“My Name is Prince”: cantor ganha exposição em Londres!

Os fãs de Prince podem visitar a expô em Londres a partir do dia 26/10!

250817-prince-exposicao-01-550x415Depois de ser homenageado pela Pantone com a cor “Love Symbol #2”Prince ganha exposição em Londres! A “My Name is Prince” começa a ser exibida na O2 Arena em 26/10 e tem duração de 21 dias – número que marca o recorde de shows que o cantor realizou no local durante sua turnê “Earth“, em 2007.

A mostra conta com figurinos icônicos, guitarras e joias do artista que morreu em abril do ano passado. E claro, não ficam de fora peças que fizeram história em turnês como “Purple Rain“, em 1984, e “LoveSexy“, em 1988!

De acordo com o “The Guardian“, esta é a primeira vez que os pertences saem do acervo de Paisley Park, residência onde Prince vivia em Minnesota, nos EUA. Em entrevista ao jornal britânico, Tyka Nelson conta que o irmão sempre quis mostrar seus bens ao mundo. “Farei o que estiver ao meu alcance para tornar o desejo dele em realidade”.

Estudo global revela as 10 marcas mais autênticas segundo os consumidores

Empresas de tecnologia dominam o ranking, que inclui percepção do mercado brasileiro

brandssneakpeekEnvolvendo mais de 14 mil pessoas em 14 mercados, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, China e Brasil, a Cohn & Wolfe descobriu quais são as marcas consideradas mais autênticas.

estudo inclui 100 empresas, que será lançado na íntegra em 16 de outubro, mas a consultoria revelou as 10 primeiras colocadas. Dominado por marcas de tecnologia, o ranking traz Amazon na topo, seguida por AppleMicrosoft e Google.

Segundo a Cohn & Wolfe, a presença de tantas empresas tecnológicas se deve a presença e atuação delas no dia a dia das pessoas. A Coca-Cola não está na lista, por exemplo, mas considere quantas vezes você se lembra ou consome o refrigerante durante a semana. Já uma ferramenta do Google você com muito mais frequência, um iPhone está na sua mão o tempo todo, e o varejo (mesmo quando só pra pesquisa) é reinado da Amazon. Isso sem contar as recentes inovações com Alexa e liderança do Kindle como e-reader. []

Blogueiras contam como funcionam grupos de curtidas do Instagram

Blogueira era obrigada a dar ‘like’ em cerca de 350 posts por dia para seguir as exigências dos grupos de curtidas

O blog da advogada R. tem mais de 100 mil seguidores no Instagram e outros 200 mil fãs no Facebook. Apesar do sucesso nas redes sociais, ela participou até recentemente de grupos de curtidas no Instagram.

O início dela nesse mundo foi justamente para aumentar seu número de seguidores. “Quando fui convidada pela primeira vez, não tinha ideia de como funcionava. Achei legal experimentar quando me disseram que era uma chance de aumentar o número de seguidores. Isso acontecia porque se uma pessoa com muitos seguidores me curtisse, os fãs dela também passariam a me seguir.”

Ela chegou a participar de quatro grupos de curtidas no Instagram ao mesmo tempo. Isso lhe dava a obrigação de curtir cerca de 350 fotos por dia. O problema é que ela não tinha tempo para curtir tantas fotos manualmente.

“Também passou a me incomodar o fato de curtir foto de perfis com os quais não me identificava. Era uma coisa muito mecânica, desinteressante”, conta ela.

Para piorar, a blogueira diz que passou a ter problemas de relacionamento com participantes dos grupos. “Tinha gente do grupo de curtidas que mandava mensagem no direct perguntando por que não a seguia, já que ela me seguia. Mas eu não tinha vontade de segui-las e ficava chato dizer isso abertamente.”

Ela também se irritava com o descompromisso de alguns participantes do grupo, que não retribuíam os ‘likes’. “Os grupos demoram para perceber quem não segue as regras de curtidas. Até descobrir, essas pessoas recebem muitas curtidas sem curtirem ninguém.’

