“Mr. Robot”: confira o trailer da terceira temporada

Chega 2020, mas não chega a estreia da terceira temporada de “Mr. Robot”. Mas agora vai. A série liberou o primeiro teaser oficial da próxima temporada. E já deixa aquele gostinho de “quero ver tudo logo”.

No vídeo vemos algumas ações de Elliot, Darlene, e Dom DiPierro, enquanto uma voz recita a letra da música “Democracy”, de Leonard Cohen.

E como trata-se de “Mr. Robot”, é claro que rolou todo um jogo antes de o trailer ser lançado. Na verdade, encontrado. Como parte do jogo, a conta oficial da série no Twitter citou a canção de Leonard Cohen.

Além disso, uma foto com o novo integrante do elenco, Bobby Canavale, apresentava um discreto código na gravata de Bobby. E foi esse código que forneceu o link para o trailer.

A terceira temporada do “Mr. Robot” estreia no dia 11 de outubro. []

Móveis Lafer: 90 anos em revista

1501873964971.jpgProdução da década de 1970 com a poltrona MP 81, da Móveis Lafer Foto: LAFER


A Lafer é uma fabricante brasileira de móveis que traz em seu portfólio um dado exclusivo: fundada em 1927 como indústria moveleira, ela também produziu automóveis, entre 1974 e 1990. Entre eles, um dos modelos mais cobiçados à sua época, o estiloso MP Lafer. Uma em meio a mais de 50 peças – poltronas, banquetas, sofás e mesas – que levam a assinatura de Percival Lafer, designer e dona da marca, e integram a primeira mostra retrospectiva dedicada à sua obra, que abre suas portas na Loja Teo, a partir de quarta-feira, 9. “Minha incursão pelo universo do design aconteceu por razões circunstanciais, mas, desde então, jamais o abandonei”, conforme afirmou Lafer, nesta entrevista ao Casa, na qual comenta sua trajetória e reafirma sua paixão pelo seu ofício.

Qual sua formação e o que considera mais estimulante no seu trabalho como designer?
Sou arquiteto formado pela Universidade Mackenzie. Na minha época, ainda não havia uma faculdade de desenho industrial em São Paulo, nem mesmo a cadeira de design dentro do curso de arquitetura. A única era a ESDI, Escola Superior de Desenho Industrial, no Rio de Janeiro. Admito que meu objetivo profissional era, de fato, seguir a carreira de arquiteto. Ocorre que o micróbio da indústria, digamos assim, acabou se instalando em mim. Desde cedo, passei a me interessar por seus métodos e processos pela simples curiosidade em conhecê-los, pelo desejo de ampliar meus horizontes. Foi assim que acabei encontrando o design e, com ele, a possibilidade do exercício da criação, que é, para mim, a parte mais estimulante de todo processo.

1501873931372O designer e proprietário da Móveis Lafer, Percival Lafer Foto: LAFER


Como via o design no começo e como o vê hoje?
Para mim, seu significado hoje é exatamente o mesmo que ele tinha quando comecei. Claro que ele evoluiu como disciplina, como área do conhecimento, mas não como significado. Desenvolver um bom produto requer uma compreensão ampla das tecnologias e dos materiais. Mas isso nem é o mais difícil. O grande desafio é ter criatividade e sensibilidade suficientes para saber como utilizá-los.

Sempre houve um forte componente estético associado aos móveis Lafer, sobretudo nos produzidos entre as décadas de 1960 e 1980. Quais eram suas referências à época e quais são hoje?
Minhas referências foram e ainda são simplesmente estar atento ao que acontece à minha volta e, na medida do possível, considerar também o que existia no passado. A estética é essencial, mas é apenas um dos atributos. Nunca o único. Se ela não for amparada por qualidades funcionais e, no caso de cadeiras e poltronas, por um bem fundamentado e sólido estudo ergonômico, o resultado final poderá ser um lindo mau produto. A forma não pode se sobrepor à função.

