George Clooney será homenageado na 42ª edição do César, principal premiação do cinema francês

george-clooney2-1461176115-galleryParis, 2 fev (EFE).- O ator, diretor e produtor americano George Clooney receberá o prêmio honorário da 42ª edição do César, principal premiação do cinema francês, em uma festa que será realizada no próximo dia 24 de fevereiro, informou nesta quinta-feira a Academia Francesa de Cinema.

Clooney, “o ator mais carismático de sua geração”, encarna “esse glamour de Hollywood característico das grandes estrelas do cinema. Seu encantamento, seu senso de humor, sua personalidade e seu compromisso” geram “nossa admiração perpétua e eterna”, destacou a Academia Francesa em comunicado.

Os representantes do prêmio do cinema francês disseram entregar-lhe essa distinção “em homenagem a seu talento deslumbrante como ator, diretor, roteirista e produtor”, e por sua “generosidade tanto artística como espiritual”.

Clooney já tem em sua prateleira o Oscar de melhor ator coadjuvante por “Syriana” em 2006 e o Oscar de melhor filme, como produtor, por “Argo” em 2013.

No ano passado Michael Douglas foi reconhecido com o César honorário, um prêmio com o qual sucedeu outros três intérpretes americanos: Sean Penn em 2015, Scarlett Johansson em 2014 e Kevin Costner em 2013.

Com 3 indicações ao Oscar, o belo e assombroso Jackie estreia nos cinemas

copia-de-004-j-00150-c-stephanie-branchu.jpg©Cortesia Diamond Films


Quando um atirador disparou seu rifle em direção a John F. Kennedy enquanto ele passava com sua caravana pela cidade de Dallas, uma bala atingiu o crânio do presidente americano. Caiu em colapso sobre o colo de sua esposa, a primeira-dama Jacqueline Bouvier Kennedy, que se agarrou aos pedaços de osso e cérebro, seu tailleur rosa manchando de sangue. É um momento brutal e emblemático na história dos EUA e também em Jackie, um retrato estilizado e íntimo da mulher que dá nome ao filme durante os dias que sucedem o assassinato de seu marido, dirigido pelo chileno Pablo Larraín (No, Neruda).

A figura de Jackie Kennedy está marcada na memória de muita gente, imortalizada em fotografias e nos retratos pop de Andy Warhol. Desde que tornou-se primeira-dama em 1961, aos 31 anos, permaneceu como um dos maiores ícones da história americana – e pessoas nos quatro cantos do planeta sempre ouviram histórias sobre sua família, seu estilo e elegância e, claro, sua tragédia. “Todo mundo sabe quem ela é e conhece fatos sobre ela, mas ninguém a conhece realmente”, explica o diretor em entrevista coletiva. “Jackie ainda é uma pessoa misteriosa”.

A tarefa de dar vida à mais notória primeira-dama americana coube à atriz Natalie Portman, vencedora do Oscar em 2011 por Cisne Negro e na disputa por um bicampeonato novamente neste ano. É, sim, uma trama sobre um símbolo americano, uma personagem histórica, mas que por um viés muito íntimo consegue comunicar e comover também um público que não tem muita ligação com a história. Portman sopra na severamente discreta Jackie uma vida interior cheia de nuances – vulnerabilidade, força e graça coexistem em face a uma tragédia desmedida. “Ela está vivendo tantos sentimentos de uma só vez…”, reflete a atriz. “O filme a aborda por vários ângulos. Ela é uma jovem viúva; ela é um símbolo para um povo; é mãe, esposa – uma esposa traída; ela é uma pessoa que está tentando encontrar seu caminho no mundo”.

©Cortesia Diamond Films©Cortesia Diamond Films


Encarnando Jackie
“Certamente foi o papel mais perigoso que já fiz, pois todo mundo conhece a aparência dela, a voz dela, a sua maneira de andar. Todos têm uma ideia de quem ela era e eu nunca interpretei um papel assim antes”.

