Após cinco anos, EUA voltam a ter computador mais rápido do mundo

A tecnologia por traz dos supercomputadores são uma das principais métricas para medir a potência mundial do setor; China liderou a posição nos últimos anos

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Novo computador mais rápido do mundo foi construído para o laboratório da cidade de Oak Ridge, nos Estados Unidos

A disputa pelo título de país mais tecnológico do mundo ganhou mais um capítulo. Isso porque depois de cinco anos os Estados Unidos voltou a ter o computador mais rápido do mundo, posição até então ocupada pela China.

O novo supercomputador é chamado de Summit e foi construído pela IBM por US$ 200 milhões. A máquina foi recentemente entregue para o seu novo dono, o Laboratório Nacional de Oak Ridge, em Tennessee, que usará o aparelho para fazer estudos para mapear a saúde dos veteranos de guerra dos Estados Unidos.

O computador consegue fazer cálculos matemáticos complexos a 200 quatrilhões por segundo. Para efeito de comparação, um humano que faz cálculos rapidamente precisaria viver 63 bilhões de anos para se equiparar o que a máquina faz em um mero segundo.

Para funcionar, o supercomputador é dotado de inteligência artificial que o deixa capacitado para lidar com grandes quantidades dados. Isso permite que desafios vividos hoje por supercomputadores tradicionais em áreas como ciência, indústria e segurança nacional consigam ser finalmente resolvidos com a nova versão.

Isso acontece porque o Summit faz parte de uma nova geração de computadores que realizam tarefas como simulação de testes nucleares, previsão de tendências climáticas, localização de petróleo, além de quebra de códigos criptografados.

Apesar da velocidade e inteligência da máquina, o Summit já tem previsão para ficar obsoleto no mercado. Nos Estados Unidos, supercomputadores cinco vezes mais rápidos já estão em construção e devem ser lançados em até três anos. Os novos aparelhos estão sendo planejados para ajudar os funcionários do Departamento de Energia dos Estados Unidos, que encomendou o novo modelo.

A liderança americana, dizem os cientistas, pode ser de curta duração. Além dos Estados Unidos, a China, o Japão e a países da Europa estão trabalhando em projetos de supercomputadores.

Os rankings globais de supercomputadores foram compilados por mais de duas décadas por uma pequena equipe de cientistas da computação que montou uma lista com os 500 principais computadores. A nova lista não tem data para ser lançada, mas especialistas dizem não ter dúvidas de que a Summit é hoje o computador mais rápido mundo.

Sob a direção de Hedi Slimane, Céline revê estratégia de lançamentos

Nova era da marca da marca deve ser revelada em setembro, na temporada de Paris

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O estilista Hedi Slimane

Envolta em mistério, a estreia de Hedi Slimane à frente da grife Céline é uma das mais aguardadas do ano – e está programada para a temporada de moda feminina de Paris, em setembro. Famoso por chacoalhar o estilo de grifes tradicionais, como a Saint Laurent, impulsionando as vendas e lucros, sua estratégia na nova casa aos poucos começa a ser desvendada.

Uma reportagem do Business of Fashion aponta outras novidades além da expansão da etiqueta com coleções masculinas, de alta-costura e linha de fragrâncias. Uma delas é a remodelagem das 140 boutiques da grife, assim como a inovação da estratégia de lançamentos que deve contar com mais coleções cápsula, no mesmo molde do que a Supreme faz, e aberturas de lojas pop-up. Em termos de produtos, segundo apurou o BoF, a ideia do primeiro lançamento é dar o tom dessa nova Céline, com uma coleção de clássicos atemporais.

“Ainda que Slimane esteja sendo respeitoso com a Celine de Philo, ele está fazendo exatamente aquilo para quem foi contratado, trazendo sua própria visão da marca, assim como Philo fez com a sua”, afirma a reportagem.

Hedi Slimane é um estilista controverso na moda. Controlador, trata com o maior rigor a construção de imagem e experiência de marca. Nâo frequenta redes sociais nem é fã de Instagram (começou a postar em seu perfil oficial apenas em 13 de março de 2017). No período em que esteve à frente da Saint Laurent, escolhia a dedo as publicações com que a marca se relacionava, exigia aprovação de lay-outs com imagens de divulgação da grife e investia em festas pós-desfile em clubinhos alternativos, com convidados da cena rocker underground e sem fotos permitidas.

