Spotify registra prejuízo de 169 milhões de euros no 1º trimestre

Prejuízo da empresa foi pior do que o esperado pelo mercado; em NY, papel da companhia caiu 8%
Por Victor Rezende – O Estado de S.Paulo

spotify-2fe8eff0e3f87d2e9056154a0bc2545582
Spotify apresentou prejuízo líquido de 169 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano

Spotify apresentou prejuízo líquido de 169 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a 1,01 euro por ação, em um resultado melhor do que o visto no mesmo período do ano anterior, quando houve perdas de 172 milhões de euros, ou 1,15 euro por ação.

Analistas consultados pela FactSet esperavam prejuízo menor, de 0,32 euro por ação. O Spotify também apresentou prejuízo operacional de 41 milhões de euros no primeiro trimestre.

A receita, por sua vez, subiu de 902 milhões de euros entre janeiro e março de 2017 para 1,14 bilhão de euros no mesmo período deste ano. O resultado, no entanto, ficou abaixo do esperado por analistas ouvidos pela FactSet, que previam receita de 1,16 bilhão no período.

Em relação à quantidade de usuários, o Spotify terminou o primeiro trimestre com 75 milhões de clientes no serviço premium, enquanto houve 170 milhões de usuários ativos mensais.

Para todo o ano de 2018, o Spotify acredita que irá registrar receita entre 4,9 bilhões de euros e 5,3 bilhões de euros. Já o prejuízo operacional ficará entre 230 milhões de euros e 330 milhões de euros, enquanto o total de usuários ativos mensais será de 198 milhões a 208 milhões.

Para o segundo trimestre, a companhia acredita que a receita ficará entre 1,1 bilhão de euros e 1,3 bilhão de euros, enquanto o total de usuários ativos mensais será de 175 milhões a 180 milhões. Já o prejuízo operacional entre abril e junho será de 60 milhões de euros a 140 milhões de euros.

Com a receita abaixo do esperado por analistas, o Spotify viu suas ações despencarem nos negócios do after hours em Nova York. Às 18h56 (de Brasília), os papéis da companhia perdiam 8,06%, a US$ 156,30.

Hidratação natural: 4 dicas para não sofrer com ressecamento da pele nesse inverno

A dermatologista Valéria Marcondes, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica as principais causas de desidratação e como cuidar da pele nessa estação.
Por Olga Penteado

vogue-crop-beleza-horizontal.jpg
Pele invernal: como evitar ressecamentos nessa época do ano (Foto: Zee Nunes / Arquivo Vogue )

Nós sentimos, literalmente na pele os sintomas do inverno – até mesmo nas com tendência a oleosidade, podem ficar mais ressecadas durante o outono e inverno. Um estudo publicado no British Journal of Dermatology explica porque isso acontece: o clima frio e o ar seco fazem com que a camada mais externa das células da pele encolha, o que prejudica a ação de uma proteína chamada filagrina. “Essa substância desempenha papel importante na barreira cutânea. Ela é degradada em aminoácidos que mantêm a hidratação dentro das células e fornecem proteção”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. O estudo analisou a pele de 40 homens e 40 mulheres saudáveis, após acompanhamento no verão e no inverno.

Quando as reservas de filagrina caem, a pele fica seca e sujeita à descamação – o que afeta ainda mais as áreas mais pobres na substância, como as bochechas e as mãos. “A queda da proteção natural aumenta o risco de sensibilidade, irritação e processos inflamatórios – o que inclui crises de eczema e psoríase”, diz a dermatologista, que alerta: “Hábitos errados no inverno também podem piorar a qualidade da pele e do couro cabeludo. O principal deles é tomar banhos demorados e muito quentes. A água em alta temperatura retira a oleosidade e favorece o aparecimento da dermatite seborreica, inflamação da pele caraterizada por descamação (no couro cabeludo, a popular caspa, por exemplo). Esfregar a pele do corpo também agride demais os tecidos e resseca ainda mais”.

Portanto, não economize nos cuidados com a pele nos períodos mais frios e fuja dos maus hábitos. A dermatologista dá dicas para você enfrentar o inverno sem medo.

