Alessandra Ambrosio aposta em recortes estratégicos

Top model é uma das estrelas da festa da joalheria de Grisogon

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Alessandra Ambrosio (Foto: Fashion To Max)

Depois de uma rasante pelo red carpet do Festival de Cannes, nesta terça (15.05), Alessandra Ambrosio abrilhantou a festa da joalheira de Grisogon.

Para a ocasião, a top brasileira apostou em um longo preto com recortes estratégicos na cintura, exibindo a marquinha de biquíni.

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Alessandra Ambrosio (Foto: Fashion To Max)

Empresa Organic Basics cria roupas íntimas para serem usadas por várias semanas sem lavar

Uma empresa de Copenhague (Dinamarca) criou uma coleção de roupas íntimas para serem usadas por várias semanas sem a necessidade de lavá-las.

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O fabricante garante que o produto elimina os odores por várias semanas Foto: Divulgação

As cuecas, as calcinhas e os sutiãs da Organic Basics foram inspirados em materiais usados pela Nasa, a agência espacial americana. O fabricante garante que as peças são naturalmente antimicrobianas, “matam 99,9% das bactérias” e eliminam os odores desagradáveis do corpo.

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Calcinha e sutiã para serem usados sem lavar Foto: Divulgação/Organic Basics

Os produtos são ecológicos, já que utilizam materiais reciclados e proporcionam a redução do uso de máquinas de lavar.

A Organic Basics conseguiu financiamento coletivo para viabilizar a produção das peças em larga escala. [Fernando Moreira]

Congresso em Copenhagen aponta novos caminhos para uma moda mais sustentável

Dados mostram evolução positiva mas muito aquém do desejado na indústria
Sergio Amaral* – Especial para O Estado De S.Paulo

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Convidadas do Copenhagen Fashion Summit no Innovation Forum Foto: Imagem cedida pelo Copenhagen Fashion Summit

COPENHAGEN – Longe do glamour das temporadas de moda em Paris, Milão, Londres e Nova York, a indústria da moda tem um encontro marcado com assuntos mais espinhosos do que tendencinhas da hora esta semana, em Copenhague.

A capital dinamarquesa é sede do mais importante congresso de sustentabilidade do setor, o Copenhagen Fashion Summit, que chega a sua décima e maior edição nesta terça, 15, e quarta, 16, reunindo uma engajada turma de fashionistas, que inclui a estilista Stella McCartney, a modelo Amber Valletta e o crítico e jornalista Tim Blanks, além de nomes importantes do mercado, como o grupo de luxo Kering, a rede de fast-fashion H&M e o Instituto C&A, em torno de temas como transparência, economia circular, reciclagem e trabalho forçado.

Introduzindo algumas das questões que devem esquentar os debates da conferência, na tarde da segunda, 14, alguns números foram apresentados. Entre as boas notícias, o aumento de seis pontos percentuais na média de níveis de sustentabilidade da indústria da moda para 38%, valor, entretanto, considerado muito aquém do ideal.

Nada idealizados também são os pontos de vista colocados pelos envolvidos no Fashion Summit. “É hora de evoluir de palavras para ações”, diz Eva Kruse, a diretora do evento e presidente da Danish Fashion Institute, sugerindo o tom desta edição. “É preciso tratar do assunto num contexto de negócios e não de filantropia.”

Nesse aquecimento, já despontam algumas das questões mais quentes. Entre elas está a transparência das cadeias produtivas e uma possível revolução na maneira fazer seu rastreamento com uso de tecnologia, a de como engajar consumidores em comportamentos mais conscientes ou o “Santo Graal” da reciclagem: os tecidos mistos (algodão, viscose, poliester e microfibra, por exemplo) em larga escala.

Por fim, mas não menos importante, a eterna e desconfortável questão: quem paga esta conta?

