Globo de Ouro ‘esquece’ diretoras após bom ano para cineastas mulheres

Só cinco mulheres foram selecionadas para competir na categoria de ‘melhor diretor’ na história do evento, que começou em 1944.

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Saoirse Ronan e a diretora Greta Gerwig filmam ‘Lady Bird’ (Foto: Divulgação)

O 75º Globo de Ouro premiará no domingo um homem como melhor diretor pela 74ª vez, excluindo as mulheres da disputa após um ano excelente para as cineastas.

Nos últimos 12 meses, Greta Gerwig se destacou com o aclamado “Lady Bird – A Hora de Voar”, enquanto Patty Jenkins bateu recorde de bilheteria com a superprodução “Mulher Maravilha”.

O drama racial de Dee Rees na Netflix, “Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi”, obteve 97% de aprovação no site de resenhas Rotten Tomatoes, e Kathryn Bigelow foi notícia com o drama criminal “Detroit em Rebelião”.

Quando se acrescenta a esta lista Sofia Coppola, Amma Asante e Valerie Faris, todas criadoras de filmes muito elogiados, parece ainda mais estranho que o Globo de Ouro só tenha indicado homens de meia idade na categoria de melhor diretor.

Espera-se que Guillermo del Toro ganhe por “A Forma da Água”, superando Martin McDonagh (“Três Anúncios por um Crime”), Christopher Nolan (“Dunkirk”), Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Steven Spielberg (“The Post – A Guerra Secreta”).

Um levantamento da agência France Presse mostra que só cinco mulheres foram selecionadas para competir na categoria de melhor diretor na história do Globo de Ouro, que começou em 1944.

Barbra Streisand, a única ganhadora por “Yentl” (1983), e Bigelow foram indicadas duas vezes, enquanto Coppola, Jane Campion e Ava Duvernay completam a pequena lista.

Sem mudanças
“O problema das diretoras em Hollywood gerou muito debate nos últimos anos”, disse Stacy Smith, professora da Universidade do Sul da Califórnia (USC). “A evidência revela que, apesar de receberem maior atenção, não houve mudanças para as mulheres que estão atrás da câmera”.

A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), a entidade de 90 membros que concede anualmente o Globo de Ouro, não quis comentar o assunto, mas fontes familiarizadas com o tema indicaram que seria injusto culpar exclusivamente essa organização por um problema que diz respeito a toda a indústria.

O Oscar é um exemplo disso, com seu recorde ainda pior de apenas quatro candidatas na categoria de direção desde 1927, incluindo Bigelow, que ganhou em 2009 por “Guerra ao Terror”.

Uma análise publicada na quinta-feira pela USC mostra que a igualdade de gênero é praticamente inexistente na indústria cinematográfica.

O estudo, chamado “Inclusão na cadeira do diretor?”, combina dados sobre gênero, raça e idade de 1.223 cineastas que trabalharam nos 1.100 filmes de maior arrecadação lançados entre 2007 e 2017. Apenas 4% eram mulheres, e entre elas só havia quatro negras, duas asiáticas e uma latina.

Cerca de metade dos homens na lista trabalharam em outro filme sucesso de bilheteria durante essa década, enquanto mais de 80% das mulheres não foram contratadas para nenhum outro grande projeto cinematográfico.

O estudo da USC é atualizado todos os anos, e só oito mulheres foram adicionadas em 2017, um sinal de que se avançou pouco, segundo Smith.

Mudar a forma de pensar
O estudo aponta a Warner Bros. como o estúdio que lançou a maior quantidade de filmes dirigidos por mulheres, mas o número continua sendo baixo: apenas 12 em 11 anos.

Enquanto isso, menos de um quinto dos membros da diretoria das sete principais empresas de entretenimento são mulheres, e os homens executivos de cinema ultrapassam as mulheres em uma proporção de mais de dois para cada uma.

Jessica Chastain, duas vezes indicada ao Oscar e ativista pela igualdade de gênero, indica que o sexismo institucional, longe de ser só um problema de Hollywood, é fruto de um sistema patriarcal que inclui Wall Street e os meios de comunicação.

