Allan Herick, Bernardo Branco & Giovanna Rodacoski – OK Mag Issue #10 by Hugo Toni

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Taikai
OK Mag Issue #10
www.theokmagazine.com
 Photography: Hugo Toni
 Model: Allan Herick, Bernardo Branco & Giovanna Rodacoski
 Styling: Tathiana Yumi Kurita
 Hair & Make-Up: Dindi Hojah
 Production: André Philipe
 Art Direction: Guilherme Lombardi

SpaceX fará primeira viagem paga tripulada em torno da Lua no ano que vem

bottega-veneta-pre-fall-2017.jpgElon Musk anunciou hoje que sua empresa de exploração espacial SpaceX conseguiu vender dois tickets para uma viagem de ida e volta em torno da Lua. Segundo o anúncio, dois indivíduos que não tiveram seus nomes revelados, pagaram uma “considerável soma de dinheiro” para realizar a viagem, que deve acontecer já em 2018.

A viagem será feita pelo Crew Dragon, a cápsula espacial desenvolvida pela SpaceX que você vê acima do post. Ela será levada ao espaço pelo foguete Falcon Heavy, também desenvolvido pela empresa. No anúncio, Elon Musk também agradece à NASA, que por meio do seu programa “Commercial Crew” permitiu o desenvolvimento da SpaceX como um todo.

Segundo a SpaceX, a viagem vai durar por volta de 1 semana e ao todo os tripulantes vão navegar entre 300 e 400 mil milhas no espaço e depois voltar para o planeta. A Crew Dragon é autônoma, comandada completamente pelo seu próprio sistema, mas as duas pessoas que compraram as passagens para a viagem devem começar já este ano o treinamento de astronauta para poder realizar certas operações no caso de emergências.

Samsung celebra youtubers e criadores digitais em comercial no Oscar

A Samsung pode nunca mais ter feito algo épico como a maior selfie de todos os tempos, mas continua apostando no Oscar como plataforma de construção de marca.

O problema é que, desta vez, eles precisaram gastar um bom tempo para prometer que seus celulares não vão mais explodir. Um dos comerciais mostra o controle de qualidade da empresa, e o outro a checagem de segurança das baterias. Assista abaixo.

Prestação de contas feita, a marca pode investir um minuto em algo mais criativo, celebrando os youtubers e criadores de conteúdo digital.

Casey Neistat apresenta, com um texto que diretamente se relaciona com a indústria de Hollywood, mas que aborda o outro lado: gente que não tem cameras caras e nem dinheiro ilimitado, mas tem smartphones, fita adesiva, garagens e, o principal, culhões. Pessoas que não criam porque precisam, mas porque amam criar.

O filme finaliza com a assinatura: “Faça o que você não pode”. []

Vermelho, off white e outras manias marcam os looks do Oscar 2017

ruth-negga-oscars-2017-red-carpet-in-hollywood-1_thumbnailRuth Negga de Valentino no Oscars 2017 Red Carpet


Se as últimas cerimônias do Grammy ou Bafta contaram com looks absolutamente reveladores, repletos de cores, fendas, decotes profundos – e muitas vezes a junção de vários destes recursos em um único e perigoso modelo – a 89a. edição do Oscar foi marcada por produções sem muitas provocações. Certamente porque a maior de todas elas – a atual situação política do país e e atual governo Trump – estava presente na mente de todos os convidados e indicados.

O branco e toda gama de off-white dominou a cena, muitas vezes com modelos salpicados por delicados cristais e que renderam as atrizes um brilho comedido e absolutamente elegante. Isabelle Hupert era uma das mais requintadas de todas elas, a bordo de seu look Armani Privé. Complementando a cartela de cores, o vermelho a la Valentino despontou como soberano e mostrou toda sua intensidade como no “look” da indicada a melhor atriz por “Loving”, Ruth Negga. Viola Davis, uma das adeptas da tendência, foi sem dúvida um dos maiores destaques da noite.

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Quanto ao shape, os modelos contaram com decotes quase sempre comedidos e comprimentos idem. Os longos, por sinal, uma constante neste tipo de cerimônia, apareceram em altas doses, mas também deixaram espaço para os modelos assimétricos usados por Kirsten Dunst, de Dior couture, e Naomi Harris, com um minimalista Calvin Klein.

O paetê, matéria-prima sempre presente no red carpet, ficou para o passado. Os metalizados por sinal, surgiram tímidos. Jessica Biel e Charlize Theron foram umas das poucas a apostarem na tendência. [Camila Lima]

“Funky Girls”: quem são elas?

