Apple não tem estoque de baterias de iPhone nos EUA, diz site ‘The Verge’

Para trocar baterias de iPhones 6, 6 Plus e 6s os consumidores norte-americanos precisarão esperar entre duas semanas a três meses

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Consumidores norte-americanos podem ter que esperar até março para trocar baterias de iPhones

Após prometer que venderia mais barato a usuários interessados em trocar baterias de celulares danificadas, a Apple tem distribuído comunicados internos dizendo que não conseguirá atender a pronta demanda. As informações, publicadas no site The Verge, dão conta de que usuários de iPhone 6 Plus só poderão substituir suas baterias danificadas a partir do fim do mês de março.

Segundo a publicação do The Verge, um documento foi enviado pela Apple às lojas da marca e provedores de serviços autorizados informando que baterias de iPhone 6 e iPhone 6s Plus só estarão disponíveis em duas semanas. Já as de iPhone 6 Plus só estarão disponíveis entre o fim de março e começo de abril.

A empresa de tecnologia anunciou em dezembro que venderia o produto mais barato para compensar as falhas causadas em iPhones antigos devido a atualização de software. No caso do iPhone 6 Plus, cada bateria custaria US$ 29.

Os prazos, diz a publicação, foram definidos para as lojas dos Estados Unidos e ainda não há informações de como afetará outros mercados. A Apple não comentou a reportagem.

No Brasil, a Apple confirmou que não há registros de atrasos ou falta de estoque no País.

JustiçaDiversas ações judiciais foram representadas no Estados Unidos e em outros países do mundo contra a Apple, após a empresa divulgar que tornava lentos os celulares de modelos mais antigos para corrigir um defeito de bateria.  Esta semana, o senado dos Estados Unidos pediu explicações sobre os motivos que levaram a empresa a tornar os aparelhos mais lentos. A Apple ainda não se pronunciou oficialmente sobre essas ações.

Neurocientista, estrela Mayim Bialik de ‘Big Bang’ lança guia para garotas

Mayim Bialik fala sobre mudanças no corpo, estereótipos sociais e empoderamento em novo livro, misturando ciência com experiências pessoais

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Capa do livro “‘Girling Up’ – Como se tornar uma mulher saudável, esperta e espetacular”, da atriz americana Mayim Bialik (Primavera Editorial/Divulgação)

A atriz Mayim Bialik, famosa por dar vida à neurobióloga Amy na sitcom americana The Big Bang Theory, não é inteligente apenas nos papéis que interpreta na TV. A artista exibe com orgulho um PhD em neurociência pela renomada Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos. Com 42 anos e dois filhos, a americana acaba de lançar seu terceiro livro, um guia sobre puberdade voltado para jovens mulheres.

Publicado com o título de Girling Up – How to Be Strong, Smart and Spectacular(“Girling Up – Como se tornar uma mulher saudável, esperta e espetacular”, Primavera Editorial, 155 páginas, 34,90 reais), o livro fala sobre as mudanças físicas e hormonais no corpo das meninas do ponto de vista da neurociência, trazendo explicações científicas de forma compreensível. Além disso, a obra também discute estereótipos sociais e saúde mental feminina, trazendo experiências da vida pessoal de Mayim. Ela estrelou na televisão com apenas 14 anos, na série americana Blossom.

Em entrevista a VEJA, a atriz fala sobre seu novo livro, maternidade, feminismo e ciência.

 

No livro, a senhora fala sobre como lidar com o que acontece com o nosso corpo física e psicologicamente durante a puberdade. Qual importância de discutir isso com as meninas?
Eu acho que nós vivemos em uma sociedade que é muito dominada pela opinião dos homens. Na maior parte da história da humanidade, as mulheres confiaram umas nas outras para obter apoio e aprender em conjunto. Por isso, encorajar as jovens a compreender como ocorrem essas mudanças e o desenvolvimento do organismo é o primeiro passo para que meninas e mulheres reconquistem o direito sobre seus corpos – coisa que todas nós merecemos.

Por ter começado a atuar cedo, a senhora viveu quase toda a puberdade na mira do público. Isso influenciou de alguma forma sua passagem pela adolescência? 
Crescer em frente aos olhos do público foi um grande desafio. Acabei me tornando consciente dos padrões impostos às mulheres na nossa sociedade ainda muito nova, principalmente por causa do meio em que trabalhava. Naquela época, gostaria de ter dito a mim mesma que talvez nunca me encaixasse na sociedade da maneira que acreditava que deveria me encaixar, mas tudo bem, porque isso ficaria menos doloroso de aceitar com o tempo. Felizmente, sempre fui tratada muito bem dentro do set de filmagem e minha equipe tinha muito respeito por mim. Acredito que crescer e aprender os benefícios e malefícios do mundo dos negócios me fez amadurecer mais rápido.

