Vittoria Ceretti – The Last Magazine #18 Spring/Summer 2017

last.jpg
Vittoria Ceretti
The Last Magazine #18 
Spring/Summer 2017
www.thelast-magazine.com
Photography: Mikael Jansson
Model: Vittoria Ceretti
Styling: George Cortina
Hair: Shay Ashual
Make-Up: Lisa Houghton
Manicure: Honey

Este slideshow necessita de JavaScript.

Empreendedorismo de moda: o que está por trás do fenômeno Steal The Look

sem-tituloManuela Bordasch, Arthur Chini e Catharina Dieterich ©Cortesia Steal the Look


Moda e tecnologia sempre andaram de mãos dadas. Não soa como surpresa que um dos empreendimentos de moda mais proeminentes no Brasil hoje seja justamente um híbrido dessas duas coisas. O Steal The Look, maior portal de conteúdo comprável no Brasil, é uma mistura de revista digital com e-commerce, buscando oferecer às leitoras informação de moda de maneira prática e acessível. Você vê o que Kendall Jenner vestiu para uma festa e na mesma tacada descobre como emular o look e pode comprar as peças.

Foi fundado em 2012 pela ex-modelo Manuela Bordasch, com o intuito de criar uma plataforma de informação de moda que não fosse atrelado à imagem e vida de uma pessoa, como era o caso das blogueiras em ebulição na época, e que ainda oferecesse algo novo às leitoras: links diretos para compra de peças que apareciam na matéria. Logo chamou Catharina Dieterich e Arthur Chini para serem sócios e a ajudarem a tocar o negócio.

Foi um início modesto, mas desde sempre ambicioso. Os três gaúchos, Manuela, 29 anos, e Arthur, 24, formados em Relações Internacionais e Catharina, 29, em Moda, aos poucos deixaram outros trabalhos e afazeres de lado para focarem no site em tempo integral. Com a mudança do escritório do STL de Porto Alegre para São Paulo, em 2014, as coisas rapidamente decolaram. Contrataram oito funcionários para darem conta do volume de conteúdo criado, ganharam clientes de peso como os e-commerces Shop2Gether e OQVESTIR e marcas como Adidas, Nike e Sephora, e até fizeram ações especiais como os Summer Offices, em Ibiza e Los Angeles, em que convidaram uma turma de influencers como Julia Faria e Cintia Dicker para bater perna e criar conteúdo especial online durante uma semana. No último ano, o site teve um faturamento de dois milhões de reais e passou a computar dois milhões de acessos mensais. 2 milhões.

Em entrevista ao FFW, Arthur Chini, responsável principalmente pela parte administrativa do Steal The Look, nos conta detalhes sobre o modelo de negócio, o papel das redes sociais e como empreender numa esfera que se movimenta com tanta rapidez como a digital.

Sobre a missão e o diferencial do Steal The Look
“Desde o início, a base do que fazemos é agregar vários e-commerces e indicar peças dessas lojas atreladas ao nosso conteúdo. Era algo que quase não existia no Brasil em 2012 e ainda é pouco comum hoje. O STL virou uma referência muito grande especialmente pela praticidade que oferecemos à leitora – que pode comprar tudo o que vê ali de maneira muito fácil e organizada -, mas também pela linguagem que a gente usa. Nossa maneira de comunicar moda ao nosso público é mais acessível e democrática do que a das revistas e menos pessoal do que em blogs – é claro que a Manu e a Catha acabaram virando o rosto do site, mas nada ali é sobre a vida delas. A gente usa exemplos da vida real e atinge tanto um público que não é tão fashionista mas tem um interesse por moda e quer saber como se vestir melhor no trabalho ou como se arrumar para um casamento, por exemplo, quanto também atingimos garotas muito ligadas em moda e que querem saber tudo sobre as tendências na Europa e o que acontece nas passarelas também. Queremos que as pessoas vejam o STL como uma inspiração para o dia a dia delas e também como um portal para descoberta de estilo ou descoberta de informação de moda, que aparece diluída ou inacessível em outros veículos”.

