Vivienne Westwood mudou seu mantra “compre menos, escolha melhor”

Em nova entrevista, a estilista britânica Vivienne Westood fala sobre como deveríamos investir em cultura não em consumo.

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Iconic designer Vivienne Westwood

Vivienne Westwood está sendo bastante celebrada este ano. Após lançarem um documentário em sua homenagem, a revista britânica Dazed preparou uma capa para representar a juventude transgressora de 2018, muito inspiradas por todas as ideias que a estilista sempre transmitiu. Na entrevista principal, Vivienne responde diversas perguntas desses jovens, entre ativistas e artistas, e relembra momentos de sua carreira. “Eu sou punk porque sou uma lutadora. Sempre vou lutar, simplesmente não posso evitar“, diz ela sobre seu envolvimento em diversas causas, principalmente a ambiental.

Quando perguntam se ela teria algum conselho para essa geração de jovens desiludidos, ela responde sem hesitar: “Você precisa investir em cultura, não em consumo“. Para ela, é por meio da arte que o pensamento crítico acontece. “Por meio da cultura, você começa a pensar, tomar decisões e formar opiniões. Os jovens podem fazer coisas incríveis. Só porque você é jovem não significa que você não pode fazer algo. Ler é muito importante, por exemplo. Você precisa continuar lendo e lentamente você vai começar a entender as implicações de tudo”.

É claro que a tão falada moda sustentável também entrou em debate, e ela relembrou o seu famoso mantra “compre menos, escolha melhor e faça durar”, que recebeu uma atualização recentemente. Agora, ela prefere dizer “Buy less, dress up”. A ideia vai de encontro com frases que ela vem dizendo há algum tempo, dentro da ideia de realmente deixarmos de comprar coisas novas. “Não pegue alguma coisa só porque e barato”, aponta. Ela tirou a parte da escolha porque acredita que realmente não é mais preciso focar na parte da compra, mas trabalhar com o que já se tem.

Pensando e criando dessa forma, há quem se pergunte se Vivienne não estaria prejudicando as próprias vendas da sua marca. Ela diz que sim, mas que prefere vender menos e diminuir o tamanho de sua empresa. A ideia principal é inspirar seus fãs e incentivá-los, inclusive, a produzir suas próprias roupas a partir do que ela propõe — na revista, ela mostra um passo a pass para criar uma peça icônica de seu arquivo. Vivienne é a prova de que seu espírito punk continua firme e forte. [ELLE]

Rede de lojas de décor Ikea contrata Solange Knowles para atrair jovens antenados

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Solange Knowles assina parceria com a Ikea

A rede de lojas de móveis Ikea está de olho nos consumidores mais jovens, antenados e endinheirados, e vai tentar conquistá-los com a ajuda de Solange Knowles. Por meio de sua marca de lifestyle, a Saint Heron, a irmã de Beyoncé acaba de assinar um contrato com a gigante sueca para criar objetos de decoração e outros itens para a casa com sua assinatura.

Considerada um dos maiores nomes do segmento de arte performática, Solange também entende bastante de design e até se aventura na criação de boa parte dos figurinos que usa em suas apresentações e aparições públicas, inclusive o comentado modelito que usou para ir ao Gala do Met no início de maio.

Com uma base de fãs fieis que também curte tudo que é “artsy”, a artista é a parceira criativa perfeita para a Ikea, que pretende se tornar mais pop e no ano passado chegou a ser “homenageada” pela Balenciaga – a maison lançou uma versão que custa mais de US$ 2 mil (R$ 7,4 mil) das sacolas de compra que a varejista vende em suas lojas por US$ 0,99 (R$ 3,67).

Não se trata, no entanto, de um mero capricho: pesquisas indicam que os “millennials” (pessoas que nasceram entre os anos 1980 e o começo dos 2000) representarão 45% dos consumidores de artigos de luxo já a partir de 2025, e a Ikea quer desde já associar seus produtos a eles. [Anderson Antunes]

Tema de um documentário, André Leon Talley diz que ‘a raça’ o define

Top editor da ‘Vogue’, ele assinou matérias fundamentais da revista, como o perfil de Michelle Obama
Robin Givhan – Washington Post  

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André Leon Talley trabalhou para a ‘Vogue América’ por 30 anos Foto: Ike Edeani/The New York Times

Em uma das primeiras cenas de The Gospel According to André (O Evangelho Segundo André, em tradução livre), a estrela do documentário está sentada na varanda de casa em White Plains, em Nova York, com um chapéu ajeitado meio de lado enquanto acompanha o trabalho de podadores de árvores.

André Leon Talley passou a vida inteira na moda – fazendo reportagens, criticando, admirando e usando. Mas, naquele momento, ele se parece menos como um dos grandes da moda e mais como um cavalheiro do sul, supervisionando seu terreno – um homem que acaba de chegar em casa após a missa do domingo, que educadamente saúda com um toque no chapéu qualquer vizinho que passe.

