Harry Style estrela campanha de ternos da Gucci

Fotos do cantor britânico Harry Styles como novo garoto-propaganda da Gucci foram divulgadas neste sábado.

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 (Glen Luchford/Reprodução)

Em março deste ano, a Gucci atiçou os fãs de Harry Styles anunciando que ele seria o novo garoto-propaganda da marca. Na época, eles divulgaram apenas alguns teasers pouco reveladores, mas o mistério acabou neste sábado. As fotos finalmente foram ao ar e o cantor surgiu com a coleção de alfaiataria da maison italiana.

O cenário é um tradicional restaurante de fish and chips no norte de Londres, e Harry posa com galinhas e cachorros, elegantemente vestido com ternos completos modernizados com os tênis hits da Gucci. Muitas pessoas nas redes sociais relembraram do estilo do personagem Chuck Bass, da extinta série Gossip Girl. O milionário de Manhattan era fã de conjuntos completos de alfaiataria e, principalmente, chegado em estampas e cores.

O jovem artista britânico tem conquistado público e crítica com sua carreira solo desde que saiu do grupo One Direction e, nesta fase, elegeu as criações do estilista Alessandro Michele como seu figurino quase obrigatório. Harry usa as peças extravagante da grife italiana em tapetes vermelhos, shows e até em seus clipes. Não foi diferente em suas recentes apresentações no Brasil, quando elegeu um terno verde e amarelo no Rio de Janeiro e uma camisa dourada de mangas bufantes em São Paulo. [ELLE]

Patrulha do Destino | Atores fazem teste para o papel de Ciborgue e colocam filme solo em dúvida

doompatrolOmega Underground divulgou o teste de três atores para o papel de Ciborgue em Patrulha do Destino, nova série live-action produzida para o futuro serviço de streaming da DC. Os vídeos são datados de duas semanas atrás e mostram os atores Roderick Lawrence Buom Tihngang.

Além do material, o site especula se a escalação coloca em risco o filme solo do personagem. Fontes disseram ao Omega Underground que a DC não pode usar o vilão Exterminador na TV porque um longa dele está em produção. Assim, o sinal verde para o uso do Ciborgue pode significar uma mudança para o personagem no cinema. Mas vale ressaltar que isso não é um problema para o personagem Flash, que é interpretado na TV por Grant Gustin e no cinema por Ezra Miller.

O seriado será uma continuação do programa dos Novos Titãs, que também será transmitido pelo DC Universe e apresentará o supergrupo: Bruno Bichir (Absentia) será o líder Niles Caulder; April Bowlby (Two and a Half Man) será a Mulher-Elástica; Jake Michaels será o Homem-Robô; e Dwain Murphy (The Strain) será o Homem-Negativo.

Assim como Novos TitãsPatrulha do Destino será produzida por Greg Berlanti, produtor das séries do Arrowverse, e terá roteiros de Jeremy Carver (Supernatural). Geoff Johns, presidente de entretenimento da DC, também estará envolvido na produção executiva com a dupla.

Patrulha do Destino será parte do DC Universe. O serviço, anunciado em 2017, é descrito como “uma experiência digital única e imersiva pensada apenas para fãs da DC“, afirmando que a assinatura – que terá forte presença de quadrinhos – também dará “acesso ilimitado a séries de TV exclusivas“, como Novos Titãsa série live-action do Monstro do Pântano por James Wan e as animações inéditas Young Justice: Outsiders Harley Quinnseriado solo da Arlequina. [Camila Sousa]

Marie Claire Netherlands June 2018 Lynn Palm by Katelijne Verbruggen

Sem título.jpgPhotography: Katelijne Verbruggen. Styling: Anouk Van Griensven. Hair & Makeup: Suzanne Verberk. Model: Lynn Palm.

Deauville, a cidade que inspirou as grandes criações de Coco Chanel

Novo vídeo da Chanel conta como a estilista foi influenciada pelo clima da cidade.

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Inside Chanel Chapter 22 Deauville 

O município francês de Deauville acompanhou o nascimento do talento de uma mulher extraordinária, a jovem Gautont-Biron , que chegou à cidade em 1912 ao lado de Gautont-Biron , o jogador de polo inglês por quem ela se apaixonou. Foi ele que dois anos antes, havia a ajudado a abrir sua loja de chapéus em Paris, e Deauville parecia um bom lugar para abrir mais uma.

