Valentino Spring Summer 2018 Daniela Pestova by Andreas Ortner

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Daniela Pestova by Andreas Ortner

Photography: Andreas Ortner. Styled by: Maria Kohutik. Hair: Tyl Marty. Makeup: Hristina Georgievska. Model: Daniela Pestova.

Uber está atrás do Google em carros autônomos, diz Travis Kalanick

Ex-presidente executivo do aplicativo de transportes disse em tribunal que contratou Anthony Levandowski, ex-Google, para recuperar terreno contra a rival

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Travis Kalanick deixa o tribunal, em São Francisco, após testemunhar no caso Uber x Waymo

O ex-presidente executivo do Uber, Travis Kalanick, admitiu em um julgamento nesta terça-feira, 6, que a contratação de Anthony Levandowski, ex-engenheiro da divisão de carros autônomos do Google, a Waymo, foi parte de um esquema da empresa para tentar recuperar o terreno perdido na tecnologia de veículos sem motorista.

No julgamento, que tenta decidir se o Uber roubou tecnologia de sensores criada pela Waymo, Travis Kalanick falou pela primeira vez sobre o assunto. Para o executivo, o Uber estava – e permanece – atrás do rival no desenvolvimento de tecnologias para os carros sem motorista. Questionado pelo advogado da Waymo, Charles Verhoeven, se o Google liderava o setor, Kalanick disse que “acredito que essa é a percepção geral agora.”

No tribunal, Kalanick também revelou que começou as negociações para contratar Levandowski quando este ainda trabalhava na Waymo. Meses após deixar a empresa do Google, Levandowski fundou a Otto, uma startup de caminhões, que foi comprada pelo Uber por cerca de US$ 680 milhões meses após começar suas operações. “Olhe, eu queria contratar Anthony e ele queria começar uma empresa. Então eu quis uma situação na qual ele poderia sentir que teve uma empresa e eu poderia sentir que o contratei”, declarou o executivo.

Entenda o caso. O processo entre Waymo e Uber se arrasta há mais de um ano. A acusação principal é a de que Anthony Levandowski, que chegou a liderar o projeto de carro autônomo do Uber, roubou 14 mil arquivos de sua antiga empresa em dezembro de 2015. O júri terá de decidir se os documentos roubados, que descrevem a tecnologia de sensores LiDaR, eram secretos ou de conhecimento comum, e se o Uber os utilizou de forma imprópria.

A Waymo tem tentado posicionar Kalanick como uma figura central no caso, enfatizando sua natureza competitiva. O resultado da disputa pode determinar qual das duas gigantes do Vale do Silício pode sair na frente no crescente campo dos carros autônomos.

O julgamento ainda representa uma das primeiras aparições públicas de Kalanick desde que este deixou o cargo de presidente executivo do Uber, em junho do ano passado, em meio a uma grave crise na empresa. A gestão de Kalanick foi marcada, em seus últimos meses, por diversas polêmicas – de denúncias de assédio sexual a acusações de espionagem a rivais e governantes, bem como falhas de segurança, além do processo contra a Waymo.

Kalanick é a sexta testemunha chamada pela Waymo para falar no caso desde segunda-feira, quando o julgamento começou. O caso está sendo julgado por um júri de dez pessoas – Kalanick também deve testemunhar pelo lado do Uber.

Falha de segurança. Nesta terça-feira, 6, o Uber também revelou mais detalhes sobre a falha de segurança que expôs dados de 57 milhões de passageiros em 2016. Segundo a empresa, 25 milhões de usuários afetados vivem nos Estados Unidos, sendo 4,1 milhões de motoristas.

Os hackers, disse o Uber, viviam no Canadá e na Flórida na época dos ataques – os dados, porém, não foram vazados porque o Uber pagou US$ 100 mil aos cibercriminosos. A empresa está sendo investigada por não ter informado o vazamento às autoridades norte-americanas.

Nesta terça-feira, 6, em uma sessão no Congresso americano, o Uber mais uma vez assumiu seu erro. “Falhamos ao não informar nossos consumidores e falhamos ao não falar da falha para as autoridades responsáveis”, disse John Flynn, novo diretor de segurança da empresa. [Reuters]

Ashley Graham estrela campanha de biquíni para Swimsuits For All ao lado de sua mãe Linda Graham

A modelo, considerada pela indústria como “plus size”, prova que a beleza não tem tamanho – e nem idade.