O modelo de negócio
“Eu diria que nosso modelo é bastante peculiar, pouca gente faz o que fazemos. A minha equipe funciona como uma redação de revista, produzindo matérias para o site e, então, vendemos esse conteúdo para as marcas. Começamos o site com a ideia de direcionar e gerar tráfego para os nossos clientes, como os e-commerces como Shop2Gether e OQVESTIR e marcas como Hering, Converse, Schutz, Beauty Box, etc. Conforme a gente construiu a marca Steal the Look, passamos nós também a ter um poder de branding muito forte, no sentido de que quando a leitora vê uma marca no nosso site, ela sabe que pode confiar nela, pois confia na nossa curadoria. Isso é algo importante pra gente, porque como o mercado de e-commerce no Brasil ainda é insipiente, as pessoas ainda tem medo de comprar online. A gente trabalha com marcas que a gente gosta e que têm a ver com nosso público e hoje, nosso trabalho vai além de gerar tráfego para elas, mas também dar nosso selo de confiança e validação”.7-121Manuela, Arthur e Catharina durante Summer Office em Los Angeles ©Cortesia Steal the Look


Falando em branding… e as redes sociais?
“As redes sociais nos aproximam muito das nossas leitoras. É um canal muito fácil de troca de informações, tanto para recebermos um feedback delas (que nos mandam mensagens pedindo dicas para ocasiões específicas, por exemplo) quanto para construir nossa imagem. Todo mundo que trabalha com a gente tem uma conta especial @stealthelook.nomedapessoa no Instagram. A gente busca trabalhar nossa imagem dessa maneira, sem focar tanto no estilo pessoal da Manu e da Catha, mas somando isso a tantas outras inspirações. Até nosso escritório [espaço físico] virou parte da nossa imagem. As pessoas gostam de ver nosso dia a dia aqui e são poucos os sites que mostram isso. A gente tenta mostrar um lado real do que é trabalhar com moda. Não é uma vida de viagens, mas um trabalho normal e diário”.

Como sobreviver no digital
“As mudanças são muito rápidas, então, a gente precisa se manter muito bem informado. Não apenas em termos de moda, mas especialmente na parte da tecnologia, que é algo muito importante pra nós porque a gente usa tecnologia pra comunicar a nossa expertise em moda. As duas caminham juntas. A gente é muito atento às ferramentas que as pessoas usam para buscar informação de moda. O Snapchat parecia que seria a próxima grande ferramenta de mídias sociais, por exemplo, de repente foi decaindo um pouco e a gente passou a usar mais o Instagram Stories e continuou com o Snap. Mas uma coisa muito boa a respeito de empreender online é que tudo pode ser testado com um custo mais baixo, até mesmo ferramentas do site. No mais, as pessoas sempre vão buscar conteúdo de moda e eu acredito que, independente da plataforma ou da próxima tendência, o importante é criar conteúdo de qualidade, isso sempre vai permanecer relevante”.

O futuro do Steal The Look
“Hoje nós indicamos as peças com links para as pessoas fazerem as compras em sites fora do nosso, mas queremos ter um market place próprio. Temos planos de desenvolver o site como uma plataforma única para que as pessoas entrem e não precisem sair do nosso ambiente para comprar nem para se informar ou debater umas com as outras, quase como uma mini rede social nossa. Também temos o STL School, uma plataforma de cursos sobre empreendedorismo de moda online que começamos em dezembro do ano passado e queremos dar continuidade. Nosso intuito é levar coisas que aprendemos com a nossa empreitada para ajudar pessoas a construírem seus próprios negócios. De detalhes super objetivos como: ‘como abrir um CNPJ’ a ideias mais motivacionais”.

Sobre o mercado de moda digital no Brasil
“Parece-me bastante promissor e com muito espaço para crescer e inovar. As pessoas estão vendo que é seguro e prático comprar online. Ao dar o curso no ano passado, percebi que muita gente está mais interessado em criar algo próprio do que fazer um blog. O importante é levar isso a sério e desenvolver algo novo. Como não é preciso um grande investimento para empreender online, muita gente não se dedica muito. É importante pensar bem a respeito de tudo, ter uma comunicação clara e definida da marca. Não é preciso largar tudo pra fazer isso, mas é preciso ter foco. Com a gente foi algo gradativo… A Manu largou tudo primeiro, depois a Catha e eu fiz isso por último. Se você quer que o negócio dê certo, em algum momento vai precisar se dedicar somente a isso”. [FFW]

