Harper’s Bazaar Russia Março 2017 Laura Meier Hagested by Agata Pospieszynska

harper rus.jpgPhotography: Agata Pospieszynska
Styled by: Svetlana Vashenyak
Hair: Susanne Lichtenegger
Makeup: Linda Hellqvist Andersson
Casting: Megan McCluskie
Model: Laura Meier Hagested at Premier Models

Conheça as botas que Kate Middleton não tira do pé

kate 9e342d17ac1e116f72a856052dfe2897.jpgKate Middleton já apareceu com a bota em duas ocasiões Imagem: Chris Jackson/Reuters


Kate Middleton é conhecida por lançar tendências e é comum que eleger uma peça ou acessório para usar várias vezes. O caso mais recente é o das botas de cano alto Russell & Bromley x Stuart Weitzman.

A duquesa de Cambridge já apareceu com os calçados duas vezes com uma combinação de preto com vinho. Ela já usou as botas HalfnHalf com um blazer e, posteriormente, com um conjunto de terninho com saia.bota-kate-middleton-2-1488123406960_v2_450x450À venda no site da marca, o par de calçados custa £ 395, aproximadamente R$ 1.528.

Bilheteria EUA: Get Out, LEGO Batman – O Filme, John Wick – Um Novo Dia para Matar, A Grande Muralha, Cinquenta Tons Mais Escuros

2477_d010_00247_cropv2_cmyk-e1487781017602.jpgGet Out empurrou todos os concorrentes para baixo e levou a primeira posição da Bilheteria USA com excelentes US$ 30,5 milhões. O filme, que marca a estreia de Jordan Peele (Key & Peele, Keanu: Cadê Meu Gato?!) na direção, estreou nos Estados Unidos em quase 3 mil salas, custando apenas US$ 5 milhões e satisfazendo os investidores.

O longa acompanha Chris Washington (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a casa da família de sua namorada branca (Alison Williams) e acaba envolvido em uma trama sinistra de conflito racial. Além de Kaluuya e Williams, o elenco conta também com Bradley Whitford (The West Wing, Transparent), Caleb Landry Jones (X-Men: Primeira Classe) e Catherine Keener (O Virgem de 40 Anos). Get Out ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

O segundo lugar ficou com a animação LEGO Batman – O Filme, que caiu somente uma posição em sua terceira, arrecadando mais US$ 19 milhões e somando uma bilheteria global de US$ 200 milhões.

O derivado de Uma Aventura LEGO reinterpreta a história do Homem-Morcego, que adota acidentalmente um menino órfão, que acaba se tornando o Robin, e com ele combate o crime em Gotham e tenta capturar o Coringa. Outros membros da Liga da Justlça como Superman, Flash e Mulher-Maravilha também aparecem no filme. O longa já estreou no Brasil.

John Wick – Um Novo Dia para Matar, a continuação de De Volta ao Jogo, fica na terceira posição com US$ 9 milhões, e seu rendimento continua melhor do que o original. A expectativa é que o filme passe US$ 100 milhões ainda nesse final de semana, deixando o original, que arrecadou US$ 88 milhões, bem para trás.

Keanu Reeves retorna na continuação, mais uma vez dirigida por Chad Stahelski (que havia assinado o primeiro longa em parceria com David Leitch). Na trama, John Wick tenta retomar sua aposentadoria, mas uma dívida com um chefe de máfia italiana o força a voltar a matar.

A Grande Muralha, filme da Legendary estrelado por Matt Damon e feito em parceria com a China, ficou com a quarta posição, arrecadando mais US$ 8,7 milhões em sua segunda semana.

O roteiro tem como base um argumento idealizado pelo ex-CEO da Legendary, Thomas Tull, e por Max Brooks, o autor de O Guia de Sobrevivência a Zumbis. Legendary East, uma divisão da Legendary Pictures sediada em Hong Kong, com gerenciamento chinês e voltada para filmes com apelo internacional, é quem produz.

Fechando o top 5 ficou Cinquenta Tons Mais Escuros, que garantiu mais US$ 7,7 milhões. O longa já passa de US$ 100 milhões na bilheteria doméstica e US$ 300 milhões na mundial. Na continuação de Cinquenta Tons de Cinza, Anastasia Steele (Dakota Johnson) retoma seu relacionamento com Christian Grey (Jamie Dornan) mas se vê cercada por ameaças. O filme já está em cartaz no Brasil.

Campanha do The New York Times no Oscar fala sobre “a verdade”

new-york-times-truth-hed-2017Campanha do The New York Times: sobre “a verdade” (The New York Times/Reprodução)


São Paulo – “A verdade é que…”.

Essa frase pode ser completada de inúmeras maneiras. E é exatamente isso que nos faz questionar: “o que é a verdade?”.

Essa é a nova campanha do jornal The New York Times, um dos mais relevantes do mundo.

O comercial para TV será veiculado nos Estados Unidos hoje (26), durante um dos intervalos da transmissão da cerimônia do Oscar 2017.