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Ashley Graham e a mãe Linda Graham para campanha publicitária Swimsuits For All.

A modelo Ashley Graham, que em 2017 foi a primeira “plus size” a entrar para a lista de modelos mais bem pagas da Forbes, estrela uma nova campanha publicitária para a Swimsuits For All.

Esta é sua quinta campanha para a marca, e poderia ser apenas mais uma das diversas fotos comerciais que a americana de 30 anos já realizou, mas esta foi especial: Ashley foi convidada para fotografar com sua mãe, Linda Graham, no Marrocos.

“Minha mãe é meu exemplo desde a minha infância e tem um grande papel no desenvolvimento da minha confiança”, contou Ashley durante o shooting.

“Ela trouxe a discussão do body positivity para a nossa casa antes mesmo de isso ser um movimento. Sua atitude positiva com relação ao seu próprio corpo me moldou e me ensinou a manter confiante comigo mesma. Eu não poderia pensar em ninguém mais para celebrar a beleza em todos as formas, tamanhos e idades. E ainda digo mais: ela é gostosa e está incrível nas fotos!”

Ashley e sua mãe se mostram confortáveis e sentimos pelos cliques que elas realmente se divertiram durante o shooting.

Linda admitiu que ela não usava um biquíni desde os anos 80 e agradece à sua filha por ter quebrado essa barreira. “Ela me inspirou, aos 53 anos, a me orgulhar do meu corpo novamente depois de ter perdido minha própria confiança”, conta. [L’Officiel Brasil]

Morre Thomas Cohn, galerista que revelou artistas da Geração 80

Leonilson, Daniel Senise e Adriana Varejão foram artistas representados por ele

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Thomas Cohn ajudou na projeção da arte brasileira no mercado internacional

Morreu na segunda (5), aos 83 anos, o galerista e colecionador de arte alemão Thomas Cohn, que teve atuação importante durante a retomada da pintura no cenário das artes nos anos 1980.

Seu corpo foi cremado nesta terça-feira (6), em cerimônia fechada para poucos familiares e amigos, seguindo seu próprio pedido.

De família judia e nascido em Beuthen, cidade na fronteira da Alemanha com a Polônia, Cohn teve de sair de sua terra natal aos oito anos, durante a Segunda Guerra Mundial, fugindo do Exército nazista com a mãe e primos.

Estabeleceu-se com a família, primeiro, no Uruguai, onde passou sua juventude.

Em 1962, mudou-se para o Rio, na companhia de Myriam Tenenbaum Cohn, que seria sua primeira mulher –ele teria um segundo casamento, com Miriam Spira, mãe de Anny e Vivian Gandelsman.

Em entrevista realizada no ano passado por Vivian (o vídeo está disponível no site artload.com), o galerista conta que, ainda indecisos sobre a permanência no país, ele e Myriam escolheram morar em um hotel em Copacabana. A estadia ali durou oito meses.

“As paredes eram muito cinzas, então a gente começou a comprar obras de arte para decorá-las”, ele rememora. No vídeo, com humor, Cohn assume que comprou “muita coisa errada” nesse seu início de trajetória.

Pouco antes de completar 30 anos, Cohn resolveu desfazer-se de todas as obras adquiridas. Com o dinheiro, casou-se com Myriam, decidiu fixar-se de vez no Brasil e, sob influência de um jovem amigo brasileiro, o artista Antonio Dias, então com 19 anos, começou a prestar atenção no trabalho de artistas nacionais contemporâneos.

Passou os anos 1970 viajando e comprando obras –também de estrangeiros. Adquiriu trabalhos assinados por Lygia Clark, On Kawara, Christian Boltanski, entre outros.

Geração 80
Foi em 1983 que decidiu, enfim, abrir a galeria Thomas Cohn, dando privilégio ao trabalho de pintores.

O espaço ganhou relevância ao embarcar na efervescência de um movimento originado em torno desse suporte e também por apostar em artistas ainda sem proeminência, mas que despontavam como uma renovação geracional em um momento de abertura política.