*O jornalista viaja a convite do Instituto C&A

ELLE Rússia Junho 2018 Izabel Goulart by Xavi Gordo

Sem título.jpgPhotographer: Xavi Gordo at 8 Artist Management. Stylist: Vadim Galanov. Hair & Makeup: Daniel Rull. Models: Izabel Goulart, Edu Roman and George Romann.

Top Laís Ribeiro usa look revelador em première em Cannes

Modelo capricha no decote e na transparência para ver ‘Solo: Uma História Star Wars’

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Laís Ribeiro em Cannes (Foto: Getty Images)

Laís Ribeiro escolheu um vestido justíssimo e com decote quase até o umbigo para a première de Solo: Uma História Star Wars, que aconteceu na tarde desta terça-feira (15), no Festival de Cannes. A beldade, uma das angels da Victoria’s Secret, mostrou o look em primeira mão ao publicar uma foto em frente ao espelho, em um clique revelador. “Olá, Cannes”, brincou.

No evento, Laís fez bonito no mesmo red capet onde brilharam Emilia Clarke e Thandie Newton. As duas são as estrelas femininas do longa, que tem como protagonista Alden Ehrenreich e conta a trajetória de Han Solo, o icônico personagem de Harrison Ford, antes de sua primeira aparição na franquia Star Wars.

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Laís Ribeiro em Cannes (Foto: Getty Images)

Após incêndio, Isabela Capeto renasce das cinzas com nova coleção

Depois de perder suas roupas no incêndio que atingiu seu ateliê, Isabela Capeto lança coleção inspirada em lenda da Patagônia
Por Vinícius Guidini

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Look da coleção Terra do Fogo de Isabela Capeto (Foto: Fe Pinheiro/Divulgação)

No fim de março, Isabela Capeto foi surpreendida com um incêndio que atingiu seu ateliê em Botafogo, no Rio de Janeiro – incidente que consumiu cerca de 600 moldes de roupas da estilista, rolos de tecidos, aviamentos e outros equipamentos, além da maior parte da nova coleção que marcaria o retorno da grife ao atacado no mês que vem – plano que foi adiado pela carioca.

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A coleção é composta por vestidos, saias, calças e outras peças com tingimento natural (Foto: Fe Pinheiro/Divulgação)

O que sobrou disso deu origem à coleção Terra do Fogo, que, junto com peças criadas depois do incêndio, marca o renascimento de Isabela. A inspiração veio de histórias locais do destino sul-americano: “A coleção surgiu a partir de uma lenda da tribo Selk’nam, povos do sul da Patagônia. Ali, as mulheres se vestiam de deusas para colocar medo nos homens e, então, eles fazerem os serviços. Quando descobriram a verdade, os homens mataram todas as mulheres, menos os bebês que, ao crescerem, fizeram o inverso  e começaram a se vestir de deuses para assustarem as mulheres, fazendo com que elas assumissem os serviços da tribo”, explica a estilista.

Terra do Fogo é composta por vestidos, calças, saias, jaquetas e outras peças de seda, linho e algodão com tingimentos naturais, com uma campanha fotografada no ateliê incendiado da carioca. Atenção também para osbordados richelieu e para os patchworks, que mantém vivas a habilidade e a paixão de Isabela pelos trabalhos manuais e remetem a outra parte importante da lenda – o chefe da tribo e sua mulher, que se transformaram em sol e lua para manterem seu amor eterno. Daí os raios e a cartela de cor pontuada por muito azul, vermelho e amarelo.

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Patchworks na nova coleção de Isabela Capeto (Foto: Fe Pinheiro/Divulgação)

Isabela Capeto fundou sua marca homônima no começo dos anos 2000 e chegou a estar presente em mais de 40 países. Em 2008, vendeu metade de sua grife para o grupo Inbrands, que ela recomprou em 2011. Desde o fim de 2017, a estilista estava lutando para reerguer a etiqueta com uma loja própria, aberta no Leblon em agosto – endereço onde a coleção Terra do Fogo já pode ser encontrada com exclusividade.

