Google começa a testar seus carros sem motorista em São Francisco

Em 2009, no começo do programa de veículos autônomos, a companhia fez os primeiros testes na cidade; empresa disse que as ladeiras e neblina devem ajudar a melhorar o treinamento dos carros

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Carro autônomo da Waymo rodando em São Francisco http://tcrn.ch/2D73RI7  by @etherington

Os carros autônomos da Waymo, divisão de veículos sem motorista do Google, foram vistos em uma nova cidade dos Estados Unidos. Depois dos rumores, a empresa confirmou ao site norte-americano TechCrunch que está testando seus veículos autônomos da Chrysler nas ruas de São Francisco, onde o ambiente nublado e cheio de ladeiras deve ajudar no “treinamento” dos veículos.

Atualmente, os carros autônomos do Google são treinados no subúrbio de Chandler, no Estado do Arizona, onde as ruas largas e calmas são adequadas para os veículos. Em paralelo, a companhia também oferece um serviço teste de caronas compartilhadas na área urbana de Phoenix, também no Arizona.

Hoje, o Google diz que testa seus carros autônomos em 24 cidades do Estados Unidos, mas concentra suas frotas em Mountain View, na California, Austin, no Texas, Kirkland, em Washington, Phoenix, no Arizona, e Detroit, em Michigan.

Com os diferentes ambientes, a empresa quer expor seus veículos a diversas situações meteorológicas e condições de estrada, para assim melhorar seu carros. Em São Francisco, por exemplo, os veículos terão de lidar com uma cidade cheia de carros, bicicletas e pedestres, além das famosas ladeiras e neblina que formam a paisagem local.

Na cidade, a fabricante de carros General Motors hoje testa os seus veículos autônomos Cruise e planeja eventualmente abrir um programa de caronas na cidade, então faz sentido que o Google se esforce para estar presente na cidade.

Além disso, em 2009, no começo de seu projeto de carros autônomos, a empresa realizava seus primeiros testes nas ruas de São Francisco. As circunstâncias agora, no entanto, são bem diferentes do começo, já que a Waymo é uma forte no segmento de veículos sem motorista.

Juliana Santos apresenta segunda collab com a Ipanema

Empresária da Dona Santa cria dois novos modelos que chegam às lojas na semana que vem

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Juliana Santos + Ipanema (Foto: Arte Vogue Online)

Sócia da multimarcas Dona Santa, Juliana Santos lança, na próxima semana, sua segunda coleção-cápsula em parceria com a Ipanema. Dois modelos de sandálias compõem a collab, e tiveram como ponto de inspiração as experiências vividas pela própria empresária.

Uma viagem em família para a África trouxe referências de cores e estampas – um mix de animal prints compõe o modelo em tons quentes e ilustrações gráficas.

Para criar o segundo modelo, Juliana se voltou a sua infância, revivendo seus dias de criança no Nordeste, onde cresceu, e trouxe ar tropical à sandália estampada com suas frutas preferidas – como a carambola, o caju e a pitanga.

Verão 2018 da Corto Moltedo decreta: “We have enough”

Frase permeia as bolsas da grife para a temporada

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Corto Moltedo (Foto: Arte Vogue Online)

Gabriele Corto Moltedo, fundador da grife que leva seu nome, foi para o México em busca de inspiração para a coleção de verão 2018 da marca, que acaba de desembracar nas prateleiras.

Entre os modelos que o designer propôs para a temporada, um chama atenção: a bolsa com os dizeres “We have enough” – ou “já temos o suficiente”, em tradução livre.

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Corto Moltedo (Foto: Arte Vogue Online)

A frase aparece impressa em diversos modelos, ou em formato de chaveiro, como você confere ao longo desta página.

Em parceria com Amazon, Oreo oferece assinatura de biscoitos (ou bolachas, como preferir)

“Cookie Club” vem com produtos e brindes da marca

Cada caixa do “Cookie Club” vem com vários produtos da marca, incluindo novidades que ainda serão lançadas.

O consumidor também recebe um cartão com receitas exclusivas e brindes inspirados na bolacha, como chapéus e canecas .

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OREO Cookie Club

Os preços para “fazer parte do clube” são altos. Uma assinatura de três meses custa US$ 59,97. A assinatura de seis meses totaliza US$ 119,94, e uma assinatura anual sai por US$ 239,88. Fazendo as contas, cada caixa sai por, aproximadamente, US$ 20,00.

Quem quiser mesmo assim, é só adquirir pela Amazon. [Soraia Alves]

J-Pop feminina Kasotsuka Shojo do japão canta sobre criptomoedas

Será que o K-Pop também vai adotar?