Isolda leva preview do verão 2019 para Nova York

Verão 2019 da Isolda foi inspirado nos corais da Amazônia

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Isolda apresentou coleção no Sixty Hotel, em Nova York (Foto: Allaire Bartel/Divulgação)

As estampas deliciosas da Isolda desembarcaram em Nova York no último dia 06.06 em um preview do verão 2019 da marca, verdadeira exaltação têxtil da riqueza de cores e sabores do Brasil.

Sob o comando de Juliana Affonso Ferreira e Maya Pope, a grife reforçou seus códigos como os prints de frutas – Yes, nós temos cajus! – e se debruçou sobre os corais descobertos na Amazônia. No Brasil, a coleção será apresentada em julho, mas chega às araras em agosto.

Djamila Ribeiro lança novo livro sobre feminismo negro

Em “Quem tem medo do feminismo negro?” a filósofa e colunista da ELLE aborda questões como interseccionalidade e empoderamento
Por Mariana Rudzinski

quem-tem-medo-do-feminismo-negroReferência em feminismo no Brasil, a mestre em filosofia política e colunista de ELLE Djamila Ribeiro está com livro novo! Quem tem medo do feminismo negro? reúne artigos em que Djamila propõe discussões sobre temas como origens do feminismo negroracismo e mobilizações em redes sociais. Ela também recorre a situações do cotidiano – intolerância à religiões de matriz africana e ataques a celebridades como Serena Williams, por exemplo – para tratar de conceitos como empoderamento e interseccionalidade. Além dos artigos, o volume traz um ensaio autobiográfico inédito em que a autora recupera memórias de sua infância para levantar a questão do silenciamento da cultura negra.

Quem tem medo do feminismo negro? chega nas livrarias hoje (08). Já na próxima quinta-feira (14), Djamila estará na Saraiva do Shopping Eldorado, em São Paulo, às 19h, para o primeiro evento de lançamento do livro.

Uber e Lyft ensaiam entrar no mercado de patinetes elétricos em São Francisco

Empresas estão solicitando permissão para oferecerem o serviço em San Francisco

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A Lyft é a principal rival do Uber.

O aplicativo de transportes Uber planeja entrar no mercado de patinetes elétricos, os “e-scooters”, segundo informou o site Axios. Os patinetes são conhecidos por serem baratos, eficientes e cumprirem a função de percorrerem trajetos grandes demais para ir a pé e pequenos demais para pegar um carro. Ao lado do dos carros que oferecem caronas e das bicicletas elétricas viabilizadas pela startup Jump, que o Uber comprou em abril, o aplicativo de transporte ampliaria sua oferta de serviços.

O Uber está solicitando permissão para operar com os patinetes elétricos em São Francisco. Mas, a empresa não é a única: sua rival no mercado de transporte compartilhado, Lyft, também anunciou que está com os mesmos planos. Ao todo, ao menos 7 empresas demonstraram o mesmo interesse, mas apenas cinco terão a licença.

O processo de licenciamento é exigido em São Francisco devido as novas regulamentações da cidade, anunciada no final de maio. As medidas têm a intenção de organizar o tráfego de patinetes elétricos na cidade que já é considerado intenso.

Ideias simples de moda e beleza para levar uma vida mais sustentável

“Compre menos, escolha bem e faça durar.” O mantra pró-sustentabilidade de Vivienne Westwood é a cara de 2018.
Por Nathalia Levy

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(Pantys/Divulgação)

DIMINUA OS ABSORVENTES

À primeira vista, deixar de usar absorventes soa como um ato inusitado, mas a troca pode, além de ajudar o meio ambiente, levar mais economia à vida das mulheres. Se você quer aderir, aposte em coletores, absorventes de pano ou calcinhas menstruais. Estas parecem uma peça comum, mas contam com uma tecnologia que as deixa confortáveis e higiênicas, como as da Herself ou da Pantys. “Desde que comecei o projeto, deixei de usar 540 absorventes descartáveis e economizei dois anos desse gasto”, aponta Cristal Muniz, idealizadora do blog Um Ano sem Lixo. 

