Rihanna dá conselho providencial a Anne Hathaway nos bastidores de “Oito Mulheres e um Segredo”

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Anne Hathaway e Rihanna (Jamie McCarthy/Getty Images)

Anne Hathaway, que anda preocupada com os quilinhos de que não conseguiu se livrar desde o nascimento de seu filho, em 2016, ganhou uma ajuda e tanto para melhorar a autoestima. E veio de ninguém menos que Rihanna. As duas estão no elenco de “Oito Mulheres e um Segredo”, que também conta com outras estrelas como Sandra Bullock, Cate Blanchet, Helena Bonham Carter e Sarah Paulson.

Durante as filmagens, Anne disse que estava tendo dificuldades de voltar ao peso normal e tal. Papo normal entre mulheres. Foi quando Riri disparou: “Você tem um bumbum incrível! Que nem o meu…”. O comentário pegou a atriz de surpresa: “Não costumo me criticar sobre corpo, essas coisas, mas pirei e amei muito, claro!”

Personalidades da moda brasileira comentam o legado de Edna Moda

Em vídeo promocional para o filme ‘Os Incríveis 2’, Costanza Pascolato, Lilian Pacce, Gloria Coelho e Alice Ferraz falam sobre a estilista do filme

tumblr_inline_ojrtukEo1M1sl6xx2_500.jpg“Emblemática”, define Gloria Coelho sobre a estilista Edna Moda, famosa por condenar o uso de capas. Claro, a frase faz parte de uma brincadeira feita pela Disney para promover o filme Os Incríveis 2, que estreia no dia 14, quinta, no Brasil.

Em vídeo, quatro grandes nomes da moda brasileira tecem elogios a personagem do filme: a estilista Gloria Coelho, a jornalista Lilian Pacce, a consultora Costanza Pascolato e a relações públicas Alice Ferraz. “O Karl Lagerfeld tem o gênio igual ao dela, eles são muito parecidos, aliás”, descreve Lilian.

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Dá o play!

Começa a venda no Brasil de smartphones com sistema Android Go

Google, que criou a versão mais simples do seu sistema operacional, disse que ao menos quatro modelos estarão disponíveis até o fim do ano
Por Mariana Lima – O Estado de S. Paulo

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Android Go no Brasil

Já estão à venda no Brasil os primeiros aparelhos com Android Oreo Go, a versão mais simples do sistema do operacional feito pelo Google para smartphones de entrada, lançado no fim do ano passado. O Twist Metal S531, da Positivo, começou a ser vendido nas lojas de todo o País por R$ 699 no início deste mês. O sistema mais leve para aparelhos baratos faz parte de uma estratégia do Google de aumentar o mercado em países em desenvolvimento, como o Brasil.

Além do aparelho da Positivo, o Google disse que os modelos Alcatel 1, Multilaser MS50G e Multilaser MS50 X já estão confirmados e estarão disponíveis no mercado nos próximos meses.

Lançado no 10º aniversário do Google, o Android Go foi criado para rodar em celulares com até 1 GB de memória RAM – para efeito de comparação, o Galaxy S9, versão mais recente do smartphone mais avançado da Samsung, tem 4 GB de RAM. O Google também promete que o sistema vai travar menos.

No Brasil, além da otimização do sistema operacional, a empresa garante que os aplicativos e lojas de aplicativos Play Store mudaram. Os apps versão Go, diz o Google, por exemplo, abrem 15% mais rápido que quando celulares de entrada usam o Android normal.

Os aplicativos que já estão instalados no aparelho também foram otimizados. Segundo o Google, esses apps ocupam 50% menos espaço no Android Go o que garantiria o dobro da quantidade de armazenamento disponível no aparelho.

Primeiro aparelho. O Positivo Twist Metal S531 terá 32 GB de armazenamento, acabamento de metal e tela de 5,2 polegadas. O processador é Quad-Core e a memória RAM é de 1GB. As câmaras do aparelho têm resolução de 8M e será vendido nas cores cinza, dourado ou vermelho.