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J-Pop feminina Kasotsuka Shojo 

Enquanto a Coreia do Sul quer proibir o uso de criptomoedas no país, o Japão quer mais é incentivar a população a adotar essa forma de pagamento. Tanto, que agora o país tem uma banda pop que canta só sobre moedas virtuais, incluindo Bitcoin, Ethereum, Ripple e Cardano.

Kasotsuka Shojo (“Meninas das Moedas Digitais”) é uma J-Pop feminina e que quer “contribuir para a educação quanto ao uso das criptomoedas”, como afirma a agência responsável pelo grupo.

As oito garotas se vestem com uniformes de empregadas domésticas (popular na cultura japonesa) e máscaras que remetem às moedas digitais.

É claro que os shows da banda também são negociados em moedas digitais, assim como a compra de ingressos pelo público e até mesmo o salário das cantoras.

Uma das integrantes, Rara Naruse, contou que todas elas estão estudando muito sobre o assunto para poderem criar músicas que ajudem a levar conhecimento e informação sobre as moedas virtuais ao público.

Uma das canções, por exemplo, se chama “A lua, as moedas virtuais e eu”, cuja letra  alerta contra operações fraudulentas e ressalta a importância da segurança online.

Será que se o K-Pop abraçar a tendência, a Coréia do Sul pode olhar as criptomoedas com outros olhos? [Soraia Alves]

Kate Moss e Gigi Hadid juntas na campanha S/S 2018 da grife de sapatos Stuart Weitzman!

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A dupla posou para as lentes de Mario Testino com looks monocromáticos ao lado do modelo Jordan Barrett

Duas gerações: Kate Moss, a supermodelo dos anos 90, e Gigi Hadid, a instatop do momento, são estrelas da campanha de primavera-verão 2018 da grife de sapatos Stuart Weitzman! A dupla posou pras lentes de Mario Testino com looks monocromáticos ao lado do modelo Jordan Barrett.

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Kate e Gigi são as estrelas da Stuart Weitzman

Vale lembrar que Gigi lançou recentemente sua coleção de calçados pra marca, chamada Gigi Mules, e posou nua pra eles em 2015 ao lado de Lily Aldridge e Joan Smalls. Já Kate foi garota-propaganda da Stuart Weitzman em 2013 e 2014.

Fotógrafo Nabile Quenum de street style morre em Paris

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RIP Nabile Quenum

Notícia triste no mundo da moda: Nabile Quenum, fotógrafo responsável pelo blog de street style J’ai Perdu Ma Veste (em português, “perdi meu casaco”), morreu em seu apartamento em Paris no Natal de 2017. Segundo “Le Journal de Saône-et-Loire”, a causa é envenenamento por monóxido de carbono. Nabile tinha 32 anos e era parisiense, mas cresceu na Costa do Marfim – ele voltou pra capital francesa em 2002. Superativo no meio (já trabalhou pra Louis Vuitton, H&M, “CR Fashion Book”, “Vogue” e outros), em 2017 fez parte do movimento #NoFreePhotos, que inclui uma turma de mais de 400 fotógrafos de street style que protestam pelo uso de suas imagens por influenciadores e marcas sem pagamento. Em seu Insta pessoal, ele comentou: “Não é sobre dinheiro, mas sobre respeito pelos caras na rua fotografando o dia inteiro, tentando recriar a atmosfera ao redor dos desfiles, da melhor forma que conseguem”. Muito querido pelos fashionistas, ele deixou o site e o Insta no ar. RIP.

Nintendo recupera sua magia com o Switch

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O Nintendo Switch ajudou a reverter a situação da empresa

O americano Jake Kazdal, um desenvolvedor de jogos eletrônicos que vive em Quioto, Japão, passou uma noite de março atualizando freneticamente o site de uma loja de games nos Estados Unidos. Ele queria comprar o Switch, novíssimo console da Nintendo. No Japão, o produto estava esgotado.

Ainda que Kazdal tenha comprado o console anterior da Nintendo, o Wii U, ele logo se arrependeu da aquisição. “Depois de algumas partidas breves na casa dos meus pais, todos perderam o interesse”, disse ele. Mas o anúncio do Switch (uma espécie de console dois-em-um que pode ser jogado em casa, mas também é portátil) diminuiu seu ceticismo em relação à Nintendo.

Passados dez meses, não há insatisfação. “É aquilo que o Wii U deveria ter sido”, disse ele.