Temperatura do chuveiro – deve ser no máximo de 35 a 40 graus, que embaça um pouco o espelho. Se todo o espelho estiver embaçado, a água deve estar em excessivos 60 graus, aproximadamente.

Hidratação do corpo – use e abuse dos cremes hidratantes. O segredo é aplicá-los com o corpo ainda úmido, para aumentar a penetração. Os óleos vegetais ricos em ácidos graxos essenciais também podem ser usados.

Higiene e hidratação do rosto – para a limpeza, basta água morna e um pouco de sabonete. Prefira líquidos mais suaves, menos agressivos e com ativos hidratantes. Após a limpeza e tonificação, aplique hidratantes com alta capacidade de hidratação, com ácido hialurônico e ativos formadores de filme. Se a pele for seca, produtos de textura mais rica podem ser usados para formar um filme sobre a pele, uma parede de defesa para repor e segurar água.

Água, sempre! – mesmo nos dias mais frios, não devemos nos esquecer do consumo de água, frutas e verduras, que ajudam na hidratação.

‘Estávamos escravizados mentalmente’, diz Kanye West sobre escravidão nos EUA

Rapper se explicou após comentários que havia feito sobre o tema terem repercussão negativa

410
Rapper Kanye West em entrevista ao vivo no TMZ

O rapper Kanye West teve de se justificar em seu Twitter na noite da última terça-feira, 1º, após comentários que ele fez sobre a escravidão nos Estados Unidos terem repercussão negativa.

O artista deu uma entrevista ao vivo no TMZ mais cedo naquele dia e falou sobre escravidão. “Quando você ouve que a escravidão durou 400 anos… 400 anos? Isso soa como uma escolha para mim”, falou.

Van Lathan, um jornalista do site, rebateu os comentários do rapper. “Enquanto você está fazendo música e vivendo a vida que conquistou por ser um gênio, o resto de nós na sociedade temos de lidar com a marginalização resultante desses 400 anos que você disse ser ‘uma escolha’. Estou desapontado e magoado”, falou.

Logo em seguida, Kanye pediu desculpas a Van por tê-lo magoado. No entanto, suas palavras repercutiram mal e muitas pessoas usaram as redes sociais para criticar o discurso do rapper, o que o fez se explicar em suas redes sociais depois.

“Para deixar claro: claro que eu sei que os escravos não foram acorrentados e colocados em navios por vontade própria. Meu ponto é que o fato de termos permanecido nessa posição mesmo estando em vantagem numérica significa que estávamos escravizados mentalmente”, escreveu.

Confira o momento em que ele faz o comentário (em inglês):

ABBA não tem ‘nada a provar’ com novas músicas, diz Benny Andersson

Declaração foi feita após o grupo anunciar retorno com material inédito; confira alguns clássicos
EFE

Sem títuloBenny Andersson, um dos quatro integrantes do ABBA, disse que o grupo sueco, que foi sucesso nos anos 70 e 80, não tem “nada a provar” com o retorno aos estúdios, após o anúncio de que os membros gravaram duas músicas novas.

Em entrevista à rede britânica “BBC” e divulgada nesta quarta-feira, Anderson falou sobre o retorno do quarteto, que também tem Björn Ulvaeus, Anni-Frid Lyngstad e Agnetha Fältskog.

“Não sinto que tenhamos que provar alguma coisa. Não acho que temos que pensar, ‘Ah, e se fosse melhor antes?’ Talvez tenha sido, mas não podemos nos importar com isso. Fizemos porque pensamos que foi uma coisa boa”, disse Andersson.

A ideia de fazer algumas músicas novas surgiu quando ele e Ulvaeus trabalhavam em um projeto que a banda fará com avatares e que está previsto para ser lançado no ano que vem.

“Nós pensamos: ‘talvez devêssemos escrever algumas canções e perguntar às garotas se elas querem entrar e cantar’. Elas responderam: ‘Claro que sim!’, e foi só alegria”, contou Andersson.

Na entrevista, o artista aproveitou e adiantou alguns detalhes do trabalho.