A californiana de 40 anos disse à AFP em uma entrevista recente que percebeu a discriminação inclusive antes de iniciar sua carreira, enquanto estudava na prestigiosa Escola Juilliard de Nova York.

“Muito cedo percebi que cada turma era dois terços masculina e um terço feminina e perguntei a um professor: ‘Por que não é 50/50?'”, disse Chastain, indicada a melhor atriz dramática por “A Grande Jogada”. “E ele disse: ‘Bom, há mais papéis para homens que para mulheres'”.

“Como vamos mudar este lugar se não se muda essa forma de pensar?”  [France Presse]

Obama será 1º convidado de novo talk show de David Letterman no Netflix

Programa do Netflix terá o ex-presidente dos Estados Unidos.

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Obama e David Letterman (Foto: Divulgação/Netflix )

O veterano apresentador de talk show norte-americano David Letterman voltará à TV no dia 12 de janeiro com um novo programa do Netflix no qual seu primeiro convidado será o ex-presidente norte-americano Barack Obama. O anúncio foi nesta sexta-feira.

Chamada “My Next Guest Needs No Introduction with David Letterman” (“Meu próximo convidado dispensa apresentações”), a série de seis episódios terá entrevistas com:

  • George Clooney, ator
  • Jay-Z, rapper
  • Howard Stern, radialista
  • Tina Fey, comediante
  • Malala Yousafzal, ativista de educação e Prêmio Nobel da Paz

A entrevista de Letterman com Obama marcará a primeira aparição do ex-presidente na TV desde que deixou o cargo, em janeiro de 2017.

Letterman, de 70 anos, deixou o comando do “The Late Show” em maio de 2015 dizendo que queria passar mais tempo com a família depois de mais de 30 anos apresentando um programa de fim de noite.

Sua volta à TV no Netflix foi anunciada em agosto de 2017, quando o apresentador de língua afiada disse que o papa Francisco e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estariam no topo da lista de convidados que gostaria de ter na atração.

O Netflix informou que a nova série consistirá de episódios de 60 minutos girando em torno de “uma figura extraordinária que Dave acha fascinante” e que as entrevistas acontecerão dentro e fora do estúdio. [Reuters]

Jimmy Iovine vai deixar a Apple Music em agosto, diz Billboard

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Jimmy Iovine é presidente do serviço de streaming de música Apple Music.

(Reuters) – O magnata da música Jimmy Iovine supostamente irá deixar o serviço de streaming de música da Apple em agosto, relatou na quinta-feira a revista Billboard, citando diversas fontes não identificadas e o site da indústria musical Hits Daily Double.

Iovine é mais conhecido por ser cofundador da Interscope Records, uma pioneira gravadora de rap que se ramificou para incluir artistas como Lady Gaga e U2.

A saída de Iovine é provavelmente ligada às suas ações que tem da Apple, de acordo com a reportagem da Billboard, que seguiu um relato inicial da seção “moinho de rumores” do Hits Daily Double.

O ex-CEO da Interscope se juntou à Apple em 2014 após a fabricante do iPhone comprar a Beats Electronics, companhia de áudio cofundada pelo influente produtor de hip-hop Dr. Dre e Iovine, por 3 bilhões de dólares.

 A Apple se negou a comentar.

A companhia informou à Billboard em setembro que possuía 30 milhões de assinantes no Apple Music. [Sonam Rai]

Participação da mulher negra na publicidade brasileira aumentou em 2017, mas ainda com destaque para celebridades

Comunidade LGBT e pessoas com algum tipo de deficiência seguem “invisíveis” na propaganda

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Taís Araújo (Foto: Fabio Bartelt – Monster Photo) 

Pelo quinto ano consecutivo, a Heads Propaganda realiza a pesquisa “TODXS?”, que funciona como uma análise da representatividade na publicidade brasileira. O destaque para os resultados referentes a 2017 vai para o aumento da participação da mulher negra em campanhas de TV.