Snapchat começa a vender óculos Spectacles na internet

spectacles-snapchat-700x428A partir desta segunda-feira, o dispositivo poderá ser encontrado no site da rede social por US$ 130


A partir desta segunda-feira, o dispositivo poderá ser encontrado no site da rede social por US$ 130Numa tentativa de diversificar sua atuação no mercado e se distanciar dos rivais Facebook e Instagram, o Snapchat começou a vender online os seus óculos oficiais nesta segunda-feira, 20. Encontrados no site oficial da rede social, o Spectacles — o nome do dispositivo —  é vendido por US$ 130 e pode ser entregue apenas nos Estados Unidos, com um prazo de duas a quatro semanas. Antes, o dispositivo era encontrado apenas em pontos físicos nos EUA.

Os Spectacles gravam vídeos de até 10 segundos, que são enviados via Bluetooth ao aplicativo de mensagens efêmeras Snapchat.  Para gravar, todo o processo é muito simples: basta tocar em um botão, próximo à câmera. Com isso, o óculos consegue gravar imagens com profundidade e uma boa definição.

Vendidos por US$ 130, os óculos são encontrados em três diferentes cores e são acompanhandos de caixa para guardar e um cabo para recarregar o dispositivo. Para efetuar a compra, o usuário precisa ser residente dos Estados Unidos e pagar a compra com um cartão de crédito americano. O Snap ainda não disse quando o dispositivo ficará disponível em outros países.

Abertura. O Snapchat também deu início ao seu primeiro roadshow para investidores nesta segunda-feira, buscando persuadir gestores de Londres a apoiar sua oferta pública inicial de ações diante das preocupações com suas perspectivas de crescimento e governança corporativa.

A empresa norte-americana, que ainda não obteve lucros, pretende levantar entre US$ 19,5 bilhões e US$ 22,3 bilhões na listagem na Bolsa de Valores de Nova York, depois de cortar sua meta inicial de US$ 20 bilhões a US$ 25 bilhões na semana passada.

Contra o machismo, Nike mostra do que as russas são feitas

por AdNews

O machismo oprime as mulheres em todo o mundo, mas em um país como a Rússia em que a violência doméstica é despenalizada ele oprime mais.

Para exaltar e valorizar as russas, a nova campanha da Nike utiliza a tradicional música clássica tocada em portentosos teatros para mostrar do que as mulheres são feitas.

No filme, uma garota canta para um seleto público a canção infantil “What are our boys and girls made of?”. A apresentação segue normalmente, até a menina mudar a música original e dizer que mulheres não são feitas de sinos e flores, mas de garra, força e determinação.

Nesse momento, atletas de patinação, ginástica olímpica, skate e futebol saem da plateia para encorajar a jovem cantora.

Além do vídeo, a marca criou uma série de atividades esportivas e culturais para as moradoras de Moscou. Confira abaixo o empolgante anúncio de mais de dois minutos com legendas em inglês:

WhatsApp lança Status, a mais nova cópia do Snapchat

17051165Tela mostra como funcionará compartilhamento de imagens no WhatsApp


Como parte das celebrações pelos oito anos do WhatsApp, o aplicativo anunciou nesta segunda-feira a chegada de seu mais novo recurso, o WhatsApp Status. A função nada mais é do que a cópia do serviço oferecido pelo Snapchat, agora em mais uma plataforma, após a funcionalidade ter sido replicada no Instagram, no Messenger e também em testes no próprio aplicativo do Facebook.

A novidade em relação às cópias anteriores é que o WhatsApp Status, assim como acontece nas conversas no aplicativo de mensagens, tem seu conteúdo criptografado. No texto de divulgação da novidade, o WhatsApp resgata a história da primeira função do aplicativo (antes da introdução da troca de mensagens), que consistia na atualização de status em textos, como na imagem abaixo. Será nesta mesma tela que os usuários poderão postar GIFs, fotos e vídeos, no modelo stories que já conhecemos: individualmente para um de seus amigos ou disponibilizando o conteúdo para todos seus contatos, por até 24 horas.

78475504120867

A partir do dia 28 de fevereiro, usuários de Android, iOS e Windows Phone poderão usufruir da nova função, que foi testada com usuários beta em novembro do ano passado. O WhatsApp Status segue o caminho pavimentado pelo Instagram, que percebeu que o lançamento da função tradicional do Snapchat tinha terreno para crescer também em aplicativos de formatos diferentes.

