Marie Claire Junho 2018 Emily Ratajkowski by Thomas Whiteside

4C12416300000578-5715815-image-a-16_1525992651845Photographer: Thomas Whiteside. Fashion Stylist: Deborah Watson. Hair Stylist: Brian Buenaventura. Makeup Artist: Yumi Mori.  Manicurist: Jini Lim at See Management. Model: Emily Ratajkowski.

Vogue Portugal Maio 2018 Maggie Maurer by Max Vom Hofe

Sem título.jpgPhotographer: Max Vom Hofe. Stylist: Sophia Schwan at Klaus Stiegemeyer. Set Stylist: Berit Hoerschelmann at Liganord. Hair Stylist: Anna Neugebauer at Bigoudi Using Bumble And Bumble. Makeup Artist: Eva Dieckhoff at Bigoudi Using Nui Cosmetics. Production: Paula Petersen. Casting Director: Simone Bart Rocchietti at Simo Bart Casting. Model: Maggie Maurer at Img Models.

Charlotte Casiraghi faz début como designer de joias em parceria com a Montblanc

Em edição limitada, a coleção especial assinada pela neta de Grace Kelly chega ao Brasil ainda em maio

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Joias (Foto: Reprodução)

Embaixadora da MontblancCharlotte Casiraghi assina agora uma coleção de joias para a marca, batizada como Les Aimants. Apresentada nesta quarta-feira (16.05) em Cannes, a novidade compreende braceletes e anéis de prata e resina marmorizada, que remetem à mais alta montanha dos Alpes e da União Europeia, o Mont Blanc e devem ser usados empilhados.

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Joias (Foto: Reprodução)

“A inspiração foi a lendária escritora, musa e ícone do estilo de 1920, Nancy Cunard, que era conhecida por fazer declarações ousadas usando pulseiras de diferentes tamanhos e texturas, em ambos os braços”, conta Charlotte.

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Charlotte Casiraghi usa sua coleção para a Montblanc (Foto: Reprodução)

Em edição limitada, a novidade desembarca nas butiques dos shoppings Iguatemi e Morumbi a partir da próxima semana.

Pink rebate comentário de ódio na internet: ‘Envelhecer é uma bênção’

Cantora deu lição de moral em internauta que fez críticas à sua aparência

19758657_pink-slams-recording-academy-president_tbfbaa446A cantora Pink deu uma lição de moral em uma pessoa que escreveu comentários de ódio direcionados a ela no Twitter. Nesta quarta-feira, 16, ela respondeu a um internauta que disse que ela “estava velha”.

“Nossa, a Pink está tão velha que deveria ser chamada de Roxa”, disse o usuário da rede social, fazendo um trocadilho com o significado do nome da cantora (rosa, em inglês).

“Olha, há poucas pessoas no mundo que ainda preferem envelhecer naturalmente e eu mereci cada um dos meus 38 anos. Aliás, como é a sua aparência? Eu nunca ouvi falar de você até você colocar meu nome em sua boca. Vou te chamar de pequeno troll roxo”, respondeu a cantora.

Pink estava sem papas na língua e ainda disse que envelhecer, em sua visão, “é uma bênção”: “Acredito que cada ruga em volta de seus olhos e da sua boca significam que você riu muito. Espero que daqui dez anos eu pareça dez anos mais velha, pois isso mostra que eu estou viva”.

Grace Coddington terá seu próprio programa de entrevistas

A primeira temporada de ‘Face to Grace’ terá seis episódios com convidados ilustres como Nicolas Ghesquière

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Grace Coddington trabalhou na ‘Vogue’ por 30 anos

A lendária Grace Coddington, ex-diretora criativa da Vogue America e ex-braço-direito de Anna Wintour, agora irá apresentar seu próprio programa de entrevistas. Segundo o Bussines of Fashion, o Face to Grace terá seis episódios, nos quais Grace irá receber convidados ilustres como Nicolas Ghesquière, estilista da Louis Vuitton, e o ator Ansel Elgort, que é filho do fotógrafo de moda, e parceiro de trabalho de Grace, Arthur Elgort.

“Será engraçado, mas não com piadas, mas sim conversas divertidas… a graça pode durar muito tempo”, explicou ela ao BOF. “Escolhi pessoas que são fáceis de falar por um motivo.”

Face to Grace estreia em setembro no M2M canal de streaming dedicado a moda da IMG.

Modelos se unem para criar um código contra o assédio no meio de trabalho

Iniciativa da organização Model Alliance teve o apoio de tops como Doutzen Kroes e Milla Jovovich

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Modelos nos bastidores de um desfile Foto: REUTERS/Shamil Zhumatov

Depois de inúmeros modelos (homens e mulheres) relatarem casos de assédio durante o trabalho, denunciando principalmente grandes fotógrafos de moda, como Mario Testino e Bruce Weber, a organização não-lucrativa Model Alliance, que luta pelo direito dos modelos nos Estados Unidos, lançou um código de conduta para proteger os profissionais da categoria.