No final de 2016, a empresa que fez de Mario e Donkey Kong nomes conhecidos em todo o mundo parecia ter perdido seu público e sua criatividade. Mas, graças principalmente à chegada do Switch, a situação da Nintendo se inverteu em 2017. O novo console se tornou o sistema de vendas mais rápidas da história da Nintendo. No Japão, milhares de pessoas fizeram fila em meados do ano passado para participar de um sorteio para comprar um aparelho. Nos EUA, os varejistas mal conseguiam manter seus estoques.

A meta interna da Nintendo para o primeiro ano de vendas do Switch aumentou de 10 milhões para 16 milhões. No mais recente relatório trimestral da empresa, divulgado em outubro, foi anunciado um lucro de US$ 209 milhões, após uma longa sequência de prejuízos regulares. O preço das ações teve alta superior a 75% em 2017. “Nem analistas nem investidores conseguiram prever a força da adoção do Switch”, diz Piers Harding-Rolls, da firma de pesquisas IHS Markit.

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O Switch inclui uma tela que pode ser acoplada aos controles ou usada em separado, e conecta-se à TV. (Christie Hemm Klok para The New York Times)

Após anos de resistência, a Nintendo também aceitou a mudança para os jogos de celular que transformou a indústria. No final de 2016, a empresa lançou Super Mario Run, trazendo o encanador para o iPhone. O lançamento de versões modernas de consoles clássicos também trouxe algum dinheiro. Mas o grande motivo do sucesso recente foi a capacidade da empresa de identificar e corrigir os problemas do Wii U, lançado em 2012.

Os desenvolvedores externos criaram poucos jogos para o sistema, e os títulos da Nintendo, embora elogiados, foram lançados raramente, até sumirem de vez. O nome do console dava a entender que seria uma atualização do Wii, um sucesso anterior que tornou populares os controles ativados por movimento, mas o Wii U era muito diferente. Satoru Iwata, presidente da empresa na época do lançamento do Wii U, reconheceu esses problemas. Antes de morrer, em 2015, ele pressionou a empresa a refinar o projeto do Wii U para lançá-lo como Switch, em vez de afastar-se das ideias do projeto.

O Switch vem com uma tela pequena que pode ser acoplada aos controles. É possível usar o console na forma tradicional, ou como um portátil. Boa parte da sua campanha de marketing teve como foco essa versatilidade. O sistema também traz novidades: os controles destacáveis permitem que dois jogadores disputem sem a necessidade de hardware adicional.

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O Switch trouxe o público de volta aos produtos da Nintendo, recuperando o valor das ações da empresa. (Koji Sasahara/Associated Press)

Iwata planejava manter um ritmo constante de lançamento de títulos, para ajudar a garantir que o console conservasse seu poder de atração nos meses seguintes ao seu lançamento. Breath of the Wild deu sequência à série Zelda, que já tem 30 anos. O título de boxe ARMS, no qual os jogadores usam membros elásticos que podem receber diferentes apêndices, foi o próximo. E, em outubro, Super Mario Odyssey levou Mario a lugares que pareciam saídos do mundo real.

Manter o interesse do público em 2018 é um desafio para o console. A Nintendo vai precisar do apoio das demais desenvolvedoras. Em geral, estas relutam em investir em títulos para os sistemas da Nintendo, porque seu funcionamento é diferente dos consoles rivais, da Microsoft e Sony.

Mas a Nintendo trabalho duro para conquistar o apoio de grandes desenvolvedoras, como Ubisoft, EA e Bethesda, e estúdios independentes menores como o Lizardcube, que anunciou que a versão de seu jogo Wonder Boy para o Switch vendeu mais unidades do que todas as outras versões juntas.

Phil Harrison, ex-vice-presidente das divisões de jogos eletrônicos da Microsoft e da Sony, disse que o ano passado reforçou uma antiga e importante lição: “Nunca subestime a Nintendo”. [Simon Parkin]

Vermelho ketchup é a cor da vez para o batom do verão 2018

Experts em maquiagem confirmam que o tom é aposta certa para a estação
Por Laura Stabile, Luiza Souza, Olga Penteado e Vitória moura Guimarães

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Badgley Mischka (Foto: ImaxTree)

Saem de cena os lápis para fazer o contorno certinho da boca, brilham agora lábios esfumados e quase borrados. O novo visual fica completo quando a cor do batom é um vermelho forte e alaranjado.

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Da esquerda para a direita: Helmut Lang, Marco Di Vicenzo e Sies Marjan (Foto: ImaxTree)

“O tom exato é o do ketchup da Heinz”, decreta o beauty artist Terry Barber, que criou o look para o verão 2018 do desfile de Marco di Vincenzo. Ultrapassar de leve a linha dos lábios e o arco do cupido também ajuda a atualizar o visual no ato!