“Uma das músicas é como se tivéssemos escrito para hoje. A outra, nós poderíamos ter escrito em 1972”, indicou ele sobre as canções, que ainda não foram concluídas.

Conforme disse, as músicas devem ser lançadas até o fim do ano, já que as vozes já estão gravadas, mas ainda falta fazer a mixagem.

Ulvaeus, por sua vez, afirmou que o novo trabalho poderia complementar o legado da banda, porque “soam como ABBA”.

O ABBA fez grande sucesso internacional entre os anos 70 e 80. A fama veio após o Festival Eurovision de 1974, quando eles venceram com “Waterloo”.

A origem do nome vem das iniciais dos quatro integrantes que à época formavam dois casais: Bjorn e Agnetha e Anni-Frid e Benny. Eles se separaram pouco antes do fim do grupo.

Janelle Monáe | Dirty Computer – Crítica

Em álbum de protesto, Janelle Monáe exalta liberdade e entrega hits brilhantes

A1+i3xu+dbL._SX522_.jpgBrian WilsonPrincePharrell WilliamsStevie WonderZöe KravitzGrimes: essa é a curta lista de nomes que contribuíram, de algum modo, ao último álbum de Janelle MonáeDirty Computer. Por mais que a impressionante escalação de veteranos e estrelas da música atual já fosse o suficiente para chamar atenção, os convidados não se destacam mais do que o elemento principal da história criada pela cantora: ela mesma.

Dirty Computer é o primeiro trabalho de Janelle que não faz uso da personagem andróide Cindi Mayweather, introduzida em seu primeiro lançamento, em 2007. Despir-se de uma figura simbólica faz bastante sentido, principalmente porque, no novo disco, a compositora apresenta uma jornada autobiográfica, que tem a auto-afirmação como objetivo principal. Mais atual do que nunca, a cantora que chegou ao mainstream em seu primeiro álbum, ArchAndroid, de 2010, agora traz uma narrativa que mantém sua estética futurista tradicional, mas se apresenta totalmente contemporânea.

Divulgado em conjunto com um filme, batizado por Janelle como uma “emotion picture”, Dirty Computer traz a história de uma sociedade distópica, onde seres considerados “fora da norma” são computadores sujos, que passam por uma limpeza de suas memórias extravagantes para se tornarem membros pacíficos da sociedade. Apesar da jornada da personagem principal ficar muito clara no filme, o álbum não segue estritamente o caminho de uma história, mas, em seu lugar, cria um relato ainda mais claro de crítica aos Estados Unidos atual e um protesto pela libertação sexual.

O disco começa com uma sequência bombástica: a faixa título, que traz o vocal característico de Brian Wilson ao fundo, e “Crazy, Classic, Life”, um hino pop que fecha com o primeiro rap de Janelle no álbum, onde ela canta das injustiças de sua vida, como uma mulher negra nos EUA, mas focando não no sofrimento, mas no orgulho. A mensagem é marcada mais fortemente no maior rap do álbum, “Django Jane”, na qual a cantora constrói sua maior crítica ao machismo e vangloria a voz feminina. A faixa, aliás, segundo o site interativo lançado do álbum, foi inspirada na Dora Milaje, mulheres da guarda real de Wakanda em Pantera Negra.

Apesar de recheado de mensagens e declarações políticas, Dirty Computer também é um álbum altamente sexual, e não peca pela falta de hits sedutores e certeiros, como o primeiro single “Make Me Feel”, “Screwed” e “I Got The Juice”. O álbum também soube mostrar o lado humano e vulnerável de Janelle, exemplificado em “So Afraid” e “Don’t Judge Me”, música que traz as inseguranças da cantora, sem se desprender do cenário maior. Em outra citação que chama atenção nas inspirações do álbum, Janelle explica que a ideia veio das diferenças entre o discurso e a realidade: “algo entre o que os Estados Unidos defende sobre liberdade e o que faz com meus irmãos e irmãs”. Mas a culminação final de Dirty Computer, “Americans”, é seu maior triunfo: a faixa em parte inspirada em um discurso de Barack Obama é cativante, grandiosa, e uma análise final da sociedade dos EUA.