O filme de Larraín, com trilha sonora e direção de fotografia belíssimas, registra diferentes facetas de Jackie Kennedy. A pública, popularizada num programa de TV em que fez um tour pela Casa Branca e numa longa entrevista concedida à revista Life; e a privada, em contato com os filhos, com o cunhado (Peter Sarsgaard) e em conversas íntimas com um padre (John Hurt). Portman precisou, então, equilibrar sua performance dependendo de qual versão de Jackie teria de mostrar em cena.copia-de-009-j-03299-c-stephanie-branchu-822x548.jpg©Cortesia Diamond Films


“Foi algo que notamos ao ver arquivos de filmes e fitas de áudio da Jackie. Sua voz e presença eram muito diferentes. Quando estava dando uma entrevista pública, ela ficava mais tímida e recatada, sua voz um pouco mais aguda”, explica Portman. “Havia muitos pequenos detalhes na maneira que se apresentava quando estava dando uma entrevista como a esposa de um político comparados às fitas de áudio em que conversa com o historiador Arthur Schlesinger e com seus amigos. Era outro tom, outra voz”.

O Figurino
A imagem de Jackie também funcionava como uma espécie de escudo, separando a persona pública – calculada e recolhida, da pessoa que poucos além de sua própria família conheciam. Formada em Literatura Francesa, ela tinha um lado aristocrata, acadêmico, mas também tinha uma popularidade inquestionável e um senso de tendências de arte e moda que se adequavam bem a nova cultura televisiva que se formava em tal momento.

jackie-photo-1-r-strphanie-branchu-822x548E aqui em versão rosa, para as cenas rodadas em preto em branco


“Você pode perceber que ela viveu alguns anos na Europa, especialmente em Paris, por meio de suas referências de moda e elegância”, disse a figurinista Madeline Fontaine, indicada ao Oscar por este filme, em entrevista recente. Esse traço aparece claramente em muitos looks do figurino do filme. Do suéter creme e calça preta que usa em casa durante uma entrevista ao vestido Dior de duas peças em lã bouclé que Kennedy vestiu em seu tour televisionado pela Casa Branca. Esse último, vermelho escarlate, também ganhou uma versão em rosa durante a filmagem do longa. “Nós precisamos fazer as peças em duas cores diferentes para recriar também o mesmo tom de cinza das imagens da televisão em branco e preto”, explica a francesa que recriou, concebeu, encontrou e transformou peças para compor o figurino da personagem título. “Encontramos algumas coisas em lojas vintage de Paris. Usamos também algo muito típico do final dos anos 1950, início dos 60: a camisola de nylon. É algo bem característico à época. Não sei se ela tinha peças assim, mas decidi acreditar que sim”.

©Cortesia Diamond Films©Cortesia Diamond Films


Para acertar o tom de rosa do famoso tailleur Chanel e chapéu pillbox usado por Jackie no dia nefasto do assassinato de JFK, Fontaine teve de fazer vários testes e, depois disso, confeccionou cinco réplicas do look, que fica ensanguentado ao longo das cenas. O maior desafio foi acertar em cheio a cor e o tecido, mas conseguiu. “Quando vimos Natalie nessa roupa, ela realmente tinha a aura de Jackie”.

Portman, então, pondera sobre o estilo da primeira-dama: “Jackie apreciava muito a beleza, e isso era tão importante para quem ela era, mesmo que algumas vezes isso fosse visto como certa indulgência. Eu comecei a ver as roupas dela como uma parte importante de toda a fachada que a cercava, de como ela queria ser vista. Mas não era de maneira alguma tudo o que ela era”.
Jackie estreia nesta quinta nos cinemas  [FFW]

Por divergências com Ralph Lauren, CEO Stefan Larsson deixa empresa após dois anos

960xStefan Larsson ao lado de Ralph Lauren (Foto: Divulgação)


O reinado de Stefan Larsson não foi tão longo a frente do Ralph Lauren Group. Após dois anos como CEO da empresa, o executivo anunciou sua saída do cargo nesta quinta-feira (2). O motivo teria sido divergências com o próprio Ralph Lauren.

