Vogue Ucrânia Fevereiro 2018 Hana Jirickova by Marco van Rijt

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Vogue Ukraine February 2018

Photography: Marco van Rijt. Styled by: Rikke Wackerhausen-sejersen. Hair: Mette Thorsgaard at lundlund. Makeup: Trine Skjøth at lundlund. Model: Hana Jirickova.

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Um giro pelo tapete vermelho do SAG Awards 2018

Veja quem vestiu o que para o red carpet da premiação do sindicato dos atores dos EUA

red carpet do SAG Awards 2018 recebeu seus convidados neste domingo (21.01), para mais uma noite de premiações de Hollywood! A cerimônia, que aconteceu em Los Angeles, foi conduzida pela atriz Kristen Bell. Esta é a 24ª edição da premiação, que foi ao ar pela primeira vez em 1995.

Confira abaixo quem vestiu o que para o evento:

Millie Bobby Brown vai de All Star ao SAG Awards

A atriz optou por um visual menos adulto e mais divertido para a premiação.

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LOS ANGELES, CA – JANUARY 21: Actor Millie Bobby Brown attends the 24th Annual Screen Actors Guild Awards at The Shrine Auditorium on January 21, 2018 in Los Angeles, California. 27522_017 (Photo by Frederick M. Brown/Getty Images)

Hoje acontece o SAG Awards, uma premiação dos atores hollywoodianos para os próprios atores. A cerimônia que celebra as melhores atuações do ano conta com um dos tapetes vermelhos mais fervidos da temporada. Mesmo assim, um look se sobressaiu entre tantas estrelas. A dona do visual é a atriz-mirim Millie Bobby Brown que depois de uma série de produções mais adultas, decidiu apostar em um modelo mais divertido. Quem assina o curto com cauda de paetês é o belga Raf Simons à frente da Calvin Klein. O destaque também vai para o styling que combinou o vestido com um All Star, tênis clássico da Converse.

Londone Myers – Harper’s Bazaar US Fevereiro 2018 by Alexi Lubomirski

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Harper’s Bazaar US February 2018

Global Style
Harper’s Bazaar US February 2018
www.harpersbazaar.com

Photography: Alexi Lubomirski
Model: Londone Myers 
Styling: Charles Varenne
Hair: Yannick D’Is
Make-Up: Ralph Siciliano
Male Models: Jordan Dollbaum, Chase Gemberling & James Lorenzo

Facebook é ruim quando faz você se sentir mal

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Mark Zuckerberg, diretor-executivo do Facebook, lutou com o papel da empresa no mundo. 

Sem alarde, o Facebook fez um reconhecimento revolucionário no mês passado, quando declarou em uma postagem no seu blog que as redes sociais faz você se sentir bem, mas às vezes a sensação pode ser péssima.

É um fato importante o Facebook usar o blog da empresa para destacar uma pesquisa independente mostrando que seu produto às vezes pode levar a uma diminuição de seu bem-estar físico e mental.

A postagem afronta a própria razão de ser da empresa.

Imagine o lugar do site no firmamento das redes sociais. É o maior e mais lucrativo serviço nessa área. O Facebook depende da ideia de que as redes sociais são uma força nova e permanentemente dominante na condição humana.

Mas há vários anos as pessoas se perguntam se s redes sociais, no plano individual e global, podem alterar a sociedade e a psicologia negativamente. Até cerca de um ano atrás, o sentimento do público do Facebook sobre seu produto era positivo, como seria de esperar. O serviço era claramente bom para o mundo.

Mas então surgiram preocupações quanto à desinformação e propaganda geradas pela redes sociais quando das recentes eleições na Europa e Estados Unidos.

Outra preocupação é sobre o que o Facebook pode estar fazendo para nossa psicologia e relacionamentos sociais – se ele nos tornou dependentes dos “loops de feedback (troca de opiniões) de curta duração que aumentam a dopamina”, os quais estariam destruindo a maneira como a sociedade funciona, citando Chamath Palihapitiya, um dos vários executivos da companhia que têm manifestado essa preocupação.

A empresa citou um estudo publicado no ano passado pelo American Journal of Epidemiology, realizado por pesquisadores não ligados ao Facebook, mostrando que as pessoas que “curtem” e exploram links mais do que o típico usuário do Facebook, têm uma saúde mental e física comparativamente pior.

