Arezzo lança Owme, nova marca focada no conforto

Grupo comandado por Alexandre Birman amplia portfolio com sexta grife de calçados, que chega ao mercado em maio

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Owme (Foto: Divulgação)

grupo Arezzo aquece os motores para o lançamento da Owme, nova grife que passa a integrar o portfolio de grifes de calçados de Alexandre Birman a partir de maio. A novidade chega com invocações tecnológicas com foco em conforto nas botassapatilhasescarpinsflats, tamancos e tênis que compõem a marca.

Entre os diferenciais dos pares estão palmilhas elásticas “com memória”, feitas de couro e espuma, saltos mais grossos e estáveis com expessura mínima de 22mm e forros de fibras de algodão e viscose, que garantem melhor respiro à pele. Para completar, todos pares terão moldes anatômicos e solas emborrachadas, antiderrapantes e flexíveis, reforçando a segurança.

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Owme (Foto: Divulgação)

A Owme é a sexta marca do grupo ao lado da SchutzAlexandre BirmanAna CapriArezzo e Fiever (última a chegar ao mercado, em 2015). O lançamento oficial está marcado para maio, com a primeira loja em São Paulo junto do e-commerce próprio da grife [Vinícius Guidini].

Artistas levam rosas brancas em prol de campanha ao red carpet do Brit Awards 2018

Nomes como Ed Sheeran e Dua Lipa aderiram à manifestação no tapete vermelho em premiação em Londres

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LONDON, ENGLAND – FEBRUARY 21: *** EDITORIAL USE ONLY IN RELATION TO THE BRIT AWARDS 2018*** Singer Dua Lipa attends The BRIT Awards 2018 held at The O2 Arena on February 21, 2018 in London, England. (Photo by John Phillips/Getty Images)

Dua Lipa, Ed Sheeran e Rita Ora foram alguns dos nomes famosos que levaram a campanha contra assédio ao tapete vermelho no Brit Awards 2018.

Nesta quarta-feira (21.01), artistas carregaram flores brancas como na iniciativa colocada em prática originalmente no Grammy Awards 2018. O ato pontua o engajamento de seus convidados puxados pelo levante pilotado pela organização Time’s Up. Os Brit Awards celebram os talentos ingleses da música. Veja abaixo mais looks da noite.

Tem dragão-bebê e manifesto ciborgue na Gucci. Tá confuso?

… A gente explica!

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 (FOTOSITE/Agência Fotosite)

Alessandro Michele é um criador interessante. Deu à Gucci uma identidade poderosa, criada sim a partir dos arquivos da grife, mas inegavelmente moldada e consolidada a partir de sua visão da moda. Até agora ele circulava pelos castelos de sua imaginação, geralmente se mantendo nos cômodos mais frequentados:  salões, jardins, quartos, entre tapetes, caixas de joias, baús de roupas e de memórias, obras de arte, heranças da vovó, essas coisas.

Mas agora o Gucci Squad chegou mais ousado. Entrou na biblioteca e de lá foi correndo para o porão onde, em ambiente controlado, entraram na vibe de estranhas experiências. Modelos segurando réplicas da própria cabeça, meninas de três olhos, e um pet dragão recém-nascido (obra do estúdio de efeitos especiais Makinarium) estão entre os resultados desse experimento, que, apesar dos elementos bizarros, tem uma base intelectual: o manifesto ciborgue, interessante e controverso texto da bióloga e filósofa Donna Haraway, de 1984.

“O ciborgue é uma criatura de um mundo pós-gênero”, explica Donna, em total sintonia com o que Alessandro tem feito na casa italiana. Desde sua primeira coleção, a ideia de uma roupa que desafiasse certas barreiras estava presente. E, com ela, a possibilidade de um outro mundo, de uma outra relação social. Não à toa, antes de chegar à reflexão dessa nova coleção, a Gucci foi ao espaço, abraçou ETs, talvez em busca de modelos mais livres vindos de outras civilizações. Uma viagem de descobrimento intergaláctica.

O Gucci Squad chegou mais ousado. Entrou na biblioteca e de lá foi correndo para o porão onde, em ambiente controlado, entraram na vibe de estranhas experiências.

Se pergunta também sobre os limites entre humano e máquina, entre físico e não-físico, por exemplo.  “A imagem do ciborgue pode sugerir uma forma de saída do labirinto dos dualismos por meio dos quais temos explicado nossos corpos e nossos instrumentos para nós mesmas. Trata-se do sonho não de uma linguagem comum, mas de uma poderosa e herética heteroglossia”, diz, se referindo às mulheres, especialmente as feministas, fazendo uma defesa muito interessante do poder emancipatório dos movimentos do feminismo negro.

Em seu release, a Gucci vai mais longe. Imagina corpos híbridos, convida para a brincadeira criaturas dignas dos livros e das sagas de fantasia do cinema. “Gucci Cyborg é pós-humana: tem olhos nas mãos, chifres de fauno, filhotes de dragão e cabeças duplicadas. É uma criatura biologicamente indefinida e culturalmente ciente. O último e extremo sinal de uma identidade miscigenada em constante transformação. O símbolo de uma possibilidade emancipatória por meio da qual podemos decidir nos tornar quem somos.”