1501873931280As poltronas MP 81, da Móveis Lafer, em versão jeans Foto: LAFER

Marc Jacobs nega estar saindo de sua própria marca

marc jacobs --fashion-designer-fashion-editorEsta semana, o mundo da moda foi pego de surpresa com a notícia de que Marc Jacobs poderia estar saindo de sua própria marca, mas segundo o próprio estilista, os boatos não são reais. Em recente declaração ao site WWD, o designer norte-americano negou os rumores e ainda confirmou que continua trabalhando nos preparativos para o desfile da etiqueta no New York Fashion Week.

Segundo Jacobs, todos estão se esforçando muito para deixar tudo pronto em setembro, data do evento. “Ouvir isso é um pouco estressante e decepcionante para nossa equipe. Tenho trabalhado dia e noite para finalizar essa coleção. Não sei o que dizer, estou apenas fazendo tudo como de costume,” desabafou. [ELLE]

Pat Pat’s I Primavera-Verão 2017/18

20817-pat-pats-primavera-verao-201718-08-400x600Depois da parceria com a C&A, a Pat Pat’s de Andrea Viera chega cheia de gás pra primavera-verão 2017/18 – e de atitude também! No styling assinado por Yasmine Sterea pra essas fotos de divulgação, dá pra ver que o couro grafitado segue como um dos motes, em parceria com o coletivo de arte urbana Idol No Project, mas além dele o que aparece são estampas tradicionais como o poá, o floral miúdo Liberty London e a oncinha usadas de maneira moderna, com direito à meia arrastão vermelha!

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A Apple se curva ao autoritarismo

apple chinaA China ganhou um novo (e inusitado) aliado para fazer valer sua tentação autoritária de censurar o uso da internet: a Apple. Em 29 de julho, um sábado, desenvolvedores de aplicativos da App Store, a loja virtual da empresa, notaram o sumiço de alguns programas do serviço. Todos os desaparecidos tinham um elemento em comum: ofereciam aos clientes uma VPN (sigla em inglês para “rede virtual privada”). O recurso permite simular o acesso à web como se estivesse sendo feito em território estrangeiro, mesmo que o usuário esteja fisicamente na China. Com isso, os chineses conseguiam driblar a censura do Great Firewall do Partido Comunista — que bane o acesso a certos sites e aplicativos no país. No início deste ano, o presidente Xi Jinping atualizou as regras para a divulgação de softwares, reiterando que apenas os autorizados seriam liberados. A Apple cedeu, dando à clientela uma explicação notável por sua síntese enigmática: “Precisamos remover apps de VPN na China que não atendem aos novos regulamentos”.

A reação dos desenvolvedores desses programas foi explosiva. Disse Sunday Yokubaitis, presidente da americana Golden Frog, ao tocar o dedo na ferida: “Demos suporte à Apple quando ela batalhou contra o FBI para não comprometer a sua segurança. Então, estamos desapontados com o fato de que a mesma Apple tenha se curvado à pressão da China”. Yokubaitis referia-se ao caso, de 2016, no qual as autoridades americanas requisitaram à companhia a criação de um software que quebrasse medidas de segurança de iPhones, com o objetivo de se ter acesso a dados de celulares de terroristas. Tim Cook, CEO da empresa, disse não, alegando o direito à privacidade de clientes. Desta vez, Cook não se manifestou sobre os motivos que o teriam levado a vacilar em face da idêntica questão da liberdade de escolha dos usuários. Em situações pontuais, outros gigantes, como o Google, aceitaram exigências insensatas dos chineses. Contudo, a situação da Apple é mais delicada — em razão de seus produtos influenciarem hábitos de toda a sociedade. A submissão provavelmente ocorreu porque a fabricante tem receio de ser expulsa do país asiático, seu segundo maior mercado, atrás dos EUA — e no qual vem apresentando resultados desanimadores. O preocupante é que essa postura poderá servir de precedente para que outros Estados autoritários, como a Rússia, se sintam à vontade para fazer exigências similares. É lamentável. [Filipe Vilicic]

Christopher Kane: “Os designers devem se tornar mais relevantes”

Christopher Kane.jpgDesde que estreou na moda, em 2006, Christopher Kane fez de tudo. Expandiu sua etiqueta para linhas masculinas, acessórios e coleções de resort e pre-fall. Vestiu algumas das mulheres mais chics da atualidade, como Alexa Chung, Michelle Obama, Emma Watson e Kate Middleton, apenas para citar algumas.