Mas outro estudo — conduzido em parceria com o Facebook por Robert E. Kraut, professor da Carnegie Mellon University, na Pensilvânia, chegou a uma conclusão mais alentadora, mostrando que usar o serviço de maneira mais consequente e mais seriamente, postando comentários e participando de chats em que existe uma troca de ideias, isso aumenta a sensação de bem-estar das pessoas.

“As atualizações de status não são suficiente: as pessoas necessitam interagir umas com as outras em sua rede para obter grandes benefícios pessoais”, diz a postagem. O Facebook está dizendo que se você se sente mal com o serviço, a solução é usá-lo mais.

A postagem sublinhou as várias e próximas mudanças que, segundo a companhia, devem incentivar interações ativas no serviço. E anunciou uma grande mudança em seu Feed de notícias que deverá enfatizar o conteúdo de amigos e familiares dos usuários mais do que o de propagandistas e marcas.

Mark Zuckerberg, diretor-executivo do Facebook passou grande parte do ano passado estudando o papel da companhia no mundo. Publicou uma carta para sua comunidade estabelecendo novas metas sociais da companhia. E se desculpou por descartar, sem pensar, a ideia de que o serviço pode ter alterado o resultado da eleição americana.

O Facebook procurou interpretar esses estudos de modo que seja favorável a ele. Mas sua disposição em ressaltar uma pesquisa crítica e a promessa de levar em conta as conclusões dos pesquisadores quando cria seus produtos devem ser bem recebidas como algo novo. [Farhad Manjoo]

Como criar um look usando macacão longo

Inspire-se com esses looks de street style repletos de ousadia (até mesmo para quem é elegantérrima).

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(Fotosite/Agência Fotosite)

O macacão é uma peça que foi resgatada da moda de décadas atrás — tudo fruto de um grande comeback dos anos 1980 e 1990, épocas pelas quais o mundo fashion está apaixonado. Ele é tão versátil que tem vários modelos diferentes: mais curto, com saia e longo — esse último, ousado e descolado, mas também uma peça-chave para criar looks inesquecíveis.

Com os outfits abaixo, você verá que algumas das melhores combinações levam bota ou tênis, aumentando mais ainda o estilo despretensioso da peça. Mas uma boa rasteira ou sandália baixa também não ficam de fora das composições. Se você é mais discreta, pode abrir o coração: o macacão longo também é para você. Inspire-se! [ELLE]

iPhone X – Selfies no iPhone X – Apple

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Selfies taken with Portrait Lighting on iPhone X.

A Apple colocou hoje no YouTube um novo comercial do iPhone X, focado em auto-retratos selfies.

Aliás, não apenas em selfies, mas especificamente no Modo Iluminação de Retrato — algumas coloridas, algumas monocromáticas, mas todas com o tradicional fundo preto e, no caso do comercial, recortes perfeitos do rosto (que são um pouco difíceis de se conseguir, na prática).

A voz do comercial é de ninguém menos que Muhammad Ali, em “Round 2: I Am the Double Greatest” — por Cassius Clay.

Bilheteria EUA: Jumanji: Bem-Vindo à Selva, 12 Strong, Den of Thieves, The Post – A Guerra Secreta, O Rei do Show 

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Jumanji: Welcome to the Jungle

Jumanji: Bem-Vindo à Selva manteve a liderança da bilheteria dos EUA entre os dias 19 e 21 de janeiro. O longa arrecadou mais US$ 20 milhões e, agora, ultrapassou a expressiva marca de US$ 300 milhões no mercado doméstico.

O novo longa acompanha quatro jovens que encontram um antigo videogame com o jogo de Jumanji. Ao ligarem e escolherem um personagem, eles são transportados para a floresta. O nerd da turma entra no corpo de Dwayne Johnson, enquanto a jovem mais popular fica na pele de Jack Black. O elenco principal conta ainda com Kevin Hart e Karen Gillan. Filme está em cartaz no Brasil.

A segunda posição ficou com 12 Strong, novo longa de guerra estrelado por Chris Hemsworth que estreou no país arrecadando cerca de US$ 16,5 milhões. A trama, baseada no livro de Doug Stanton, conta a história da primeira equipe das Forças Especiais enviada ao Afeganistão depois do 11 de setembro. Além de Hemsworth, estão no elenco Taylor Sheridan, Michael Shannon e Michael Pena estão no elenco.