Quando surgiu o interesse por ciência? 
Eu tive um professor de biologia quando tinha 15 anos que despertou em mim o amor pela ciência. Terminei de gravar Blossom quando eu tinha 19 anos, naquela época já havia acabado o Ensino Médio há dois anos. Meus avós, imigrantes, tinham uma tradição muito forte de fazer faculdade. Então, quando eu terminei o programa na TV, pensei que essa seria a oportunidade ideal para ingressar em uma graduação – neurociência.

Alguém duvidou da sua capacidade de se tornar uma neurocientista? 
Muitas pessoas duvidam das mulheres, por todos os tipos de motivos. Para mim, foi muito difícil ser uma minoria nas minhas aulas de ciência. Eu tive meu primeiro filho durante a graduação e recebi meu doutorado com oito meses de gravidez do segundo. E, apesar de ser muito bom ser mãe, ficou incrivelmente difícil equilibrar tudo aquilo. Mas tive vários exemplos de pessoas fortes na vida e isso me fez querer ter certeza de que estava estudando muito para acompanhar todos os outros estudantes.

Como mãe de dois meninos, a senhora acredita que homens também têm um papel importante no combate à desigualdade de gênero? 
Feminismo é, por definição, uma crença no fato de que as mulheres têm certas habilidades que ultrapassam as distinções de raça, classe social e gênero. Homens e mulheres, juntos, podem apoiar essa missão. Meninos podem ser feministas, assim como meninas. E, sim, homens e mulheres podem não ser iguais, mas é necessário que as pessoas entendam que eles precisam ser igualmente respeitados e apreciados por todas as coisas especiais que possuem. [Leticia Fuentes]

Tully | Charlize Theron lida sozinha com as dificuldades da maternidade em novo trailer

Comédia é da mesma equipe responsável por Juno

Focus Features revelou o primeiro trailer de Tully, comédia da mesma equipe que foi responsável por Juno. No vídeo, Charlize Theron precisa cuidar sozinha dos três filhos e a tarefa não é nada fácil.

O estúdio também divulgou duas imagens da comédia (via Collider):

DFAM | Drummer From Another Mother

A Moog Music apresenta o Drummer From Another Mother (DFAM), a primeira adição ao ecossistema Mother de sintetizadores analógicos semi-modulares. O DFAM é um instrumento eletrônico original para a exploração de novos conceitos em ritmo e ressonância.

O circuito totalmente analógico do DFAM se comporta de maneira semelhante a um organismo vivo, reagindo de maneiras diferentes às entradas de diferentes indivíduos. A Moog Music contratou três artistas para demonstrar os sons do novo instrumento: DJ Haram, Stud1nt e Umfang – todos membros do coletivo Discwoman de NY. Veja como eles exploram o novo sintetizador de percussão analógico semi-modular a partir de seus próprios espaços criativos.

O Drummer From Another Mother (DFAM) é um sintetizador de percussão analógico semi-modular altamente interativo e um desvio vibrante da bateria eletrônica tradicional – apresentando uma abordagem prática expressiva para a criação de padrões percussivos. Através da exploração e experimentação, o vasto potencial deste instrumento analógico expressivo é realizado.

O DFAM já começou a ser enviado pela Moog Factory e já está disponível nos revendedores autorizados Moog Music em todo o mundo.

Esquadrão Suicida 2 | Michael De Luca será produtor da sequência

Ele foi um dos responsáveis por A Rede Social e Capitão Phillips

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Suicide Squad


Warner Bros. incluiu Michael De Luca como um dos produtores de Esquadrão Suicida 2, de acordo com a Variety. Ao longo da sua carreira, De Luca esteve envolvido em produções como A Rede Social Capitão Phillips.

Segundo o site, este movimento do estúdio mostra uma nova tentativa de reconfiguração do universo da DC nos cinemas. Ao que parece, a Warner Bros. optou por ter uma figura central por projeto em vez de uma só pessoa monitorando todos os filmes.

Gavin O’Connor, de O Contador, assina o roteiro da sequência e também comandará a produção. O longa é considerado como prioridade dentro da WarnerAs filmagens devem começar em outubro.

Esquadrão Suicida 2 segue sem data de lançamento confirmada, mas deve contar com o retorno de Will SmithMargot RobbieJared Leto, entre outros. [Mariana Canhisares]

YouTuber Logan Paul perde acordo de publicidade do Google

Após filmar uma cena de suicídio na floresta Aokigahara no Japão e expor em seu canal, o YouTuber Logan Paul perdeu um importante acordo de publicidade do Google que irá limitar seus ganhos na plataforma.

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O youtuber Logan Paul na floresta Aokigahara no Japão


O YouTuber foi removido do Google Preferred, uma seleção com os cinco maiores criadores do YouTube que recebem uma preferência das marcas que tenham interesse em publicar anúncios em vídeos.

