Designer austríaco Robert Stadler será o homenageado da Made 2018

Depois de brilhar como curador na Semana de Design de Milão, Robert Stadler vem a São Paulo com o título de designer do ano concedido pela feira Made
Por Regina Galvão I Fotos Divulgação

robert-stadler-studierteO austríaco Robert Stadler, curador de uma das mais comentadas exposições da Semana de Design de Milão deste ano, a Typecasting, que reuniu protótipos e peças ícones do acervo da Vitra em Brera, será o homenageado da 6ª edição da Made – Mercado Arte Design, a ser realizada de 27 de junho a 1º de julho no Prédio da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo. Aqui, ele apresentará o processo criativo com itens de sua escrivaninha, inspirações e protótipos desenvolvidos por seu estúdio em Paris.

O anúncio foi feito hoje durante coletiva para a imprensa, no Hotel Tivoli Mofarrej, no qual os organizadores anunciaram várias novidades. Entre elas, a seção de gastronomia com pequenos produtores, um maior espaço para o Hand Made, com cerâmicas e joias contemporâneas, e um auditório para 80 pessoas projetado dentro dos conceitos da arquitetura parametrica –  programa de computação que analisa informações do entorno para produzir um efeito gráfico.

A Made trará ainda a exposição Machine Art Revisited, em 300 m², que resgatará nove fotografias originais da mostra organizada, em 1934, por Philip Johnson, um dos pais da arquitetura do século XX, no MoMA, em Nova York, além de recriar uma das instalações dele com objetos contemporâneos da indústria brasileira. A curadoria será de Hilary Lewis, diretora criativa da Glass House (1949), principal obra do arquiteto norte-americano, localizada em New Canaan, no estado de Connecticut. Hilary abrirá o ciclo de palestras no dia 28 de junho às 17 horas. “Este ano ocuparemos o térreo do prédio e teremos 125 expositores, 20% a mais do que no ano passado”, comemorou Waldick Jatobá, idealizador da Made.

Quase dois anos após biografia, Rita Lee lança o livro de fotos ‘favoRita’

Cantora autografa a obra, com retrospectiva da carreira em imagens, nesta quarta (13)

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Capa do livro “FavoRita”, que marca os 70 anos da cantora e compositora Rita Lee/Divulgação 

SÃO PAULO – Quase dois anos depois de “Rita Lee – Uma Autobiografia”, a cantora lança um livro de fotos que pode funcionar como um complemento de imagens àquele volume. Não reúne apenas fotografias. Há espaço para alguns textos da autora, que vão de uma pensata feminista a um atraente capítulo sobre seus problemas com a censura.

“favoRita” é grande, em formato celebrado como “livro de mesa”. Apesar do tamanho, não é completo. A proposta parece seguir uma curadoria afetiva. Algumas fases da carreira, como esta ou aquela turnê, têm vasto material. Mas o conteúdo não contempla a vida de Rita de ponta a ponta. De Mutantes, nada.

Há um predomínio de imagens das performances no palco ou diante das câmeras. “Numa época, aprendi com David Bowie a me esconder atrás da teatralidade de uma personagem bizarra, o que me dava mais segurança para subir ao palco”, diz Rita à Folha. Algumas fotos da primeira metade dos anos 1970 realmente transmitem essa influência do glitter de Bowie.

“Quando vejo fotos antigas, como as do livro, me imagino como a figura do louco, do tarô, dançando e cantando à beira do abismo. Acho até que fiz bem esse papel.”

O livro traz também ensaios feitos só para o projeto, com fotos de Guilherme Samora. Em um deles, ela recria a capa do álbum “Rita Lee” (1980), também conhecido como “Lança Perfume”, usando a mesma roupa da foto original.

“Ainda tenho muitos figurinos de diversas fases que vivi, estão todos guardados no sótão. Quem sabe um dia abro as portas do meu baú?”

O primeiro dos poucos textos do livro, “Jabuti”, fala de mulheres que ela conheceu na infância e na juventude, um time peculiar de vizinhas e tias.

Ela acredita que as mulheres dos anos 1950 tinham tanto “fogo na bacorinha” quanto as de hoje, “só que eram mais misteriosas”. “Naquela época, empoderamento era cursar o Normal ou estudar datilografia e taquigrafia para ser secretária. Eu liguei o foda-se e me meti sem pudores no mundinho masculino do rock.”

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A cantora e compositora Rita Lee em foto de divulgação para o livro “FavoRita”, que marca seus 70 anos /Guilherme Samora/Divugação

No capítulo mais denso de “favoRita”, chamado “Dossiê Rita Perigosa”, há um relato caudaloso de seus problemas com a censura no regime militar. Inclui letras de músicas censuradas e reproduções de documentos oficiais sobre determinações dos censores em relação às canções.