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Look da coleção Terra do Fogo de Isabela Capeto (Foto: Fe Pinheiro/Divulgação)

Taís Araújo: ‘Não me senti mais forte com a maternidade’

Atriz esteve em São Paulo para falar sobre empreendedorismo feminino em evento patrocinado por marca de acessórios

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Taís Araújo interpreta a camareira Camae na peça “O Topo da Montanha” Foto: Tiago Queiroz

Taís Araújo é um furacão.  Usando um vestido longo de Diane von Furstenberg laranja florido, salto alto, cabelo solto e volumoso, ela esteve presente em um evento patrocinado pela marca de acessórios Morana para falar sobre empreendedorismo feminino na Faculdade Belas Artes, em São Paulo, nesta terça-feira, 14.

Conhecida pela sinceridade nas redes sociais, Taís se diz em uma fase muito feliz da vida profissional e pessoal. Atualmente, ela vive a diva Michele na produção Mister Brau e também a camareira Camae na peça No Alto da Montanha. Em ambas, a atriz de 39 anos divide as atenções com o marido, o também ator Lázaro Ramos.

“Nós demos sorte. Temos uma química boa e ainda fazemos papéis com os quais nos identificamos e que falam sobre o que acreditamos”, disse, em entrevista ao E+, pouco antes de ser chamada ao palco. “São personagens que nos realizam muito artisticamente”.

Por isso, diz ela, o peso de trabalhar juntos não é tão grande – o que não significa que ela e Lázaro formem o casal perfeito. “A gente não é tão legal assim, né? São 13 anos de casamento, vivemos as dificuldades disso como qualquer casal”, dispara, bem humorada.

Entre 2007 e 2008, os dois passaram cerca de sete meses separados. “Éramos muito novos, a vida dos dois estava mudando. A gente se gostava, mas não estava bom”, reflete. “Voltamos meses depois com um novo contrato. Acredito muito nisso. Se nós vamos mudando, por que não colocar novas cláusulas na relação?”, diz.

Taís também falou sobre a recente polêmica envolvendo a nova novela das nove da Rede Globo, Segundo Sol – que, embora seja ambientada na Bahia, tem poucos atores negros escalados para atuar. “A internet deu voz a quem antes não era ouvido. Se essas pessoas não estão se sentindo representadas, elas têm o direito de opinar e o outro lado [a Rede Globo] precisa ouvir, como ouviu e reconheceu o problema”, disse ela, que enxerga na situação toda um movimento natural.

“Temas como racismo, empoderamento feminino, tudo isso era falado antes, mas não era público. Agora é. E o mercado [do entretenimento] precisa ouvir essa demanda ou vai acabar quebrando”, avalia.

Maternidade. Durante o evento, mediado pela apresentadora Mônica Salgado, Taís ainda lembrou do nascimento do filho, João Vicente, hoje com seis anos. “Ele teve icterícia. A médica disse que ele ficaria internado e eu voltaria para casa. Na hora eu falei: ‘Mas não vou mesmo!'”.

Ela, que também é mãe de Maria Antônia, de três anos, disse que se sentiu fragilizada com a maternidade. “Aquela leoa que eu lia e ouvia as pessoas falando, eu não tive. Não deu para mim”, revela.

Representatividade. Taís também falou a respeito do empoderamento feminino e da maior representatividade que as mulheres negras estão buscando ter no mercado de trabalho – especialmente no mercado de entretenimento. “Essa nova geração que está aí já sabe o que quer. É uma mudança acontecendo”, acredita. “Nós, mulheres, queremos ver as nossas histórias contadas por nós. Nós, mulheres negras, queremos ver as nossas histórias contadas por nós. Queremos nos sentir representadas de fato”, afirma.

