Filha queria matar Whitney Houston e fazer parecer como morte natural, revela doc

Bobbi Kristina Brown faleceu aos 22 anos, apenas três anos após a mãe Whitney Houston

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Whitney Houston (Foto: Getty Images)

Um novo documentário sobre a vida de Whitney Houston – que foi produzido por Pat, tia da falecida cantora, e recebeu a bênção de sua família – estreou em Cannes na noite de quarta-feira. ‘Whitney’ revela uma série de novos detalhes chocantes sobre a vida da diva, incluindo a afirmação de que ela foi molestada por sua prima Dee Dee Warwick e o fato de que sua filha Bobbi Kristina fez sua primeira tentativa de suicídio antes que sua mãe falecesse.

Segundo o tablóide Daily Mail, Bobbi Kristina expressou o desejo de matar a própria mãe e fazer com que parecesse um acidente ou uma morte natural pela qual ela nunca fosse suspeita. Esse impulso assassino é apresentado no documentário como um exemplo do ciclo de abuso que seguiu Whitney ao longo de toda a sua vida, até a morte dela aos 48 anos.

‘Whitney’ será lançado nos cinemas americanos em julho. “O documentário revela que Bobbi Kristina uma vez tentou se suicidar enquanto Houston estava viva, cortando seus pulsos. Ela disse que poderia ter encontrado uma maneira de matar sua mãe sem que ninguém descobrisse”, escreveu Amy Kaufman, do Los Angeles Times, no Twitter.

No dia em que Whitney Houston morreu, ela fez referências espirituais a seu guarda-costas e disse a sua assistente que precisava se acertar com Jesus. Ela mandou a assistente ir comprar cupcakes e quando ela voltou 30 minutos depois, Houston estava virada para baixo em uma banheira transbordando”. Três anos depois, Bobbi Kristina sofreu um destino trágico semelhante. Bobbi Kristina faleceu aos 22 anos em 26 de julho de 2015.

Poucas foram as vezes na vida de Bobbi Kristina que ela não estava ao lado de sua mãe, com Houston tomando a decisão de sempre levar sua filha com ela em turnê ou qualquer outra viagem de trabalho. Isso foi feito para proteger Bobbi Kristina, de acordo com a assistente de Whitney, Mary Jones, que diz que a recusa da cantora em deixar sua filha em casa era devido ao abuso sexual que sofreu quando criança.

Whitney e seu meio-irmão Gary foram ambos alegadamente molestados por Dee Dee, a irmã de Dionee Warwick, quando eles ficaram com membros da família enquanto seus próprios pais estavam na estrada. O abuso aconteceu quando os dois estavam entre a idade de sete e nove anos, de acordo com entrevistas com Gary e Jones. Dee Dee, que também era uma cantora notável e morreu em 2008 depois de suas próprias batalhas contra o vício, era 18 anos mais velha que Whitney.

O filme também apresenta a bissexualidade de Whitney como um fato, mas mostra que a cantora achava impossível manter um relacionamento com a parceira Robyn Crawford devido ao seu trauma e às pressões de manter sua imagem pública. O relacionamento destrutivo de Whitney com o rapper Bobby Brown também é abordado no filme, mas o rapper aparece em apenas algumas cenas.

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