Em 2015, apenas 1% das mulheres em comerciais eram negras. Em 2016, 13%, e agora em 2017, 21%. O número ainda é baixo, e dentro dele, 69% dessas protagonistas negras são celebridades, mostrando que ainda há um longo caminho a ser percorrido até que a mulher negra fora dos holofotes seja mesmo representada.

imageQuando analisados sob a ótica do empoderamento, os comerciais que “empoderam ao quebrar estereótipos” chegaram a 31% do total e superam as campanhas que reforçaram estereótipos de gênero. Número ainda longe do ideal, mas superior aos 12% registrados em 2015 e aos 25% em 2016.

Já os comerciais que reforçam estereótipos de gêneros são 18%, mesmo percentual do período anterior.

Entre os homens, 87% dos protagonistas são brancos, o que mostra que a situação dos homens negros dentro da publicidade brasileira continua estagnada em apenas 7%, mesmo número dos anos anteriores.

image-1Comunidade LGBT e pessoas com deficiência
Embora reúna milhões de pessoas em todo o Brasil, o grupo formado por pessoas com algum tipo de deficiência ainda é invisível para a publicidade brasileira. De acordo com o estudo, somente 0,12% dos 2.451 comerciais de TV analisados tinham entre os personagens alguém com algum tipo de deficiência. Ou seja, três entre todos.

A mesma invisibilidade vale para a população LGBT, com apenas 0,33% da mesma representada em elencos de campanhas,  o que significa apenas oito comerciais entre os quase três mil analisados.

Campanhas digitais
Além da televisão, 142 marcas de 24  segmentos diferentes foram analisadas no Facebook, revelando que o quadro geral não é muito diferente. Entre as protagonistas mulheres, apenas 16% são negras, um resultado menor que da TV.

Já entre os homens, 19% dos protagonistas são negros, índice maior que os 11% de um ano atrás, mas ainda distante do ideal. Os brancos somam 72% de brancos.

Na rede social, 18% dos posts “empoderam ao quebrar estereótipos”, enquanto outros 6% reforçam estereótipos de gêneros. Já 73% são considerados neutros. O número elevado se justifica pela característica das redes de muitos posts com produtos, objetos em geral ou animações. [Soraia Alves]

Em busca de talentos da tecnologia no Canadá

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Tim Delisle, o primeiro à esquerda, e Bryan Russett, da Datalogue, abriram um escritório em Montreal. (Renaud Philippe para The New York Times)

NOVA YORK — Uma startup de inteligência artificial em Nova York estava pensando em expandir suas operações, contratando mais engenheiros que conhecem uma linguagem de programação específica.

Os profissionais contratados eram do Marrocos, Belarus, França, Geórgia e Canadá. Mas não estão trabalhando em Nova York, e sim em Montreal, onde as políticas de imigração tornam possível obter autorizações de trabalho em questão de duas semanas, e a indústria canadense da tecnologia está atraindo agressivamente as empresas estrangeiras.

“A ideia de ir aos Estados Unidos está se tornando cada vez menos atraente”, disse Tim Delisle, 26 anos, um dos fundadores da startup Datalogue, que usa inteligência artificial para preparar e sintetizar dados para outras empresas. Ele acrescentou que trabalhadores estrangeiros buscam a estabilidade maior que o Canadá oferece em relação aos EUA.

Embora muito tenha se falado nas políticas do presidente Donald J. Trump que reprimem a imigração ilegal, o governo também agiu no sentido de limitar a imigração legal, especialmente na indústria de tecnologia, que atrai muitos trabalhadores do exterior. Levando-se em consideração as tarifas jurídicas e processuais, a obtenção de um visto H-1B pode custar, segundo advogados, até US$ 6 mil a uma empresa, num procedimento que leva meses. Além disso, o resultado é tão incerto como o de uma loteria, com centenas de milhares de solicitantes para 85 mil vistos concedidos anualmente.