Era aquela que se chamaria Geração 80, com a qual ganharam projeção artistas como Daniel Senise, Luiz Zerbini, Beatriz Milhazes, Leda Catunda e Leonilson.

Esses dois últimos eram representados por Cohn antes da mostra “Geração 80”, realizada por Marcus Lontra, Paulo Roberto Leal e Sandra Magger, em 1984, no Parque Lage.

Nos anos 1990, Cohn trocou o Rio por São Paulo, onde reabriu sua galeria. Senise, representado por ele desse período até 2001, diz que Cohn se destacava pela independência de pensamento e pelo olhar atento a cenários de fora do país. “Era um homem do mundo”, resume.

Ou, no outro sentido, “um dos pioneiros embaixadores da arte brasileira no exterior”, diz a galerista Nara Roesler.

‘Apaixonado’
Nos anos 2000, as questões do corpo, da performance, da tecnologia e da palavra ganharam volume em outros espaços dedicados à arte, mas a galeria de Cohn permaneceu fiel a suportes tradicionais.

A galeria funcionou até 2012, quando seu dono decidiu se dedicar a outra atividade e abriu um escritório voltado ao design de joias, que funcionou até o ano passado, quando ele recebeu o diagnóstico de câncer no intestino.

Vivian diz que Cohn, além de apreciador das artes visuais, gostava de ouvir música eletrônica. “Virou um expert no assunto, antes mesmo de eu saber o que era música eletrônica”, diz ela, 32.

“Um apaixonado”. Assim o crítico Agnaldo Farias define seu “amigo Thomas”.

“Começou a colecionar arte e abriu sua galeria com o mesmo ardor. Primeiro a mostrar Leonilson. Foi responsável pela descoberta de Adriana Varejão. Por causa de atitudes como essa, muita gente, arrogantemente ortodoxa, rompeu com ele. A Geração 80, depois consagrada, deve muito a seu olhar crítico e sensibilidade”, completa.

Sua paixão se exprimia também nas “viagens de pesquisa”, “surpreendentes”. “Era entusiasmado tanto quanto indignado por tudo que lhe interessava: arte, a política, os passes errados do São Paulo, time do coração”, conclui Farias.

Snapchat alcança 187 milhões de usuários no final de 2017

Crescimento de 18% em relação ao ano anterior bateu expectativa dos analistas e deu fôlego à rede social.

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Snap chegou ao mercado de empresas listadas em bolsa com valor de US$ 24 bilhões

O aplicativo de compartilhamento de fotos e vídeos efêmeros Snapchat superou o número de 187 milhões de usuários no quarto trimestre de 2017, o que representa um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

Trata-se da maior alta no número de usuários do aplicativo desde terceiro trimestre de 2016, o que dá fôlego à rede social que estava estagnada por conta da ofensiva do Facebook e de seus outros aplicativos, como o Instagram e WhatsApp.

Os números foram divulgados no balanço da Snap, companhia por trás do Snapchat, na noite de ontem. O crescimento do número de usuários superou as expectativas de Wall Street e as ações da companhia apresentavam alta de 26% ontem, após o fechamento do mercado.

A receita da companhia foi de US$ 285,7 milhões no quarto trimestre, o que representa um crescimento de 72% na comparação com o mesmo período de 2016. O prejuízo da Snap, por outro lado, foi superior à receita: US$ 350 milhões.

Os números chegam cerca de dois meses após a companhia anunciar a maior mudança no design do aplicativo Snapchat desde seu lançamento para tentar fisgar novos usuários.

A mudança surgiu após meses amargos na empresa, depois de perder espaço ao ser copiada por Instagram, Facebook e WhatsApp. Em setembro do ano passado, a empresa tinha 178 milhões de usuários ativos, número bem abaixo dos 800 milhões anunciados na mesma época pelo seu principal concorrente, o Instagram.

No início do mês, a Snap demitiu 24 funcionários de seus escritórios em Nova York e Londres, como parte de uma reestruturação da companhia, que tenta há mais de um ano se firmar como uma “empresa de câmeras” – indo além de uma mera rede social.

Em 2016, a companhia lançou o Spectacles, um óculos que registra e publica imagens na plataforma. A venda do produto foi um fiasco e os óculos encalhados renderam um prejuízo de, pelo menos, US$ 40 milhões para a companhia.