Talley é um alto e imponente afro-americano. É um sulista. E é um frequentador da igreja. Mais do que qualquer outra coisa, essas são as coisas que moldaram a forma como ele se move pela vida. Elas influenciaram a maneira como ele julga a beleza e prioriza a graça. Elas alimentaram a ambição que o colocou perto do topo no mundo da moda – o pico do qual os grandes editores governam. E eles explicam por que ele não alcançou isso.

Talley sempre se apresentou uma figura impressionante, cobrindo sua figura de mais de dois metros de altura com caftãs de seda, casacos de crocodilo e uma abundância de peles. As roupas, ele sempre disse, são armaduras: ele as usou para “navegar por meio dessas trincheiras de chiffon”. “Moda é um mundo cruel. As roupas que uso são muito intencionais”.

Sua decisão de colaborar com a cineasta Kate Novack veio depois de seu trabalho de consultoria em The First Monday in May (A Primeira Segunda-Feira de Maio), um documentário sobre a exposição de gala anual do Met Costume Institute, dirigido por seu marido e colaborador frequente Andrew Rossi, que apresentou entrevistas com Talley. Foi o mais recente de uma série de projetos cinematográficos – The September Issue, Iris, Bill Cunningham New York – que mostraram a moda de maneira mais humana e realista. Enquanto muitos dos estúdios cinematográficos, disse Rossi, ainda estão céticos de que “a moda é digna deste tipo de análise”, está claro agora que os documentários sobre moda, com o marketing e apoio corretos, podem atrair o público de fora da comunidade da moda.

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Com a atriz Whoopi Goldberg no baile de gala do MET em 2010 Foto: REUTERS/Lucas Jackson

Novack ficou atraída por Talley porque o viu tantas vezes como personagem de apoio nesses documentários, e todas as vezes ele era a personalidade mais memorável. “André sempre fez com que tudo parecesse fácil”, diz, sendo esse “tudo” existir e prosperar na moda. Novack estava pronta para explorar a moda do ícone da juventude e sua fé, imagem pública e raça. E encontrando um ouvinte paciente, Talley estava pronto para falar.

“Fiquei surpreso por ter contado tantas coisas e revelado algo que as pessoas não sabem sobre mim, que é a minha humanidade”, disse Talley. “As pessoas vêm a superficialidade do mundo da moda e talvez a afetação. Mas não sou assim.” Ou pelo menos, não é tudo o que ele é.

Cada figura pública tem uma história pessoal, bem como uma história original. Esta última é um pouco de mitologia que pode ser atada à verdade. The Gospel According André é mais uma história pessoal contada por meio de memórias e trechos de conversas.

Os espectadores vão conhecer Bruce Weaver, que era o melhor amigo de Talley enquanto crescia. “Ele era exatamente o oposto de mim”, diz Talley. Weaver era o garoto que não deixava passar qualquer julgamento sobre o jovem Talley, obcecado por revistas de moda, embrulhado em uma capa e geralmente morando como uma figura peculiar em Durham, Carolina do Norte. O público vai conhecer a falecida avó de Talley através de suas memórias e fotografias. E eles veem os trechos do desfile semanal de moda que Talley observava no culto da igreja no domingo de manhã.

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Exuberante: com seus mais de dois metros de altura, Talley é conhecido por usas caftãs e casacos de pele exuberantes Foto: Erin Baiano/The New York Times

A mulher que oferece mais insight sobre Talley – e serve como única outra voz narrativa do próprio Talley – não é uma outra editora de moda. É Eboni Marshall Turman, professora assistente de teologia e religião afro-americana na Yale Divinity School e uma amiga. É uma pessoa que coloca Talley em um contexto social, avalia como ele ampliou a definição de masculinidade negra, apresenta a questão do que significa ser tão único na moda – ser, como um perfil da New Yorker de 1994 definiu, “The Only One” (O único).

Durante grande parte de sua carreira, Talley não discutiu a questão racial. Ele não se recusou a se envolver no assunto; ele insinuou que não podia se envolver porque não dava muita importância a isso. Além disso, o que havia para dizer? No perfil da New Yorker, o escritor Hilton Als descreve um almoço em Paris no qual Talley foi anfitrião em que uma socialite francesa referiu-se a ele com a “n-word” não de forma escondida, mas abertamente.

“Várias pessoas riram alto. Mas ninguém riu mais alto que André Leon Talley”, escreveu Als. “Algumas coisas aconteceram antes que ele começasse a rir. Ele fechou seus olhos, seu sorriso ficou maior, e suas costas ficaram rígidas, assim que ele viu sua crença na durabilidade do glamour e do fascínio estilhaçar em um milhões de peças brilhantes. Talley tentou recolher essas peças.”