O smartphone foi construído em parceria com engenheiros do Google. A proposta agradou e a previsão é de novos produtos construídos em conjunto nos próximos meses.

“Há outros produtos saindo do forno com Android Go que prometem estar entre os best sellers do nosso portfólio de celulares”, disse, por nota, Norberto Maraschin Filho, vice-presidente de Mobilidade da Positivo.

Grazia Itália Junho 2018 Alena Blohm by Dean Isidro

unnamedPhotographer: Dean Isidro at Atelier Management. Stylist: Michele Bagnara. Hair & Makeup: Barbara Bertuzzi. Model: Alena Blohm at D Management.

Rihanna brilha com maxicolares em lançamento de coleção

RiRi lançou mais uma collab em evento beneficente.

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 (Dimitrios Kambouris/Getty Images)

Nesta quarta-feira (06/06), Rihanna lançou mais uma collab com a marca de meias Stance, em que a renda dos produtos será revertida para os projetos beneficentes de sua fundação Clara Lionel. E, como sempre, arrasou com seu look.

Riri usou um coat dress de seda curtinho e de modelagem ampla, em azul serenity, e chamou atenção com suas joias, dois maxicolares com águas-marinhas enormes de David Webb. Ela completou o outfit com sandálias de tira transparente e minibag quadrada Stalvey. Para dar uma quebrada no visual de tons pastel, a cantora apostou em um batom pink vibrante.

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(Dimitrios Kambouris/Getty Images)

CINEMA | Estreias da Semana: Oito Mulheres e Um Segredo, No Olho do Furacão, Anna Karenina: A História de Vronsky, As Boas Maneiras, Os Estranhos – Caçada Noturna

Confira agora os filmes que chegam às telas em 31 de maio

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Oito Mulheres e Um Segredo

Anna Karenina: A História de Vronsky
Anna Karenina. Istoriya Vronskogo. Rússia, 2017. Direção: Karen Shakhnazarov. Com: Elizaveta Boyarskaya, Kirill Grebenshchikov e Vladimir Ilin. 137 min. 14 anos.
Baseado no romance homônimo de León Tolstói, o longa se passa em 1904 durante a guerra russo-japonesa. Quando o chefe do hospital descobre que um dos soldados feridos é o conde Vronsky, que foi amante de sua mãe e motivo para ela ter morrido, resolve investigar para saber o que de fato aconteceu.

As Boas Maneiras
Brasil/França, 2017. Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra. Com: Isabél Zuaa, Marjorie Estiano e Miguel Lobo. 135 min. 14 anos.
Uma enfermeira da periferia de São Paulo é contratada por uma rica mulher para ser babá de seu filho, que está para nascer. Solitárias, as duas mulheres criam um forte vínculo enquanto a gravidez incita hábitos misteriosos e perigosos na futura mãe, especialmente em noites de Lua cheia.

Caminho do Mar
Brasil, 2012. Direção: Bebeto Abrantes. 86 min. Livre.
O documentário retrata por meio de depoimentos de moradores ribeirinhos, pescadores e estudiosos a história do rio Paraíba do Sul, que percorre os estados de SP, RJ e MG.

Comboio de Sal e Açúcar
Idem. Portugal/França/Brasil/África Do Sul/Moçambique, 2016. Direção: Licinio Azevedo. Com: Thiago Justino, Matamba Joaquim e Melanie de Vales Rafael. 100 min. 14 anos.
Baseado no livro homônimo escrito pelo diretor do filme, brasileiro radicado em Moçambique, o longa se passa no país africano no ano de 1988 durante a Guerra Civil e narra a história de pessoas que se arriscavam viajando em um trem de carga para trocar sal por açúcar no vizinho Maláui.

