Fundos de responsabilidade social reavaliam Facebook

Investidores estão questionando atitude da empresa quanto à privacidade de usuários após escândalo da consultoria Cambridge Analytica
Por Agências – Reuters

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Mark Zuckerberg, o presidente executivo do Facebook, durante encontros no Congresso dos EUA em abril

Diversos fundos focados em responsabilidade social que tinham ações no Facebook estão vendendo ou repensando suas participações na rede social. Eles estão insatisfeitos com as medidas adotadas para fortalecer a proteção de dados pessoais, especialmente após o escândalo do uso indevido de dados pessoais de 87 milhões de usuários pela consultoria Cambridge Analytica.

O recuo em relação à maior rede social é uma das respostas mais duras dos investidores à forma como o Facebook lida com o uso de dados pessoais, desde o início do escândalo, em março deste ano.

Após a revelação do caso, a empresa perdeu quase mais de US$ 90 bilhões em valor de mercado. Hoje, as ações já se recuperaram, especialmente depois que Mark Zuckerberg passou cerca de dez horas depondo no Congresso dos EUA. Na ocasião, ao se esquivar de perguntas, Zuckerberg gerou dúvidas sobre seu comprometimento em resolver completamente o assunto.

“Os problemas do Facebook são baseados na falta de atenção suficiente à privacidade do consumidor e à segurança de dados, agravada pela governança inadequada”, escreveu Adam Kanzer, vice-presidente do Domini Funds, em uma carta de 8 de maio. No mês passado, outro fundo conhecido, o Calvert Research and Management, também vendeu suas ações da empresa.

A debandada de dois fundos bastante conhecidos se somou a preocupações anteriores levantadas por fundos de responsabilidade social, que consideram a postura ética das empresas quando compram ações.

Uma porta-voz do Facebook se recusou a comentar. Hoje, esses fundos representam apenas uma pequena fração das ações do Facebook. No entanto, há um temor no mercado de os próximos passos da rede social também possam influenciar grandes investidores, incluindo BlackRock e Vanguard Group, que têm prestado mais atenção a questões sociais nos últimos anos.

França quer proibir que marcas queimem ou descartem roupas não vendidas

Os projetos querem que as marcas tenham incentivos para doar ou reciclar suas roupas.
Por Julia Mello

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Em 2017, sempre preocupada com a sustentabilidade, Stella McCartney clicou as fotos de sua campanha em um aterro sanitário. A marca é conhecida por criar métodos inovadores para reduzir o desperdício fashion (Harley Weir/Divulgação)

Dois anos atrás a França tornou-se o primeiro país do mundo a proibir que supermercados joguem fora ou destruam alimentos que não foram vendidos. Seguindo esses passos, alguns promotores querem desenvolver o mesmo tipo de projeto para o mundo da moda.

A iniciativa é parte da proposta “Circular Economy Roadmap”, que definiu 50 medidas para que a França se torne uma economia sustentável. Encabeçadas pelo ministro Édouard Philippe, as regulações poderiam, a partir de 2019, proibir que as marcas descartem as roupas que não foram vendidas em aterros sanitários ou que elas sejam queimadas. O projeto também prevê destinos mais sustentáveis para as roupas, como a reciclagem ou a doação para casas de caridade.

De acordo com o European Clothing Action Plan, os europeus consumiram 6.4 milhões de toneladas de roupas em 2017. Só a França descarta aproximadamente 600.000 toneladas de roupas e acessórios por ano, conta um estudo de caso da Ellen MacArthur Foundation. Desse número, apenas um quarto é coletado para reciclagem ou doação.

“Agora é a hora para indústria da moda se certificar que seus produtos serão mais usados”, conta Francois Souchet, que lidera a iniciativa de fibras circulares na fundação Ellen MacArthur, ao WWD. “Mesmo que isso aconteça por pressão dos legisladores ou dos consumidores, muitos sinais dizem que é a hora certa para a indústria repensar seu modelo de negócios.”

Ainda não existem mais detalhes sobre a proposta, mas de acordo com os legisladores, ela provavelmente oferecerá desconto nos impostos das marcas que reciclarem ou usarem novamente uma peça que iria para o aterro. Assim, talvez ela não seja um lei propriamente dita, mas uma incentivo.

