Yeezy Inverno 2017

545-yeezy-season-5-collection-1.jpgSem escândalos dessa vez pra Kanye West, que teve sua penúltima coleção na Semana de Moda de NY marcada por muita confusão com atrasos e modelos desmaiando. A Yeezy encerrou (pelo menos momentaneamente) a parceria com Vanessa Beecroft, e o outono-inverno 2017/18 aconteceu de maneira organizada e sem atrasos abusivos. A coleção em si tem referências dos anos 90 e do militar, que aparece na forma de estampa de camuflagem. Tem moletom, peça em jeans com caimento mais largo (não chega a ser oversized, mas com aquela impressão de número errado pelos ombros caídos e sobras excessivas do tecido nas coxas e joelhos, sabe?), tricô da vovó, jaquetona (essas sim bem oversized) e casacão de pele até o tornozelo. A paleta de cores fica entre o preto, bordô, verde militar e o azul mais vibrante que acendeu parte dos looks. Confira tudo abaixo!

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Ashley Graham e Candice Huffine: as tops que roubaram a cena na NYFW

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Ashley Graham, na passarela da Michael Kors (Foto: Getty Images)


O clamor por mais diversidade na moda parece, pouco a pouco, surtir. Na temporada de inverno 2017, a NYFW finalmente abriu os olhos para o mercado plus size ao destacar duas tops: Ashley Graham e Candice Huffine. Enquanto a primeira atraiu todos os flashes na passarela da grife Michael Kors, a segunda foi a grande estrela dos shows de Prabal Gurung e Christian Siriano.

E a escolha vai além de uma atitude simplista de inclusão. De fato, os designers se debruçaram sobre a silhueta de mulheres curvilíneas para que elas pudessem vestir as peças da linha comercial, sem que fosse preciso criar uma linha exclusiva – e ao mesmo tempo excludente – para mulheres da manequim grande.

Candice Huffine, nas passarelas de Christian Siriano e Prabal Gurung  (Foto: Getty Images)

Candice Huffine, nas passarelas de Christian Siriano e Prabal Gurung (Foto: Getty Images)


Vestidas como o restante das modelos, elas provaram que a moda pode – e deve – ser mais democrática. E os estilistas se mostram emprenhados em fazer valer a desafiadora proposta. Até porque a atitude não será em vão. Nos últimos três anos, o faturamento das vendas de roupas plus size saltou de US$ 17.4 milhões, em 2013, para US$ 20,4 milhões, em 2016.

Natural de Nebraska, nos EUA, Ashley tem 29 anos e começou a ganhar os holofotes ao estrelar a campanha da grife de lingeries Lane Bryant, em 2015. Mas o divisor de águas da sua carreira se deu quando ela se tornou a primeira plus size a posar para a capa da revista Sports Illustrated Swimsuit Issue, no ano passado. Desde então, estampou as maiores revista de moda do mundo.

Já Candice, de 32 anos, nasceu em Washington e é representada por uma das maiores agências de modelo do mundo, a IMG Models. Em 2015, ela se tornou a primeira plus size a posar para o aclamado Calendário Pirelli. Engajada, no ano seguinte, ela encabeçou a campanha #ImNoAngel, que criticou os padrões de beleza alimentados pela marca de lingerie Victoria’s Secret. [Marie Claire]

Candice Huffine, na fila final de Prabal Gurung: "Nossas mentes. Nossos corpos. Nosso poder" (Foto: Getty Images)Candice Huffine, na fila final de Prabal Gurung: “Nossas mentes. Nossos corpos. Nosso poder” (Foto: Getty Images)

Adriana Lima e Lais Ribeiro se unem a grandes nomes da moda em vídeo a favor de imigrantes

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RIO – Duas brasileiras que foram abraçadas pela moda no mundo soltaram a voz num vídeo feito pela Kloss Films e pela revista “W” com vários nomes da indústria que, por acaso, são imigrantes, mas fazem muito pelo país de Donald Trump.

Adriana Lima e Lais Ribeiro, que moram nos Estados Unidos, são contratadas pela marca de lingerie Victoria´s Secret e são extremamente populares por lá, participaram da iniciativa “I am immigrant” (“eu sou imigrante”, em tradução livre).

“Numa tarde da semana de moda de Nova York, entre desfiles e apresentações, modelos, fotógrafos, estilistas e stylists tiraram uma folga para se juntarem no Milk Studios, no Chelsea. A razão era simples. A pedido da revista “W”, todos fizeram uma declaração unida e desafiante em vídeo, um a um olhando para a câmera e dizendo: ‘eu sou imigrante”, escreveu a revista, em seu site.

O mote da publicação foi o polêmico decreto de Trump, instaurado em janeiro, que proibiu a entrada nos Estados Unidos de todos os refugiados, independente de sua origem, durante 120 dias — e de forma indefinida para os refugiados sírios. Também baniu durante 90 dias a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana: Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. No entanto, após suspensões do decreto pela Justiça federal, o governo oficializou que abriu mão da peça.

Além da baiana Adriana e a da piauiense Laís, aparecem também nomes como os das modelos Doutzen Kroes, da Holanda, Natasha Poly, da Rússia, e Winnie Harlow, do Canadá. Entre os designers, a belga Diane von Furstenberg, Lazaro Hernandez, da Proenza Schouler, que é descendente de cubanos, e Prabal Gurung, que é do Nepal.

De lingerie, manifestantes pedem fim do uso de pele animal em bolsas

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Protesto da Peta em Londres: lingerie e máscaras de crocodilo – NEIL HALL / REUTERS


De lingerie, manifestantes do Peta — entidade de desefa dos animais — enfrentaram o frio de Londres para protestar contra o uso de peles e couros de animais na indústria da moda.

A manifestação marcou o início da semana de moda londrina, que começou nesta sexta-feira. Nesta temporada, as grifes apresentam as suas coleções para o inverno, em que o uso de peles e couros é mais comum. Neste ano, a Peta resolveu focar no uso de peles exóticas em acessórios, como o couro de crocodilo que é usado em bolsas de alto valor aquisitivo.

“Nós planejamos ter uma presença forte. Nós começamos a campanha baseados em tendências. Começamos a ver a pele de algum animal na passarela, temos que pensar de onde aquilo veio, em que condições a pele foi retirada, e em quais condições o animal viveu até aquele ponto”, contou ao “Telegraph” a fundadora do Peta Ingrid Newkirk.

Recentemente, a organização teve sucesso no combate ao uso de pele de angorá. Segundo Newkirk, 80% da indústria chinesa voltada para a exploração do produto deixou de existir desde uma campanha que mostrou as péssimas condições de fornecedores para redes de fast-fashion como a Zara.

“Eles decidiram não só acabar com a compra de angorá, mas também retiraram das araras um estoque milionário e deixaram a gente enviar a refugiados”, comemorou a ativista. [O Globo]

Aquaman | Nova foto de bastidores mostra Jason Momoa com o tridente do herói

aquaO ator Jason Momoa apareceu em mais uma imagem de bastidores, agora ao lado do tridente do Aquaman.

O protagonista afirmou recentemente que o filme vai levar os espectadores a “um mundo nunca antes visto” (saiba mais).

O elenco do filme conta com Jason Momoa (Aquaman/Arthur Curry), Amber Heard (Mera) e Willem Dafoe (Vulko). Yahya Abdul-Mateen II negocia para viver o vilão Arraia Negra e Nicole Kidman pode interpretar a mãe do herói.

James Wan comanda e a estreia acontece em 5 de outubro de 2018. no Brasil.