Raça não é mais subtexto na moda de hoje. O assunto mudou para o centro das atenções. E no documentário, Talley se desdobra, não totalmente, mas emocionalmente. Ele está nos arquivos de fotos da Vogue America quando se lembra da maneira insultuosa com a qual um relações públicas francês referiu-se a ele, por trás: “Queen Kong”.

“Esse é provavelmente um dos momentos mais importantes do filme”, ​​diz Novack. Os ternos elegantes e as camisas de seda não são proteção. Nem sua fluência em francês, seu profundo conhecimento da história da moda ou sua ética de trabalho.

“A questão racial me define”, afima Talley. “Parece ser mais relevante agora trazê-la para a frente. Talley se lembra de que, durante seus primeiros dias na Vogue, Anna Wintour, editora-chefe da revista, “me chamava e pedia, calma e diretamente, que olhasse para um layout quando incluía pessoas de cor e me perguntava: ‘Você acha que estou ofendendo alguém?’”. “Houve uma vez em que ele viu antecipadamente uma história de moda de 1999 com Kate Moss e Sean “P. Diddy” Combs, um casal glamouroso em Paris. Ela usa vestidos de noite colantes; ele estava envolto em peles. Talley deu sua aprovação.

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Com Anna Wintour, a toda-poderosa editora da ‘Vogue America’, em 2014 Foto: Emily Berl/The New York Times

“Não há criatividade sem diversidade”, fala Andre. O documentário destaca uma filmagem de moda de 1996 que Talley organizou para a Vanity Fair, chamada “Scarlett’n the Hood”, no qual a modelo negra Naomi Campbell interpreta Scarlett O’Hara e os estilistas brancos são escalados como servos. Um de seus momentos de maior orgulho, entretanto, é a reportagem de capa da Vogue de 2009 com a primeira-dama Michelle Obama.

“Anna me levou para almoçar na sala de reuniões da Condé Nast.” Ela disse: “Vamos nos encontrar com Valerie Jarret (conselheira presidencial) para convencê-la a deixar Michelle Obama posar para a capa. Sente-se aí”, recorda Talley. Wintour chegou com uma pilha de cadernos com todas as primeiras damas fotografadas no passado. “Eu sentei lá e sorri.” E (Wintour) disse: “André escreverá a história. Esse foi um momento muito importante em nosso relacionamento e uma das tarefas mais importantes”.

Talley não é mais “o único”, mas ele ainda não se tornou um dos muitos. “A indústria tem-se movido em direção à diversidade, mas não necessariamente em termos de pessoas negras. Nós temos modelos muçulmanos, transgêneros. O único grande momento, o momento importante para nós foi a nomeação de Edward Enninful (como editor-chefe da Vogue britânica)”, afirma Talley. “Houve editoras negras na Condé Nast, mas nenhuma com o prestígio de uma Vogue. Foi o começo de um momento decisivo.”

“Estou sempre esperançoso”, acrescentou ele. “Acho que o mundo anda devagar.” Mas Talley fez sua parte para impulsioná-lo.

Tradução de Claudia Bozzo

Sephora faz bazar inédito no Brasil com descontos de até 40%

As promoções valem até dia 21 de junho nas lojas físicas da multimarcas.
Por Nathalia Levy

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Boa novidade para as amantes de beleza que querem renovar o seu acervo de makes e perfumes. Entre 13 e 21 de junho, a Sephora promove um bazar inédito com descontos que variam entre 30% e 40%, em todas as suas lojas físicas e pop up stores brasileiras.

Entre as ofertas estão itens de marcas como Benefit, Urban Decay, Paco Rabbane, Guerlain e a própria Sephora Collection. Alguns bons exemplos são o perfume feminino La Petite Robe Noire, Eau de Toilette, da Guerlain, que de R$ 285 sai por R$ 199 (100ml). O delineador They’re Real, da Benefit, também é uma boa pedida, de R$ 129 por R$ 89.

Tomas Maier deixa direção criativa da Bottega Veneta após 17 anos

Anúncio foi feito nesta quarta-feira (13.06) via “Business of Fashion”

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Tomas Maier (Foto: Getty Images)

Fim de uma era: Tomas Maier e Bottega Veneta anunciaram nesta quarta-feira (13.06) a saída do estilista do cargo de diretor criativo da grife após 17 anos de contribuição. Ao Business of FashionFrançois-Henri Pinault, chefe executivo e chairman da Kering, falou sobre a saída do designer.

“É em grande parte devido às exigências criativas de alto nível de Tomas que a Bottega Veneta se tornou a casa que é hoje. Ele a colocou de volta na cena de luxo e a tornou uma referência indiscutível. Sou muito grato a ele e o agradeço pessoalmente pelo trabalho que ele alcançou e por sucesso excepcional que ele nos ajudou a alcançar”, disse Pinault.