Algumas marcas, como a Chanel, já se posicionaram sobre o assunto em statements oficiais. “Nós evitamos [o descarte de roupas não vendidas] e fazemos tudo o que podemos para acabar com isso. A estratégia de produção das coleções da Chanel, que acontecem somente quando recebemos pedidos de nossos clientes, diminui consideravelmente nosso estoque. Estamos também pensando sobre as melhores formas de reciclar nossos itens não vendidos.”

No entanto, outras marcas terão problemas para implementar as novas medidas. Em 2017, por exemplo, a H&M foi acusada pelo programa de televisão Operation X, da Dinamarca, de queimar 12 toneladas de roupas novas e não vendidas anualmente (a marca negou a prática). Mas não são apenas as fast fashions: a Louis Vuitton também é lembrada por queimar bolsas não vendidas para evitar a venda de produtos com desconto.

A música pop ficou mais triste nos últimos 30 anos, diz pesquisa da Royal Society Open Science

Pesquisadores analisaram 500 mil músicas lançadas entre 1985 e 2015, e descobriram que as canções estão cada vez mais tristes – porém são as alegres que fazem mais sucesso

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As músicas pop ficaram mais femininas e tristes nos últimos anos, mas são as mais animadas que fazem maior sucesso.  Foto: Doug Mills/The New York Times

A música está ficando mais depressiva? De acordo com um novo estudo divulgado pela Royal Society Open Science, sim. A pesquisa indica que, nos últimos 30 anos, as músicas pop ficaram mais tristes – entretanto com ritmos cada vez mais dançantes.

A pesquisa analisou rankings de sucesso e tendências musiciais de mais de 500 mil músicas que ficaram nos topos dos rankings do Reino Unido entre 1985 a 2015, e descobriu que houve “uma clara tendência de diminuição” em canções felizes e alegres, e um aumento nas músicas tristes. A masculinidade das músicas também diminuiu.

Porém, quando se trata dos verdadeiros hits, que ficaram no top 10 das paradas ou fizeram sucesso por muito tempo, os pesquisadores notaram que são as músicas mais animadas e festivas que dominam.

“O público parece preferir músicas mais felizes, mesmo que mais e mais músicas infelizes estejam sendo lançadas a cada ano”, diz o estudo. Além disso, as músicas de maior sucesso são mais cantadas por mulheres.

As fontes utilizadas pelos pesquisadores foram o Top 100 Singles Chart by the Official Charts Company do Reino Unido e os sites MusicBrainz e AcousticBrainz, e usaram como critérios variáveis-base de tipos de ritmos, como tom, acústica, dançabilidade, gênero e também os “humores” e “sensações” que as músicas trazem, como paixão, confiança, diversão, raiva, ansiedade, tensão, entre outros.

Apple vende menos caixas de som conectadas que concorrentes, diz Strategy Analytics

A empresa vendeu aproximadamente 600 mil HomePods no primeiro trimestre, o que corresponde a 6% do mercado

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A HomePod da Apple pode ser acionada pela voz e executar comandos como tocar música e ajustar o ar condicionado da casa

A Apple, empresa que fabrica o Iphone, vendeu aproximadamente 600 mil caixas de som conectadas, os chamados HomePod, no primeiro trimestre deste ano. Esse número coloca a Apple atrás das concorrentes Amazon, Google e da chinesa Alibaba, que fabricam produtos semelhantes. A informação é uma estimativa feita pela empresa de pesquisa de mercado Strategy Analytics, divulgada nesta quinta-feira, 17. Apple ainda não fez nenhum anúncio sobre o assunto.

No mesmo período, a Amazon vendeu 4 milhões de produtos, o que corresponde a 43,6% do mercado de caixas inteligentes. Já o Google vendeu 2,4 milhões. Nesse cenário, a Apple fica com apenas 6% do mercado no primeiro trimestre. Vale ressaltar que o produto da Apple não esteve disponível durante o trimestre inteiro, porque começou a ser vendido no dia 9 de fevereiro.

Há algumas possíveis explicações para o resultado da Apple. O primeiro é que somente os usuários da Apple podem usufruir completamente das tecnologias do HomePod. Então, os usuários do Android, por exemplo, teriam motivos para não quererem comprar o aparelho. Outra questão pode ser o preço de $349, que é mais alto que o dos concorrentes.