Ganhou prêmios importantes da indústria, trabalhou com Donatela Versace na Versus, foi um dos nomes mais cogitados para assumir a Balenciaga após a partida de Nicholas Ghesquière e entrou para o grupo Kering, que também contempla Gucci, Alexander McQueen, Stella McCartney e Saint Laurent.

Recentemente incluído na lista de grifes do e-commerce Farfetch, ele abre caminho para o mercado brasileiro ao oferecer seus looks modernos, em que os tecidos tecnológicos são um destaque constante, assim como a preocupação com caimentos e shapes, sempre impecáveis. Em conversa com a ELLE, o estilista fala um pouco sobre o momento atual da moda e suas inspirações.

Você sempre foi muito criativo? Houve um momento em que percebeu que seria estilista de moda?
Eu não consigo me lembrar de não ser criativo. Sempre desenhei quando era criança, prestando atenção no corpo humano. Na Escócia, durante a minha infância, não sabia o que era um designer de moda. Isso nem era considerado um trabalho. Como sempre fui uma criança criativa, muito ligado às artes, cheguei ao colegial e comecei a ir a festas, fazer contatos com pessoas legais. Todos se vestiam muito bem, e logo depois veio a televisão, que adoro. Comecei a assistir muitos documentários, programas de moda e, a partir daí, decidi o que queria fazer da minha vida.

Você ainda assiste muita TV?
Somos melhores amigos. (risos)

O fato de ser o mais novo dos seus irmãos o influenciou?
Acho que tem a ver com ser próximo de minhas duas irmãs, que eram muito criativas. Sempre estive rodeado de mulheres. Não sei se essas coisas me levaram a ser um designer de moda, mas de qualquer forma a criatividade nunca faltou.

Na Central Saint Martins, você foi aluno da icônica Louise Wilson (que deu aulas para Stella McCartney e Alexander McQueen e faleceu em 2014). Como isso marcou o seu trabalho?
Louise foi formidável. Uma das pessoas mais incríveis que conheci. Ela era honesta, dura e forte e sempre exigia o máximo de mim, fazendo com que eu chegasse aos meus limites. Acabou também se tornando uma grande amiga, pois eu sabia que poderia confiar em sua opinião. Na maioria das vezes, ela me ensinou que a moda é um universo exigente, e não um conto de fadas. Louise me tirou da zona de conforto e me levou a um nível ao qual eu não pensei que poderia chegar. Serei sempre grato a ela por isso.

Fale sobre os primeiros anos na indústria.
O início é sempre difícil quando se pensa em termos de negócio. Nunca quis ser apenas um artista ou só criativo. Sempre tive ambição e vontade de ter um portfólio de clientes. Aprendi que para ter seu próprio negócio é preciso ir devagar.

Como você vê sua evolução desde então?
Tenho muitos desafios, mas também tenho sorte de ainda amar meu trabalho e isso é uma parte muito importante. Os desafios de hoje são os mesmos do começo, como me fazer feliz, gostar do que faço e obviamente me preocupar com a coleção, se está bonita, se vai vender, se vão gostar etc. Toda temporada é assim.

Já teve um bloqueio de criatividade?
Acredito que isso aconteceu com todo mundo. Os prazos são rígidos e, às vezes, não conseguimos pensar direito. Nessas horas, é melhor sair e respirar. Com tanta pressão, vêm os bloqueios. Mas, se você se distanciar um pouco, relaxar e levar a vida normal, as ideias voltam.