Vamos às roupas.
Começando pelo cinema, que, até hoje, nos deu as imagens mais conhecidas de futuros e mundos nesses termos. De Blade Runner a filmes de terror B como The Astro Zombies, em que um cientista maluco tenta criar super humanos a partir de pedaços de pessoas. As balaclavas usadas pelos assassinos do filme aparecem em vários momentos. Em outro, em uma estampa, o título do filme Faster Pussycat Kill Kill, um cult do gênero exploitation estrelado pela icônica Tura Satana, que interpreta a líder de uma gangue de gogo girls, invertendo padrões de submissão, força e sensualidade.

A questão da identidade mutante e fragmentada está no remix presente em cada look, em cada peça, algo que Alessandro também tem feito desde o começo. Quem espera grandes diferenças de approach nessa coleção vai se decepcionar. O estilo antiguinho, as sobreposições, a exuberância dos acessórios, a avalanche de detalhes, o garimpo minucioso continuam fortes. Mais do que mostrar algo novo como proposta, o designer propõe uma nova perspectiva sobre o que já vem fazendo, ou seja, ao explicar certos fundamentos, acrescenta profundidade e nos faz olhar de outra forma para seu repertório.

É claro que existem sacadinhas, como as roupas divididas ao meio, estilo Médico e MonstroFrankenstein hipster. O styling joga por cima das roupas as capas guarda-pó usadas para proteger as peças, o que pode ser visto de muitas maneiras, de uma brincadeira com a vibe empoeirada a uma provocação sobre muitos fashionistas se transformarem em híbridos de gente e label. Você mesmo deve conhecer algum.

Na moda, podemos brincar mais, podemos viajar com as asas de dragão que nós mesmos criamos. Na vida real a loucurinha de tudo-junto-agora pede mais reflexão porque, apesar de tudo, o corpo humano sangra e mexer com os limites do cérebro é assunto ao mesmo tempo violento e delicado. Sobre isso, a própria Donna Haraway dá a letra em uma das frases mais célebres de seu manifesto: “Este ensaio é um argumento em favor do prazer da confusão de fronteiras, bem como em favor da responsabilidade em sua construção.” [Vivian Whiteman]

A cor que está oficialmente dominando 2018 na moda

Veja ideias para adotar o amarelo nos seus looks!

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(Agência Fotosite/Agência Fotosite)

Durante a semana de moda de Londres não teve outra cor que se destacou tanto quanto o amarelo nas ruas da cidade. Mostrando sua versatilidade, ela surgiu em looks de alfaiataria, mas também em casacos esportivos e diversos detalhes. Apesar da cor do ano da Pantone ter sido um tom de roxo, parece que a substituta do rosa millennial no coração das fashionistas é realmente o amarelo — cuja variação mais clara ficou conhecida como “gen z yellow”.

Neste mês, até Kate Middleton apostou em um vestido de festa no tom. Veja abaixo diversas ideias para adotá-la no seu look, principalmente quando o inverno chegar e for possível abusar de camadas! [ELLE]

Coleção da Puma inspirada no balé e estrelada por Selena Gomez chega ao Brasil

Coleção tem também as bailarinas do NYCB

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Selena na campanha (Foto: Divulgação)

Chega nesta quinta-feira (22) ao Brasil a coleção En Pointe, da Puma. Inspirada no balé, a linha é representada por Selena Gomez e pelas bailarinas do new York City Ballet.

Entre as novidades, estão três modelos de tênis com design inspirado em sapatilhas e acabamento de cetim – desejo instantâneo para sneakerheads – e peças de roupa que priorizam não só a informação de moda, como os materiais de alta-performance.

As peças estarão à venda no e-commerce da marca e nas lojas Authentic Feet e Centauro.

Modelos usam suas próprias cabeças como acessório na Gucci

O desfile da marca italiana que acabou de acontecer na Semana de Moda de Milão namorou o macabro.

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As réplicas de cabeça usadas impressionaram por serem idênticas às modelos Foto: REUTERS/Tony Gentile

Como diria Caetano Veloso: “alguma coisa está fora da ordem” no desfile da Gucci. De cara, até mesmo o convite já fugia completamente da estética vintage e exagerada pela qual a marca ficou conhecida sob a direção de Alessandro Michele. Tratava-se de um timer que ficava contando o tempo até o horário do desfile que aconteceu ainda hoje na Semana de Moda de Milão.

Como se não bastasse, o cenário também não tinha nada de barroco: uma sala de cirurgia. Fria como deve ser em qualquer hospital, ela fazia com que os convidados se perguntassem o que estava acontecendo, qual a conexão disso com o universo Gucci. A justificativa para o inverno 2018 fora da curva está no livro Manifesto Ciborgue, da autora norte-americana Donna Haraway — filósofa feminista e socialista cujo trabalho ganhou mais proeminência durante os anos 198o.