Essa demanda, acredita ela, é a responsável por dar mais liberdade aos atores e atrizes para contribuir na hora de interpretar um papel. “Somos todos autores daquela obra. Hoje, temos liberdade de colocar nossa identidade e experiência como atriz e conversar com o autor ou o diretor [sobre como desenvolver um personagem]”.

O evento ainda contou com a presença de Érica Zanotti, à frente do  Instituto Consulado da Mulher, ação social da Consul que colabora para fomentar o empreendedorismo feminino no Brasil; e Bela Gregório, produtora cultural, fotógrafa, grafiteira e idealizadora do Projeto Efêmmera, que dissemina a cultura de rua feita por mulheres.

Tom Wolfe, jornalista literário e autor de ‘A Fogueira das Vaidades’, morre aos 88

Escritor americano escreveu clássicos como ‘A Fogueira das Vaidades’ e ‘Radical Chique’

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O escritor e jornalista Tom Wolfe vestindo terno branco, sua vestimenta por mais de 30 anos

SÃO PAULO – O escritor e jornalista Tom Wolfe, um dos grandes nomes do jornalismo literário americano, morreu nesta segunda-feira (14) em um hospital de Nova York.

A informação foi confirmada ao jornal britânico The Guardian por sua agente literária, Lynn Nesbit. De acordo com ela, Wolfe fora internado devido a uma infecção.

Nascido em Richmond, no estado de Virginia, em 1930, Wolfe morava em Nova York desde 1962.

Ele se mudou para a cidade, que nunca mais deixou, para ser jornalista do The New York Herald Tribune —recém-saído da faculdade de direito, havia trabalhado no Springfield Union, de Massachusetts, e escreveu para outros veículos, como o Washington Post. Ele vivia com sua mulher, Sheila, com quem teve dois filhos.​

Com outros repórteres do período, Wolfe ajudou a consolidar a reportagem que adotava técnicas literárias em sua concepção.

Wolfe escreveu obras que se tornariam clássicos, como o romance “A Fogueira das Vaidades”, e textos jornalísticos cultuados, como “Radical Chique” —que trata da relação das elites nova-iorquinas com os Panteras Negras e que seria, numa expressão mais contemporânea, um retrato da esquerda festiva nova-iorquina.

Na reportagem em tom satírico, publicada no Brasil dentro do livro “Radical Chique e o Novo Jornalismo” (Companhia das Letras), Wolfe descrevia um jantar organizado na casa do maestro Leonard Bernstein para arrecadar fundos para os ativistas negros —que terminaram acusando o autor de racismo.

Num ensaio incluído nessa mesma edição, Wolfe tentava sistematizar o que a geração de jornalistas literários americanos havia criado —explicando o que, afinal, havia de novo naquele gênero.

A novidade consistia em aplicar, a narrativas de não ficção, técnicas de escrita estabelecidas pelo realismo literário, por nomes como Balzac e Gustave Flaubert. Por isso, o grupo que incluía ainda Truman Capote e Gay Talese adotava ferramentas como a construção de diálogos e a descrição minuciosa de cenas e ambientes.

É curioso o elogio que Wolfe faz do realismo literário —cujo surgimento ele compara à invenção da eletricidade—, porque o novo jornalismo floresce num momento em que, dentro da ficção, o gênero estava em baixa. Entre os anos 1950 e 1960, a França que lhe fornecia as influências já se dedicava a outra vertente de experimentação, o “nouveau roman”.

O jornalista já havia publicado livros de reportagem e ensaio sobre temas tão diversos como o programa espacial americano (“Os Eleitos”, 1979) e a arquitetura moderna (“Da Bauhaus ao Nosso Caos”, 1981) quando entrou na ficção por excelência com “A Fogueira das Vaidades”, um retrato satírico do mundo do dinheiro e do poder.

Ao romance de 1987 seguiram-se por “Um Homem por Inteiro” (1998) e “Eu Sou Charlotte Simmons” (2004).

O último título de Wolfe lançado no Brasil foi “O Reino da Fala”, de 2016 —quase toda sua obra saiu no país pela Rocco.