Segundo o TechCrunch, o lançamento do Instagram Stories teve impacto direto nos negócios do Snapchat, que viu sua taxa de crescimento de usuários cair de 17,2% no segundo trimestre de 2016 para 3,2%, após o quatro trimestre do ano passado. Com uma base de 1,2 bilhão de usuários mensais, o WhatsApp pode infligir mais um golpe ao Snapchat e à sua oportunidade de crescimento global, forçando o concorrente a depender mais dos usuários já existentes ou de receitas com conteúdo profissional. Para o WhatsApp, há mais uma oportunidade de arrecadação, com a possibilidade da introdução de propagandas intercaladas entre as histórias postadas, como já acontece no Instagram Stories, por exemplo.

Resta ainda, é claro, ver como a novidade será recebida pela imensa massa de usuários que hoje utiliza o WhatsApp para trocar, diariamente, 60 bilhões de mensagens, 3,3 bilhões de fotos e 760 milhões de vídeos. []

[TechCrunch]

Imagem do topo: Divulgação/WhatsApp

Kenzo escala só modelos negros em campanha com diretor de Lemonade

kenzo-2017-spring-summer-campaign-001.jpgTracee Ellis Ross, Jesse Williams e Kelsey Lu fazem parte.


Além de suas roupas desejo, a Kenzo também é superconhecida por ser uma das marcas que melhor faz vídeos de campanhas. Para a da última coleção, eles recrutaram ninguém menos do que Kahlil Jospeh, diretor do renomado álbum visual de Beyoncé, Lemonade. O casting, que escalou apenas modelos negros, conta com a filha de Diana Ross, Tracee Ellis Ross, o ator Jesse Williams e a musicista Kelsey Lu. A obra tem também citações do filme African Royalty, em que Ross atuou e levou um Globo de Ouro, do diretor senegalês, Dipo Mambéty.

Confira as fotos e o vídeo da campanha.

1203450120345112034521203453(Kenzo/Divulgação)

Chrissy Teigen fala sobre a falta de diversidade na moda e apropriação cultural

Chrissy Teigen.jpg
“Eu quero que seja normal ver modelos modelos asiáticas, e acho que elas são subrepresentadas na indústria, afirma Chrissy Teigen (Foto: Getty Images)

Com descendência tailandesa, alemã e norueguesa, Chrissy Teigen falou sobre a importância da inclusão na moda e a necessidade de mais representatividade em entrevista ao “E! Online.”

“Eu acho que é realmente importante começar a incluir as pessoas. Vê-las em papéis que não são necessariamente ‘aquela garota asiática’ ou ‘aquele garoto asiático'”, afirmou. “Eu quero que seja normal ver modelos modelos asiáticas, e acho que elas são sub-representadas na indústria, especialmente nas passarelas ou em revistas”, disse a modelo, que é filha de tailandesa. Ela afirmou ainda que o problema não é só na moda, pois acredita que no cinema a falta de diversidade também é drástica.

Sobre ser um exemplo de representatividade, ela disse: “É realmente legal poder aparecer numa revista e fazer o seu povo orgulhoso. Minha mãe sempre me diz: ‘A Tailândia está tão empolgada por você estar numa revista.'”

Chrissy também deu sua opinião sobre apropriação cultural. A polêmica já atingiu marcas como Marc Jacobs, que foi criticado por ter colocado modelos brancas na passarela usando dredlocks. “Eu, pessoalmente, não me sinto ofendida pela apropriação cultural de qualquer tipo porque acho que é uma forma de prestar homenagem. Mas ao mesmo tempo há um monte de mulheres asiáticas lindas, lindas, lindas que poderiam representar sua cultura.” [Marie Claire]

Nylon Magazine Março 2017 by Shxpir

nudes.pngPhotography: SHXPIR
Styled by: Joseph Errico
Hair: Ted Gibson
Makeup: Porsche Cooper
Models: Estelle frigenti, Yaris Cedano, Leaf Zhang, Selina Khan, Kaylyn Kanta, Alysia Beckford, Olantha Moran and Nyamuoch Girwath

Este slideshow necessita de JavaScript.