Vogue Paris Fevereiro 2018 Rebecca Longendyke by Alique

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Vogue Paris February 2018

Photography: Alique. Styled by: Celia Azoulay at Art World Agency. Hair: Diego Dasilva. Makeup: Benjamin Puckey. Model: Rebecca Longendyke.

Gal Galdot sobre ‘Mulher Maravilha’ não ter sido indicado ao Oscar: ‘Não se pode ter tudo’

‘Nós fizemos esse filme e foi recebido de um jeito tão incrível, nós queremos continuar humildes e agradecidos’, falou a atriz

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Gal Gadot, a Mulher Maravilha do filme homônimo lançado em 2017

Na última quarta-feira, 24, Gal Gadot compareceu a um evento de lançamento de novos produtos da marca de produtos de beleza Revlon em Nova York, Estados Unidos. Em entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz disse que ficou emocionada ao ver fãs desapontados com a falta de indicação de Mulher Maravilha ao Oscar, mas ela explicou que a indicação não era esperada.

“Eu fiquei muito tocada pelas pessoas que ficaram decepcionadas por Mulher Maravilha não ter sido nominado, mas nós certamente nunca fizemos o filme para isso. Eu acho que não se pode ter tudo. Nós fizemos esse filme e foi recebido de um jeito tão incrível, maravilhoso, e nós queremos continuar humildes e agradecidos, nós vamos ter outros filmes, então quem sabe? Talvez o próximo!”, disse a atriz.

Rappers se dividem entre o sucesso e os tribunais

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Cover de um álbum de Kodak Black. Ele entra e sai da cadeia regularmente, com várias acusações.

Análise
Por Jon Caramanic

Para Hollywood e a mídia, 2017 foi um ano de prestação de contas – homens poderosos perderam suas posições por causa de seus crimes. Entretanto, no hip-hop ocorreu o oposto: Muitos dos talentos mais promissores deste gênero musical, com graves histórias pregressas, aceleraram sua ascensão nos gráficos da Billboard, enquanto trabalhavam sob a sombra de graves acusações ou de condenações.

XXXTentacion foi acusado de atacar uma mulher grávida e de falso testemunho; ele se declarou inocente de todas as acusações. Tay-K enfrenta duas acusações de assassinato, e continua se declarando inocente. Kodak Black foi preso várias vezes e está sendo processado por conduta sexual criminosa; seus advogados insistem que ele é inocente. E em 2015, 6ix9ine se declarou culpado de manter relações sexuais com uma menor.

O primeiro álbum de XXXTentacion, “17”, estreou em segundo lugar na lista de álbuns da Billboard, e seu single de sucesso, “Look at Me”, que começou como um avulso da SoundCloud, chegou a ser o nº 34 entre os 100 mais vendidos. “The Race”, de Tay-K, ocupa a 44ª posição entre os 100 álbuns mais vendidos. 6ix9ine tem duas músicas entre as 100 mais, “Gummo”, em 14º lugar, e “Kooda” no em 54º. O primeiro álbum de Kodak Black, “Painting Pictures”, estreou em 3º lugar na Billboard, e recebeu o certificado de ouro. “Tunnel Vision”, um single desse mesmo álbum, foi o sexto entre os 100 mais vendidos.

Estes são os números da popularidade, não os da ética. Mas eles mostram como artistas marcados por histórias pessoais com a Justiça são recebidos no contexto atual. E indicam que persiste um abismo entre moral e avaliação estética.

Tais artistas estão fazendo grande sucesso, e sua fama cresce graças às suas criações originais e envolventes. Entretanto, quando sabemos das acusações movidas contra eles, ouvi-los nos torna culpados.

O apelo do indivíduo fora da lei há muito tempo constitui parte integrante do hip-hop – é o caso de Tupac Shakur, 50 Cent, Chief Keef e muitos outros. Os rappers desta nova geração, com histórias de vida complicadas, encontram-se nos estágios iniciais de sua carreira, em um gênero em que a tolerância para com seu passado é, em geral, muito grande. Além disso, o ceticismo em relação a algumas instituições, como a polícia, pode transformar um indivíduo acusado de um crime em um herói popular que luta contra a autoridade.

A história de Kodak Black é conhecida. Às vezes, ele compõe raps sobre o enorme peso da moral em um mundo amoral. “Eu já estava condenado, antes de sair do ventre/já estava condenado pela rua, antes que qualquer um pudesse me condenar”, ele diz em “Day for Day”.