SILHUETA DE DÂNDI

Não era difícil reconhecer a silhueta de Wolfe. Alto, olhos azuis, rosto de criança —e sempre desfilando seus ternos claros, como um dândi. Em uma dada ocasião, pediram-lhe que descrevesse seu estilo. O escritor disse que era “neopretensioso”.

Sua escrita, afirmou certa vez, era feita contra o tom bege do jornalês que encontrou quando começou a trabalhar.

“Os leitores choravam de tédio sem entender por quê. Quando chegavam àquele tom de bege pálido, isso inconscientemente os alertava de que ali estava de novo aquele chato bem conhecido, ‘o jornalista’, a cabeça prosaica, o espírito fleumático, a personalidade apagada, e não havia como se livrar do pálido anãozinho, senão parando de ler”, escreveu em “O Novo Jornalismo”.

Entre suas outras reportagens clássicas, está “The Electric Kool-Aid Acid Test”, em que viaja com um grupo de intelectuais boêmios que pregavam as maravilhas do ácido lisérgico. Este, que é um dos grandes retratos da contracultura nos EUA, foi um de seus primeiros livros publicados, em 1968.​

Outro trabalho importante foi “The Right Stuff”, sua reportagem sobre os primeiros astronautas americanos. O livro foi publicado no Brasil como “Os Eleitos”, mesmo título de sua adaptação cinematográfica, de 1983, cujo elenco que incluía Sam Shepard, Dennis Quaid e Ed Harris

Antes deste, “A Fogueira das Vaidades” se tornara filme, em 1980, dirigido por Brian de Palma, com Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis no elenco. [Maurício Meireles]

O QUE LER DE TOM WOLFE

“Os Eleitos – Onde o Futuro Começa” (1979) – Rocco

“A Fogueira das Vaidades” (1987) – Rocco

“Um Homem por Inteiro” (1998) – Rocco

“Eu Sou Charlotte Simmons” (2004) – Rocco

“Radical Chique e o Novo Jornalismo” (2005) – Companhia das Letras

“O Reino da Fala” (2016) – Rocco

Sai o primeiro trailer de ‘Bohemian Rhapsody’, filme que contará a vida de Freddie Mercury

A produção sobre o ex-vocalista da banda Queen foi marcada por problemas

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Foi divulgado o primeiro trailer de ‘Bohemian Rhapsody’, que vai contar a história do vocalista do Queen Freedie Mercury Foto: Reprodução de cena do trailer de ‘Bohemian Rhapsody’/20th Century Fox

Após muita expectativa, foi divulgado na manhã da terça-feira, 15, o primeiro trailer do filme Bohemian Rhapsody. A produção contará a história de Freedie Mercury, vocalista da banda Queen que morreu em decorrência de complicações da aids, em 1991.

O filme foi anunciado originalmente em 2010, mas desde então vinha sofrendo com problemas na sua produção. As dificuldades incluíram a escolha do ator principal, a elaboração do roteiro e até mesmo encontrar um diretor para o longa.

Originalmente, o comediante britânico Sacha Baron Cohen havia sido escalado para viver Freddie Mercury. Porém, após críticas dos fãs e dos ex-membros da banda, ele acabou saindo da produção. O norte-americano Rami Malek, conhecido por ser o protagonista da série Mr. Robot, acabou sendo o escolhido para dar vida ao icônido personagem.

O roteiro original de Bohemian Rhapsody foi escrito por Peter Morgan. Mas, pela demora na produção do filme, acabou passando para Anthony McCarten. Houve também problemas na direção do filme, com o diretor Bryan Singer sendo demitido faltando duas semanas para o fim das filmagens e sendo substituído por Dexter Fletcher.

Mesmo com todos os percalços, Bohemian Rhapsody está previsto para estrear no próximo dia 27 de dezembro nos cinemas brasileiros. Veja abaixo o primeiro trailer do filme.