Em Dirty Computer, Janelle Monáe entregou um protesto de liberdade que funciona menos como agressão e mais como exaltação. O resultado final, além de um grande álbum, é um discurso brilhante e pessoal de uma mulher negra, e um testamento de resistência de uma geração. [Julia Sabbaga]

Nota do crítico***** (EXCELENTE)

Um mês e meio após escândalo do Facebook, Cambridge Analytica fecha as portas

Empresa de banco de dados anunciou que entrou com pedido de insolvência no Reino Unido e falência em algumas afiliadas dos Estados Unidos

1521593396109.jpg
Alexander Nix, da Cambridge Analytica: símbolo do “novo” marketing político

A Cambridge Analytica, empresas de inteligência que ficou mundialmente conhecida após a revelação de que a empresa usou de forma ilícita informações de 87 milhões de usuários do Facebook, anunciou nesta quarta-feira, 2, que vai fechar as portas. A companhia informou na tarde desta quarta-feira, 2, que entrou com pedido de insolvência — quando uma empresa é incapaz de arcar com suas dívidas — no Reino Unido e, em paralelo, pediu falência em algumas das afiliadas dos Estados Unidos.

O anuncio acontece cerca de um mês e meio após vir à tona o escândalo do uso de dados pessoais de milhões de usuários da rede social Facebook. Tanto a empresa de inteligência, que atualmente passa principalmente por rigorosas investigações no Reino Unido, como o Facebook estão na mira de órgãos reguladores nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Em uma nota publicada no site da empresa, a Cambridge Analytica também revelou os resultados de sua investigação interna sobre o escânsalo. A empresa diz que vai encerrar a operação apesar da “confiança inabalável de seus funcionários” a quem diz que agiram de forma “ética e legal”, apesar da intensa cobertura da mídia sobre assunto. A companhia afirma que as reportagens sobre o caso afastaram todos os clientes e fornecedores da Cambridge Analytica.

“Não é mais viável continuar operando o negócio, o que deixou a Cambridge Analytica sem uma alternativa realista”, disse a empresa, em comunicado. A empresa diz ainda que apesar da “precária condição financeira” atual, pretende cumprir integralmente suas obrigações com seus funcionários.

Estado tentou contato com o Facebook, mas a empresa disse que não irá comentar as informações.

Elizabeth Olsen pede novo uniforme para a Feiticeira Escarlate

‘Eu sou a única personagem que tem decote’, disse a atriz em entrevista

f0972cf8bf009ea10fa83a09ab58b81d.gifA atriz Elizabeth Olsen, que interpreta a Feiticeira Escarlate nos filmes do universo cinematográfico da Marvel, quer um novo uniforme para a sua personagem. Em entrevista para a revista de moda norte-americana Elle, Olsen falou que chama a atenção o fato de ela ser a única personagem que tem um decote no uniforme.

“Eu não tenho nada contra decotes, mas acho que o uniforme deveria ser mais fechado. Todas as outras mulheres usam uniformes sem decote – Tessa Thompson, Scarlett [Johansson]. É engraçado porque de vez em quando eu olho em volta e percebo que sou a única pessoa com decote e uma piada interna recorrente no set de filmagens é que meu uniforme não evoluiu muito nos filmes”, disse Elizabeth.

Mesmo assim, Scarlett elogia como a Marvel está sendo inclusiva nos filmes e espera que os rumores de um filme estrelado só pelas heroínas do universo cinematográfico se confirmem. “É por isso que eu gosto de trabalhar com a Marvel, eles não tentam forçar nada, mas ao mesmo tempo reconhecem que tem uma enorme plataforma e a usam de forma que as histórias produzidas sejam o mais inclusivas possíveis”, elogiou a atriz.