Os Estranhos – Caçada Noturna
The Strangers: Prey at Night. EUA, 2018. Direção: Johannes Roberts. Com: Christina Hendricks, Martin Henderson e Bailee Madison. 85 min. 16 anos.
Na sequência do longa de terror de 2008, quando uma família resolve passar a noite em um estacionamento de trailers três psicopatas mascarados começam a persegui-los.

Los Territorios
Idem. Brasil/Argentina/Palestina, 2017. Direção: Iván Granovsky. 114 min. 12 anos.
O documentário acompanha as viagens do cineasta Iván Granovsky, que, após o ataque ao jornal Charlie Hebdo, resolve visitar e filmar países que vivem conflitos.

A Morte de Stalin
The Death of Stalin. EUA/França/Reino Unido, 2017. Direção: Armando Iannucci. Com: Armando Iannucci e David Schneider. 108 min. 16 anos.
A comédia dramática se passa na União Soviética, em 1953, quando Stálin morre e o comitê do Partido Comunista precisa decidir quem será seu sucessor.

No Olho do Furacão
The Hurricane Heist. EUA, 2018. Direção: Rob Cohen. Com: Toby Kebbell, Maggie Grace e Ryan Kwanten. 103 min. 14 anos.
No longa americano, um grupo de ladrões tentam assaltar o tesouro americano, mas os planos são interrompidos quando um forte furacão atinge a região.

Oito Mulheres e Um Segredo
Ocean’s 8. EUA, 2018. Direção: Gary Ross. Com: Sandra Bullock, Cate Blanchett e Anne Hathaway. 110 min. 14 anos.
Na versão feminina do longa “Onze Homens e um Segredo” (2001), de Steven Soderbergh, Debby Ocean (Sandra Bullock) recruta um grupo de mulheres para um roubo milionário. O alvo é a atriz Daphne Kluger (Anne Hathaway), que usa um colar de diamantes no Baile de Gala do Met, em Nova York.

Selfie para o Inferno
Selfie from Hell. Canadá/Alemanha, 2017. Direção: Erdal Ceylan. Com: Alyson Walker, Tony Giroux e Meelah Adams. 75 min. 12 anos.
No longa de terror, Julia viaja do Canadá para os EUA para visitar a prima Hanna. Quando ela fica doente, seu celular começa a mandar mensagens misteriosas para a prima.

Um Dia para Viver
24 Hours to Live. EUA, 2017. Direção: Brian Smrz. Com: Ethan Hawke, Paul Anderson e Rutger Hauer. 97 min. 14 anos.
Dirigido por Brian Smrz, que fez sua carreira no cinema como dublê, e protagonizado por Ethan Hawke (“Boyhood”), o filme mostra a saga de vingança de um assassino de aluguel, veterano do Exército, que é revivido por um experimento do patrão após ser alvejado em uma missão.

Vingança
Revenge. Franç, 2017. Direção: Coralie Fargeat. Com: Matilda Anna Ingrid Lutz, Kevin Janssens e Vincent Colombe. 108 min. 18 anos.
No longa, três amigos empresários se reúnem para uma caçada no deserto. Um deles resolve levar a amante mas, em meio a incidentes, ela é abandonada para morrer. A garota então resolve se vingar.

União Europeia pode multar Google por ferir práticas de antitruste, diz site

Gigante de buscas já foi multada em junho do ano passado; desta vez, valor da multa pode ser maior

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A chefe da Comissão Europeia, Margrethe Vestager.

O Google pode receber outra multa bilionária da União Europeia. O gigante de buscas corre o risco de ser penalizado por ferir práticas de antitruste em seu sistema operacional Android. Segundo fontes do site Politico, a Comissão Europeia, autoridade responsável pela regulamentação econômica da União Europeia, pode anunciar sua decisão em julho, e a multa pode ser maior que os US$ 2,8 bilhões cobrados do Google em um caso antitruste no mês de junho do ano passado.