A turma da moda ama encontrar uma nomenclatura para descrever certos estilos e modismos. Quem não conhece os manjados “fashionista” e “influencer”, por exemplo? Pois agora surge um novo termo para acrescentar ao dicionário fashion: “funky”! O que ele significa? Primeiramente, nada a ver com as batidas musicais e tudo a ver com uma personalidade livre, que não se apega à trend do momento e muito menos aos cliques tradicionais de look do dia. Quem ostenta esse título é diferente por natureza. “Pessoas excêntricas que inventam um modo de se vestir que exprimam a personalidade e sejam a prova de que há sempre uma possibilidade inesperada de viver e de se comunicar”, decreta Gloria Kalil. A garota funky não se prende a nada nem a ninguém. Flana entre uma festa e outra, dá as caras quando precisa e viaja muito. Livre de labels e avessa a rótulos, seu estilo nem sempre é compreendido por todos. “São pessoas que esbanjam uma originalidade que beira o exotismo. Elas gostam de se expressar e de contestar”, diz Lilian Pacce. Conheça a seguir algumas mulheres que estão colocando o “f” no funky. [Matheus Evangelista]

MARIANA CATTA PRETA Tem 29 anos e acabou de se mudar de Londres para São Paulo, onde atualmente trabalha como coordenadora de estilo e flm-maker. Suas labels favoritas são Prada, Simone Rocha, Comme des Garçons, Isolda, Nike, Molly Goddard e Acne. Para relaxar, ela curte ir a clubes de xadrez, fazer arranjos forais, pintura, jogar squash, correr e praticar remo.

Mariana Catta(@catchblack/Reprodução)


ANA ELISA ARIETTI, 30 anos, é diretora de arte em São Paulo. Tóquio e Marrakesh são suas cidades prediletas e ela prefere quando labels não aparecem na produção. Curte mais a noite do que o dia e atualmente está lendo O Primeiro Homem Mau, de Miranda July. Gente curiosa, sua família “extraordinária”, os amigos gays, os do trabalho “sem carão”, veganos e as “manas” feministas são as pessoas que mais a inspiram. Para relaxar, ela toma um drinque e descobriu pelo Google Translate que funky signifca “descolado”.

Ana Arietti(Instagram @anaarietti/Reprodução)


ALINE PRADO é produtora em São Paulo e tem 33 anos. Inspira-se na cidade em que estiver pisando e atualmente está apaixonada pela marca Mansur Gavriel, mas também adora a AMP. Aline gosta de livros de papel e acabou de começar a ler a biografa de Vivienne Westwood. Os filhos e as bandas Blondie e Ramones figuram no seu quadro de inspirações e, para relaxar, ela transa e fuma. Não sabe o que é ser funky e prefere o dia, sempre, desde o amanhecer.

aline-prado(Instagram @alinepradop/Reprodução)

Confira a lista com os vencedores do Oscar 2017

actingOs atores premiados, Mahershala Ali, Emma Stone, Viola Davis e Casey Affleck


Em sua 89ª edição, o Oscar 2017, a maior festa do cinema mundial, foi marcado pela diversidade, pelos protestos contra a política do governo Donald Trump e ainda pela falha na divulgação de melhor filme, quando os apresentadores Warren Beatty e Faye Dunaway erraram o nome do vencedor e chamaram o pessoal de ‘La La Land: Cantando Estações’ no lugar de ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’.

Confira as 24 categorias vencedoras do Oscar 2017. 

Filme

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Atriz

Emma Stone, por La La Land – Cantando Estações

Atriz Coadjuvante

Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

Ator

Casey Affleck, por Manchester à Beira-Mar

Ator Coadjuvante

Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

Direção

Damien Chazelle (La La Land – Cantando Estações)

Animação

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Roteiro Original

Manchester à Beira-Mar

Roteiro Adaptado

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Filme Estrangeiro

O Apartamento (Irã)

Documentário

O.J.: Made in America

Trilha Sonora

La La Land – Cantando Estações

Canção Original

City of Stars, de La La Land – Cantando Estações

Curta-metragem

Sing (Mindenki), de Kristof Deák

Documentário curta-metragem

The White Helmets, de Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara

Curta de Animação

Piper: Descobrindo o Mundo

Fotografia

La La land – Cantando Estações

Efeitos Visuais

Mogli: O Menino Lobo

Edição de Som

A Chegada

Mixagem de Som

Até o Último Homem

Maquiagem e Cabelo

Esquadrão Suicida

Figurino

Animais Fantásticos e onde Habitam

Direção de Arte

La La Land – Cantando Estações

Montagem

Até o Último Homem

Discursos políticos deram lugar a gafe histórica no primeiro Oscar pós-Trump

Beatty.jpgWarren Beatty no meio da confusão || Créditos: Getty Images


É possível dizer que nem mesmo Kenneth Lonergan, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado na noite deste domingo por “Manchester À Beira-Mar”, teria imaginado um final tão surpreendente para a 89ª edição da maior premiação do cinema. O grande choque do evento, é claro, foi a entrega do Oscar de Melhor Filme do Ano. O anúncio foi feito por Faye Dunaway e Warren Beatty que, aparentemente sem saber o que fazer, leu o nome do filme que viu no envelope que acabara de abrir: “La La Land: Cantando Estações”.