Foi lá que ela imaginou suas primeiras peças usando o jérsei e também desenvolveu seu gosto pelo estilo das roupas que os homens usavam. Ela se inspirava no armário de seu amado e também nos pescadores, nos esportistas e até na brisa do mar que balançava os tecidos. Ao observar os trajes que as mulheres estavam usando na praia, também acabou pensando em novas propostas, mais funcionais, confortáveis e estilosos. O bege da areia acabou virando uma de suas cores preferidas.

Quem já leu a história de Coco Chanel, sabe que o bronzeado e o cabelo curto também foram características que ela ajudou a popularizar em Paris — elas surgiram em sua vida por causa do clima de Paris. Na Rua Gautont-Biron, ela abriu sua loja e viu diversas mulheres usando seus suéteres e designs simples, mas elegante, o começo do tão falado “esporte chic” na moda.

Assista abaixo o capítulo da série que a maison criou para contar a história de umas das maiores estilista de todos os tempos, e como a cidade influenciou o seu estilo:

Conheça melhor o design russo

Olga Kosyreva, especialista no assunto, comenta o design produzido hoje no país da Copa
Por Marcelo Lima – O Estado De S.Paulo

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Porta-objetos de madeira e pedra de Lesha Galkin. À esquerda, luminária de Maxim Maximov. Foto: Sergei Ananiev

Poucos conhecem a realidade do design na Rússia hoje com tanta profundidade quanto Olga Kosyreva. PhD em Publicação, trabalhou por mais de 15 anos na área editorial, onde ocupou postos-chaves nas principais revistas de design e interiores russas. Em 2011, inaugurou a versão local do Salone del Mobile Milano em Moscou e, desde então, atua como palestrante e consultora internacional. Eu diria que a capacidade de fazer negócios é o aspecto mais desafiador para o jovem designer”, como ela afirmou nesta entrevista exclusiva para o Casa, direto da capital russa.

Como você vê o design na Rússia hoje?
Existe uma enorme lacuna entre profissionais e fabricantes. A indústria ainda não está pronta para pagar designers e eles não recebem royalties do desenvolvimento de seus produtos. Para mudar essa situação, além de trabalhar duro, nossos jovens designers ainda têm de quebrar muitos estereótipos.

Quem são os jovens designers russos?
Para dizer a verdade, não são muito jovens. Há muitos designers com seus 40 anos que acabaram de começar suas carreiras. Os mais jovens são graduados das academias. Outra parte é uma geração um pouco mais velha que vêm para o design de produtos a partir de campos como arquitetura e design de interiores. Esses são mais experientes, mais práticos e mais orientados para os negócios. Um primeiro aspecto em comum é que todos têm se voltado para questões comunitárias como a reavaliação das tradições e a aproximação da natureza. Em segundo lugar, eles procuram dar respostas mais elegantes e modernas para velhas questões. E, por fim, todos tentam sobreviver em um país ainda não maduro em relação ao design, sem uma base de produção eficiente, mas, de maneira geral, são muito promissores.

Quais são os desafios desses profissionais?
Eu diria que a capacidade de fazer negócios fora do design é o principal. Por isso, um novo modelo se torna cada vez mais comum. É mais lucrativo para o designer criar produtos sob sua própria marca, ser ele mesmo o gerente, o comerciante, o artesão e o fabricante de seus objetos ou, pelo menos, terceirizar sua produção. Alguns deles ainda não estão prontos, mas outros têm tido sucesso nesta trajetória. Eles não querem permanecer como designers em teoria, eles procuram maneiras de implementar suas ideias e considero isso muito positivo. Hoje há mais liberdade de ação, perspectivas e oportunidades para os jovens e coisas mais diversificadas e originais para os consumidores.

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A curadora e consultora de design russa, Olga Kosyreva Foto: Acervo Olga Kosyreva

Silky dream: como usar peças de seda ou acetinadas no look

Confira 10 ideias para usar os tecidos no dia a dia!