Por fim, ela desistiu dos grupos e saiu de todos. Também notou que esse sistema de curtidas não traz mais seguidores como antigamente. “Percebo que se recomendo um perfil, a pessoa recomendada ganha poucas curtidas. Se posto o vídeo de alguém, ganho muitos comentários de marcações – uma pessoa marca outra. Mas o dono do vídeo, mesmo citado, não ganha nada.”

A blogueira diz que nunca participou de grupos de comentários – formato que tenta aumentar a relevância da postagem porque acha muito artificial esse tipo de interação. “Não concordo com um comentário forçado, ter de escrever algo que reflete minha ideia.”

Segundo ela, muitos influenciadores recorrem a expedientes artificiais para inflar o número de seguidores para obterem patrocínio de marcas. “Mas esse método também está sendo descoberta. As marcas estão descobrindo que mais importante que as curtidas e seguidores é o engajamento. Não adianta ter um número falso, que não influencia de fato.”

Como funcionam os grupos

Os grupos de curtidas costumam se organizar no WhatsApp e perfis no Instagram. Os administradores do grupo criam hashtags que todos os participantes devem usar em suas postagens. Dessa forma, os participantes identificam os participantes do grupo e curtem as postagens.

Essas hashtags são trocadas periodicamente para evitar que sejam descobertas pelo Instagram ou por invasores – pessoas que não participam do grupo, mas tentam ganhar likes.

Esses grupos costumam trabalhar com regras rígidas: há um limite máximo de postagens diárias que podem usar a hashtag e um prazo máximo para curtir todas as fotos. Se o participante não curtir a foto no tempo determinado pode ser suspenso e, em último caso, expulso do grupo.

“Os grupos parecem seitas, onde as regras são rigorosíssimas para que ninguém receba curtidas sem retribuir. Até acho legal ter regras para que ninguém seja prejudicado, mas isso cria um estresse enorme para as moderadoras e para os participantes”, afirma a blogueira M., de São Paulo.

Há grupos que exigem apenas a retribuição de curtidas. Outros querem que os participantes sigam e curtam. E há os que envolvem seguir, curtir e comentar.

A blogueira chegou a criar um grupo de curtidas. “Meu grupo tinha regras mais flexíveis e para que o grupo fosse feito com parceria.”

Comprando likes

Como curtir manualmente fotos de todos os grupos de curtida dá trabalho, um grupo descobriu como automatizar esse processo. São pessoas que recebem para curtir por você.

Funciona assim: você deixa seu computador ligado à noite toda e dá acesso para uma pessoa remotamente entrar em seu perfil. Essa pessoa cobra uma mensalidade de cerca de 30 reais para curtir as fotos de outros perfis.

A blogueira M. chegou a participar de seis grupos de curtidas ao mesmo tempo, cada um com 200 integrantes. “O lado bom é que você ganha 1200 curtidas no seu post. Mas aí se dá conta que precisa curtir 1200 posts em 24h.”

Por isso, segundo ela, fazem sucesso aplicativos e serviços que realizam a tarefa de curtir os posts. “Você pagar um X no mês e recebe o programa. Após cadastrar as hashtags dos grupos no programa, você deixa o computador curtindo as postagens e vai dormir.”

A blogueira afirma o método deixou de fazer sentido com o tempo. “É lindo ter um post mega curtido, mas isso começou a parar de funcionar quando percebi que meu público real não estava preocupado com isso. Ou seja, não eram as curtidas e comentários quase automáticos que chamavam a atenção.”

Ela saiu de todos os grupos há mais de um ano e diz se sentir melhor assim. “Agora sei que meu total de seguidores e de curtidas é real, é meu mesmo. São comentários sinceros. Dessa forma sei medir exatamente meu posicionamento.” [Veja]

Exclusive Fashion Editorials Outubro 2017 Kadri Raudsepp by Luca Meneghe

3582cfa8d3f13342ea3c16e31b35bd7fPhotography: Luca Meneghel. Styled by: Aija Kivi. Hair : Ellu Arula. Makeup: Erle Talaki. Model: Kadri Raudsepp.

