A nova colab da Nike com Virgil Abloh, queridinho do Kanye West!

230817-nike-off-white7-590x417Virgil Abloh, da marca Off-White, assina parceria com a Nike


A nova parceria da Nike é com Virgil Abloh, da marca Off-White! O estilista reinterpretou 10 modelos icônicos da marca americana como o Air Max 90 e o Nike Air Max 97.

Virgil é formado arquiteto, trabalhou 14 anos como diretor criativo de Kanye West e é amigo próximo do rapper. Sua marca Off-White mistura influências da cultura hip-hop e do graffiti e já vestiu várias famosas como Beyoncé, Kendall Jenner e Nicole Kidman. Os tênis foram divididos em dois temas:”Revealing”, cortados à mão, e “Ghosting”, com cabedal transparente, que chegam às lojas em novembro no Brasil.

Nike: (11) 3004-5566

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Little Evil | Evangeline Lilly é a mãe do anticristo em trailer do filme da Netflix

A Netflix divulgou o trailer de Little Evil, filme protagonizado por Evangeline Lilly Adam Scott:

Na trama, Gary (Scott) acabou de se casar com Samantha (Lilly), a mulher de seus sonhos, quando descobre que o filho dela de 6 anos pode ser o anticristo. Eli Craig escreve e dirige e a estreia na Netflix está marcada para 1º de setembro.

Japan House abriga exposição que explora o papel e suas possibilidades no design

Mostra foi apresentada na feira Takeo Paper Show – voltada ao universo do papel e que ocorre no Japão desde 1965 – e passou por Taipé e Milão

1503774217728.jpgMais do que um simples suporte para trabalho ou estudo, o papel é matéria-prima para arte e design há milênios. E o fascínio que ele exerce no imaginário é o ponto de partida para Subtle – Sutilezas em Papel, em cartaz na Japan House São Paulo até 10 de setembro.

Com curadoria e direção de arte do designer Kenya Hara, a mostra destaca a tradição minimalista da arte japonesa nas 27 obras expostas. São diferentes texturas, nuances e traços em tipos variados do material – como o washi, considerado um patrimônio nacional do Japão, feito artesanalmente.

“Arte e design não são vistos como coisas distintas no Japão. Existe uma valorização da criatividade, seja em que mídia for. O japonês valoriza o trabalho manual e a inovação. E a exposição Sublte deixa essa relação bem clara”, diz Marcello Dantas, diretor de programação e curador da Japan House São Paulo.

1503774217759.jpgA exposição é dividida em dois eixos, Criação e Coleção. O primeiro reúne trabalhos de arquitetos, designers, artistas e diretores de arte e animação. O segundo convida o visitante a percorrer as próprias experiências e memórias relacionadas ao material, com rendas de papel, dobraduras e envelopes.

A mostra foi apresentada na feira Takeo Paper Show – voltada ao universo do papel e que ocorre no Japão desde 1965 – e passou por Taipé e Milão. Após a exibição em São Paulo, ela irá para Londres e Los Angeles. “Essa exposição retrata aspectos sublimes da arte japonesa – sua expressão em papel e a capacidade de fazer coisas no limite da percepção”, avalia Dantas. Av. Paulista, 52, metrô Brigadeiro. 10h/22h (dom. e fer., 10h/18h; fecha 2ª). Grátis.

SPFWn44: À la Garçonne prova que tem muito mais a oferecer

O desfile da etiqueta de Fábio Souza e Alexandre Herchcovitch aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo.

alga_v18_070.jpgPalco do Teatro Municipal, rendas, cetim, tules, vestidos delicados. Mc Guimê, Mc Rodolfinho, Kondzilla, moletons, macacões utilitários, parkas oversized. À La Garçonne, Àlagarçovitch. O mash-up e o remix estão na base do quarto desfile, e da própria essência, da marca de Alexandre Herchcovitch e Fabio Souza.

Um dia antes da abertura oficial da São Paulo Fashion Week a ÀLG levou seus convidados para o Teatro Municipal. O centrão fervendo logo cedo com shows de rap no calçadão, o movimento de compras e filmagens nas ruas laterais conversavam com a ideia do desfile e, na verdade, com o espírito de tudo de mais vivo que está sendo feito na moda atualmente. Para muitas grifes isso não cai bem, a mistura acaba artificial demais. Não é o caso aqui. O contraponto do street com ideias mais padrão de sofisticação e shapes clássicos é um repertório que a dupla de designers domina bem.