Serendipity-Ave-mood-silk-dressO fascínio com a seda e com o cetim não existe na moda só hoje. Com uma aparência que fica entre a fosca e a brilhante, esses tecidos são muito importantes para quem quer criar sobreposições, por exemplo. Mas não é só de camadas que vive um vestido de seda no street style contemporâneo.

Confira abaixo e veja que as peças caem bem com tênis, jeans e até veludo:

Vogue Espanha Junho 2018 Madison Headrick by Bjorn Iooss

Madison+Headrick+by+Bjorn+Iooss+(5).jpgPhotography: Bjorn Iooss at ART New York. Styled by: Juan Cebrian. Hair: Karim Belghiran. Makeup: Courtney Perkins. Model: Madison Headrick.

Vogue Japão Junho 2018 Cara Taylor by Emma Summerton

31042986_966550950178863_8944289696230408192_n.jpgPhotography: Emma Summerton. Styled by: Patrick Mackie. Hair: Luke Chamberlain. Makeup: Ralph Siciliano. Model: Cara Taylor.

França inaugura o importante Musée de la Romanité, projeto da arquiteta e urbanista brasileira Elizabeth de Portzamparc

Museu abrigará um tesouro arqueológico de 25 mil peças, que cobrem o período gaulês, romano e medieval. A museografia interativa, também projetada pela arquiteta, possibilita um fascinante percurso por 25 séculos de história

MGP - PACO - Musée de la RomanitéNo próximo dia 2 de junho, estará aberto ao público o “Musée de la Romanité”, em Nîmes, na França, projetado pela arquiteta e urbanista brasileira Elizabeth de Portzamparc, vencedora em 2012 do concurso internacional promovido pela Prefeitura da cidade.  Com área de 9.100 m², o Museu vai abrigar raras coleções arqueológicas, até então guardadas em diferentes reservas técnicas da cidade. Agora, o público poderá apreciar esses tesouros que cobrem um arco de 25 séculos, em três grandes períodos: gaulês (pré-romano), romano e medieval.

Elizabeth de Portzamparc, radicada na França desde 1969, desenvolveu também a museografia, que permite uma fascinante viagem pelo tempo a partir de aproximadamente cinco mil peças, distribuídas em um percurso cronológico e temático que abrange desde o século 7 a.C até a Idade Média, e o legado romano no século 19. As coleções ricas e variadas compreendem mil inscrições latinas, 200 fragmentos arquitetônicos, 65 mosaicos, 300 elementos esculpidos (baixos-relevos e esculturas tridimensionais), 800 objetos em vidro, 450 lanternas a óleo, 389 objetos manufaturados (em osso e marfim), centenas de cerâmicas, objetos em bronze, 12.500 moedas antigas e medievais, e 15 painéis de pinturas murais romanas restauradas.

TECNOLOGIAS INOVADORAS
Uma série de suportes de reconstituição digital acompanha os visitantes ao longo do percurso, ajudando-os a imaginar o aspecto original dos edifícios antigos, e a vida cotidiana dos habitantes. Caixas brancas luminosas, chamadas “caixas do saber”, abrem as três seções cronológicas do percurso. Esse método criado por Elizabeth de Portzamparc serve de introdução às diferentes sequências: mapas, linhas do tempo e telas apresentam e contextualizam o período apresentado. Diversos dispositivos multimídia são distribuídos ao longo do percurso: visitas virtuais, animações gráficas (desenhos animados e motion design) e mapas permitem uma melhor apreensão do contexto das coleções. Os dispositivos de realidade aumentada, os panorâmicos interativos a 180° ou ainda a parede interativa de imagens são feitos para projetar os visitantes no passado e fazê-los descobrir a vida dos homens da Antiguidade, a evolução de suas habilidades e as obras-primas que eles produziram.  Crianças e adultos vão ainda se maravilhar com a casa gaulesa, pré-romana, construída em pedra e madeira. Distribuídos no chão, estarão peças e utensílios verdadeiros, que remontam a séculos a.C.

A arquitetura interior e elementos da mobília também têm a assinatura de Elizabeth de Portzamparc, resultando em um projeto de grande coerência.