L’Officiel Azerbaijão Fevereiro 2018 Luisa Laemmel by Anna Zesiger

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L’Officiel Azerbaijan February 2018 Luisa Laemmel by Anna Zesiger

Photography: Anna Zesiger. Styled by: Manuela Mezzetti. Hair & Makeup: Alessio Giovannelli. Fashion Assistant: Martina Scarano-Francesca. Model: Luisa Laemmel at Elite Model Milano.

 

Prestes a chegar às lojas, caixa de som inteligente da Apple enfrenta fortes críticas nos EUA

Home Pod, que começa a ser vendida na próxima sexta-feira com preço de US$ 350, é ótimo como uma caixa de som, mas fraca em inteligência

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Caixa de som conectada poderá tocar músicas e coordenar dispositivos da casa inteligente

A caixa de som inteligente HomePod, resposta da Apple aos produtos de rivais como Google Home e Amazon Echo, chegará às lojas dos Estados Unidos na próxima sexta-feira, 9. Mas, se em outras categorias a fabricante americana coleciona críticas favoráveis, dessa vez ela terá trabalho redobrado: as primeiras análises do HomePod, publicadas nesta terça-feira, 6, apontam que o novo dispositivo é uma ótima caixa de som, mas pouco inteligente para competir com os rivais. O HomePod será vendido com preço de US$ 350 nos EUA.

“A caixa de som da Apple é uma peça de hardware impressionante”, escreveu Brian Chen, um dos repórteres de tecnologia do jornal americano The New York Times. “Mas o funcionamento da Siri no HomePod parece embaraçosamente inadequado.” No lançamento, a Apple afirmou que a assistente pessoal Siri seria melhorada com a ajuda de tecnologias de inteligência artificial, que conseguiriam, por exemplo, sugerir playlists de acordo com o gosto pessoal do usuário. Nos testes da reportagem do jornal, porém, a Siri mais errou do que acertou nas sugestões.

A Apple foi uma das pioneiras no segmento de assistentes pessoais, ao introduzir a Siri no mercado em 2011. Desde então, porém, a companhia ficou para trás em inovação em relação aos seus principais rivais: a Amazon, que foi a primeira a colocar um assistente pessoal em uma caixa de som e que hoje domina este mercado nos EUA; e o Google, que vem aprimorando o Google Assistant e já o colocou em uma linha de dispositivos de áudio, à venda apenas nos EUA. No ano passado, a Apple mostrou que reagiria a este mercado ao lançar o HomePod em junho, mas o produto só chegará agora às lojas.

De acordo com o jornal, que comparou o HomePod com o Google Home e com o Amazon Echo, a Siri não conseguiu desempenhar ações básicas dos assistentes, como chamar um carro por meio do aplicativo de carona Uber, configurar um alarme, buscar uma receita e agendar um compromisso. Questionada, a Apple respondeu que focou nas ações primordiais do assistente, como tocar música e verificar a previsão do tempo, e que vai melhorar as funções ao longo do tempo.

The New York Times não foi o único a criticar o aparelho. Outro jornal americano, o The Wall Street Journal, afirmou que embora o HomePod tenha “uma voz incrível”, a fabricante ainda precisa trabalhar mais em seu “cérebro”. O site especializado em tecnologia The Verge publicou uma análise em que afirma que não há nenhuma outra caixa de som com um melhor áudio no mercado, mas que a falta de integração da Apple com tecnologias de outras empresas faz do HomePod um dispositivo “solitário”. E decretou: “A Siri não consegue competir com a Alexa (Amazon) ou o Assistant (Google)”, afirmou o The Verge.

Exposição apresenta finalistas do Prêmio Casa Vogue Design 2018

Mostra estará aberta ao público até o dia 10 de março no Museu de Belas Artes
Por Giovanna Maradei I Fotos Cleiby Trevisan

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Cadeira Tri, de Juliana Vasconcellos e Matheus Barreto; Estante Plana, de F Studio; Vasos Amorfos de Alva Design; Ladrilho Flow de Studio Passalacqua  (Foto: Cleiby Trevisan)

Foi no MUBA, Museu Belas Artes de São Paulo, que Casa Vogue inaugurou a primeira exposição do Prêmio Casa Vogue Design. No espaço, a equipe de produção da revista organizou ambientes para lá de inspiradores, usando apenas as peças finalistas da segunda edição da premiação. A ideia é oferecer ao público a oportunidade de conferir, ao vivo e a cores, cada um dos 46 candidatos – que estão divididos em nove categorias, além, é claro, da categoria “voto popular” – da qual você pode participar clicando no link da votação.