Segue firme, por exemplo, o esquema de parcerias. Tênis Vans, bolsas Escudero, calças e macacões agora feitos com a icônica Dickies, malharia Hering, lingerie Hope, entre outras duplas. O remix está também no styling de Mauricio Ianês e na própria ideia de algumas peças, como os vestidos de festa feitos com singelos tecidinhos florais, apresentados com saiotes cheios de tule.

A mão criativa de Herchcovitch está cada vez mais solta, e tanto aparece nos padrões de estampa, por exemplo, quanto em looks super marcantes como os microvestidos babydoll super volumosos. Os looks mais fashionistas dividem espaço com o fácil de usar, como o conjunto de top cropped e calça esportiva bege, bem Kardashianzinha.

A marca, que conquistou os fashionistas com suas peças pintadas à mão, mostra que tem muito mais a oferecer. No início, houve quem duvidasse do potencial de uma marca nascida de um garimpo vintage. Mas, como diz o funk, “os moleque é liso” e manjam do espírito da moda. PS: Um salve para Amanda Schon, a beauty artist mais ousada e cremosa da moda brasileira no momento. [Vivian Whiteman]

Diretora Rebecca Thomas de Stranger Things vai comandar filme ‘Intelligent Life’, escrito por Colin Trevorrow

sem-tc3adtuloRebecca Thomas (Stranger Things, A Pequena Sereia) foi contratada para dirigir Intelligent Life, romance de ficção científica escrito por Colin Trevorrow e Derek Connolly (via THR). Thomas também deve escrever algum material adicional.

Na trama, um funcionário das Nações Unidas faz contato com uma bela mulher, que pode ser uma alienígena, enquanto monitora o espaço exterior. Anteriormente, Ava DuVernay e Lupita Nyong’o estavam no projeto, mas ambas saíram por conflito de agenda. Não há data prevista para o começo da produção. [Camila Sousa]

Vogue Korea Setembro 2017 Gigi Hadid by Henrique Gendre

Sem título.png16Photography: Henrique Gendre. Styled by: Elizabeth Sulcer. Hair: Bryce Scarlett. Makeup: Erin Parsons. Model: Gigi Hadid.

Harper’s Bazaar UK Setembro 2017 Ola Rudnicka by Regan Cameron

Sem títuloPhotography: Regan Cameron. Styled by: Miranda Almond. Hair: Roku Roppongi. Makeup: Shinobu. Model: Ola Rudnicka.

Brasília ganha primeiro coworking dedicado a games do Brasil

1503704187087Com mil metros quadrados, galpão Indie Warehouse é liderado pela Behold, de games como Knights of Pen and Paper e Chroma Squad


A partir desse sábado, 25, um galpão de mil metros quadrados no Lago Norte, em Brasília, vai ganhar moradores especiais como robôs japoneses, naves espaciais e heróis mitológicos. Calma, não é uma invasão à capital federal: é a data marcada para a inauguração da Indie Warehouse, primeiro espaço de trabalho compartilhado (coworking) no Brasil totalmente dedicado a produtores e desenvolvedores de games. Com capacidade para receber até 100 pessoas, trabalhando todos os dias, o local quer transformar Brasília em um pólo nacional de produção de games.

À frente da iniciativa, está a Behold, um dos principais estúdios do País. Fundada em 2009, a empresa já fez jogos como Knights of Pen and Paper, que já vendeu mais de 1 milhão de unidades, e Chroma Squad, lançado recentemente para PlayStation 4 e Xbox One por uma parceria com a tradicional empresa japonesa Bandai Namco, dona de marcas como Pac-Man e Dark Souls.

“Dividir espaços com outros produtores de games sempre foi algo muito importante para a gente”, diz Saulo Camarotti, fundador da Behold. E foi mesmo: entre 2015 e o início deste mês, a empresa tinha como sede uma casa no mesmo Lago Norte.

Com direito a piscina e churrasqueira, o local era compartilhado com outros dois estúdios – a Bad Minions, de Brasília, e a Ôtus, de Novo Hamburgo (RS). “Agora, podemos ter até 15 empresas ao nosso lado”, explica Camarotti. Junto à Behold, três investidores-anjo participam da criação do espaço, que começa suas atividades com 30% da capacidade ocupada e 10 estúdios diferentes a seu lado.