“Nós reconhecemos a necessidade de evoluir. Mas temos dois pontos de vista diferentes sobre a evolução” da marca. “Depois de muita discussão decidimos nos separar”, explica o sueco, que tem passagens pela Old Navy e fez carreira na H&M.

Entre 2015 e 2016, a Ralph Lauren viu seu lucro despencar em 43%, chegando ao total de US$ 396 milhões. Isso não significa que o mercado reagiu bem ao anúncio: as ações da marca caíram 9.55% – desde 2014, os papéis perderam metade de seu valor.
Larsson sai oficialmente em maio com os bolsos cheios: sua rescisão de contrato gira em torno de US$ 10 milhões. [GQ]

Japan House: o centro cultural japonês chega em maio a São Paulo

fachada-de-hinoki-japan-house-sc3a3o-paulo2.jpgProjetada pelo arquiteto Kengo Kuma em parceria com o escritório paulistano FGMF Arquitetos, a Japan House, espaço de cultura, negócios e tecnologia está prestes a ser inaugurada na Avenida Paulista – a casa abre as portas em maio. Kuma trará a São Paulo muitos dos traços que marcam seu trabalho que o fazem reconhecido mundialmente: uso de materiais naturais, como a madeira e o papel, criando espaços leves e luminosos.

fachada-de-hinoki-japan-house-sao-pauloEsta semana, fotos da fachada pronta foram divulgadas. O painel tem 36 metros de largura e 11 metros de altura e conta com mais de seis toneladas de madeira. Parte do material utilizado foi extraído da floresta de hinokis – uma espécie de pinheiro nativo do Japão –, plantada por japoneses na província de Gifu há mais de cem anos. O período remete ao momento em que a Avenida Paulista estava sendo inaugurada, há 125 anos.

artesaos-na-fachada-de-hinoki-da-japan-house-sao-paulo_04Cinco artesãos especializados na arte de encaixes de madeira hinoki vieram do Japão exclusivamente para colocar em prática o projeto da fachada. Para que as peças sejam talhadas e encaixadas umas nas outras, é preciso um trabalho minucioso. Antes de vir para o Brasil, a estrutura foi montada e desmontada no Japão para certificar que os encaixes estavam perfeitos. A madeira é considerada sagrada na religião xintoísta e é muito utilizada na construção de templos sagrados.

artesaos-na-fachada-de-hinoki-da-japan-house-sao-pauloO centro trará aos seus visitantes experiências imersivas na cultura e nas tradições japonesas e também colocará o público em contato com o Japão do século XXI. No prédio de três andares, exposições, seminários, workshops e atividades trarão profissionais de várias áreas como arte, design, moda, gastronomia, ciência e tecnologia. Além disso, a Japan House contará com um restaurante, uma loja com produtos produzidos no Japão, uma biblioteca e um café. [Mariana Conte]

J. K. Rowling rebate comentários de fãs de Donald Trump em rede social

j-k-rowlingA escritora J. K. Rowling travou uma batalha com fãs de Donald Trump no Twitter, após criticar o decreto assinado pelo presidente norte-americano que impede a entrada nos EUA de refugiados e cidadãos de sete países de maioria muçulmana.

Um deles escreveu na rede social que iria queimar todos os livros e DVDs da saga Harry Potter, ao que a britânica respondeu: “Bom, a fumaça do DVD pode ser tóxica e eu já recebi o dinheiro que você pagou por ele, então, de todo modo, pode pegar meu isqueiro emprestado”.

Outra apoiadora de Trump também afirmou que queimou os volumes do bruxo e completou dizendo que era fã da saga por 17 anos. “‘A Pedra Filosofal’ foi um dos primeiros livros que já li na vida. Estou triste que tenha que ser dessa maneira”, completou a garota.

J. K. Rowling retribuiu: “Parece ser verdade o que dizem: você pode levar uma garota aos livros sobre a ascensão e queda de um autocrata, mas ainda assim você não pode fazer com que ela pense”.