Qual é a sua filosofia de trabalho? Que tipo de impacto gosta de causar?
A paixão que está dentro do que faço é o que fica mais evidente ao meu público. Nunca quis ser mais um. Quero trazer o novo e, claro, tudo gira em torno de linhas fortes. É o que me separa do resto.

As silhuetas fantásticas que você constrói costumam vir acompanhadas de tecidos inovadores. Essa é uma preocupação constante no seu trabalho?
Isso está sempre na minha cabeça. Amo desenhar e construir looks diretamente no manequim, mas acredito que lidar com tecidos diferentes o separa dos outros porque dá mais liberdade e permite criar coisas a mão ou aplicar novas técnicas. Por outro lado, podemos comprar os mesmos tecidos que os outros e colocar detalhes especiais. É isso o que as pessoas querem de mim. Elas não querem vestidos simples.

De onde vêm suas inspirações?
Pode ser de qualquer coisa, como páginas de livros, um holograma, uma pessoas na rua. Ou então posso estar desenhando por horas e aí surge algo. Não me lembro da última vez que fui a uma galeria de arte. Não costumo fazer isso. Está tudo na minha cabeça.

Como você vê o see now buy now?
Pode funcionar sim, especialmente com acessórios. Mas, quando pensamos em um vestido lindo na passarela, as pessoas precisam saber o tamanho do esforço para chegar a ele. Há muito luxo envolvido nesse processo e o see now buy now segue o oposto desse conceito. É uma ideia de moda feita em série. É preciso ser cauteloso com isso.

Com tantas vozes na moda, como bloggers, editores, celebridades, quem você acha que está com o poder?
Para mim, as pessoas que realmente interessam são os consumidores. É para eles que eu trabalho. Hoje, existem muitas opiniões trazidas pelas mídias sociais e nem todo mundo se aprofunda para conhecer de fato quem está falando.

Você gosta do Instagram?
Acho muito legal, mas ele tem sido usado como ferramenta de pesquisa e isso é perigoso. Se você está vendo uma foto que talvez milhões de pessoas já tenham visto, ela deixa de ser uma inspiração única. Ele é ótimo para ver imagens, mas uma pesquisa deve ser feita de maneira tradicional, com livros, revistas, filmes etc. Quando você é alimentado por estatísticas e números gerados por um computador, não é honesto. Mas adoro usá-lo na minha vida porque sou uma pessoa virtual.

Dizem que as revistas impressas irão acabar. O que você acha disso?
Eu adoro revistas de moda, ficar atualizado, saber o que está acontecendo por meio delas e entendo o trabalho que existe por trás de uma publicação de moda. Acho que o papel não perderá seu status, pois precisamos disso tanto quanto precisamos de livros. Por que não podemos viver com todas as mídias?

Qual foi o seu maior aprendizado ao longo de sua carreira?
Acho que basicamente ser você mesmo e se manter original. É preciso ter paixão e não acho que haja algo bom ou ruim.

Existe alguma coleção favorita?
Amo todas e tudo o que já fiz porque aprendi muito com cada uma delas. Me educo a cada temporada e sempre há algo importante.

Sua marca entrou para o Farfetch, um dos e-commerces mais visitados no Brasil. Como define o estilo das brasileiras e a conexão delas com o seu trabalho?
Foi uma boa jogada trabalhar com ele e adoramos. Acredito que as brasileiras buscam cores e diferentes texturas. É um público que gosta de se destacar e isso é muito parecido com os escoceses. Só não temos as praias. (risos) As brasileiras sabem investir nos trabalhos manuais e gostam de diferentes estampas, então tem tudo a ver com o que faço.