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Beijinho de coco em fashion film fofíssimo

Você conhece a Nufferton? É uma marca bem gracinha de pijamas unissex da Suécia – em tempos dessa tendência pijama, vale a pena dar uma olhada, viu? Mas o que a gente adorou mesmo foi esse fashion film que eles fizeram com a produtora argentina Landia, dirigido por Rodrigo Saavedra. Embalado por uma música delícia do duo de Estocolmo Niki & The Dove, o “Coconut Kiss” conquista porque ultrapassa a simples propaganda em forma de um curta bem fofo. Dá um play que vale a pena!

Compra de seguidores cria ‘celebridades’ nas redes sociais

Com oito mil reais qualquer pessoa pode se tornar um influenciador na internet, revela pesquisa

É possível se transformar em uma celebridade nas redes sociais da noite para o dia. Basta comprar likes, comentários e seguidores. Relatório da empresa de segurança Trend Micro mostra que é possível comprar 300 mil seguidores no mercado chinês por 2.600 dólares (cera de 8.000 reais).

Com 300 mil seguidores, o perfil passa a ser classificado como de sucesso pelas redes sociais. É uma forma de enganar o algoritmo, que determina a relevância de cada perfil com base em seu conteúdo e atividade na rede social. Como as postagens não são exibidas por ordem cronológica, perfis mais relevantes ganham preferência na hora de aparecer para outras pessoas.

Mas quem são as pessoas que compram esse tipo de produto? Na maior parte das vezes são candidatos a influenciadores digitais, que tentam convencer as marcas a investir neles. “Essas pessoas veem a compra como um investimento. Elas querem mais seguidores, curtidas e visualizações, porque quanto mais engajamento, supostamente mais você vale para as marcas”, diz o professor e coordenador de MBA em Marketing Digital na Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli.

Para Cassio Politi, CEO da Tracto Content Marketing, as marcas precisam reavaliar a forma de medir a importância desses influenciadores. “As marcas estão avaliando o peso do influenciador digital pelos números, e não pela influência em si, que é a capacidade que eles tem de fazer uma mensagem seguir a diante”, afirmou.

Os compradores de likes utilizam sua relevância nas redes sociais para fechar parcerias e patrocínios com as empresas. Normalmente, essa importância é medida pela quantidade de seguidores e curtidas em postagens. Para a marca, a vantagem é associar seu nome a um perfil que tem capacidade de influenciar a opinião de dentro de determinados grupos. “As marcas deixam de atirar de metralhadora para ser um sniper, que tem um rifle de alta precisão”, diz Miceli.

Segundo ele, não tem nada de ilegal em comprar likes e curtidas. “É antiético porque, na prática, gera um número que não existe. A empresa vai lá e vende o anúncio para 20 mil seguidores, mas na verdade 5.000”, afirmou o professor da FGV.

Mesmo assim, segundo ele, o investimento falso pode trazer um engajamento real. “Quando sua conta atinge um número relevante gente de verdade te segue, é um efeito manada. O que era fake vira verdade. Mas o conteúdo é essencial para longevidade e qualidade da página”, continuou.

Máquinas chinesas

Entre os países que comercializam curtidas, comentários e seguidores, a China é de longe a nação que mais se destaca. “Eles pegam diversos celulares e colocam os funcionários para interagir com os aparelhos. [É uma tática] para conseguir relevância manualmente porque uma conta automatizada pode ser detectada pelos algoritmos, é uma das brechas que existe”, disse o especialista em segurança da Trend Micro, Igor Valoto.

Conhecidas como “fazendas chinesas”, esses locais podem operar mais de 10.000 celulares ao mesmo tempo. Na Índia também se instalam fazendas para a comercialização de curtidas, comentários e seguidores.

russia-totem-compra-likesNa Rússia, a venda desse serviço é mais escancarada – no centro comercial Okhotny Ryad, em Moscou, uma máquina automática comercializa curtidas e seguidores.

Por 50 rublos russos (cerca de 2,70 reais) é possível abastecer a conta com 100 curtidas. Ao desembolsar 100 rublos (5,40 reais) o internauta ganha mais 100 seguidores no Instagram ou VK – equivalente ao Facebook no país.