Harvard oferece curso gratuito de arquitetura

kris-snibbe-harvard-staff-photographer.jpg(Reprodução/Kris Snibbe, Harvard Staff Photographer/Facebook)


Quem procura uma maneira renomada de atualizar os conhecimentos não pode perder o novo curso da universidade de Harvard. Renomada internacionalmente, a instituição está oferecendo o curso The Architectural Imagination (A Imaginação Arquitetônica) de graça por meio da plataforma online edX.

“Arquitetura é uma das práticas culturais mais complexamente negociadas e globalmente reconhecidas, tanto como tema acadêmico quanto carreira profissional. A sua produção envolve todas as questões técnicas, estéticas, políticas e econômicas que existem em uma sociedade determinada. Ao longo dos dez módulos, nós vamos examinar alguns dos exemplos mais importantes da história que mostram como a arquitetura envolve, media e expressa as aspirações complexas de uma cultura”, explica a página oficial.

02-harvard-oferece-curso-gratuito-de-arquiteturaCom duração de dez semanas e começando no dia 18 de fevereiro, o curso que será ministrado por K. Michael Hays, professor de teoria arquitetônica; Erika Naginski, professora de história arquitetônica; e Antoine Picon, professor de história da arquitetura e tecnologia – todos profissionais de Harvard.

Os interessados podem se inscrever por meio do site – os que preferirem podem pedir um certificado oficial por 99 dólares. O curso será ministrado em inglês. [Mariana Bruno]

Opening Ceremony lança linha de camisetas com frases de protesto

A moda não costuma ficar calada frente a assuntos políticos e econômicos. Vale lembrar que um dos ex-estilistas da DKNY, Maxwell Osborne, afirmou no ano passado que a indústria também possuía um papel crucial no movimento Black Lives Matter. Agora, a Opening Ceremony decide traduzir seus pensamentos em roupas que falam mais do que palavras. Com frases como “Aja”, “Mude” e “Proteste”, as palavras dão gás àqueles que se sentem sem energia neste momento conservador em que o mundo, em especial os Estados Unidos, está passando.

Ao Hollywood Reporter, Humberto Leon explicou que essa coleção trata de “dar poder à juventude e dar aos jovens voz e liberdade como indivíduos”. A forma que a marca encontrou de apresentar a coleção foi unir forças com a academia de balé de Nova York para realizar uma apresentação em que os modelos interagem com as bailarinas.

Grávida de gêmeos, Beyoncé posa nua em ensaio junto com a filha

16228593_1328407070554928_2346223969608138752_n_rwrji2pApós anunciar a gravidez de gêmeos na quarta-feira, mais fotos de Beyoncé grávida foram divulgadas nesta quinta-feira (2). As imagens, compartilhadas no Instagram, mostram a cantora nua em um cenário florido. Blue Ivy também aparece em algumas das imagens.

Logo após a divulgação da notícia, a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, celebrou: “Não preciso esconder mais esse segredo. Estou tão feliz. Deus é bom. Bençãos de gêmeos”. Rihanna parabenizou o casal por meio do Instagram. “Tão empolgada com essa novidade! Parabéns pra você Beyoncé e pro meu grande amigo Jay.”

Há dois dias, o site “E! Online” afirmou que a cantora estaria grávida após ela cancelar sua turnê na Bélgica alegando desidratação e exaustão. No ano passado, rumores diziam que ela estava com dificuldade de engravidar de novo e, por isso, estava cogitando adoção. [Marie Claire]

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CINEMA | Estreias da Semana: Jackie, Estrelas Além do Tempo, A Qualquer Custo, O Chamado 3, Quase 18, The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years

Confira agora os filmes que chegam às telas em 02 de fevereiro
Jackie
Cinebiografia sobre os primeiros quatro dias na vida da primeira-dama após o assassinado do marido John. F. Kennedy.

Drama, Biografia – (Jackie) EUA, 2016. Direção: Pablo Larraín. Elenco: Natalie Portman, Peter Sarsgaard, Greta Gerwig. Duração: 99 min. Classificação: 14 anos.

Estrelas Além do Tempo
A história do grupo de mulheres afro-americanas da NASA que foram parte fundamental para a trajetória dos Estados Unidos na corrida espacial.