NÎMES E A HERANÇA ROMANA
Em Nîmes estão famosas construções romanas, do período de Augusto, no século 1 de nossa era. O “Musée de la Romanité” está construído no centro histórico da cidade, em frente às Arenas romanas, um pequeno Coliseu, onde são realizadas touradas, nos dias de hoje.  Para criar um diálogo com esta forte presença romana, Elizabeth de Portzamparc projetou para o Museu belas fachadas, compostas por uma estrutura de aproximadamente 7 mil lâminas de vidro serigrafadas, que cobrem uma superfície de 2.500 m², e são capazes de refletir o entorno, criando um diálogo com a cidade ao refletir as cores, a luz e a vida ao redor. Por conta de seus ângulos, inclinações e relevos, dão ideia de movimento, de acordo com a variação da luz ao longo do dia e das estações do ano.  As fachadas conjugam a transparência moderna e a tradição de uma arte romana de grande importância: o mosaico, evocando, graciosamente, esses elementos fundamentais das coleções do Museu.

O TERRAÇO E O JARDIM ARQUEOLÓGICO
O terraço não estava previsto no programa do concurso, mas foi criado por Elizabeth de Portzamparc como ponto culminante do percurso ascendente do museu. Ele finaliza a visita proporcionando um mirante sobre a cidade de Nîmes e seus mais de 20 séculos de história, com as Arenas em primeiro plano, e ao longe a torre Magna, que data da fundação da cidade. No terraço, com colunas e um caminho sinuoso por entre o jardim, está também uma sutil homenagem da arquiteta as suas raízes brasileiras, e à obra de Oscar Niemeyer (1907-2012).

O “Musée de la Romanité” traz características que são marcantes na trajetória de Elizabeth de Portzamparc, presente em outros projetos como o GED – Grand Equipement Documentaire (Grande Biblioteca) do Campus Condorcet, em Aubervilliers, e a estação de Le Bourget, na Grande Paris.   Suas construções são abertas para a cidade e para seus habitantes, um espaço público acessível a todos e um ponto de encontro. Os locais são pensados como espaços “vitais” dos quais o público se apropria com facilidade: uma arquitetura concebida como suporte para a animação local e qualidade de vida para aqueles que a frequentam.  Uma rua pública atravessa o Museu, e conecta a praça frontal com uma interna, elevada, onde estão vestígios da muralha romana, dentre outros descobertos durante as escavações.  Assim, Elizabeth de Portzamparc, criou um jardim arqueológico, pensado como um “museu vegetal”. Todos os traços da história foram preservados e restaurados, e serão acessíveis gratuitamente a todos os visitantes e transeuntes. Esse espaço vegetal público de 3.500 m² foi projetado pelo arquiteto paisagista Régis Guignard, e se estrutura em três camadas de vegetação que correspondem aos mesmos três grandes períodos da museografia – gaulês, romano e medieval –, enriquecendo o conteúdo científico e trazendo uma grande coerência e harmonia. Para cada nível, árvores, arbustos e plantas vivazes foram escolhidos em função da sua época de introdução, de acordo com as trocas, as influências e ocupações.

UM CONCURSO INTERNACIONAL DE ARQUITETOS
Lançado em junho de 2011, o júri do concurso aprovou três dossiês entre as 103 candidaturas recebidas, antes de declarar vencedor, um ano depois, o projeto da agência 2Portzamparc, desenhado por Elizabeth de Portzamparc. “Eu analisei profundamente as Arenas e me questionei sobre a própria noção de edifício contemporâneo e sobre como glorificar os 21 séculos de história da arquitetura que separam esses dois prédios. Uma arquitetura leve, possibilitada pela tecnologia atual, pareceu-me algo evidente, bem como o fato de expressar as diferenças entre essas duas arquiteturas, por meio de um diálogo baseado em sua sinergia: de um lado um volume circular, rodeado pelos arcos verticais romanos de pedra e bem ancorado ao solo, do outro um grande volume quadrado, em levitação e recoberto de uma toga de vidro plissada”, explica.

O Museu terá ainda uma livraria, um auditório, um café e o restaurante La table du 2, com sua vista magnífica para as Arenas, com cardápio assinado pelo Chef Franck Putelat, duas estrelas no guia Michelin por seu restaurante Le Parc, em Carcassonne.