APOSTE NO UPCYCLING

Upcycling foi uma das palavras mais faladas na moda em 2017. Transformar roupas antigas e resíduos têxteis em peças completamente diferentes virou uma nova prática em grandes empresas, como a Farm, e o carro-chefe de marcas independentes, tipo a Insecta Shoes. E o melhor é que elas não perdem em nada no quesito design.

TROQUE ROUPAS

Sabe o velho e gostoso hábito de emprestar roupas para as amigas antes de uma festa? Vale trazê-lo de volta em 2018. Com certeza, há peças no seu armário para as quais você não liga muito, mas que são interessantes para elas. Criar um grupo no WhatsApp para trocar roupas é uma ótima ideia para fazer com que essas peças circulem. Vale ficar de olho também em eventos como o Projeto Gaveta, em que suas roupas antigas viram fichas para serem trocadas por outras.

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Giovanna Nader e Raquel Vitti Lino, do Projeto Gaveta. (Projeto Gaveta/Divulgação)

PREFIRA OS SÓLIDOS

Xampus e condicionadores sem embalagem não são mais coisa do futuro. Marcas como a britânica Lush e as brasileiras Frez e Lá do Mato estão apostando em versões sólidas desses produtos. O bom é que eles produzem menos lixo, duram mais e contam com ingredientes mais concentrados.

SIGA BRECHÓS NO INSTAGRAM

Nos últimos anos, garimpar em brechós virou uma atividade quase necessária para toda boa fashionista. Muitos deles ficaram caros e concorridos, mas ainda são o lugar mais sustentável para comprar, e a dica agora é buscar endereços na internet, principalmente no Instagram. Quem gosta dos anos 1980 e 90 vai adorar conhecer perfis como o @reusebrechó, que ainda customiza algumas peças.

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 (Reuse Brechó/Divulgação)

LEIA OS BLOGS CERTOS

Nada melhor do que acompanhar pessoas que adotaram esse lifestyle e decidiram compartilhar a jornada por meio de sites e blogs. Coloque no seu feed o Modefica, espaço em que Marina Colerato faz ótimas reportagens sobre moda e sustentabilidade, o blog brasileiro Um Ano sem Lixo e o norte-americano Trash Is for Tossers (todo o lixo que sua criadora, Lauren Singer, produziu nos últimos quatro anos cabe em um pequeno pote de vidro, e ela tem boas dicas para dar).

ADQUIRA UMA ECOBAG

Elas normalmente surgem na nossa casa como um brinde e nem percebemos como são úteis – é claro que hoje existem modelos lindos, que também servem como complemento do look. Nelas você consegue carregar sua garrafa de água, evitando copos descartáveis, e até um kit básico para se alimentar na rua, como o de Cristal: “Tenho um copo retrátil de silicone, talheres de plástico de acampamento, que podem entrar no avião, canudos de bambu e guardanapo de pano”. Práticas, leves e resistentes, elas ainda funcionam como sacola de mercado para compras rápidas.

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 (Teta & Teta/Divulgação)

SUBSTITUA O ALGODÃO

Já reparou na quantidade de algodão que é jogada no lixo toda vez que você tira a maquiagem ou aplica produtos de skincare? Na rotina de Lauren, disquinhos de crochê laváveis entraram no jogo. Quem não domina a técnica pode encontrar no Brasil em e-commerces como o It Balm.

DO IT YOURSELF

“Passei a fazer meus próprios cosméticos porque queria produzir menos lixo com as embalagens, que eram na maioria de plástico”, explica Cristal, que acabou descobrindo outros benefícios dessa decisão, já que muitos ingredientes industrializados são prejudiciais à saúde. “Faço meus hidratantes, pasta de dente, desodorante e demaquilante com ingredientes naturais perfeitos para a minha pele. Assim, tenho o efeito que quiser e posso escolher outras funções terapêuticas”, explica. Neste mês, ela vai ministrar um curso sobre o tema.