Em comparação, a agência de imigração do Canadá deu início em junho à Estratégia de Habilidades Globais, voltada para trabalhadores estrangeiros altamente qualificados, que podem obter sua permissão de trabalho em duas semanas.

Com as políticas de imigração do governo Trump, “estamos quase dizendo, ‘não venham’”, explicou Sunil Hirani, cofundador da trueEx, um mercado eletrônico global de taxas de juros, também de Nova York. Ele chegou à cidade quando criança, há 40 anos, vindo da Índia. “Como podemos oferecer um programa do tipo ‘Venha morar em Nova York’ se as pessoas que trazemos a Nova York serão expulsas? É uma ideia impossível de vender”.

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Datalogue, uma startup de Nova York, decidiu abrir um escritório em Montreal, acima, em vez de enfrentar o caro e incerto processo de tentar a obtenção de vistos americanos para seus trabalhadores imigrantes. (Renaud Philippe para The New York Times)

No ano passado, a presidente e diretora-executiva da trueEx, Karen O’Connor, estava pesquisando alternativas para expandir o grupo de engenheiros de computador da empresa. Um consórcio ligado à Montreal International, parceria público-privada que recruta empresas estrangeiras para que se instalem no Canadá e oferece apoio uma vez que chegam ao país, convidou-a a visitar o Canadá. Karen disse que a empresa de 50 funcionários poderia poupar mais de US$ 1 milhão em salários se contratasse engenheiros residentes em Montreal.

Mas após a eleição de Trump, a trueEx hesitou, avaliando o clima; agora, a empresa pensa novamente numa expansão para o norte da fronteira em 2018, segundo Karen, em parte porque a empresa recebeu uma breve visita de agentes do departamento federal de segurança interna para verificar os registros de emprego de seus funcionários detentores de vistos H-1B. Para os executivos da empresa, o processo foi de abalar os nervos.

Apesar da expansão da Datalogue para Montreal, Delisle disse que a empresa tem, agora, mais acesso a clientes de Nova York e, por isso, ele manteve sete funcionários na cidade para cuidar de vendas e marketing.

Embora a indústria da tecnologia continue prosperando em Nova York, sendo o segmento de crescimento mais rápido da cidade, o fechamento de escritórios inteiros de empresas que se mudam para o Canadá pode ser um problema, explicou Kevin Ryan, empreendedor que fundou meia dúzia de startups.

“Quando alguém decide não vir até aqui trabalhar numa startup e prefere tentar um emprego em Toronto, algumas dessas pessoas podem decidir fundar novas empresas do outro lado da rua”, disse ele. “O impacto mais amplo será sentido durante décadas, literalmente”.

Tim Delisle, o primeiro à esquerda, e Bryan Russett, da Datalogue, abriram um escritório em Montreal.

Tim Delisle, à esquerda, e Bryan Russett, fundadores da Datalogue, abriram um escritório em Montreal para atrair imigrantes talentosos que enfrentam barreiras para entrar nos EUA.

Datalogue, uma startup de Nova York, decidiu abrir um escritório em Montreal, acima, em vez de enfrentar o caro e incerto processo de tentar a obtenção de vistos americanos para seus trabalhadores imigrantes. [Liz Robbins]

Khloé Kardashian conta como foi pressionada por sua família para perder peso

Segundo a empresária, sua mãe e irmãs acreditavam que a forma física dela estava prejudicando a marca Kardashian

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Khloé Kardashian passou por uma grande perda de peso

Khloé Kardashian, irmã mais nova de Kim e uma das estrelas do reality show Keeping Up With The Kardashians, passou por uma grande transformação física desde que começou a ficar famosa, há dez anos. A empresária perdeu bastante peso (ela não revela quantos quilos), e hoje possui uma rotina de treinos e alimentação saudável. Esse processo de emagrecimento virou um livro, chamado Strong Looks Better Naked, e um reality show em que ela incentiva as pessoas a perder peso, o Revenge Body.