Ideia Fixa: 6 maneiras de usar o blazer xadrez ‘Príncipe de Gales’

ideia-fixa.jpg
 (Thais Vandanezi/ELLE)

Quem leu a matéria “Fi-xa-ção!” de Gabriel Monteiro, na ELLE de abril, sabe o que é o “Ideia Fixa”. Trata-se de uma seção implementada na revista por Regina Guerreiro, diretora de redação na época, que sugeria várias maneiras de usar uma mesma peça em um editorial. Pantalonas, mantôs, jaquetas e tantos outros itens já tiveram o seu lugar ao sol no styling impecável de Paulo Martinez — editor de moda que trabalhava diretamente com Regina, também escritora dos textos cabulosos, fabulosos, espalhafatosos que acompanhavam as imagens. Agora, comemorando os 30 anos de ELLE, retomamos a proposta só que com pegada moderninha: 100% online, que tal? Celebrando o estilo “reginesco” nada melhor que um “Ui!” para fechar esse parágrafo. Aliás, quem tiver um tempinho que compre o livro dela, intitulado com essa mesma interjeição.

Bom, mas vamos à moda, não é mesmo? É o que viemos fazer aqui. A peça em questão é o blazer tipo britânico, tipo sisudo, tipo austero, tipo duro que não sai da cabeça das “mais mais” do street style. Com nome importado, o tal do xadrez “Príncipe de Gales” é podre de chic, mas difícil de combinar sem cair no óbvio. Por isso, convocamos um time de peso para te ensinar truques mil na hora de vestir o babado da vez. Abaixo, 6 maneiras “tiro e queda” de arrasar no look com ele.

STYLING: Ana Parisi | FOTOS: Thais Vandanezi (com assistência de Camilo Fernandes) | BELEZA: Teo Miranda | TRATAMENTO DE IMAGEM: Reberson Marques

Mamãe, quero ser Sherlock Holmes!

elle-idea-fixa33524Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Camisa resinada, Christian Dior no Frou Frou Vintage, R$ 1 250. Calça de crepe, Mixed, R$ 1 260. Sandálias de couro e cristais, Emporio Armani, R$ 2,5 mil. Bolsa de couro, JW Anderson na Bo Bags, R$ 170 aluguel por 7 dias. Luvas de couro, acervo da stylist. (Thais Vandanezi/ELLE)


Tudo bem, tudo bem… A gente bem sabe que não dá para sair fantasiada de detetive por aí. Não à toa, olha ali a bonita sandália da Armani que, ui!, se amarrou nas calças para dar um jogo diferente no visual. E elas não trabalham sozinhas, ok? As luvas coloridaças dão um tapa no olhar antigo e iluminam a produção.

Não há nada de virgem em Virgil

elle-idea-fixa33477 (1)Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Jaqueta, R$ 399, e calça, R$ 309, ambos de malha, Adidas na Egrey. Blusa de moletom, Juliana Jabour para Lez a Lez, R$ 185. Bolsa de couro, OFF WHITE, na Bo Bags, R$ 126 aluguel por 4 dias. Tênis de couro, Louis Vuitton, R$ 4,3 mil. (Thais Vandanezi/ELLE)


Na dança das cadeiras do reino das modas, todo dia um soberano diferente aparece por aí clamando pelo seu trono. O pretendente da vez? Virgil Abloh. Antes de ser o novo estilista masculino da Louis Vuitton, ele já estava abrindo alas com a própria Off-White, marca que criou do zero (com uma ajudinha amiga de Kanye West). Suas propostas são como essa da foto, como quem diz: se a vida é um jogo, moletom é o nosso uniforme.

Resistência #BarbieGirl

elle-idea-fixa33427Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Blusa de cashemire, BeneRon no Frou Frou Vintage, R$ 189. Cinto de couro, Cris Barros, preço sob consulta. Saia de verniz, NK Store, R$ 5,2 mil. Botas de neoprene, Sarah Chofakian R$ 1 527. (Thais Vandanezi/ELLE)


Eu bem que te conheço. Quer estar na tendência, mas vive num mundo cor-de-rosa, cheio de plumas, cheio de paetês? Também dá para você entrar nessa, acredite. Respire fundo, combine cores bem fortes, aposte numa textura plastificada e, sim, entre num paletó quadradão. A gente ganha pontos no contraste!