O problema é que o envelope em questão foi entregue a Beatty por engano e o filme que levou para casa o prêmio mais cobiçado do Oscar foi, na verdade, o drama “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. Apesar de consertada rapidamente, a gafe já rende teorias conspiratórias na internet: uma delas diz que a culpa foi de Leonardo DiCaprio,
que momentos antes de Beatty e Dunaway entrarem no palco havia entregue o Oscar de Melhor Atriz para Emma Stone, a estrela de “La La Land…”, e teria feito a confusão com os envelopes. Mas, apesar de tudo, o musical de Damien Chazelle, com 14 indicações, foi o grande vencedor. Além do Oscar de Stone, o longa levou ainda
os prêmios de Melhor Diretor, para o próprio Chazelle, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original e Melhor Design de Produção.Acting.jpgMahershala, Emma, Viola e Casey: vencedores nas categorias de atuação || Créditos: Getty Images


Das categorias mais importantes um dos destaques foi ainda o prêmio de Melhor Ator para Casey Affleck, por “Manchester À Beira-Mar. Há anos identificado em Hollywood apenas como “o irmão de Ben Affleck”, ele agora conta com um Oscar para chamar de seu. Mahershala Ali, de “Moonlight…”, venceu na categoria Melhor Ator Coadjuvante, levando a melhor sobre o veterano Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”), que era considerado o favorito.

Em um discurso emocionado, Viola Davis aceitou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, filme de conteúdo bastante político no qual ela divide a cena com o astro Denzel Washington. Por falar em política, um outro momento inusitado do Oscar deste ano foi a entrega do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro para o iraniano “O Apartamento”. Proibido de entrar nos Estados Unidos por conta do polêmico decreto anti-imigração de Donald Trump, ele foi representado na cerimônia pela astronauta Anousheh Ansari, a primeira mulher iraniana que já esteve no espaço. Ela mora há anos nos Estados Unidos e até possui cidadania americana.Gael.jpgHailee Seinfeld e Gale García Bernal apresentam prêmio: o mexicano cutucou Trump || Créditos: Getty Images


Na contramão do que estava previsto, o nome de Trump teve poucas citações, salvo um ou outro discurso a favor dos imigrantes, como o do italiano Alessandro Bertolazzi, vencedor na categoria Melhor Maquiagem e Penteado por “Esquadrão Suicida”. “Este é por todos os imigrantes”, ele disse. Um dos apresentadores da noite, o mexicano Gael García Bernal também foi bastante aplaudido pela indireta que mandou para o presidente americano. “Como mexicano, latino-americano, trabalhador migrante e ser humano, sou contra qualquer tipo de muro erguido para nos dividir”, disse o astro de “Diários de Motocicleta”, lembrando que uma das propostas de Trump era a construção de um muro na fronteira dos Estados Unidos com o México.

Recuperados do erro histórico envolvendo o melhor filme do ano, astros e estrelas, ganhadores e perdedores, terminaram a noite fazendo piada com o assunto. E como o Oscar é, acima de tudo, um programa de televisão muito lucrativo, a expectativa de seus produtores é que o erro tenha impactado positivamente a audiência da transmissão
da premiação, que há anos está em queda. Se isso se confirmar (nos Estados Unidos a audiências das TVs não é medida em tempo real) vai ter gente dizendo que foi tudo combinado e não seria surpresa se surgisse um roteiro a partir disso. Será que renderia um Oscar? (Por Anderson Antunes)

Oscar 2017: Scarlett Johansson dá fora em Ryan Seacrest após pergunta sobre sapatos

scarlettjohanson--a.jpgO apresentador Ryan Seacrest e a atriz Scarlett Johansson protagonizaram uma minipolêmica no tapete vermelho do Oscar 2017. Veterana na premiação, a atriz de 32 anos classificou como “ridícula” uma pergunta do apresentador do canal E!.

“Você realmente usa os sapatos que está usando esta noite durante o ensaio?”, perguntou Seacrest, em referência aos treinos para a apresentação do Oscar.

“Que pergunta ridícula!”, rebateu Scarlett Johansson.

Visivelmente constrangido com a resposta, Seacrest tentou justificar a pergunta ao explicar que Halle Berry usava salto alto para treinar para a cerimônia. Scarlett rebateu:

“Bem, eu não usei. Não imagino ter que usar esses sapatos por dois dias seguidos”, respondeu.

A discussão entre as duas celebridades chega em meio a críticas da cobertura do tapete vermelho em Hollywood. No ano passado, a campanha #AskHerMore pediu que apresentadores fizessem perguntas a atrizes para além das roupas que elas estavam usando. A campanha teve o endosso da atriz Reese Witherspoon e da roteirista Shonda Rhimes.

No Twitter, quem acompanhava a tranmissão ficou dividido sobre a postura da atriz. Muitos consideraram que ela foi grosseira com o apresentador, enquanto outros a elogiaram por criticar o teor da pergunta.