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Tecido Trópicos, de Ana Laet para Artefacto beach & Country; Mesa de Centro T.OR, de Andrea Macruz, Série Cristais, Carol Gay; Poltrona Branch, de Adolini + Simonini; Armário EE2672 de Outra Oficina; Biombo Landscape, de Osvaldo Tenório  (Foto: Cleiby Trevisan)
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Mesas Margem, de Gerson de Oliveira e Luciana Martins; Sofá Rest, de Arthur Casas; Luminária Mangue, de Ary Perez (Foto: Cleiby Trevisan)
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Tecido Linha Geometria, de Attilio Bascher e Greforio Kramer; Banco Jardim, de Inês Schertel, Linha Versus de Reinaldo Lourenço; Luminária de mesa Nord, de Fernando Prado; Ladrilho Geraldo 2 de Maurício Arruda (Foto: Cleiby Trevisan)
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Tapete Espiral, de Julia Vasconcellos e Matheus Barreto; Cadeira Zina, de Zanini de Zanine, Mesa de Jantar Rino, Arthur Casas; Centro de Mesa Nervo de Jacqueline Terpins; Pendente Folha; de Zanini de Zanine; Azulejo Patch Glass de Decortiles  (Foto: Cleiby Trevisan)

Os candidatos ao Prêmio Casa Vogue Design são selecionados pela redação, após uma longa avaliação das criações lançadas por designers brasileiros durante o ano. Agora, as peças serão avaliadas por um júri que conta com a presença Agnaldo Farias, curador de arte; Arthur Lescher, artista plástico; Ethel Leon, jornalista e professora de história do design; Fernando Puccetti Laterza, coordenador do bacharelado em design do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo; Ruy Teixeira, fotógrafo; Waldick Jatobá, fundador da feira de design colecionável MADE; e Taissa Buescu, diretora da revista.

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ECobogó Mão, de Fernando e Humberto Campana; Cadeira Estilo de Guilherme Wentz; Banco Cafezinho de Guilherme Sass; Luminária Portátil Hermit, de Noemi Saga(Foto: Cleiby Trevisan)
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Mesa de jantar Parquet, de Gustavo Bittencourt; Coleção Stacks, de Brunno Jahara; Luminária de Mesa Espectra, de Bianca Barbato; Poltrona Eva, de Gustavo Bittencourt e Balanço Ipê de Sérgio J. Matos; revestimento coleção Escamas, de Marcelo Rosenbaum  (Foto: Cleiby Trevisan) 
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Linha Poema, de nada se Leva; mesa Linha Prisma, de Estúdio Rain; Sofá Joy, de EstudioBola; Linha Coven Home, de Liliane Rebehy e revestimento Linha Remo, de Ceusa (Foto: Cleiby Trevisan)

Os vencedores serão anunciados no dia 7 de março, em cerimônia que também deve homenagear um jovem talento de ascensão e também o designer do ano. Ficou curioso? A exposição começou na segunda-feira, só para convidados, e deve seguir aberta ao público até o dia 10 de março. O MUBA, fica em São Paulo, na Rua Dr. Álvaro Alvim, 76, e está aberto de segunda a sexta-feira, das 10 às 20 horas, e aos sábados, das 10 às 16 horas.

Pantera Negra | Novo pôster destaca T’Challa, Shuri e Nakia em Wakanda

Novo pôster de Pantera Negra, especial para IMAX, destaca os personagens do longa em Wakanda. Confira (via ComicBook):

5d7f68e5f93d6620a9b1763acf96444c.jpgAlém de  Chadwick Boseman no papel principal, o longa conta com Michael B. Jordan Forest WhitakerDanai Gurira vive Okoye e Lupita Nyong’o interpreta Nakia, as duas principais Dora Milaje do filme. Com direção de Ryan CooglerPantera Negra estreia em 15 de fevereiro.