Vida única. Para Camarotti, o principal motivo para criar um coworking dedicado aos games é a diferença dos negócios da área e de outras startups. “Investir num jogo tem um elemento de risco que não faz sentido para quem conhece o cotidiano das startups”, diz o desenvolvedor. “Um investidor de games não vai querer visitar um coworking que tem um estúdio, um advogado e uma professora de inglês, mas vai topar conhecer 10 estúdios diferentes.”

Outra vantagem para os estúdios presentes é compartilhar conhecimento e contatos. “Uma empresa que tem contato com parceiros como Sony, Microsoft, Google e Apple pode abrir as portas para as outras”, avalia Fernando Chamis, presidente da Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames).

Segundo Chamis, a união pode também ajudar as produtoras a financiar equipamentos avançados, como ferramentas de capturas de gestos, inviáveis hoje para a realidade do mercado brasileiro. “Para quem está sozinho, é uma grana absurda, mas que pode se tornar viável em conjunto.”

1503704187196Saulo Camarotti, da Behold: “dividir espaços com outros produtores de games sempre foi algo muito importante para a gente”.


Design de fases. Ao todo, a Indie Warehouse tem recepção, quatro salas de reunião e um espaço multiuso, que pode receber cursos para até 25 pessoas – uma das metas da Behold é ajudar estudantes que querem fazer seus primeiros jogos a terem um espaço. Além disso, há um lounge, uma área externa com estacionamento para food trucks (“útil para eventos de maratonas de criação de jogos”) e um auditório para 50 pessoas, com projetor equipado.

Outro destaque da infraestrutura está nos banheiros, com chuveiros e vestiários. “É bom para quando a gente precisa virar a madrugada acabando de criar um jogo”, exclama Camarotti. O investimento não é à toa: a ideia da Behold é que o espaço esteja sempre aberto, de domingo a domingo, 24 horas por dia, se adaptando à rotina de horários típica de desenvolvedores de jogos.

Além disso, a ideia do espaço é receber eventos para discutir o desenvolvimento de games – neste sábado, há uma série de palestras dedicadas ao mercado brasileiro de games, abordando temas como imprensa, game design, parcerias com publishers e até mesmo trilhas sonoras.

1503704216443Pedro Machado, da Glitch Factory, uma das empresas que já fazem parte da Indie Warehouse


Moedinhas. Quem quiser estar na Indie Warehouse tem três possibilidades. Frequentar o local é de graça; já quem quiser ter sua empresa permanentemente no local, “com direito a deixar todas as tranqueiras aqui”, como diz Camarotti, paga R$ 600 por mês para cada funcionário. A terceira forma é o que a Indie Warehouse chama de “plano rotativo”: por R$ 300 por pessoa, é possível ter acesso ao local e à infraestrutura, mas sem um espaço dedicado. “É para chegar e abrir o laptop onde der”, diz o desenvolvedor da Behold.

Para Pedro Machado, fundador do estúdio local Glitch Factory, o custo compensa – com oito funcionários, a empresa se mudou para a Indie Warehouse no começo dessa semana. “Passar o dia a dia só falando de games com outros desenvolvedores vai nos ajudar muito”, diz Machado, cujo time atualmente trabalha no game No Place For Bravery, previsto para 2018.

O preço, porém, foi um empecilho para a Bad Minions, que dividia cozinha, piscina e churrasqueira com a Behold até o mês passado. Segundo o game designer Leonardo Batelli, compensa mais alugar uma sala para a equipe de seis pessoas da empresa, que se prepara para lançar o jogo Alkymia. “O que pega para nós é o preço”, explica Batelli.

Para Fernando Chamis, da Abragames, o espaço tem potencial para se tornar uma referência no cenário nacional. “Brasília já é um espaço bacana de jogos, e concentrar empresas pode ser bom para atrair investidores”, diz. Segundo ele, a ideia pode ser replicada em outros Estados com bom cenário de desenvolvimento de games, como São Paulo e Rio Grande do Sul.

Serviço
Indie Warehouse
Endereço: SHIN CA 07, Lote 14, Lago Norte, Brasília
Site: indiewarehouse.com.br/

Harper’s Bazaar Rússia Setembro 2017 Marine Gaudin by Agata Pospieszynska

Harpers-Bazaar-Russia-September-2017-Marine-Gaudin-by-Agata-Pospieszynska-5Photography: Agata Pospieszynska. Styled by: Svetlana Vashenyak. Hair: Mirka Hajdova. Makeup: Celine Martin. Retouch: Karolina Koza-Marasek. Model: Marine Gaudin.