Ainda não foram apontados nomes para substituir Maier na fashion house italiana, mas o anúncio de um novo diretor criativo deve demorar.

Nova campanha da Yeezy de Kanye West é estrelada por pessoas seminuas

Em algumas fotos da Yeezy, modelos aparecem usando apenas tênis e meias

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A nova campanha da Yezy foi clicada pelo fotógrafo de 19 anos Eli Linnetz Foto: Eli Linnetz/Yeezy/Divulgação

Sem dúvidas, Kanye West é um dos artistas mais polêmicos e controversos da atualidade e, com os lançamentos de seus trabalhos, não faz diferente. Depois de montar um exército de sósias de sua esposa, Kim Kardashian, agora a nova campanha estrelada da Yeezy, sua marca em parceria com a Adidas, é estrelada seminuas.

Ao invés de modelos tradicionais, o rapper escalou um casting diverso, com homens e mulheres famosos no Instagram, algumas estrelas de filmes adultos, incluindo a estrela pornô Lela Star, que é bem parecida com sua esposa Kim Kardashian. e até famílias e crianças – que não aparecem de maneira sexualizada nas imagens.

As fotos, feitas por Eli Linnetz, que também trabalhou com Kim na campanha de lançamento do perfume com as formas de seu corpo, foram divulgadas no Twitter, a rede social favorita do rapper.

E3 2018: Sony fará caminhão com PlayStation 4 rodar pelo País

Chamado de PlayStation na Estrada, projeto quer apresentar videogames e óculos de realidade virtual em caravana de três meses pelo Brasil; projeto foi apresentado durante a E3 2018

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Anderson Gracias, vice-presidente da Sony para a América Latina

Um caminhão azul vai rodar as estradas do País nos próximos meses, a partir desse fim de semana: nesta terça-feira, 12, durante evento para jornalistas da América Latina na E3 2018, feira de games que acontece nesta semana em Los Angeles, a Sony anunciou a criação do PlayStation na Estrada, projeto que quer apresentar videogames e óculos de realidade virtual a novos públicos no Brasil.

“Queremos mostrar o que é um videogame de última geração para um público que muitas vezes não tem acesso”, anunciou o brasileiro Anderson Gracias, vice-presidente da Sony para a América Latina, durante o evento.

Segundo a empresa, a primeira parada do projeto acontece no próximo sábado, 16, em São Paulo, na Avelinda Paulista, entre as 11 horas da manhã e as 8 da noite. Nas semanas seguintes, o PlayStation na Estrada estará em Campinas — entre 22 e 24 de junho — e em Santos — entre 28 e 30 de junho.

O caminhão terá cinco estações de teste do PlayStation 4, além de um PlayStation VR — os óculos de realidade virtual lançados pela empresa em 2016. Por enquanto, o projeto tem previsão de durar três meses e percorrer 13 locais diferentes, em quatro estados brasileiros. [Bruno Capelas]

Fundos ‘gringos’ ajudam startups brasileiras a decolar

Número de aportes estrangeiros no País disparou em 2017 e tem ajudado empreendedores a acelerar crescimento

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Vinícius Roveda, da startup Conta Azul, teve ‘ajuda’ do fundo americano 500 Startups

O catarinense Vinícius Roveda tentou colocar a startup Conta Azul de pé pela primeira vez há dez anos. Naquela época, ela oferecia um “rascunho” do produto atual, um software de gestão de pequenas empresas vendido por assinatura. Mas os fundadores desistiram da ideia quando perceberam que o produto não estava “pronto”. Tentaram outra vez em 2010 e deram com os burros n’água. “Percebemos que a única forma de a empresa dar certo era investir pesado”, explica Roveda, hoje presidente executivo da Conta Azul. A saída foi buscar investimento de grandes fundos estrangeiros, estratégia que tem ganhado cada vez mais força entre as startups brasileiras.

Décor do dia: closet diferente em cores neutras

Os tons calmos valorizam as diferentes nuances da madeira crua
Por Gabrielle Chimello

a424-fyqrewk0414693Os guarda-roupa abertos estão fazendo a cabeça de quem quer dar um toque de personalidade ao quarto. Esse em especial, é projeto do Avenue Design Studio, onde o toque escandinavo dá o tom à decoração e às roupas (por que não?).

O piso e as paredes foram pintados de branco para trazer unidade visual. Para as roupas, foram utilizadas araras de piso de metal, enquanto uma prateleira de fora a fora serve para apoiar as caixas e cestos, onde é possível guardar roupas de cama e roupas de frio mais pesadas. Os móveis vintage de madeira foram escolhidos propositalmente para dar um toque de personalidade aos tons claros e linhas retas, deixando a combinação visual simples e coesa. Para se inspirar sem medo!