Além disso, o YouTube Red também congelou os projetos originais de Paul, como a sequencia de seu filme de ficção científica, The Thinning, que seria exibido no portal de vídeos.

Esta não é a primeira vez que o YouTube toma medidas drástica por causa de conteúdo questionável.

Em fevereiro de 2017, YouTube e Disney cancelaram seus acordos com PewDiePie, o maior canal do YouTube com mais de 50 milhões de inscritos, após vídeos contendo clipes anti-semitas e imagens nazistas. [Google Discovery]

Queijos brasileiros ganham destaque no mercado gastronômico

A fabricação artesanal de queijos cresce e aparece no País, ganhando lojas especializadas e os melhores restaurantes nacionais
Por Alessandra Blanco

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Sabores do Brasil, em sentido horário, a partir da esquerda: os queijos Giramundo, Pirâmide do Bosque, Mogiana, Dona Carolina, Cuesta e Tropeirinho, todos de fabricação artesanal paulista e à venda em empórios especializados, como A Queijaria e Mestre Queijeir (Foto: Xico Buny)


Os franceses costumam dizer que existem mais tipos de queijos catalogados no país que dias do ano para consumi-los. No Brasil, ainda não chegamos lá, mas temos trilhado o mesmo caminho: em lojas especializadas, corners inteiros de empórios, feiras ou nos cardápios da cidade, a produção artesanal nacional tem ganhado cada vez mais espaço.

“Não me atrevo a dizer que temos um queijo para cada dia do ano, mas vamos chegar lá rapidamente”, diz Bruno Cabral, pesquisador do assunto e dono da loja Mestre Queijeiro, charmoso espaço no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Os queijos mineiros deram o pontapé nessa história: o Canastra virou uma celebridade nacional, aumentando a procura, as possibilidades de consumo e, com isso, a fabricação. Criaram-se discussões sobre técnicas, legislação para comercialização e oportunidades para a produção artesanal em diversas regiões do País.

O interesse pelo consumo do Canastra, que há cinco anos era quase impossível de ser encontrado fora de Minas Gerais, fez expandir esse mercado em geral. O laticínio brasileiro deixou de ter uma produção familiar caseira, com poucas possibilidades entre frescos e curados.

Os fabricantes artesanais utilizam agora técnicas mais apuradas, buscam inovação, prezam por uma matéria-prima de qualidade, rigor nas condições de higiene, no cuidado com o gado e, principalmente, têm feito cada vez mais experimentações. “Essa é a coisa mais interessante sobre o nosso queijo. Na Europa, o volume de produção é muito maior, então, usa-se mais maquinário. No Brasil,  tudo é ainda bastante manual, com um método que é só nosso, deixando os produtos com um sabor único”, diz Bruno.

Os queijos paulistas trazem ótimas novidades nesse sentido. Sem a tradição mineira, os produtores artesanais de São Paulo começaram a buscar inovação em técnicas e misturas, como a introdução de mofos. O resultado são queijos bem especiais. “Por não termos uma tradição familiar, estamos livres para inovar”, diz Heloisa Collins, da Capril do Bosque, em Joanópolis, interior de São Paulo, e também integrante da recém-criada associação Caminho do Queijo Artesanal Paulista.

A Capril, por exemplo, produz o Azul do Bosque, único queijo azul de cabra artesanal do País; o Pirâmide do Bosque, inspirado no Valençay francês; e o Cacauzinho, queijo de cabra curado com cacau.

Outro membro da Caminhos, a Fazenda Atalaia, em Amparo, faz o Tulha, conhecido como o parmesão brasileiro, medalha de ouro no World Cheese Award de 2016. Já a Fazenda Santa Helena, de Jacupiranga, faz uma burrata que levou a medalha de prata no Prêmio Queijo Brasil 2016.

Com dez produtores artesanais já filiados, a associação tem como objetivo divulgar o produto paulista, catalogá-lo e quantificá-lo – hoje, sabe-se apenas que a produção quintuplicou nos últimos dez anos. A ideia é, inclusive, abrir esses locais para visitação, como se faz na Europa.

Nos dias de hoje, é raro encontrar um bom restaurante em São Paulo que não tenha algum queijo artesanal no menu. Da pizzaria Carlos (na Vila Madalena), que lançou há um mês novos sabores baseados nos queijos brasileiros, passando pelo Clandestino, da chef Bel Coelho, todos eles servem hoje pratos com algumas variedades brasileiras.

Além de produtos de Minas Gerais e São Paulo, há outros destaques na fabricação artesanal do País. Um bom exemplo é a Fazenda Carnaúba, na Paraíba, que já foi do escritor Ariano Suassuna e faz queijos de cabra e ovelha.