“Todas as empresas de nosso setor dizem detestar o assédio sexual e que querem manter seguros os trabalhadores”, diz a carta aberta publicada no site do Respect Program e endereçada aos membros da indústria da moda. “Acreditamos que, se uma empresa leva a sério a nossa proteção, ela está disposta a ir além de meras premissas. Juntos, poderemos criar um ambiente de trabalho no qual a colaboração e a criatividade floresçam, no qual ninguém tema ser assediado, abusado, discriminado ou violentado.”

O texto leva a assinatura de mais de 100 modelos, entre elas estão Doutzen Kroes, Milla Jovovich e Edie Campbell.

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O programa também irá trabalhar com cursos para ensinar profissionais a oferecer um ambiente de trabalho saudável para as modelos, não só focando am assédio sexual, mas também em saúde, bem-estar, distúrbios alimentares e abuso de substâncias tóxicas.

Pessoas especializadas serão responsáveis por monitorar trabalhos e as tops terão meios seguros e confidenciais de denunciar seus empregadores.

“Em caso de violações do nosso código de conduta por parte de um fotógrafo ou de qualquer outro prestador de serviço, iremos pedir que editoras e marcas não trabalhem mais com estes indivíduos”, continua o texto. “Grifes e publicações participantes do acordo darão preferência para trabalhar com outros membros do Programa.”

Nas próximas semanas, a ex-modelo e fundadora da Model Alliance, Sara Ziff, irá visitar as principais editoras e marcas de luxo para apresentar o projeto e pedir apoio. “Demitir um ou outro abusador não é o bastante. Para acabar com o assédio é preciso de uma ação mais abrangente”, disse.

Confira 15 séries que foram canceladas; algumas tentam reverter decisão

Entre tantas, ‘Lucifer’ desencadeou leva de protestos nas redes sociais
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Série ‘Lucifer’, com Tom Ellis (Season 3)

Todo ano surge a grande expectativa sobre o futuro das séries do coração. E, todo ano, alguns fãs se descabelam, outros vibram de alegria. Nestes primeiros meses de 2018, ocorreu uma avalanche de cancelamentos de séries populares. Quem iria pensar na descontinuidade de produções como Lucifer ou Quantico? Pois esses são apenas dois exemplos das diversas séries que não terão uma nova temporada.

Confira agora algumas produções que não terão uma nova chance, apesar dos apelos nas redes sociais. Quem sabe os protestos não conseguem reverter a situação de algumas, que foi o que ocorreu com a Brooklyn Nine-Nine.

São Paulo ganha exposição com fotos inéditas de Frida Kahlo e Diego Rivera

Imagens, num total de 60, registram momentos marcantes da vida dos pintores mexicanos
Nayara Batschke, EFE

Frida Kahlo y Diego Rivera protagonizan muestra fotográfica inédita en Brasil
Obras da exposição ‘Frida e Diego, Fragmentos’ Foto: Fernando Bizerra Jr./ EFE

Alguns dos momentos marcantes da vida dos pintores mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera foram imortalizados em uma série de 60 fotografias compiladas em uma exposição que abre as portas a partir desta quarta-feira, 16, em São Paulo, no Centro Paulo Souza.

O casamento entre ambos, o casal em manifestações políticas e, inclusive, Frida deitada na cama com a perna imobilizada devido às dores que sofria pela poliomielite que contraiu quando era menina são algumas das cenas expostas na mostra Frida e Diego, Fragmentos, inédita no Brasil.

O objetivo da exposição, segundo expressou à Agência Efe uma das organizadoras da mostra, Lucília Guerra, é “resgatar as principais características de dois dos artistas mais emblemáticos da história do México”.

“É uma exposição bastante didática. As fotos mostram o trajeto histórico de Frida e Diego e também seu ativismo político, pois eram muito atuantes em um período revolucionário do México”, afirmou a coordenadora.

Lucília explicou que as fotografias, algumas tiradas no século 19, pertencem ao acervo pessoal das famílias dos dois pintores, por isso que puderam ser capturados fragmentos da “vida íntima do casal”, assim como os momentos compartilhados com o seu círculo mais restrito.

Se a relação entre Frida e Diego não fosse a mais serena – o casal foi protagonista de um “revoltoso amor”, nas palavras de Lucília -, as câmeras eternizaram a “ternura e o afeto” mútuo que cultivavam um pelo outro.

“As fotos mostram a ternura, o carinho, o amor meio revoltoso dos dois e explicitam a interdependência emocional que tinham um com o outro”, destacou a organizadora.

A organizadora acrescentou que o casal vivia em uma “constante falta de sintonia”, pois a relação foi marcada pela contínua “superposição de personalidades”.

