Dior relembra Claude Cahun, precursora do gênero fluido

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Pré Outono-Inverno 2018/19 da Dior 

pré outono-inverno 2018/19 da Dior segue a sequência de homenagens a artistas mulheres que a estilista Maria Grazia Chiuri parece ter tomado como uma de suas bandeiras na direção criativa da marca. Mas dessa vez ela vai no cerne da questão de gênero via Claude Cahun, que nasceu Lucy Schwob e, meio que como uma precursora de Cindy Sherman, assumiu a persona sexualmente ambígua Claude a partir de 1917 tirando autorretratos que usufruíam de símbolos de masculinidade justamente questionando esses limites. Claude era homossexual e tinha uma nítida preferência por roupas “de homem“; isso é traduzido na coleção com uma profusão de terninhos, especialmente no Petite Taille originalmente criado por Hedi Slimane na Dior Homme. Como ela é associada ao surrealismo, também aparecem outras referências: bordados à desenhos de Jean Cocteau; bolsa com o slogan do movimento surrealista francês “se você ama o amor, você vai amar o surrealismo” estampado. Marlene Dietrich, que foi cliente da Dior, também entra no rol de inspirações mas em sua versão sedutoramente travestida, imortalizada nas telas do cinema.

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