A Comissão Europeia investiga um uso suspeito do Android, em que o Google tentaria eliminar os seus competidores de mercado. Para as autoridade europeias, esse teria sido o caminho pelo qual o Android obteve vantagem em relação a suas rivais e chegou à posição de dominante do mercado. Entre as práticas, estaria exigência de que fabricantes de smartphone instalassem o Google Search e o Google Chrome para terem acesso ao aplicativo Google Play. A decisão do caso está nas mãos de Margrethe Vestager, chefe da Comissão Europeia.

O Google não respondeu à acusação, mas citou um artigo escrito por um executivo do Google em 2016, em que ele explica que o Android estava criando um ambiente de mais competição.

Histórico. Em junho do ano passado, o Google recebeu uma multa bilionária, devido à acusação de que o serviço de busca abusou de sua posição dominante no mercado ao dar destaque, nas pesquisas de usuários europeus, ao seu serviço de comparação de preços, o Google Shopping, no lugar dos rivais.

De biquíni rosa, Reese Witherspoon confirma ‘Legalmente Loira 3’

Atriz fez uma postagem no Instagram enquanto tomava sol, encarnando a protagonista da franquia, Elle Woods

Sem título.jpgApenas alguns dias depois de surgirem rumores de que Reese Witherspoonestaria negociando com produtores de Hollywood a sua volta à franquia Legalmente Loira, a atriz confirmou a notícia em grande estilo. De biquíni e óculos de sol rosas (a cor favorita da protagonista Elle Woods), Reese postou um vídeo em seu Instagram em que aparece ainda com uma bóia na piscina onde pega um bronzeado. Na legenda, escreveu: ‘É verdade… #LegalmenteLoira3“.

Depois do primeiro filme da franquia, lançado em 2001, em que a patricinha Elle deixa a sua irmandade para estudar Direito, Legalmente Loira 2, de 2003, acompanha a entrada da protagonista no mercado de trabalho em Washington, onde teve que batalhar para conseguir a aprovação de um projeto de lei pelo fim do teste de produtos em animais.

Ainda não se sabe o enredo do terceiro filme, mas com certeza a loira, subestimada por seu estilo vaidoso e cor de rosa, vai ter de provar mais uma vez a sua força. De acordo com a revista americana The Hollywood Reporter, as roteiristas Kristen Smith e Karen McCullah e o produtor Marc Platt também voltam para o novo longa.

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It’s true… #LegallyBlonde3

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‘Oito Mulheres e um Segredo’: trocam-se os anéis, ficam os dedos

Elenco feminino traz pouca novidade a ‘Ocean’s’, já que o roteiro segue a fórmula da franquia – e por outro lado prova que diversidade não é empecilho
Por Maria Carolina Maia

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Cena de ‘Oito Mulheres e Um Segredo’ (Barry Wetcher/Warner Bros)

Em uma era de feminismo forte e de reboots e spin-offs em profusão, vide Star Wars e o incansável universo Marvel, nada parece mais natural que uma franquia famosa por seu numeroso elenco masculino ganhar uma versão feminina. Mais feminina que feminista, de fato. Em cartaz a partir desta quinta-feira, Oito Mulheres e um Segredo, episódio derivado da série iniciada em 2001 por Onze Homens e um Segredo, longa de Steven Soderbergh com George Clooney e Brad Pitt à frente, traz uma provocação ou outra, mas, de modo geral, é um filme engraçadinho que se conforma à fórmula criada e consolidada pelos que o inspiraram. No chavão dos críticos de cinema americanos, que agora curtem o calor, é um filme de verão.

Aqui, a dupla estelar no comando do elenco é formada por Cate Blachett e Sandra Bullock, de quem partiu a ideia do projeto – ela foi bater à porta de George Clooney para pedir a bênção do ator para viver a versão de saias de seu personagem, o charmoso malandro Danny Ocean. Mais que versão: Sandra faz a irmã de Danny, a também vigarista Debbie, que surge já na primeira cena do filme, bem maquiadinha na prisão, enquanto tenta convencer um oficial de que merece a liberdade convencional porque, transformada pela experiência do cárcere, deseja ter uma “vida simples”.