Em sua obra, a autora se posicionava contra o conservadorismo crescente de seu país, principalmente quando se falava do papel da mulher na sociedade. Além disso, ainda estudava a figura ambígua do ciborgue como uma metáfora para a crítica do pensamento egóico em favor da multiplicidade e de uma abertura responsável para as ciências e as tecnologias vigentes. Por isso, algumas “coisas estranhas” aconteceram na passarela da Gucci.

Entre elas está esse look em que uma modelo carrega a sua própria cabeça, quase como uma bolsa ou um outro acessório qualquer. Há também filhotes de dragão sendo carregados, jalecos que viram peças de luxo e se misturam ao mood vintage que a marca, de uma maneira ou de outra, sempre acaba evocando. Assim como no desfile da Calvin Klein, o repertório de filme de terror aparece nas roupas. Alguns elementos, inclusive, são comuns entre as coleções: o xadrez, as balaclavas, a alfaiataria oversized (claro, com interpretações completamente diferentes, mas ainda assim, vale deixar o alerta de tendência ligado). [Pedro Camargo]

Lais Ribeiro ensina apresentador americano Harry Connick Jr. a sambar em programa

Harry Connick Jr. arriscou-se na dança ao lado da brasileira

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Lais Ribeiro e o apresentador Harry Connick Jr. Foto: YouTube / @HARRY

A modelo brasileira Lais Ribeiro tentou ensinar Harry Connick Jr. a ‘sambar’ no programa do apresentador, exibido pela rede norte-americana Fox.

“De alguma forma, no Brasil, nós simplesmente amamos dançar. Somos apaixonados por isso, e eu adoraria te mostrar um pouco isso”, disse ela. Em seguida, a banda do programa tocou uma música (em ritmo não tão brasileiro) e Lais ensinou-o a mexer os pés e os quadris. Confira o momento abaixo!

Em outro momento da conversa, a modelo contou momentos curiosos de sua carreira, como o momento em que foi convidada a usar um sutiã de 6 milhões de reais: “Há uma história engraçado dos bastidores na China. Estava dando entrevistas e falando sobre o sutiã, e peguei o sutiã. Os seguranças começaram a correr atrás de mim. Foi engraçado. ‘Eu não vou pegar isso, só estou brincando'”.

Questionada se seu filho, Alexandre, de nove anos, sabia o que ela fazia para viver, contou: “Ele sabe um pouco. No dia do Victoria’s Secret Fashion Show, ele queria comer pizza, e eu disse: ‘Não, eu vou fazer o Fashion Show’. Ele perguntou: ‘Qual tipo de Fashion Show?’. ‘O Victoria’s Secret Fashion Show’, não posso comer isso antes. Ele disse: ‘Meu deus, você trabalha na Victoria’s Secret?!’, e eu disse: ‘Sim, pelos últimos sete anos!'”.

Harry ainda arriscou-se no português durante a entrevista, que foi ao ar na Fox estadunidense no último dia 14, falando “Como está você?” e “Obrigado”.

Brechó de luxo realiza bazar com peças por menos de R$ 200

ReciclaLuxo destina seu lucro a instituições de caridade.

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Bolsa Tod’s, R$ 324,50. Vestido Blumarine, R$ 221,70. Blazer Giorgio Armani, R$ 219,50. (Divulgação/Divulgação)

Já está no a a superpromoção que o brechó online ReciclaLuxo promove neste começo de ano. Em esquema queima de estoque, peças de grandes marcas, como Prada, Miu Miu, Marc Jacobs e Dolce & Gabbana, serão vendidas com descontos entre 50% e 70%, com lucros revertidos para instituições beneficentes como o Ten Yad, que luta contra a fome.

São mais de 200 produtos, como uma malha da Moschino que antes custava R$ 369 e agora está por R$ 147,60. Há ainda um vestido DVF por R$ 149,50 e até uma sandália da Prada por R$ 95,60. Boa oportunidade se você sempre quis uma peça assinada no seu armário.

O brechó tem quase cinco anos de funcionamento e já destinou mais de 1 milhão e meio de reais para entidades parceiras por meio de seus 150 doadores e clientes que movimentaram cerca de 3 mil peças no site.

CNN Style traz Donatella Versace narrada por Lady Gaga!

A gente já ia amar um tributo a Donatella Versace de qualquer forma, mas a CNN Style conseguiu deixar o seu minidocumentário ainda mais especial. Ninguém menos que a própria Lady Gaga é quem narra a história da grife, o que na verdade faz muito sentido – a cantora, além de ter família italiana, é superamiga da Donatella! A cantora até tem uma música que se chama “Donatella” no seu álbum “Artpop” em homenagem à estilista. Para assistir à homenagem feita pela CNN Style legendada em português pelo pessoal do site RDT Lady Gaga. [Lilian Pacce]