Com esse currículo de “investigada”, Rita diz que não sabe se deve rir ou chorar diante das manifestações pela volta dos militares ao poder.

Em outro trecho do livro, escreve que seu pecado capital sempre foi a preguiça. Aos 70 anos, Rita afirma ter um dia a dia de “velhinha fofa”. “Continuo escrevendo o que vem à cabeça. Pinto uns quadrinhos, leio pra caramba, cuido da minha hortinha e de meus bichinhos, converso com minha neta, brinco com meu neto, namoro e componho com Roberto e, quando me sobra tempo, arrumo gavetas e armários.”

Mas ela anuncia estar envolvida “com um pessoal bacana de cinema”, num projeto que pode levá-la às telas. [Thales de Menezes]


‘favoRita’

Autora: Rita Lee. Ed. Globo Livros. R$ 79,90 (250 págs.). Lançamento: qua. (13), às 16h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, av. Paulista, 2.073; senhas para autógrafos limitadas às primeiras 300 pessoas que comprarem o livro, a partir das 9h

Paparazzo Rino Barillari se arrepende de ter feito fotos de Asia Argento, namorada de Anthony Bourdain com outro

Rino Barillari fotografou a atriz dançando com o repórter francês Hugo Clément em um restaurante de Roma

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Anthony Bourdain, Asia Argento e Rino Barillari (Foto: Getty Images)

Rino Barillari, o paparazzo que fotografou Asia Argento, namorada de Anthony Bourdain, dançando com o repórter francês Hugo Clément em um restaurante de Roma, disse que se arrepende de ter feito o registro e vender as imagens para a revista italiana Chi.

“Se eu soubesse, eu teria parado”, disse Barillari em entrevista ao La Verità, segundo o Page Six. “Uma foto não vale mais do que uma vida. Se aquela foto provocou o suicídio… isso me fará sofrer”.

Bourdain cometeu suicídio cinco dias depois que as fotos foram publicadas na internet. De acordo com informações publicadas pela People, o chef estava “tão loucamente apaixonado” pela atriz italiana que seus amigos estavam “assustados”.

“Ele faria qualquer coisa por ela, e aquilo era uma bandeira vermelha para alguns de seus amigos”, afirmou uma fonte em entrevista à publicação.

Um outro fotógrafo, chamado Agostino Fabio, tirou fotos de Asia e Clément de mãos dadas nas ruas de Roma, mas tirou as imagens do mercado após a morte de Bourdain.

A também atriz Rose McGowan, defendeu sua amiga Asia em uma carta que teve trechos publicados pelo Page Six. Rose escreveu o documento a pedido da italiana, que ela descreveu como uma “corajosa sobrevivente”. Asia afirma que foi estuprada pelo produtor Harvey Weinstein em 1997.

Para Rose, fãs e amigos que estão sofrendo com a morte de Bourdain querem encontrar um culpado pelo suicídio, mas essa foi uma “escolha pessoal” do chef. “Essa foi uma escolha dele. Decisão dele, não dos outros. A depressão o venceu”.

Serpentine Pavilion de Frida Escobedo é inaugurado em Londres

Projeto permanecerá em exposição de 15 de junho a 7 de outubro de 2018

arquitetura-serpentine-pavilion-01O Serpentine Gallery Pavilion 2018, projetado pela arquiteta mexicana Frida Escobedo, acaba de ser inaugurado no Kensington Gardens, em Londres. A obra, que combina elementos da arquitetura mexicana com referências britânicas, permanecerá em exposição de 15 de junho a 7 de outubro. Depois de Zaha Hadid, a arquiteta mexicana é a segunda mulher a assinar sozinha o projeto do renomado pavilhão, que neste ano chega à 18ª edição.

Fazendo referências a arquitetura mexicana, com a composição de pátios internos, por exemplo, e explorando materiais típicos dos projetos britânicos, o mais novo Serpentine Pavilion revela um jardim composto por dois volumes retangulares, construídos com telhas de cimento escolhidas especialmente por sua textura e cor.

Essas telhas são empilhadas para formar uma celosia, uma espécie de parede permeável típica da arquitetura mexicana, que permite a circulação do ar e a passagem de luz natural. Uma piscina triangular na parte inferior do pavilhão e dois painéis espelhados que ficam na parte superior criam reflexos variados de acordo com a hora do dia.