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 (Cristal Muniz/Divulgação)

VÁ A FEIRAS E MERCADINHOS

O mais simples passo para você se familiarizar com marcas de moda e beleza independentes é passar a frequentar alguns eventos e feiras nos fins de semana. Há expositores de marcas naturais e orgânicas, além de palestras e workshops. Com tanta gente reunida falando do mesmo assunto, fica fácil encontrar o que você está procurando e fazer contatos.

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  (Jardim Secreto/Divulgação)

Baby Botox: método promete resultados mais naturais

Esqueça a expressão congelada: o Baby Botox aposta nas doses fracionadas para prevenir e tratar rugas e linhas de expressão de modo mais suave
Por Olga Penteado

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25 anos de botox (Foto: Thinkstock)

Há 25 anos surgia a toxina botulínica para o uso estético – o casal canadense Jean e Alastair Carruthers apresentou a novidade em um congresso médico já com o nome comercial de Botox. De lá para cá, a substância revolucionou a estética: é a base dos tratamentos minimamente invasivos, na companhia dos preenchedores de ácido hialurônico, tendência dominante quando se fala em rejuvenescimento facial. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o tratamento com toxina botulínica é o segundo procedimento estético mais realizado no mundo – e o Brasil é o segundo país que mais a utiliza, atrás apenas dos Estados Unidos.

Indicada para atenuar as linhas faciais hipercinéticas, ou seja, formadas pelas contrações excessivas dos músculos – como os pés de galinha, vincos na testa e entre as sobrancelhas e rugas no nariz – o Botox continua o mesmo. “O que mudou foi quantidade a ser aplicada, assim como os pontos que recebem as injeções, sempre visando tornar o tratamento estético mais natural e individualizado”, diz Ligia Colucci, dermatologista de Belo Horizonte. Desde então, foram de feitos inúmeros de estudos científicos, que confirmaram a eficácia e a segurança da toxina A na estética, além de descobrirem novos usos na área da saúde – do tratamento de dores de cabeça ao excesso de suor nas axilas, mãos e pés, passando por bexiga hiperativa, fissuras anais e arritmias após cirurgia cardíaca, entre outros.

Na busca do resultado cada vez mais natural, a pedida da vez é o Baby Botox, como está sendo chamado o tratamento que usa um volume menor da toxina botulínica para suavizar rugas e linhas finas ou preveni-las. “As microdoses da toxina botulínica conferem um efeito mais leve, suave, na medida para pacientes que não estão satisfeitos com as rugas, mas não querem parecer ‘congelados’ e ‘artificiais’”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, de São Paulo. “Além da redução em número de doses, a técnica deve ser precisa em injeções superdirecionadas, pois isso ajudará a conferir o resultado mais ‘clean’ almejado pelo paciente”, acrescenta a dermatologista. Os resultados vão desde uma aparência mais ‘descansada’, com sobrancelhas mais definidas e olhar mais jovem.

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O fim da expressão congelada: novas técnicas prometem efeito mais natural  (Foto: Thinkstock)

O Baby Botox vale também como estratégia de manutenção. “Em vez de deixar o efeito passar completamente após seis meses, injeções mensais ou bimestrais de microdoses de toxina botulínica, que usam cerca de um quarto de dose padrão, podem manter a aparência original”, explica Valéria Marcondes. Isso evita aquele efeito io-iô de extremidades: pele congelada pós Botox e pele envelhecida quando a ação acaba. Outro público que se beneficia do método são os pacientes de pele fina e olhos claros, que costumam fazer contrações musculares mais fortes na presença da luz – o tratamento serve para prevenir linhas faciais precocemente pronunciadas. “Neste caso específico, a aplicação antes dos 30 anos se justifica”, fala a dermatologista de São Paulo.

Portanto, expressões “congeladas” e olhos arregalados são, segundo os especialistas, coisas do passado – contanto, claro, que o procedimento seja realizado por cirurgiões plásticos ou dermatologistas capacitados. “Não é um procedimento tão simples quanto parece; envolve avaliação, medida da força do músculo, assimetrias. É preciso ter muito conhecimento sobre a anatomia e musculatura da face, além de avaliar cada paciente. Não se trata de receita de bolo, naturalmente”, alerta Ligia Colluci.