Como vê o futuro da moda?
Acho que as pessoas precisam parar de fazer suposições e julgamentos. Os designers devem se tornar mais relevantes e livres e se posicionar cada vez mais. Vai ser muito mais sobre realizar o que sentem dentro de si, e não sobre seguir a indústria. Acredito que as pessoas irão atrás do que acham certo. Pode ser ficar quieto ou ser mais rebelde. [Chantal Sorti]

Aquaman | Amber Heard, a Mera do filme, publica nova foto dos bastidores

A atriz Amber Heard compartilhou uma nova foto dos bastidores de Aquaman, filme em que interpretará Mera. Confira:

Sem título.jpg66.jpgAquaman está previsto para 21 de dezembro de 2018. Além de Jason Momoa no papel principal, o elenco do filme conta com Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

Yahya Abdul-Mateen II deverá viver o vilão Arraia Negra. James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

Conheça David Beauciel, sapateiro da Balenciaga

28400c8c301be300db59c2be137551ab-480x435(Instagram @balenciaga/Reprodução)


Ele não gosta de fotos nem de muito papo. David Beauciel, 47 anos, é do tipo recluso, embora seus sapatos, botas e sandálias estejam entre os itens mais exibidos nas passarelas e nas redes, como as calças com cara de bota (ou seriam botas com cara de calça?) da Balenciaga. Ele tem trabalhado nos sapatos masculinos e femininos da marca desde que Demna Gvasalia assumiu a direção criativa. “Conheci Demna quando estávamos na Maison Margiela”, diz em entrevista à ELLE. “Ele entrou para a Balenciaga e me chamou.”

O acessório híbrido que criaram para o verão 2017 é uma espécie de eco da botinha meia, a peça que o estilista já havia desenvolvido para a sua marca própria, a Vetements. “Trabalhamos em cima do conceito de S&M(sadomasoquismo) nesse modelo, mas com um material mais fácil de usar. Criamos um efeito elegante, acetinado, como se fosse uma espécie de segunda pele, e juntamos o conforto ao sex appeal”, explica David. “These boots are made for walking!”, brinca, citando a música de Nancy Sinatra.

Juntos, o sapateiro e o estilista têm emplacado uma série de hits, usados por musas como Rihanna e Lotta Volkova. “Há uma comunicação instintiva entre nós. Nos entendemos com poucas palavras e Demna sempre me encoraja a testar todo tipo de material”, diz. “Mesmo o que é considerado inapropriado para o mercado de luxo entra no processo. Ele é um diretor criativo moderno e eu adoro isso.”

Em maio, o designer de sapatos assumiu também a direção criativa da francesa Robert Clergerie, após a saída de Roland Mouret. Apesar do sucesso, David evita holofotes. “Prefiro viver discretamente.” Ele nasceu em Romans-sur-Isère, no sul da França, região conhecida pelas fábricas de couro e tinturaria, onde está o Museu Internacional dos Sapatos (que tem cerca de 20 mil peças, feitas desde o século 17).  “Cresci nessa realidade. Lá, ou você é amigo ou parente de um sapateiro.”

Com espírito de artesão, desenhou para uma série de labels. Seu début, há 25 anos, foi como assistente de Jean Paul Gaultier. Passou ainda por Chloé, com Phoebe Philo, e Givenchy, ao lado de Riccardo Tisci, além dos trabalhos com Martin Margiela. Fora do país natal, colaborou com Stella McCartney e Salvatore Ferragamo, com o qual produziu, entre outras coisas, botas bem altas e de amarração para o verão 2013.

Com Haider Ackerman, em 2017, deixou bem clara sua assinatura: saltos descentralizados, mais jogados para a parte de trás. Esse desenho aparece na maioria de suas peças da marca pessoal, criada em 2015 e hoje à venda em dez países. “Me considero focado na construção. Sou um arquiteto de sapatos”, diz. As peças de sua marca são menos dadas a pirações e levam a sério o gosto da francesa por itens práticos e de design atemporal. “Crio sapatos para mulheres ativas e que precisam caminhar. Coloco o meu design e toda a minha técnica a serviço disso.” [Gabriel Monteiro]

Porter Magazine Fall 2017 Karly Loyce by Emma Tempest

Porter-Magazine-Fall-2017-Karly-Loyce-by-Emma-Tempest-2Photography: Emma Tempest. Styled by: Maya Zepinic. Hair: Ali Pirzadeh. Makeup: Janeen Witherspoon. Model: Karly Loyce.

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