“Meu projeto para o Serpentine Pavilion 2018 é um encontro de inspirações materiais e históricas inseparáveis da própria cidade de Londres, e de uma ideia que tem sido fundamental para a nossa produção desde o início: a expressão do tempo na arquitetura”, explicou Frida em entrevista ao site do projeto.

“Incorporamos luz e sombra, reflexão e refração, transformando o edifício em um relógio que descreve a passagem do dia”, completou a arquiteta. O diretor artístico das Serpentine Galleries descreveu o projeto como “um relógio vivo no parque, alimentado pela luz e pela linha do Meridiano Zero”.

O Serpetine Pavilion ficou conhecido por ser um mix de obra de arte com centro de eventos. Frida Escobedo é a arquiteta mais jovem a projetar a obra, que teve início em 2000, com Zaha Hadid e, segundo os organizadores, contemplou alguns dos maiores nomes da arquitetura internacional. Nos últimos anos, estão entre os criadores do pavilhão o japonês Sou Fujimoto, o dinamarquês Bjarke Ingels (BIG) e o burquinense Diébédo Francis Kéré.

Justiça europeia reconhece exclusividade das solas vermelhas da Louboutin

Tribunal de Justiça da União Europeia decidiu a favor de marca de sapatos

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O françês Christian Louboutin, designer de calçados, posa para foto em seu ateliê – Stephan Gladieu/Divulgação

LUXEMBURGO – A justiça europeia reconheceu nesta terça-feira a exclusividade das solas vermelhas de Christian Louboutin, ao considerar que a cor pode ser a “marca” da fabricante francesa de sapatos de salto alto.

disputa judicial pela exclusividade do solado existe desde 2008, quando Louboutin registrou, nos EUA, a patente das solas vermelhas.

“Uma marca consistente em uma cor aplicada na sola de um sapato não está compreendida na proibição de registro das formas”, afirmou em um comunicado o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE).

O TJUE respondeu a uma dúvida apresentada pelo tribunal de primeira instância de Haia, que deve se pronunciar agora sobre a ação apresentada em 2013 pela Louboutin contra a empresa holandesa Van Haren.

Louboutin, que modificou em 2013 sua marca registrada na região Benelux como um sapato de salto alto com uma sola da cor vermelha Pantone 18-1663TP e cujo contorno não faz parte da marca marca, levou a empresa holandesa aos tribunais por considerar que infringiu sua marca.

Van Haren, que vendeu durante 2012 sapatos de salto alto com sola revestida da cor vermelha, considera que, além da cor, a empresa registra uma “marca figurativa bidimensional”, ou seja, uma forma. Isto pode ser objeto de anulação em consequência da diretriz europeia de marcas.

“Vitória para a Maison Christian Louboutin”, reagiu a empresa francesa em um comunicado.

“O vermelho na sola do sapato de salto alto de uma mulher é uma marca de posição, como a Maison Christian Louboutin defende há muitos anos” completa. AFP 

MacBook Pro sem Touch Bar lançado em 2017 pode apresentar falhas no SSD/na placa lógica

Apple-MacBook-Pro-MPXR2D-A-Notebook-13-i5-23G-8GB.jpgMacRumors informou hoje que, segundo um memorando interno distribuído para as lojas oficiais e os Centros de Serviço Autorizados Apple, a Maçã identificou um problema de hardware bem limitado que afeta os modelos mais recentes (lançados em 2017) de MacBooks Pro de 13 polegadas sem Touch Bar (com teclas de função).

O documento — distribuído no fim de semana passado — informa que, quando o SSD1 ou a placa lógica da máquina apresentam alguma falha, ambos os componentes precisam ser substituídos simultaneamente. A Apple não especifica a possível razão para que as duas peças necessariamente sejam trocadas (ou o motivo de elas falharem em conjunto), nem mesmo a porcentagem das máquinas que podem estar sofrendo com isso.

Ainda segundo o memorando, o problema não afeta outros modelos da linha MacBook Pro com Touch Bar — nem mesmo o MacBook Pro sem Touch Bar lançado em 2016; o foco está mesmo no modelo 2017 sem Touch Bar.

A substituição do SSD e da placa lógica não é necessária quando outros problemas afetam a máquina, como tela defeituosa, trackpad que não responde, etc. A troca dos componentes está autorizada desde que o MacBook Pro não tenha sido danificado por líquidos ou outros danos acidentais; o tempo de reparo, é claro, varia de acordo com o local/estoque das peças.

Caso você esteja enfrentando esse problema, pode iniciar o processo para troca das peças pela página de suporte da Apple, por telefone ou até mesmo pelo chat.