O filme ainda não tem data de estreia confirmada no Brasil.

Em terceiro lugar aparece outra estreia, Den of Thieves. A produção, que no Brasil chamará Covil de Ladrões, somou pouco mais de US$ 15,3 milhões em seu primeiro fim de semana no país.

A trama se passa em Los Angeles e faz um paralelo entre uma equipe de elite da polícia e a quadrilha de roubo em bancos mais famosa da cidade, que planeja um assalto perfeito ao banco federal da cidade. No elenco estão nomes como 50 Cent Gerard Butler.

A quarta posição ficou para The Post – A Guerra Secreta, filme de Steven Spielberg sobre o escândalo do Pentagon Papers. O filme, que custou US$ 50 milhões, fez US$ 12,1 milhões em sua quinta semana em cartaz – até agora foram arrecadados US$ $45,1 milhões.

O filme usa como base o documento publicado em 1971 pelo The Washington Post com várias informações militares sigilosas sobre as ações dos EUA no Vietnã. O material foi vazado ao jornal pelo funcionário do Pentágono Daniel Ellsberg. Tom Hanks faz o papel de Ben Bradlee, enquanto Meryl Streepserá Key Graham. Ambos eram editores do jornal e desafiaram o governo americano publicando as informações. Carrie Coon, Sarah Paulson, Jesse Plemons, Alison Brie, Bradley Whitford e Bob Odenkirk também estão no elenco.

O Rei do Show ficou com a quinta colocação, fazendo US$11 milhões. Assim, o musical estrelado por Hugh Jackman ultrapassa a marca dos US$ 100 milhões, totalizando US$ 113 milhões localmente.

O Rei do Show é a cinebiografia do apresentador P.T. Barnum, interpretado por Jackman. Nascido em Connecticut, em 1810, Barnum começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York, em 1834. Ficou famoso por sua facilidade para atrair uma plateia ingênua e por criar um novo formato de circo itinerante, sob um picadeiro, com tipos bizarros e animais exóticos, que Barnum nada humildemente chamava de “O Maior Show da Terra”.

Amazon abrirá loja de conveniências sem caixa registradora

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Loja do futuro da Amazon será aberta na segunda-feira

A Amazon abrirá sua loja de conveniências sem caixa registradora na segunda-feira (22), após mais de um ano de testes, disse a empresa, avançando em um experimento que pode alterar dramaticamente o varejo físico.

A loja sediada em Seattle, conhecida como Amazon Go, confia em câmeras e sensores para acompanhar o que os clientes retiram das prateleiras e o que devolvem.

As caixas registradoras e filas de pagamento se tornam supérfluas – os clientes são cobrados após deixarem a loja usando o cartão de crédito registrado.

Para as lojas, a abertura da unidade anuncia outra potencial disrupção nas mãos da maior varejista online do mundo, que adquiriu a rede de supermercados de alto padrão Whole Foods Market no ano passado por US$ 13,7 bilhões.

Longas filas podem afastar os consumidores, então a empresa que descobrir como erradicar o tempo de espera terá uma vantagem.

A Amazon não comenta sobre quando ou mesmo se abrirá novas unidades Go e reiterou que não há planos para trazer a tecnologia para as maiores e mais complexas lojas do Whole Foods.

A unidade, similar a uma loja de conveniência, abriu as portas para funcionários da Amazon em 5 de dezembro de 2016, em fase de testes. Na época, a Amazon disse que esperava que o público em geral pudesse começar a utilizá-la no início de 2017.

Mas houve desafios, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto. Entre eles estava a identificação correta de clientes com biotipos similares, disse a pessoa.

Quando crianças iam à loja durante os testes, causavam prejuízos por tirarem os itens da prateleira e deixarem em locais incorretos, acrescentou a pessoa.

A loja de 167 metros quadrados está localizada em um prédio de escritórios da Amazon. Para começar a comprar, clientes devem scanear um código com o aplicativo Amazon Go para smartphones e passar por uma catraca fechada.

Se alguém passa pela porta com algum item, recebe uma cobrança em sua conta. Se o consumidor devolver o item na prateleira, a Amazon remove o item do carrinho virtual. [Reuters]