Se é para ser slim, que seja Slimane

elle-idea-fixa33505Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Blusa de tricô, Versace no Frou Frou Vintage, R$ 350. Colar de cristais, Miu Miu, preço sob consulta. Calça jeans, Bobo, R$ 698. Bolsa de couro, Cris Barros, R$ 1 462. Botas de malha, Zara, R$ 399. (Thais Vandanezi/ELLE)


Conhece o moço? Chama-se Hedi Slimane… Traiçoeiro, ordinário, vigarista, acabou com a Saint Laurent — mas, ai ai ai, que atire a primeira pedra quem não quer uma bolsinha com a sua assinatura. Ele pode até ter feito uma bagunça nas casas por onde passou, mas o estilista metido a fotógrafo, metido a stylist, metido a metido, tem seu mérito: sabe a febre da calça skinny? Ele que inventou. Bota que brilha + jeans destroyed + blazer = mais Slimane, impossível.

Tipão Regina (não Guerreiro, hein?) George

elle-idea-fixa33388 (1)Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Malha de tricô, Emporio Armani R$ 2,1 mil. Saia de couro, Giorgio Armani, R$ 19 mil. Óculos de acetato, Renner R$ 79,90. Bolsa de couro, Dolce & Gabbana R$ 7,1 mil. (Thais Vandanezi/ELLE)


Regina Guerreiro, possivelmente, não passaria perto de uma saia assanhada dessas. Japonista do jeito que ela é… Já as “Poderosas” de Mean Girls não têm medo da peça. É só ter um plissê que a loucura está feita. No mood colegial, combinar o xadrez Argyle do suéter com o Príncipe de Gales do blazer não é para as fashionistas iniciantes. Vai encarar?

Don’t touch, it’s art

elle-idea-fixa33546Blazer de crepe de lã, Amissima, R$ 659,90. Camisa resinada, Christian Dior no Frou Frou Vintage, R$ 1 250. Óculos de acetato, Dolce & Gabbana, R$ 2,5 mil. (Thais Vandanezi/ELLE)


Bateu a preguiça? Look nada, acessório tudo para, ainda assim, arrasar chegando no recinto. Escolha um óculos tipo obra de arte como esse Dolce & Gabbana. Exagero é uma delícia… E não se preocupe: ninguém é de ferro. De ferro, mesmo, dizem que só a Regina. Mas, se for pensar bem, ela inspirou tanta gente (eu incluso) que de ferro ela não deve ser. Ali é ouro, bebê. [Pedro Camargo]

Diabla: a marca espanhola que faz móveis para quem nasceu para brilhar

Lançada no Salão do Móvel de Milão, marca foca nos millennials e aposta no mobiliário outdoor
Por Giovanna Maradei I Foto: Divulgação

5-1_donut_image_2“Nossos desenhos são projetados para um estilo de vida criativo ao ar livre, para pessoas ousadas, elegantes, coloridas e brilhantes”. Essa é a proposta nada modesta da Diabla, nova marca da Gandiablasco que foi lançada durante o Salão do Móvel de Milão 2018 com a proposta clara de atingir os jovens millennials, ou como define a marca, pessoas com “atitude Diabla”.

Focadas em peças ao ar livre, que vão desde espreguiçadeiras, mesinhas e sofas até luminárias portáteis e casinhas para gatos e cachorros, a marca se destaca por trazer em suas peças um estilo mais casual, colorido e cosmopolita e, segundo a Gandiablasco, nasce do desejo de incentivar talentos em ascenção.

Dirigida pela arquiteta Sara Romero, os produtos da Diabla serão vendidos online para todo o mundo. No site você já encontra algumas peças e a expectativa é grande para o lançamento dos itens apresentados no salão do móvel, como, por exemplo, a série de móveis Valetina Outdoor e também a Plisy, uma luminária portátil que pode ser carregada por indução. Ambos assinado por Alejandra Gandía-Blasco, diretora criativa e de comunicação da Gandiablasco.

Há ainda o simpático banquinho Donut, assinado pelo designer japonês Mikiya Kobayashi e as casinhas para pet Touffu, feitas com várias partes encaixáveis e assinadas por Manel Jiménez Ibáñez e Violeta Alcaide Weishaupt.