Drama, Biografia – (Hidden Figurese) EUA, 2016. Direção: Theodore Melfi. Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe. Duração: 127 min. Classificação: Livre.

A Qualquer Custo
O filme conta a história de dois irmãos: Toby é um homem que segue as regras e, depois de ter se divorciado, tenta dar uma vida melhor para o filho. Já Tanner é um ex-presidiário com personalidade forte. Juntos eles planejam um roubo a um banco local, para conseguir recuperar o futuro que foi tirado deles.

Drama, Crime – (Hell or High Water) EUA, 2017. Direção: David Mackenzie. Elenco: Ben Foster, Chris Pine, Jeff Bridges. Duração: 103 min. Classificação: 14 anos.

O Chamado 3
A trama será centrada no casal Holt e Julia e sua relação com a famosa fita de vídeo.
Drama, Terror – (Rings) EUA, 2016. Direção: F. Javier Gutiérrez. Elenco: Aimee Teegarden, Johnny Galecki, Lizzie Brocheré. Duração: 124 min. Classificação: 14 anos.

Quase 18
A vida de adolescente de Nadine fica mais complicada quando sua melhor amiga, Krista, começa a namorar seu irmão mais velho.

Comédia dramática – (The Edge of Seventeen) EUA, 2016. Direção: Kelly Fremon. Elenco: Hailee Steinfeld, Kyra Sedgwick, Woody Harrelson. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.

Armas na Mesa
Uma estrategista política de sucesso expõe o mundo de lobistas da capital dos EUA, dos dois lados do debate sobre controle de armas.

Drama – (Miss Sloane) EUA, 2016. Direção: John Madden. Elenco: Jessica Chastain, Gugu Mbatha-Raw, Mark Strong. Duração: 132 min. Classificação: 14 anos.

TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva
Kika K é uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs. Mas por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional, enquanto precisa lidar com as limitações de seu Transtorno Obsessivo Compulsivo.

Comédia – Brasil, 2017. Direção: Teo Poppovic, Paulinho Caruso. Elenco: Tatá Werneck, Bruno Gagliasso, Vera Holtz. Duração: 96 min. Classificação: 14 anos.

Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois
Um pai muito doente revê a filha. Ressentimentos são postos à mesa. A memória dos mortos, depertada por objetos, sombras e senhos, afeta Clarisse neste cenário de beleza e agonia. Seu marido e os negócios a esperam na cidade.

Drama – Brasil, 2017. Direção: Petrus Cariry. Elenco: Everaldo Pontes, Veronica Cavalcanti, Sabrina Greve. Duração: 80 min. Classificação: 16 anos.

Más Notícias Para o Sr. Mars
Philippe Mars é um homem sensato que está tentando ser um bom pai, um adorável ex-marido, um bom colega e um compreensível irmão. Enquanto isso, sente-se fora do controle por ter que lidar com sua família agindo de forma peculiar.

Comédia – (Des nouvelles de la planète Mars) França, Bélgica, 2016. Direção: Dominik Moll. Elenco: François Damiens, Vincent Macaigne, Veerle Baetens. Duração: 101 min. Classificação: 12 anos.

The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years
Um relato profundo da carreira da banda durante o anos de 1962 e 1966,desde suas apresentações no Cavern Club até o último show num terraço em São Francisco. Cenas inéditas, entrevistas e imagens de arquivo da turnê que passou por mais de 90 cidades ao redor do mundo.

Documentário – (The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years) EUA, 2016. Direção: Ron Howard. Elenco: Paul McCartney, Ringo Starr, Sigourney Weaver. Duração: 137 min. Classificação: 12 anos.

A Espera
Duas mulheres estão isoladas em uma casa na Sicília, Itália, enquanto esperam por José. Anna é mãe dele e Jeanne a namorada, e nesse período as duas desenvolvem uma relação misteriosa conforme se conhecem.

Drama – (L’attesa) França, Itália, 2016. Direção: Piero Messina. Elenco: Juliette Binoche, Giorgio Colangeli, Domenico Diele. Duração: 100 min. Classificação: 14 anos.