Há também uma ótima produção no Rio Grande do Sul de serranos e em Santa Catarina de tipos franceses, como Reblochon e Camembert. Segundo Bruno Cabral, isso é só o começo: “A evolução ainda tem sido gradual. Produtores, lojistas, feiras e cursos vão surgindo, mas a legislação ainda é antiquada e limitadora. Tenho queijos extraordinários na minha casa que não posso comercializar. Ainda há muito espaço para o brasileiro fazer descobertas nessa área”. Bon appétit!

Helena Bordon lança coleção-cápsula para Batiche

Versáteis, as peças foram pensadas para serem usadas em diferentes ocasiões ao longo deste verão

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Helena Bordon lança coleção cápsula para Batiche (Foto: Divulgação)


2018 começou a todo vapor para Helena Bordon, logo após ser anunciada como embaixadora digital da L’Oréal Paris e de estrear novos modelos da sua marca homônima de óculos, a influencer acaba de lançar uma coleção-cápsula com a Batiche.

Em parceria com Natalie Basiches, amigas de longa data e dona da marca, Helena desenvolveu uma estampa inédita, repleta de referências étnicas e cores vivas, pensada para dar vida aos quatro modelos versáteis da collab – uma saia, dois vestidos e um body.

Gostou? As peças já estão à venda, com exclusividade, na loja dela no Itaim Bibi, em São Paulo.

CINEMA | Estreias da Semana: O Destino de uma Nação, O Touro Ferdinando, O Estrangeiro, O Motorista de Táxi, Lou, Sailing Band, O Pacto de Adriana

Confira agora os filmes que chegam às telas em 11 de janeiro

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O Touro Ferdinando


O Destino de uma Nação
Winston Churchill lidera uma investida contra o exército de Adolf Hitler no início da Segunda Guerra Mundial.

Biografia, Drama histórico – (Darkest Hour) Reino Unido, 2017. Direção: Joe Wright. Elenco: Gary Oldman, Lily James, Ben Mendelsohn. Duração: 125 min. Classificação: 12 anos.

O Touro Ferdinando
Ferdinando é um touro gigante com um grande coração. Depois de ser confundido com um animal perigoso, ele é capturado e arrancado de sua casa. Determinado a voltar para sua família, ele se une a uma equipe desajustada nessa grande aventura.

Animação, Aventura, Comédia – (Ferdinand) EUA, 2017. Direção: Carlos Saldanha. Elenco: Kate McKinnon, John Cena, David Tennant. Duração: 96 min. Classificação: Livre.

O Estrangeiro
Quan é um homem de negócios londrino que perde sua filha em um atentado terrorista. Como a polícia não consegue encontrar os culpados, ele decide procurar os responsáveis e fazer justiça com as próprias mãos.

Ação, Suspense – (The Foreigner) Reino Unido, China, 2017. Direção: Martin Campbell. Elenco: Jackie Chan, Pierce Brosnan, Charlie Murphy. Duração: 144 min. Classificação: 14 anos.

O Motorista de Táxi
Um taxista de Seul recebe uma proposta de um repórter estrangeiro que consiste em transportá-lo para Gwangju. No local, o taxista descobre uma realidade que ainda não conhecia: a ditadura militar na Coreia, quando centenas de civis foram massacrados pelo governo.

Drama – (Taeksi woonjunsa) Coreia do Sul, 2017. Direção: Jang Hoon. Elenco: Song Kang-ho, Thomas Kretschmann, Yoo Hae-jin. Duração: 137 min. Classificação: 14 anos.

Lou
A escritora e psicanalista Lou Andreas Salomé, no fim do século XIX, vive de forma livre e contestadora. Suas ideias e atitudes seduzem as mentes mais brilhantes da sua época, como os filósofos Paul Rée e Friedrich Nietzsche, o psicanalista Sigmund Freud, o poeta Rainer Maria Rilke, além do jovem filólogo Ernst Pfeiffer. Auxiliando Lou nos registros das suas memórias, ele também acaba se apaixonando por ela.

Biografia – (Lou Andreas Salomé) Alemanha, 2016. Direção: Cordula Kablitz-Post. Katharina Lorenz, Julius Feldmeier, Nicole Heesters. Duração: 113 min. Classificação: 16 anos.

Sailing Band
Quando uma banda tem uma turnê marcada pelo Caribe, um documentarista acompanha o grupo para registrar a jornada.

Documentário – Brasil, 2017. Direção: Denis Nielsen. Duração: 140 min. Classificação: 14 anos.

O Pacto de Adriana
Quando criança, Lissette Orozco tinha sua tia, Adriana, como um grande exemplo. Porém, ao descobrir que ela trabalhava para a polícia secreta do ditador chileno Augusto Pinochet, Lissette decide enfrentar Adriana para desvendar os segredos obscuros da história de seu país.

Documentário – (El pacto de Adriana) Chile, 2017. Direção: Lissette Orozco. Duração: 96 min. Classificação: livre.