“A verdade nunca foi tão importante quanto agora”, diz a campanha. Um anúncio em tempos de “fatos alternativos” e “pós-verdade”.

O vídeo traz vários trechos reais de pessoas falando sobre “a verdade”.

Ao final, a marca fiz: “A verdade é difícil. De encontrar. De saber”.

As referências, claro, vão de encontro às polêmicas do governo do presidente Donald Trump.

Em pouco mais de um mês de mandato, Trump continua a acusar “a mídia” de mentir e ser contra ele (e a América como um todo). Tirando a Fox (que o protege), todos são ruins e mentirosos, segundo ele: CNN, NYT, Washington Post etc.

Além disso, ele já deu declarações onde inventou e distorceu números e estatísticas e até mesmo inventou “massacres/tiroteios” que, simplesmente, nunca aconteceram. [Guilherme Dearo]

Disputa entre Facebook e Snapchat aquece debate sobre plágio de software

1488064256434.jpgCom novo recurso no WhatsApp, o mensageiro mais popular do mundo, Facebook tenta desbancar Snapchat


Seja na escola, na universidade ou no trabalho, quem copia o texto escrito por outra pessoa, sem indicar a fonte, acaba mal visto e pode sofrer punições severas. O mesmo princípio poderia ser aplicado para o mundo do software: escrito pelos programadores, o código por trás dos aplicativos é único, como um texto literário. No entanto, definir se um aplicativo foi copiado por um concorrente e provar isso na Justiça pode ser mais difícil do que parece.

A discussão tem ganhado força com a disputa acirrada entre o gigante Facebook e o Snapchat, que está prestes a abrir capital nos Estados Unidos. Na última semana, o WhatsApp – aplicativo de propriedade do Facebook – ganhou um recurso que permite aos usuários publicar fotos, vídeos e GIFs que desaparecem em 24 horas, recurso idêntico ao existente no Snapchat. O app de mensagens não é o primeiro aplicativo de propriedade do Facebook a copiar o recurso. O Instagram lançou uma ferramenta similar em agosto de 2016; logo depois, em novembro do mesmo ano, o Facebook lançou o aplicativo Flash, exclusivo para Brasil, com os mesmos recursos do concorrente.

“Existe uma guerra no segmento de vídeos efêmeros”, resume o analista da consultoria Nielsen, José Calazans. “O Facebook percebeu as possibilidades neste mercado e tenta desestabilizar o Snapchat, para ganhar os seus usuários, já que ele não conseguiu comprar a empresa há alguns anos.” Em novembro de 2013, a empresa liderada por Mark Zuckerberg fez uma oferta de US$ 3 bilhões pelo Snapchat, mas ela foi recusada.

Atualmente, o Snapchat tem 158 milhões de usuários por dia, o que faz do aplicativo uma comunidade pequena perto dos quase 2 bilhões de usuários mensais do Facebook, 1 bilhão do WhatsApp e 600 milhões do Instagram. A Snap – startup dona do Snapchat – é dona da patente de galerias de mensagens efêmeras que, no aplicativo, é chamada de Stories e exibe fotos e vídeos de um determinado período.

Até o momento, a startup não protestou publicamente contra as imitações do Facebook. Procurada pelo [BOLD]Estado[/BOLD], a empresa não comentou o assunto. E a ausência de uma atitude revela muito sobre o funcionamento da indústria global de software. “É um acordo de cavalheiros”, diz Flávio Stecca, presidente executivo do aplicativo de conteúdo infantil PlayKids – que já foi imitado várias vezes por empresas menores. “O Facebook é dono de patentes que são usadas pelo Snapchat, como a busca personalizada e a linha do tempo. Por isso, é natural que o Snapchat não reclame quando o Facebook usa suas patentes.”

Em comunicado, o Facebook rebate as acusações de plágio, dizendo que apostou em um novo formato. “Da mesma maneira que o Facebook inventou o formato feed de notícias, que agora é usado por diversas plataformas, nós também vemos o Stories como um formato. Esse é simplesmente o nome dado a essa determinada forma de compartilhar.”

O catálogo de patentes do Facebook é bastante superior ao da Snap: enquanto a rede social tem mais de mil patentes, a rival registrou 28 tecnologias até o momento, incluindo a caixa que carrega os óculos Spectacles e o modo de operar a câmera no celular.

As patentes são parte importante da estratégia das empresas de tecnologia. O Google, por exemplo, comprou a fabricante de celulares Motorola em agosto de 2011 para tentar frear uma série de processos relacionados ao sistema operacional Android. Ao revender a empresa para a Lenovo, em janeiro de 2014, a empresa manteve as patentes.

O próprio Facebook já comprou 750 patentes da gigante de tecnologia IBM depois de ser acionado na Justiça por infringir dez criações do Yahoo. A estratégia colocou um ponto final no processo.

