedicado às marcas que estavam vendendo, mas era o único disponível. Então, eles foram lá, arrumaram (e adaptaram) tudo e começaram a vender. Tiveram que parar no meio da temporada (que dura quase 20 dias) porque não haviam mais peças disponíveis. Sucesso. Atualmente, eles continuam com uma produção enxuta, mas perfeita para servir com exclusividade as clientes de multimarcas como a Dona Coisa, no Rio de Janeiro, a Acaju do Brasil, em São Paulo, e a Namix, em Curitiba. São mais 18 endereços pelo Brasil, um na França e online no Gallerist. Loja própria, por enquanto, nem pensar. A Modem gosta de andar devagar, mas sempre. [Mari Di Pilla]

Blondie recruta Sia e Johnny Marr para próximo disco; ouça o primeiro single “Fun”

blondie-funNesta quarta-feira, 1º, o Blondie divulgou “Fun”, primeiro single do próximo disco da carreira. Intitulado Pollinator, o álbum dará sequência a Ghosts of Download, lançado em 2014. Para o 11º LP, que sairá no dia 5 de maio, o sexteto capitaneado por Debbie Harry contou com colaborações de gente como Johnny Marr e Sia.

Além do ex-guitarrista do The Smiths e da cantora pop, também tocaram na produção os músicos Dave Sitek (TV on the Radio), Charli XCX, Laurie Anderson, Devonté Hynes (Blood Orange), Joan Jett e o guitarrista do Strokes, Nick Valensi. Pollinator foi produzido pelo veterano do indie rock John Congleton.

Coescrito por Sitek, “Fun” dá uma roupagem moderna ao característico disco-funk sacolejado que consagrou o grupo na década de 1980. “Nós levamos a diversão muito a sério”, disse Harry em um comunicado sobre o álbum. Chris Stein, guitarrista da banda, acrescentou: “Citando Emma Goldman: ‘se eu não puder dançar, então não quero fazer parte de uma revolução’. Nesses tempos sombrios, tudo o que a gente precisa é se divertir um pouco.”

Ouça abaixo “Fun”, primeiro single de Pollinator.

Tracklist de Pollinator
1 – “Doom or Destiny”
2 – “Long Time”
3 – “Already Naked”
4 – “Fun”
5 – “My Monster”
6 – “Best Day Ever”
7 – “Gravity”
8 – “When I Gave Up On You”
9 – “Love Level”
10 – “Too Much”
11 – “Fragments”

Inspire-se nas famosas para fazer um cabelo com balayage

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A técnica do balayage tem ficado cada vez mais popular na moda. Uma irmã mais discreta do cabelo ombré, esse visual fica mais natural e é muito usado para realçar o tom da pele. As famosas, claro, já viraram fãs do look e não perderam a chance de adotá-lo de diversas maneiras.

A principal diferença entre o ombré e o balayage é que o primeiro consiste em um dégradé da cor do cabelo – com a raiz mais escura e as pontas mais claras. A segunda técnica, no entanto, faz mechas alguns tons mais abaixo por todo o cabelo, independentemente de pegar a raiz dos fios ou não, e trabalhar nuances de um mesmo tom. [Marie Claire]

Gina Rodriguez (Foto: Getty Images)Gina Rodriguez (Foto: Getty Images)


Gina Rodriguez, por exemplo, deixou o cabelo mais escuro e natural focado na raiz, e complementou a cor com mechas em um tom de castanho mais claro.

Halle Berry (Foto: Getty Images)Halle Berry (Foto: Getty Images)


Halle Berry foi ainda um tom mais a baixo, misturando o castanho com o loiro e criando um visual à la anos 80, com um corte shag mais bagunçado.

Jourdan Dunn (Foto: Getty Images)Jourdan Dunn (Foto: Getty Images)


Jourdan Dunn apostou em uma versão mais marcante do visual, com as mechas mais claras bem marcadas no comprimento bob.

Rose Byrne (Foto: Getty Images)Rose Byrne (Foto: Getty Images)


Rose Byrne segue a versão clássica de balayage, com um cabelo que mistura o castanho com o loiro, e mechas mais claras por toda a extensão do cabelo.

Estudo em Hollywood: 80% das diretoras fazem apenas um filme em 10 anos

ava-duvernay-551x455.pngAva Duvernay é exceção à regra e dirigiu cinco longas nos últimos dez anos como “Selma” e “13ª Emenda”.

A presença de mulheres no cinema vem crescendo, evidentemente, mas um estudo feito em Hollywood mostrou que elas ainda têm muita dificuldade em se firmar.

A pesquisa mostra que 80% delas fizeram apenas um filme entre 2007 e 2016. Ou seja, é um filme na carreira e é isso. Esse número sobre para 83,3% quando se trata de mulheres não-brancas.

Apenas 54,8% dos homens dirigiram apenas um filme durante esse período. No cado de diretores asiáticos e negros, o número sobe para 60% e 62,5%, respectivamente.

“Se você está tentando alimentar uma família ou fazer seu caminho em Hollywood, ter uma oportunidade de uma década é impraticável”, disse a Dr. Katherine Pieper, coordenadora do estudo, ao Hollywood Reporter.

Outro ponto que chama a atenção é a idade. As mulheres que trabalharam nos últimos 10 anos tinham entre 30 e 60 anos. Já entre os homens a idade ganha muito mais flexibilidade. Oito homens de 20 e poucos e seis octogenários lançaram pelo menos um filme durante esse período.