Nos dois últimos anos, Kodak entrou e saiu da cadeia várias vezes, acusado por diversos crimes, inclusive conduta sexual criminosa de primeiro grau. Em “Versatile”, de seu mixtape “Project Baby 2: All Grown Up”, ele insiste que está deixando seus demônios no passado: “Quando comecei a fazer rap seriamente joguei a toalha/ Mas, Senhor, você diz que vai me perdoar, então me perdoa”.

Uma tensão semelhante se destaca na obra de XXXTentacion, cuja música começou a brotar do submundo do rap na plataforma SoundCloud este ano, enquanto ele estava na prisão, acusado de atacar uma mulher grávida, que seria a sua namorada (ainda não foi julgado). Em 2017, ele intitulou um álbum “17”, depois que a mulher o acusou de tê-la atacado.

O caráter literal de “17” é, ao mesmo tempo, sua qualidade mais atraente e a mais preocupante – qualquer tentativa de separar a arte do artista é impossível. É o que acontece com “The Race”, de Tay-K, uma música sobre uma fuga, gravada enquanto o rapper estava de fato fugindo.

Esta onda de artistas foi blindada por várias instituições, muitas das quais se beneficiam por fazerem poucas perguntas. Esses artistas foram colocados nas principais playlists em serviços de streaming como Spotify, e em alguns casos, são tocadas nas principais estações de rádio.

E isso sem falar de empresas como Atlantic Records, Empire Distribution e RCA Records, que lhes garantem apoio financeiro.

Outros artistas tentaram capitalizar a notoriedade viral desses rappers colaborando com eles. A primeira colaboração importante de XXXTentacion foi com Noah Cyrus, a irmã mais nova de Miley, de 17 anos.

O capítulo final desse esquema, que veio à luz com infratores famosos no ano passado, foi o arrependimento, evidentemente uma encenação, tendo em vista sua reabilitação. Mas isso não ocorre com essa safra de rappers. Ao contrário, os artistas acusados estão encontrando um público ouvinte muito antes de chegarem a uma solução – legal ou moral.

Em outros setores, começam as conversações sobre a possibilidade de os acusados de atos horríveis algum dia serem recebidos de volta pela sociedade, primeiramente como pessoas e depois como membros que contribuam para a comunidade de criadores. Mas o hip-hop não espera.

Em meio a falha de segurança, receita da Intel sobe com data centers

Empresa ainda luta para corrigir as falhas de segurança Meltdown e Spectre, mas não faz projeções de perdas devido às brechas; receita com servidores ficou acima da expectativa

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Empresa não quis projetar perdas graças às falhas de segurança Meltdown e Spectre

Em meio a uma correria para resolver as recentes falhas de segurança Meltdown e Spectre descobertas em seus chips, a Intel revelou nesta quinta-feira, 25, os seus resultados financeiros para o período entre outubro e dezembro de 2017.

A empresa surpreendeu o mercado com o crescimento de seu negócio de data centers, que subiu 20% e faturou US$ 5,58 bilhões no período, acima da expectativa dos analistas. É uma boa notícia para a Intel, que tem tentado se afastar da dependência do negócio de PCs e se aproximar de novas tendências na tecnologia, como carros autônomos e computação em nuvem.

Com o resultado, a companhia de Santa Clara, na Califórnia, viu suas ações subirem 3,7% na bolsa Nasdaq, sendo negociadas a US$ 47,05. A empresa, no entanto, registrou prejuízo no período, com perdas de US$ 687 milhões, graças às mudanças recentes em impostos promovidas pelo governo do republicano Donald Trump.

Falhas. É importante lembrar que o balanço não registrou nenhuma influência das falhas de segurança, que foram descobertas já neste mês de janeiro.

No relatório divulgado aos acionistas, a Intel se escusou de projetar custos para resolver as falhas de segurança, mas disse que as vulnerabilidades podem afetar seus resultados futuros, bem como a imagem da empresa e seu relacionamento com os consumidores. [Reuters]

Apenas 2,1% dos filmes brasileiros lançados em 2016 foram dirigidos por negros, diz Ancine

Estudo realizado pela agência nacional apontou que nenhum dos 142 longas do período foi dirigido ou roteirizado por mulher negra. População que se declara preta ou parda é de 54,9%.

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Apresentação dos dados aconteceu no Cinema Odeon, no Rio de Janeiro

Estudo divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) nesta quinta-feira (25) aponta que, dos 142 filmes brasileiros lançados em 2016, apenas 3 (2,1%) foram dirigidos por negros – e nenhum por uma mulher negra.