Barreira. Segundo especialistas consultados pelo [BOLD]Estado[/BOLD], identificar quando um software é fruto de plágio é muito difícil. “Se for uma reprodução exata do código, uma ação contra a empresa pode ter sucesso”, explica o advogado Ademir Antonio Pereira Junior, especialista em direito digital do escritório Opice Blum Advogados. “Mas é muito difícil afirmar que é plágio se a interface não é idêntica, pois o software patenteado pode apenas ter servido como inspiração.”

Na prática, se o Facebook fosse processado pelo Snapchat, peritos indicados pela Justiça comparariam o código dos aplicativos. “Embora os recursos sejam muito parecidos, o código pode ser diferente”, afirma o professor de ciência da computação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Eduardo Morgado.

Caminho. A Snap já dá sinais de que está se transformando em uma empresa diferente para ficar menos dependente do recurso que tornou o Snapchat famoso. No início de fevereiro, ao divulgar suas informações financeiras no processo de abertura de capital – que deve ocorrer em março –, a Snap definiu-se como uma empresa de câmeras. Isso aconteceu quatro meses após o lançamento do Spectacles, óculos com câmera para filmar vídeos curtos e publicar direto no app.

Para o diretor executivo do Instituto de Tecnologia do Rio (ITS-Rio), Fabro Steibel, o Snapchat terá que inovar mais do que nunca para sobreviver. “É agora que o Snap terá que mostrar o seu poder criativo”, afirma Steibel. “As principais transformações vão acontecer a partir de agora.”

O especialista lembra que o Foursquare, aplicativo de geolocalização que introduziu o recurso de check-in em lugares, em 2009, viveu um drama parecido. “O Foursquare era referência em check-in”, diz Steibel. “O Facebook incorporou o recurso e, hoje, poucos lembram do Foursquare.”

Patente. No Brasil, não existe patente de software, mas um registro que dá direitos autorais ao desenvolvedor ou empresa por 50 anos. “O registro de software no Brasil funciona como se fosse uma obra literária”, afirma o diretor interino do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), Wagner Latches. “A pessoa registra os códigos do programa de computador.”

O atual processo é longo e burocrático – demora mais de três meses. É preciso enviar todo o código impresso, por meio dos correios. O órgão armazena os dados de forma inviolável pelo tempo determinado. Quando ocorre um processo de plágio, eles abrem o envelope.

Em breve, porém, o Inpi passará a registrar software de forma digital.


Por Matheus Mans – O Estado de S.Paulo

Morre Bill Paxton, ator de ‘Titanic’, aos 61 anos

o-ator-bill-paxton-em-foto-de-2015-richard-shotwell-invision-apO ator Bill Paxton morreu neste domingo (26) após complicações em um procedimento cirúrgico, aos 61 anos. Segundo as revistas “Variey” e “The Hollywood Reporter”, a família divulgou um comunicado pedindo privacidade e relembrando que “Bill começou sua carreira em filmes de Hollywood trabalhando no departamento de artes, e passou a ter uma carreira ilustre abrangendo quatro décadas como um amado e prolífico ator e cineasta”.

Bill estreou como ator ainda nos anos 70, após fazer parte do departamento de arte de produções pequenas. Em 1986, trabalhou com James Cameron pela primeira vez em “Aliens, O Resgate”, continuação de “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979).

Esteve também em “Apolo 13” (1995), com Tom Hanks, e em 1997 voltou a trabalhar com Cameron em “Titanic”, vivendo o explorador que busca uma valiosa joia nos destroços do navio. O papel é o mais lembrado de sua carreira, que inclui a série “Big Love – Amor Imenso”, entre 2006 e 2011, e personagens coadjuvantes em “O Abutre” e “No Limite do Amanhã”, ambos de 2014.

Como diretor, comandou “A Mão do Diabo” (2001) e “O Melhor Jogo da História” (2005), produzido pela Disney e estrelado por Shia LaBeouf.

O ator estava em plena atividade: em fevereiro estreou no canal norte-americano CBS a série “Training Day”. O último filme no qual atuou, “O Círculo”, será lançado nos EUA em abril.

Nicole Kidman arrasa de Chanel em jantar pré-Oscar em jantar

nicole weinstein-pre-oscar-party-2017-photos-02262017-3-1488127683-640x960.jpgNicole Kidman participou de um jantar pré-Oscar na noite de sábado organizado em Beverly Hills, na Califórnia. A atriz usou um vestido de alta-costura apresentado na coleção primavera 2017 da Channel.

No jantar, Nicole encontrou o elenco do filme ‘Lion’, pelo qual concorre ao Oscar de melhor atriz coadjuvante na cerimônia que será realizada esta noite. Ela disputa a estatueta com Naomi Harris (‘Moonlight’), Octavia Spencer (‘Estrelas Além do Tempo’), Michelle Williams (‘Manchester à Beira-mar’) e Viola Davis (Fences), mas é uma das menos cotadas para vencer.