Vale notar que essas máquinas também podem sofrer com um problema relacionado a baterias que estufam — para este caso, há um programa de substituição global o qual foi lançado em abril passado. [MacMagazine]

Kate Moss surge com look curtíssimo e decotado, e é criticada pelo estilista Stefano Gabbana nas redes sociais

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KateMoss in #saintlaurent

Kate Moss é ícone e quem ousar ir contra essa máxima queimará no fogo do inferno fashionista. Mas tem gente que não está nem aí e aproveita para disparar farpas em direção à top. Foi o que fez Stefano Gabbana dia desses. O site de notícias de moda The Catwalk Italia postou em suas redes sociais uma foto em que Kate aparece usando um modelito Saint Laurent decotadíssimo e curtissímo, que deixava as pernas – sem meia – totalmente à mostra.

Milhares de comentários dividiam opiniões, mas a do estilista italiano, claro, chamou a atenção. Ele deixou registrado um curto e grosso: “Não”. Aí que a discussão pegou fogo: “@stefanogabbana amo seus comentários. Stefano precisa ganhar um programa de crítica de moda!”, elogiou um, enquanto outros tantos acusavam Gabbana de ser despeitado.

Novo comercial de ‘Suits’ dá pistas do novo direcionamento da série

As saídas de Patrick J. Adams e Meghan Markle abalaram a popular produção

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Comercial da nova temporada de ‘Suits’ dá pistas para onde a série vai após a saída de Patrick J. Adams e Meghan Markle Foto: Universal/Divulgação

O final da sétima temporada de Suits trouxe muitas mudanças para os fãs da série sobre o mundo jurídico de Nova York. A saída de Jessica Pearson (Gina Torres), Mike Ross (Patrick J. Adams) e Rachel Zane (Meghan Markle) abalou as estruturas do escritório Specter Litt. Um comercial da nova temporada da produção, que estreia em julho nos Estados Unidos, trouxe novas informações sobre como a vida dos personagens remanescentes vai seguir daqui para frente.

A temporada vai começar logo após as saídas de Mike e Rachel, que foram para Seattle comandar um novo escritório. Harvey Specter (Gabriel Macht) e Louis Litt (Rick Hoffman) estão atrás de um novo sócio para a firma e o comercial mostra que Robert Zane (Wendell Pierce), pai de Rachel, vai entrar para a empreitada.

A nova temporada de Suits estreia nos Estados Unidos no próximo dia 18 de julho e vai contar com a chegada da atriz Katherine Heigl como Samantha Wheeler, uma nova advogada no escritório Specter Litt. Dulé Hill e Amanda Schull também terão sua participação aumentada na série após o sucesso dos seus personagens na última temporada.

Veja abaixo o comercial.

Andrew Lincoln vai ganhar mais de R$ 73 mi para estrelar sua última temporada de “The Walking Dead”

AMC Presents Live, 90-Minute Special Edition Of "Talking Dead" - Arrivals
Andrew Lincoln | The Walking Dead

Anunciada no fim de maio, a comentada e inesperada saída de Andrew Lincoln do elenco de “The Walking Dead” entristeceu muitos fãs da série, uma das mais cultuadas desde a estreia em 2010. Mas quem não deve estar nem um pouco chateado é o próprio intérprete de Rick Grimes, que se tornará um dos atores mais bem pagos da televisão dos Estados Unidos a partir do início das gravações da nona temporada da atração, a última dele na pele do personagem, previsto para o segundo semestre.

Pelo menos desde meados do ano passado Lincoln negocia com executivos do canal AMC, que produz e exibe “TWD” no país, um salário compatível com sua função de protagonista, e há algumas semanas ele aceitou receber a bagatela de US$ 20 milhões (R$ 73,9 milhões) para dizer adeus a Grimes. Como cada temporada tem dezesseis episódios, isso significa que o ator vai levar pra casa US$ 1,25 milhão (R$ 4,6 milhões) por cada um em sua despedida.

Só para efeito de comparação, os astros de “The Big Bang Theory” – atualmente os mais bem pagos da TV americana – embolsam no máximo US$ 1 milhão (R$ 3,7 milhões) por episódio cada para estrelar a sitcom, que tem 24 episódios anuais. O aumento generoso, no entanto, não se aplica aos colegas de Lincoln em “TWD”, que vão continuar ganhando entre US$ 100 mil (R$ 369,5 mil) e US$ 500 mil (R$ 1,85 milhão) por episódio para continuar lutando com os mortos-vivos mais famosos da telinha sabe-se lá até quando. [Anderson Antunes]