Apesar de o Brasil ainda não contar com fazendas ou máquinas de auto atendimento, Valoto não descarta essa possibilidade para o futuro. “Com certeza esse mercado vai se expandir e será cada vez mais comum. As pessoas estão bastante ligadas na relevância”.

Enquanto isso, o mercado brasileiro oferece outras opções. O Brasil Liker afirma trabalhar com perfis reais do mundo todo, inclusive brasileiros. O serviço pode incluir curtidas, seguidores e visualizações em vídeos – há também pacotes semanais e mensais para Facebook, Instagram, YouTube e Twitter. O pacote mais barato é o de curtidas (para Facebook e Instagram) – a partir de 7,99 reais dá para comprar 100 curtidas.

O site não pede senhas e oferece teste para os interessados no produto – uma amostra de quantos seguidores, curtidas ou visualizações você pode ter com o serviço. Há também emissão de nota fiscal.

Outra empresa brasileira, o Suba.Me, tem serviços para Facebook, Instagram, YouTube e Twitter. Diferentemente do Brasil Liker, o site oferece curtidas para todas as redes sociais, mas o preço é mais salgado. No Twitter, o pacote mais barato com 1.000 curtidas sai por 57 reais.

A empresa também não solicita senhas e os compradores recebem uma garantia de 45 dias para casos em que o Twitter exclui o perfil e ela perde a quantidade de seguidores. Nesse caso, há a reposição.

“Os algoritmos fazem buscas frequentemente. Então um dia você vai acordar com 30% a menos do número de seguidores que tinha”, afirmou Miceli.

Facebook e Instagram desenvolveram ferramentas para identificar perfis falsos e os de pessoas que compram curtidas e seguidores. Uma vez identificada a fraude, o perfil pode ser excluído ou a conta pode ser bloqueada.

Recentemente, o Instagram também lançou um recurso para bloquear spams automaticamente. Ambos os sites realizam limpezas diárias para excluir perfis falsos.

Para Politi, esse tipo de artifício tem vida curta. “Não acho que é um mercado que tem futuro, os mecanismos de identificação de artimanhas avançam muito rapidamente”.

Faculdade de influenciador digital

Seja qual for o futuro desse mercado de compra, se profissionalizar na área de digital influencer se tornou possível. A Unibra (Centro Universitário Brasileiro), no Recife, é a primeira instituição brasileira a oferecer um curso para formar líderes digitais. O ensino de dois anos engloba aulas de inglês comercial, modelagem e estética visual e até economia.

O curso surge na onda do sucesso de influenciados digitais no Brasil, como os youtubers – que são autores de oito dos 10 livros mais vendidos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro de 2017.

Segundo o diretor geral da Unibra, Laércio Guerra, a procura é grande, principalmente entre os que trabalham com mídia digital nas regiões Sul e Sudeste. “Ainda não trabalhamos com o EAD (Ensino a Distância), mas se der certo iremos abrir um EAD para o curso no segundo semestre de 2018”.

Guerra se diz otimista sobre o futuro da nova especialização. “Do mesmo jeito que outros cursos se moldam, vamos mudar se necessário. A perspectiva é de que o influenciador digital sempre vai existir. O que muda é o formato e o curso vai se adaptar a isso”.

Os interessados já podem se inscrever no curso. Serão duas turmas, uma matutina e outra noturna, com 70 alunos por sala. A mensalidade será de 490 reais.

Casos como o do atriz Natallia Rodrigues mostram como as empresas e contratantes lidam com o potencial de influência nas redes sociais de cada um. Ela afirmou que perdeu um papel pelo “baixo” número de seguidores nas redes sociais – atualmente ela conta com 111 mil seguidores no Instagram.

A página Cenas da Teledramaturgia Brasileira repercutiu o depoimento de Natallia no Facebook.

Depois da publicação, a atriz Simone Gutierrez contou que também perdeu um papel por falta de engajamento nas redes sociais.