Simples é o adjetivo que Debbie deixa para trás, com a roupa laranja de detenta, ao sair da penitenciária Nichols – nome de uma das mais carismáticas personagens da série Orange Is the New Black, da Netflix. A primeira coisa que ela faz, antes de encontrar a parceria de crimes Lou (Cate Blanchet), é tomar um banho de loja – e de espuma, na banheira de uma luxuosa suíte de hotel. De golpe em golpe, o roteiro flui em um ritmo de novela de João Emanuel Carneiro e faz pensar que furtar e enrolar os outros é a maior moleza.

Nada dá errado até o clímax do longa, quando já se contam mais ou menos 70% do filme, regra formulaica da construção de roteiros: até aí, Debbie e Lou vão estruturando o plano de roubar um colar de diamantes avaliado em 150 milhões de dólares durante o tradicional baile de gala do Met, o clássico museu nova-iorquino, e para isso vão recrutando outras parceiras. Assim, entram na jogada a decadente estilista Rose Weil (Helena Bonham Carter, repisando o estereótipo de si mesma), a hacker Nine Ball (Rihanna), a dona de casa e gatuna Tammy (Sarah Paulson), a ladra de dedos ágeis (Constance / Awkwafina) e a ourives Amita (Mindy Kaling).

A quadrilha é completada pela atriz (e clichê de celebridade hollywoodiana) Daphne Kluger (Anne Hathaway), que embarca no plano quase sem querer. Vestida “como uma Barbie” – referência ao filme que Anne fará – por Rose Weil para o baile do Met, ela é o veículo para o grupo colocar as mãos no super colar da Cartier. Merchandising, aliás, é o que não falta no filme, que exibe de marca de cerveja a achocolatado. Afinal, é Daphne quem estará com as joias ao pescoço no momento do roubo.

As cutucadas, digamos, engajadas do roteiro – que são poucas, mas ao menos não são panfletárias – se dão nessa videoclípica estruturação do plano do roubo, que conta ainda com uma vingança de Debbie contra um ex-namorado, Claude Becker (Richard Armitage), o dedo-duro que a pôs na cadeia.

Em certo momento, as parcerias Lou e Debbie sentem falta de alguém que roube sem se fazer notar. Lou sugere um homem, e Debbie rebate: precisamos ser discretas, maneira de dizer que a mulher é insignificante, ou que a sociedade é indiferente a ela.

Outra crítica está embutida nos papéis que as personagens da caribenha negra Rihanna, da americana de origem oriental Awkwafina e da indo-americana Mindy Kaling assumem no Met. Rihanna em um momento surge vestida de faxineira. Awkwafina é a moça que cuida do banheiro durante a festa e Mindy Kaling lava pratos na cozinha do museu. Enquanto isso, a loira Cate Blachett assume a função de nutricionista, Sarah Paulson, de uma funcionária da glamourosa revista Vogue e Sandra Bullock, de convidada do evento que troca palavras em alemão com Heidi Klum.

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Cena de ‘Oito Mulheres e Um Segredo’ (Barry Wetcher/Warner Bros)

Afora isso, o filme nada acrescenta ao debate. Parece pouco para a Hollywood pós-Harvey Weinstein. Por outro lado, ao mostrar que substituir homens por mulheres, e brancos por minorias, em um roteiro pré-definido dá no mesmo, Oito Mulheres e um Segredo prova que diversidade não é empecilho para o entretenimento e a bilheteria. Como bem demonstraram, diga-se de passagem, Mulher Maravilha e Pantera Negra.

Com a alta expectativa nas redes sociais pelo filme, o estúdio já fala em continuação. Pode ser a chance de ir além – das convenções, das poucas provocações – e fazer, quem sabe, mais do que um filme de verão.