“Duas pessoas tão singulares como eles, juntas… algo sairia ruim! Mas as obras dos dois são o resultado dessa relação tempestuosa”, refletiu Lucília.

E, apesar de todas as ambiguidades do casamento, Frida Kahlo é um ícone inegável da história mexicana, a “referência” de uma mulher “à frente do seu tempo”, enfatizou Lucília.

Autora de cerca de 200 pinturas, na maioria autorretratos, a obra da artista se centrou principalmente na sua autobiografia e no seu próprio sofrimento.

No entanto, Frida nunca deixou para trás os princípios sobre os quais construiu a sua vida, por isso que, segundo expressou Guerra, impôs de maneira taxativa “sua personalidade em um momento de escuridão para as mulheres”.

“Embora a temática da exposição não seja a sexualidade de Frida ou de Diego, em consonância com a doutrina do Museu Frida Kahlo (México), várias fotografias mostram também os dois com seus outros companheiros sentimentais”, afirmou a organizadora.

A exposição, que o público poderá visitar até 13 de julho, também se apresenta com o objetivo de fazer uma “reflexão da própria realidade brasileira”.

Além de participar de manifestações populares, a construção de uma consciência política é fundamental. Assim acreditava o casal, segundo apontou Lucília, e, por isso, “sua luta pode ser vista em toda a exposição”.

“As pessoas não podem se calar. Inclusive em um momento como o que vivemos no Brasil, é necessário pensar e refletir sobre quem escolheremos para governar”, opinou Lucília.

“É necessário conhecimento para que sejam capazes de fazer boas reflexões” e olhar para a “história de outro país e para seus problemas”, permite às pessoas “refletirem sobre a própria realidade”.

Por isso, defendeu Lucília, transmitir a trajetória de “figuras tão emblemáticas” como Frida Kahlo e Diego Rivera, que “contavam a história a partir de seu sentimento pessoal no momento”, é fundamental na hora de construir uma sociedade “culta, diferente e capaz de impulsionar o país adiante”.

“A Arte é a forma sublime de contar a história. É contar a história de uma maneira autêntica e fiel à realidade através do sentimento do momento”, concluiu a organizadora.

Exposição Frida & Diego – Fragmentos

Centro Paula Souza (CPS)

Rua dos Andradas,140 – Santa Ifigênia – São Paulo – SP2ª a 6ª, 9 às 18 horas

Grátis. Até 13/7. (Agendamento por e-mail: inscricao.arinter@cps.sp.gov.br)

Arquiteta mineira Gabriela Matos cria plataforma que reúne profissionais negras

Iniciativa foca na divulgação e no fortalecimento do trabalho de mulheres negras na arquitetura e no design
Por Feito Por Elas – Giovanna Maradei

Sem títuloNo início de 2018, a mineira Gabriela Matos se uniu à única outra arquiteta negra que ela conhecia, a recifense Bárbara Oliveira, para montar a plataforma Arquitetas Negras, uma iniciativa que busca encontrar, catalogar, divulgar e potencializar o trabalho de mulheres negras na área da arquitetura e do design.

A recém-nascida iniciativa começou em março com uma página no Facebook e um formulário que convocava arquitetas e designers negras a se apresentarem e contarem um pouco de sua realidade e seu trabalho. Foram 300 respostas na primeira semana e, com elas, a certeza de que a inquietação de Gabriela não era só dela.

“Eu estava em um emprego estável, mas insatisfeita e percebia claramente que quanto mais eu ascendia na minha profissão, menos negros em encontrava”, conta a arquiteta que largou um cargo no setor público para abrir seu próprio escritório e se dedicar ao projeto “Arquitetas Negras”.

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Hoje, além de começar a criar uma base de pesquisa sobre a realidade das mulheres negras brasileiras na área do design e da arquitetura, o projeto quer conectar essas profissionais, entre si e também com potenciais clientes sensíveis a sua causa. Não à toa deve até virar um site, no qual todo mundo poderá conhecer o trabalho dessas profissionais e entrar em contato com elas.

“A ideia é criar uma plataforma para divulgar e fortalecer essa produção”, explica Gabriela que se surpreendeu ao descobrir que a maior parte das pesquisadas atuam na área, embora não estejam presentes nos grandes escritórios, nas revistas ou nas mostras. Uma ausência que, para a fundadora do projeto, só é justificada pela interferência da questão racial.

“O campo da arquitetura e do design ainda é muito elitizado e muito branco. É muito comum eu ir em uma mostra, por exemplo, e perguntarem: ah, você também é arquiteta? ”, conta Gabriela que é formada pela PUC de Belo Horizonte e pós-graduada pela UFMG e – além do site e do crescimento da pesquisa já começa a planejar seminários que leve o debate da questão racial para universidades.