Outra aposta é na maior durabilidade do resultado. “Os efeitos costumam durar de 4 a 6 meses, mas uma novidade apresentada no congresso Anti-Aging Aesthetic Medicine World AMWC 2018, realizado em abril deste ano em Mônaco, promete prolongá-los por até 8 meses”, conta conta Alberto Cordeiro, dermatologista de São Paulo. Trata-se da
toxina botulínica A em versão líquida, criada por uma empresa coreana. “A toxina vem em pó e precisa ser misturada com soro fisiológico. Uma parte do produto, porém, acaba não sendo diluído. Consequentemente, há uma menor concentração na solução reconstituída. Já na versão líquida a concentração é maior porque ela já sai da fábrica com essa apresentação”, explica o dermatologista. Segundo ele, os direitos autorais foram comprados pela Allergan, empresa que comercializa a marca Botox, e a previsão é que chegue ao mercado brasileiro em 2020. Vamos aguardar.

Design de escritório de Kanye West é inspirado em brutalismo e utilitarismo

Yeezy Studio, que toma conta de um prédio em Calabasas, na Califórnia, ainda deve abrigar a empresa de arquitetura do rapper

yeezy-studio-kanye-west-willo-perron-calabasas-california_dezeen_hero1-852x479O escritório de design Yeezy, de Kanye West, acaba de mudar para um novo estúdio em Calabasas, na Califórnia, com decoração assinada por Willo Perron. O profissional optou por uma estética nua inspirado no utilitarismo e brutalismo.

Composto por estúdios de design, protótipos e espaços de amostragem, o Yeezy Studio ainda conta com um estúdio de música, biblicoteca e espaço para eventos. Além disso, o local deve abrigar o Yeezy Home – empreendimento de arquitetura, anunciado em maio.

A estética é simples e se espelha no estilo da empresa de moda de West, que foi desenvolvida com a marca Adidas e lançada em 2015. Perron contou ao Deezer que retalhou os interiores para revelar paredes de concreto, que foram pintadas de branco. O piso permanece de concreto.

“Queríamos transformar esses espaços industriais em um ambiente no qual você queira passar tempo e isso também reflete seu trabalho”, disse Perron à publicação. Os móveis são feitos de madeira compensada pintada de preto e muitos vancos de concretos, que se baseiam no brutalismo – estilo arquitetônico do século 20 – e utilitarismo.

Em homenagem, Amal fala publicamente sobre Clooney pela primeira vez

“Para mim, é mais fácil falar em um tribunal”, disse a advogada

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Amal – (Kevin Winter/Getty Images)

Nesta quinta-feira (07/06), Amal Clooney falou publicamente sobre o marido, George Clooney, pela primeira vez. Ela subiu ao palco no evento em homenagem ao ator organizado pelo American Film Institute, no Dolby Theater em Hollywood.

“Para mim, é mais fácil me dirigir a um tribunal em nome de um detento do que falar publicamente sobre meu marido, como estou fazendo pela primeira vez hoje à noite”, disse a advogada de direitos humanos. “Ele é um cavalheiro em todos os sentidos da palavra, de uma maneira que parece tão rara hoje em dia e talvez até antiquada”.

“Embora George seja modesto, e atribua grande parte do sucesso que estamos celebrando aqui à sorte, acho que é o incrível talento e o caráter que o colocaram aqui”, continuou. “E esses atributos também fazem dele um espantoso marido e pai. Conheci George quando tinha 35 anos, e já estava resignada com a ideia de que seria uma solteirona. Então nos encontramos, começamos a nos esconder em meu apartamento em Londres, e logo senti que, independentemente do que acontecesse, eu nunca iria querer estar com mais ninguém”.

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 (Emma McIntyre/Getty Images)

Amal estava deslumbrante no evento, com um vestido rosa claro da Prada de decote ombro a ombro, fenda pronunciada e aplicações de cristais. [ELLE]