Filha queria matar Whitney Houston e fazer parecer como morte natural, revela doc

Bobbi Kristina Brown faleceu aos 22 anos, apenas três anos após a mãe Whitney Houston

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Whitney Houston (Foto: Getty Images)

Um novo documentário sobre a vida de Whitney Houston – que foi produzido por Pat, tia da falecida cantora, e recebeu a bênção de sua família – estreou em Cannes na noite de quarta-feira. ‘Whitney’ revela uma série de novos detalhes chocantes sobre a vida da diva, incluindo a afirmação de que ela foi molestada por sua prima Dee Dee Warwick e o fato de que sua filha Bobbi Kristina fez sua primeira tentativa de suicídio antes que sua mãe falecesse.

Segundo o tablóide Daily Mail, Bobbi Kristina expressou o desejo de matar a própria mãe e fazer com que parecesse um acidente ou uma morte natural pela qual ela nunca fosse suspeita. Esse impulso assassino é apresentado no documentário como um exemplo do ciclo de abuso que seguiu Whitney ao longo de toda a sua vida, até a morte dela aos 48 anos.

‘Whitney’ será lançado nos cinemas americanos em julho. “O documentário revela que Bobbi Kristina uma vez tentou se suicidar enquanto Houston estava viva, cortando seus pulsos. Ela disse que poderia ter encontrado uma maneira de matar sua mãe sem que ninguém descobrisse”, escreveu Amy Kaufman, do Los Angeles Times, no Twitter.

No dia em que Whitney Houston morreu, ela fez referências espirituais a seu guarda-costas e disse a sua assistente que precisava se acertar com Jesus. Ela mandou a assistente ir comprar cupcakes e quando ela voltou 30 minutos depois, Houston estava virada para baixo em uma banheira transbordando”. Três anos depois, Bobbi Kristina sofreu um destino trágico semelhante. Bobbi Kristina faleceu aos 22 anos em 26 de julho de 2015.

Poucas foram as vezes na vida de Bobbi Kristina que ela não estava ao lado de sua mãe, com Houston tomando a decisão de sempre levar sua filha com ela em turnê ou qualquer outra viagem de trabalho. Isso foi feito para proteger Bobbi Kristina, de acordo com a assistente de Whitney, Mary Jones, que diz que a recusa da cantora em deixar sua filha em casa era devido ao abuso sexual que sofreu quando criança.

Whitney e seu meio-irmão Gary foram ambos alegadamente molestados por Dee Dee, a irmã de Dionee Warwick, quando eles ficaram com membros da família enquanto seus próprios pais estavam na estrada. O abuso aconteceu quando os dois estavam entre a idade de sete e nove anos, de acordo com entrevistas com Gary e Jones. Dee Dee, que também era uma cantora notável e morreu em 2008 depois de suas próprias batalhas contra o vício, era 18 anos mais velha que Whitney.

O filme também apresenta a bissexualidade de Whitney como um fato, mas mostra que a cantora achava impossível manter um relacionamento com a parceira Robyn Crawford devido ao seu trauma e às pressões de manter sua imagem pública. O relacionamento destrutivo de Whitney com o rapper Bobby Brown também é abordado no filme, mas o rapper aparece em apenas algumas cenas.

Gravação de assistente virtual do Google fazendo agendamentos é suspeita, diz site

Na semana passada, a empresa anunciou uma ferramenta que permite que o assistente agende consultas médicas e reservas em restaurantes sem que o usuário precise fazer a ligação

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Novo recurso do assistente virtual foi anunciado no evento Google I/O

Apresentado na semana passada, o Google Duplex deixou todo mundo em êxtase na conferência de desenvolvedores Google I/O quando o presidente do Google, Sundar Pichai, mostrou a assistente virtual da empresa agendando uma reserva de restaurante e um corte de cabelo em um salão de beleza. Mas parece que nem todo mundo acreditou na história. Nesta quinta-feira, 17, o site americano Axios levantou uma série de suspeitas que colocam em cheque o novo talento do assistente virtual.

O site argumenta que, geralmente, quando se liga para um restaurante ou um salão de beleza, o atendente indica o nome do estabelecimento e às vezes fala também o seu nome. Mas, no Google Duplex o atendente não faz isso: ele começa a ligação com a frase “Oi, posso ajudar?”. Para embasar a suspeita, o Axios ligou para mais de vinte restaurantes e salões, inclusive para lugares em Mountain View, cidade que é sede do Google. A maioria dos estabelecimentos contatados, diz o site, informaram logo no início da ligação o seu nome comercial.

Outro alvo de desconfiança foi o silêncio atrás da voz do atendente do restaurante e do salão. Segundo a reportagem, na maioria das ligações que eles fizeram, tinham ruídos do ambiente ao fundo da ligação, como sons de secadores de cabelo. Além disso, o site apontou que nem o restaurante nem o salão de beleza pediram o telefone do cliente ou alguma outra informação para contato.