Para o professor da FGV, isso acontece porque as empresas precisam de volume para veicular suas propagandas. “As marcas precisam de números que impressionem”.

Politi afirma que as empresas erram ao olhar apenas para o número de seguidores, que pode ser facilmente manipulado. “Me assusta alguém tomar uma decisão assim, porque eles não olham a ressonância que aquela pessoa pode ter e sim para o número mais fácil e superficial que tem”. [Thaís Augusto]

Carta de Cathriona White, ex-namorada de Jim Carrey afirma que ele a introduziu a “cocaína, prostitutas, abuso mental e doenças”

Advogados de Cathriona White descobriram uma carta escrita em 2013 pela ex-namorada de Jim Carrey o acusando de ter passado a ela DSTs

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A ex-namorada de Jim Carrey afirmou que ele a introduziu a um mundo de “cocaína, prostitutas, abuso mental e doenças”, de acordo com uma carta recentemente descoberta, alegadamente escrita por Cathriona White em 2013.

O ator atualmente está sendo processado pela morte da ex-namorada em uma ação movida pelo ex-marido de White, Mark Burton, e a mãe dela, Brigid Sweetman. Ambos afirmam que Carrey usou um nome falso para obter os medicamentos que White usou para se matar em 2015 e que ele os forneceu apesar de saber que ela era propensa à depressão e já havia tentado suicídio. Eles também alegam que Carrey deu a White “três DSTs sem avisá-la”.

Na sexta-feira, Carrey respondeu com uma denúncia contra o advogado de White, Filippo Marchino, seu escritório The X Law Group, Burton e Sweetman, alegando que seu processo é apenas um de uma série de tentativas de extorsão feitas contra ele por membros do grupo. Após esse movimento de Jim Carey, o advogado de Burton e Sweetman, Michael Avenatti, revelou em uma declaração à revista People que os advogados que representam a família de White descobriram uma carta de White para Carrey “durante um exame forense do iPad da Sra. White”.

Avenatti afirmou em uma declaração que a “nota, escrita nas próprias palavras de Cathriona, mostra ao mundo como Jim Carrey a tratou enquanto ela estava viva e seu comportamento destrutivo. Estamos ansiosos para mostrar o nosso caso para um júri de Los Angeles “.

Na nota, supostamente escrita em seu iPad em 8 de abril de 2013, White escreveu: “Isto é o que eu quero, você me deu HSV e HPV, eu quero que você se desculpe por isso porque se preocupa o suficiente”. Além disso, White afirmou: “Quando eu te conheci, você me apresentou a cocaína, prostitutas, abuso mental e doenças”.

De acordo com a People, entre março e agosto de 2013, Cathriona White, “com a participação e assistência” de seu advogado, ameaçou “ir à imprensa” com falsas afirmações de que Carrey lhe havia passado DSTs. Eles supostamente tinham registros que mostravam que ela não tinha as DSTs antes de se encontrar com Carrey.

Em uma declaração, Carrey disse: “Infelizmente, cometi o erro há três anos de desistir e aceitar um acordo após declarações falsas feitas contra mim pelo Sr. Marchino, em nome de Cathriona (…) Eu não cederei uma segunda vez a essas mesmas acusações fraudulentas feitas pelo marido de Cat, Mark Burton. Eu também não sou responsável pelo que essas pessoas desesperadas descobriram inadvertidamente sobre a mulher que eu adorava”.

Schön! Magazine Autumn Winter 2017 Grace Gummer by Christos Karantzolas

Schon-Magazine-Autumn-Winter-2017-Grace-Gummer-1.jpgPhotography: Christos Karantzolas. Styled by: Nicolas Eftaxias. Hair: Menelaos Alevras at See Management. Makeup: Claire Bayley at L’Atelier NYC. Actress: Grace Gummer.

The Edit Setembro 2017 Cara Delevingne by Alexandra Nataf

Sem título33.jpgPhotography: Alexandra Nataf. Styled by: Ilona Hamer. Hair: Mara Roszak. Makeup: Molly Stern. Model: Cara Delevingne