No primeiro episódio da nova temporada deste programa, que será exibido no domingo, 7, nos Estados Unidos, Khloé revela que sofreu pressão de sua família para emagrecer. “(Elas disseram) ‘Khloé, você precisa perder peso, porque está realmente prejudicando a marca'”, ela lembrou. “Eu acredito que não é o que você diz, mas como diz… Entendo que estava vindo do lado de negócios da minha família, mas me machucou.” Um teaser do episódio foi postado no Stories do Instagram de Khloé.

Nova campanha do Tinder mostra a evolução dos encontros e como ele veio para simplificar tudo

Relacionamentos eram simples, a sociedade complicou e o Tinder simplificou de novo

O novo comercial do Tinder mostra como marcar um encontro ou iniciar um relacionamento não deve ser um bicho de sete cabeças. O app nos lembra que o processo é tão simples, que até mesmo os homens das cavernas eram capazes de fazer.

O que era fácil, porém, foi ficando complicado com o passar dos anos e as regras que a sociedade foi impondo (e que parecem nunca chegar ao fim). Mas aí surgiu o Tinder, salvador dos corações à procura de um amor, e o aplicativo voltou a deixar o processo de flerte, encontro e relacionamento mais fácil.

A produção é da agência Buck, de Los Angeles, com direção de Kevin Butler. A intenção da peça é mesmo reproduzir a história de relacionamentos em toda a humanidade. [Soraia Alves]

Empresa americana Acton lança óculos inteligente que posta fotos no Instagram e Facebook

Chamado de ACE Eyewear, o produto é equipado com uma câmera de 8MP e pode filmar vídeos em HD

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ACE Eyewear podem fazer fotos de 8 megapixels e filmar vídeos em HD de até 40 minutos.

Uma empresa norte-americana chamada Acton, conhecida por fabricar skates eletrônicos, resolveu investir em óculos de sol inteligentes. Com uma câmera de 8 megapixels na lateral, os óculos, chamados de ACE Eyewear, podem tirar fotos e filmar vídeos em HD. O principal destaque do produto, no entanto, é que as imagens e vídeos capturadas por ele podem ser compartilhadas em tempo real no Facebook, Instagram e YouTube por meio de um aplicativo para smartphone.

A câmera do acessório possui um ângulo de 120º, o que ajuda na captação de imagens mais abertas, conforme a visão de quem usa o produto. Para tirar uma foto ou filmar, é só apertar o botão do obturador que fica sobre a lente da esquerda. A bateria da câmera pode ficar uma hora e meia filmando em modo contínuo e até 80 horas se não utilizada. O produto também é a prova de água e poeira e vem com 4GB de memória.

Por enquanto, os óculos estão em pré-venda no site da companhia por US$ 99, mas seu preço regular será de US$ 199. Segundo a companhia, as unidades compradas agora serão entregues até abril deste ano.

A ideia de um óculos de sol com câmeras, contudo, não é nova. O ACE Eyewear surge após a Snapchat ter lançado em 2016 os óculos Spectacles, que podiam registrar e publicar fotos e vídeos exclusivamente no aplicativo da empresa. De lá para cá, o dispositivo não ganhou muito mercado nos Estados Unidos e na Europa, onde eram vendidos em máquinas de produtos da companhia. Com o óculos, a Snapchat perdeu cerca de US$ 40 milhões.

O ACE, apesar de parecido com o produto lançado anteriormente, tem como vantagem o fato de poder publicar as imagens capturadas em diversas redes sociais. Além disso, enquanto os Spectacles filmavam vídeos somente em formatos redondos, o produto da Acton oferece imagens mais retangulares. Outro benefício do ACE é a possibilidade de filmar vídeos longos de até 40 minutos, enquanto o produto da Snapchat era limitado a 10 segundos de vídeo. [Link]

Raquel Zimmermann – Daniel Jackson – Vogue Alemanha – Fevereiro 2018

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Vogue Germany February 2018

Raquel Zimmermann é capa da nova edição da Vogue Alemanha, photographed by Daniel Jackson, styled by Christiane Arp e Nicole Knels com hair by Ward e makeup by Romy Soleimani.