Proporção parecida de homens e mulheres negras foi encontrada também nos cargos de produção executiva.

Com isso, 75,4% dos longas foram dirigidos por homens brancos. Mulheres brancas assinaram a direção de 19,7% dos filmes.

Em 2016, 54,9% da população brasileira se declarou parda ou preta.

“Esse tipo de pesquisa nos ajuda a entender melhor o mercado que regulamos e fomentamos e a pensar em que direções seguir”, afirmou o diretor-presidente da agência, Christian de Castro.

“Foi pensando nisso que instauramos também, em novembro, a Comissão de Gênero, Raça e Diversidade, que tem o objetivo de desempenhar atividades relacionadas à promoção da inclusão, da diversidade e da igualdade de oportunidades no âmbito de atuação da Ancine.”

O estudo aponta o domínio de homens brancos não apenas na direção, mas nos outros cargos de comando. Homens brancos assinam os roteiros de:

  • 68% das ficções
  • 63,6% dos documentários
  • 100% das animações

Enquanto isso, nenhum roteiro foi escrito por uma mulher negra.

A disparidade também existe na frente das câmeras. Dos elencos dos 97 filmes de ficção, apenas 13,4% dos atores eram negros ou pardos.

Twitter está testando nova ferramenta de compartilhamento de imagens

Segundo o a agência de notícias Bloomberg, o Snapchat é a principal inspiração para a criação da nova funcionalidade; ainda não há datas de quando as mudanças estarão disponíveis

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Twitter decide testar novo limite de até 280 caracteres em suas publicações.

O Twitter está trabalhando em uma ferramenta de compartilhamento de imagens e vídeos semelhantes às utilizadas do Snapchat. A nova funcionalidade ainda não tem previsão para ser lançada e é uma aposta da empresa para atrair mais usuários para a rede social.

Conforme informou a agência de notícias norte-americana Bloomberg, o projeto inicial está sendo testado na sede da empresa, em São Francisco, nos Estados Unidos. O design não está finalizado, o que pode indicar que o lançamento da ferramenta ainda deve demorar. Ainda não se sabe, porém, se a ferramenta terá usabilidade inspirada no Snapchat ou se as imagens publicadas também serão efêmeras, como acontece na rede social criada por Evan Spiegel.

Com a nova função, o Twitter tenta diminuir o tempo que os usuários gastam para publicar imagens na plataforma. Atualmente, é necessário clicar na caixa destinada a digitar um tuíte, escolher o botão de câmera, encontrar e definir o vídeo ou e imagem e só então enviar a publicação.

A tecnologia por trás do compartilhamento de mensagens efêmeras, que ficou conhecida com o Snapchat, já está presente no Facebook e no Instagram. No aplicativo da Snap, o usuário abre uma tela direto para a câmera e com apenas um deslize os usuários veem mensagens, fotos e vídeos de amigos ou de empresas de mídia.

Nos últimos anos o  Twitter tenta ressurgir no cenário tomada por redes sociais do Facebook. Desde 2015 a empresa tem apostado em mudanças na linha do tempo, notificações, aba de descobertas e melhorias na interface para facilitar a navegação no site.

Aplicativo do WhatsApp para pequenas empresas chega ao Brasil

WhatsApp Business, serviço criado pelo famoso aplicativo de troca de mensagens instantâneas, pode ser baixado em celulares Android

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Aplicativo do WhatsApp voltado para pequenas e médias empresas já está funcionando no País

Os brasileiros já podem usar o WhatsApp Business – aplicativo criado pelo WhatsApp para pequenas e médias empresas. O app já está disponível para download em celulares Android e chega ao País após ter sido lançado nos Estados Unidos, Indonésia, Itália, México e Reino Unido na última quinta-feira, 18.

Segundo o WhatsApp, o aplicativo foi criado para que empresas façam negócios por meio do serviço, gerenciando as mensagens de clientes. Com mais de 1,3 bilhão de usuários em todo o mundo, o WhatsApp é hoje visto como uma ferramenta importante para os comerciantes.

Com o novo aplicativo, as empresas podem configurar mensagens automáticas para informar aos clientes o horário de funcionamento da empresa, definir respostas automáticas para perguntas frequentes e também dar boas-vindas no primeiro contato com o usuário.