Para checar as suspeitas, o Axios pediu para o Google os nomes do salão de beleza e do restaurante, e também perguntou se houve alguma edição na conversa. Até a tarde desta sexta-feira, 18, o site ainda não tinha tido respostas que solucionassem a questão. [Link]

Sem campanha, Call of Duty: Black Ops 4 chega em 12 de outubro

Novo game da série de tiro da Activision não tera modo histórica; em troca, estúdio Treyarch divulgou modo ‘Battle Royale’, que imita os hits PUBG e Fortnite

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Modo ‘resta-um’ de Call of Duty, inspirado em Fortnite e PUBG, vai se chamar Blackout

Tiro, porrada e bomba, mas sem história: a Activision anunciou ontem que o novo jogo da série de tiro Call of Duty, Black Ops 4, chegará ao mercado em 12 de outubro. Com versões previstas para Xbox One, PS4 e PC, o game não terá, pela primeira vez, um modo campanha, com uma história definida para um único jogador.

Em vez disso, o estúdio Treyarch, responsável pelo game, disse que vai focar em experiências multiplayer. “Esse jogo nos fez repensar a forma como encaramos ‘Call of Duty’. Ele é o game mais profundo e com maior fator ‘replay’ da nossa história”, disse Mark Lamia, presidente executivo da empresa, em transmissão pela internet para anunciar o jogo.

Além dos tradicionais modos de combate em mapas, e o Zombies, a Treyarch também anunciou que Call of Duty vai ganhar um modo “Battle Royale”, inspirado em hits como PlayerUnknown’s Battlegrounds e Fortnite: nele, 100 jogadores entram numa arena online, mas apenas um deles sai vivo no final.

Segundo a companhia, o novo modo vai se chamar Blackout e terá armas, personagens e mapas da série Black Ops, que já teve três outros games nos últimos 10 anos – o último deles, Black Ops III, saiu em 2015. Já o último game da franquia, Call of Duty: WWII, foi inspirado na Segunda Guerra Mundial e saiu no ano passado.

Número romano. Uma peculiaridade do jogo é que, ao menos em seu logotipo, ele é grafado como Black Ops IIII. Ok, são quatro vezes um, mas está errado em algarismos romanos, como estava nos outros títulos da franquia – o correto seria Black Ops IV. A Treyarch deu uma desculpa esfarrapada: os quatro “I”, juntos, formam um escudo, símbolo das batalhas. [Bruno Capelas]

Fashion Stylist Laura Pritchard and Makeup Artist Ellen Guhin Newest Series has Been Released

5Photographer: Nick Eucker. Fashion Stylist: Laura Pritchard at See Management. Hair Stylist: Ashley Rubell. Makeup Artist: Ellen Guhin at See Management. Set Designer: Sara Foldenauer. Model: Eydis Evensen.

Vestido de noiva de Meghan Markle será by Stella McCartney, diz coluna Page Six, do NY Post

Segundo a coluna Page Six, do NY Post, a atriz surgirá com look bridal da estilista britânica

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Meghan Markle e Stella McCartney (Foto: Getty Images)

Após meses de especulação, o mistério em torno do vestido de noiva de Meghan Markle teria finalmente acabado. É o que afirma a coluna Page Six, do jornal NY Post, que acaba de divulgar que a atriz usará um  look criado por Stella McCartney em seu casamento com príncipe Harry!

Quem fez a revelação foi Caroline Castigliano, uma das estilistas bridal mais tradicionais do Reino Unido, que disse também que Meghan usará uma tiara que pertenceu à Lady Di.

“Stella McCartney é a escolha perfeita para a Meghan. Ela usa tecidos orgânicos e tem um estilo muito semelhante ao dela — elegante, clean, discreto — e, além de tudo, elas são amigas”, declarou sobre a filha de Paul McCartney. “Tenho certeza que será muito diferente do vestido de noiva da Kate Middleton, mas o modelo deverá ter alguns aspectos parecidos — mangas, ombros cobertos e nada de decotes ousados”, completou Caroline.

Em tempo: na tarde desta sexta-feira, Meghan desembarcou no luxuoso Cliveden House Hotel, onde passará a noite pré-casamento com sua mãe, Doria Ragland. Elegante e discreta, a bela optou por vestido azul marinho da grife Roland Mouret, à venda por mais de R$ 6,8 mil. [Glamour]