O aplicativo também suporta a criação de uma página de perfil, com informações empresariais como e-mail e endereço comercial. Ao contrário do aplicativo tradicional, o Business não exige a necessidade de um número de celular, permitindo que a conta seja criada também com um número de telefone fixo.

Estratégia. As versões do WhatsApp para empresas são a alternativa encontrada pela norte-americana – que é propriedade do Facebook – para conseguir lucrar no futuro. O cofundador e presidente executivo do WhatsApp, Jan Koum, já afirmou que não está nos planos da empresa adotar o modelo de exibição de anúncios para financiar sua operação.

Ainda assim, porém, a companhia reafirma que o WhatsApp Business será gratuito “para baixar e para usar” ao menos por enquanto. “É muito cedo para falarmos em modelo de negócios”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp, quando questionado sobre o assunto em entrevista recente ao Estado. “Está nos nossos planos cobrar para que as empresas usem o WhatsApp, mas não temos nada a anunciar por enquanto.”

“The Dutch Montains”: maior edifício de madeira do mundo será construído na Holanda

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© Studio Marco Vermeulen

Acaba de ser apresentado o projeto daquele que deverá ser o maior edifício de madeira já construído no mundo. Localizado em Veldhoven, zona metropolitana de Eindhoven na Holanda, o edifício será conhecido como “the Dutch Mountains”. Concebido em parceria por uma equipe multidisciplinar composta por empresas de tecnologia, prestadores de serviços, arquitetos e construtores, o edifício altamente tecnológico, deverá abrigar um programa de uso misto para residentes e visitantes.

Situado dentro do parque industrial “De Run”, o projeto foi desenvolvido por uma equipe que inclui o BLOC, o Studio Marco Vermeulen e o Urban XChange; os parceiros do projeto são a Asito, a Beveco, a Dell-EMC, a Heyday, a Spie e a Strukton; além das empresa Arup e Off Road Innovations.

O complexo edifício foi concebido para ser completamente auto-suficiente, com seus próprios sistemas fechados e autônomos de energia e água. Como toda a estrutura principal do edifício será construída em material, o edifício também terá uma pegada de carbono baixíssima.

The Dutch Montains foi pensado como um “sistema de serviço completo”, o que significa que toda a infra-estrutura necessária para seu uso e operação seriam fornecidos pelos seus próprios sistemas internos. Auditórios, espaços comerciais, serviços públicos além de um hotel poderiam ocupar o edifício o qual, proporcionaria toda a energia necessária para a realização de suas atividades.

O edifício também é flexível o bastante para adaptar-se de acordo com as últimas novidades tecnologias, podendo aumentar ainda mais a sua eficiência ao longo do tempo. Por exemplo, a fachada possui um sistema de produção de energia fotovoltáica que utiliza as últimas tecnologias acessíveis no mercado atualmente – quando um sistema mais eficiente posteriormente for desenvolvido e estiver disponível comercialmente, ele poderá ser adaptado e substituir o antigo sistema, que por sua vez, poderá ser reciclado ou reutilizado em outro edifício. Dados de seus usuários serão constantemente monitorados de modo a otimizar o uso dos seus espaços e adapta-los ao longo do tempo.

Os criadores do projeto acreditam que o “The Dutch Montains” possa desencadear uma grande transformação na área do De Run, conforme sugerido pelo masterplan desenvolvido pela prefeitura de Veldhoven.  Traduzido por Vinicius Libardoni

Modelo Shanina Shaik da Victoria’s Secret aposta em look inovador para despedida de solteira

Noiva e madrinhas usaram maiôs personalizados

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Em despedidas de solteira, é comum que a noiva e as madrinhas combinem alguma peça de roupa, como um robe ou tiaras divertidas. Porém, a modelo Shanina Shaik, que desfila para a Victoria’s Secret, inovou no look para a sua festa. Para comemorar o casamento com o DJ Ruckus, que se chama Greg Andrews, Shanina criou maiôs personalizados para suas amigas.

A peça da noiva estava escrito ‘Ms Andrews’, em referência ao sobrenome de seu futuro marido, e cada uma das oito madrinhas possuía o seu apelido na parte de trás do maiô, inclusive a modelo Jasmine Tookes. O modelo escolhido é extremamente cavado, tendência deste verão, e é da marca Alt Swim.

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Cada madrinha possuia o seu apelido no maiô, já a noiva escreveu ‘Ms Andrews’, em referência ao nome de seu futuro marido Foto: Instagram/ @shaninamshaik