Três nomes na capital francesa que vão te dar o cabelo descomplicado e elegante das parisienses

Três nomes na capital francesa que vão te dar o cabelo descomplicado e elegante das parisienses.
Por Ana Clara Garmendia

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Influencer francesa Jeanne Damas 

Sophie Djebeli, Midore e Luciano de Medeiros não estão na lista turística dos cabeleireiros mais estrelados de Paris, mas são disputados por uma clientela exigente que chega até eles pelo chamado “Bouche à oreille”, o boca a boca em francês. Seja dentro de um grande e chic salão que atende clientes internacionais no Ritz, emblemático hotel parisiense, ou em dois cantinhos charmosos do bairro Marais, eles são bons nomes para se conhecer por aqui. O que os três têm como ponto em comum e que tanto agrada quem corta com eles? A naturalidade. Eles sabem dar o je ne sais quoi a quem passa pelas suas tesouras.

Sophie Djebeli, salão Atelier 7 ( 36, Rue de Tournelles, 75004. Telefone: 33 01 44 59 39 83)

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Sophie é conhecida em Paris pela cena artística, teatral e pelos branchés da cidade que batem perna pelos arredores do Marais, Bastille e da Place des Vosges. A francesa começou a estudar para ser cabeleireira aos 16 anos e teve como mestre Jean Marc Maniatis, cuja especialidade é o corte em cabelos secos. Além disso, é conhecida por cortar com perfeição madeixas curtas. É isso que atrai grande parte dos clientes que vão lá. Sophie também gosta de cortar cabelos crespos, o que pode ser um segundo motivo para quem não tem cabelos lisos e busca um novo look à la parisiense.

Especialidade: “Minha especialidade é cortar cabelos secos. Eu lavo, seco e depois corto. Isso permite trabalhar melhor a matéria de cada cabelo e também dá a liberdade a cliente de ter um cabelo com um corte que não necessita de brushing o tempo todo. Amamos os cabelos naturais”, explica.

O cabelo do momento: Trabalho sempre com muita leveza, mesmo se eu cortar um reto. A ideia é que o cabelo tenha sempre um movimento. Posso dizer que tudo que é bonito está na moda. Temos muitos curtos, bem curtos e, mesmo eles, têm um movimento. E temos o corte um pouco acima dos ombros. O que posso dizer é que tudo é bem wavy! E a cor, eu vejo muita gente pedindo os tons mais avermelhados.

Como ter os cabelos naturalmente casuais pelos quais as parisienses são conhecidas: Ter um belo corte de cabelo. É ele que dá o estilo e a beleza ao cabelo. Depois tem a cor, mas ela não precisa ser muito sofisticada. A parisiense tem seu charme, sua desenvoltura, ela gosta de deixar os cabelos com um jeito mais dela. E para isso precisa cuidar com bons produtos e lavar bem os cabelos, mas não em excesso. A cada dois dias é uma dica boa, assim o cabelo está sempre leve e com brilho.

Clientes famosos: Temos gente famosa sim, mas sobretudo atrizes francesas locais, gente da cena parisiense.

Investimento para mudar o look no Atelier 7: Média de 150 euros entre corte e cor.

Luciano de Medeiros, salão David Mallet (14, Rue de Notre Dame des Victoires, 75002. Telefone: 33 0140200023)

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Vivendo na França desde 1999, o brasileiro Luciano de Medeiros é conhecido pelo jeito cool de trabalhar e pelos cortes com textura e milimetricamente bem trabalhados. De Medeiros estudou na Suíça e também aprendeu a cortar cabelos com a técnica Maniatis, porém hoje pode cortar dos dois jeitos, tanto seco quanto molhado. Depois de ter trabalhado anos no mundo da moda fazendo as cabeças de grandes desfiles em Paris e Nova York com nomes como Jean Paul Gaultier (que ele ainda faz com Odille Gilbert), Rodarte, Philipe Lim e Olivier Thyeskyens, Luciano foi fisgado por David Mallet.

Especialidade: Eu acho beleza no cabelo com mais volume. Não gosto de cortes afinados. A característica do meu corte é ter mais corpo e movimento. Um compromisso entre os dois. Se uma pessoa tem um cabelo fino, eu vou tentar dar o máximo de movimento possível e se ela tiver o cabelo grosso, posso afinar um pouco, mas no final ela segue com um cabelo que tem corpo. No meu trabalho cada um é tratado diferente. E meus cortes são feitos para crescer bem, para durar. Minhas clientes quando voltam aqui sempre dizem isso que ele cresceu bem e que nem sabem se precisa cortar ou não.

O que ele mais gosta de fazer: Cortar cabelos para que minhas clientes possam se pentear sozinhas. Elas não fazem escovas toda semana. Meu trabalho é voltado para mulheres mais modernas e independentes e não sou muito de cortes gráficos. Ah! E atendo muitos homens também, além de uma clientela basicamente internacional. Tenho clientes do mundo inteiro e isso eu gosto bastante por que são tipos de cabelos diferentes.

O cabelo do momento: É o que se adapta a cada pessoa. Falar de moda de cabelo hoje é démodé. Uma moda de cabelo pode durar dois meses! Então eu acredito que o cabelo atual é o que se adapta ao estilo de vida de cada um.

Uma dica para as brasileiras: Aceitarem mais os cabelos naturais. Fazerem menos escovas, mas acho que eu não vou ter sucesso com isso (risos).

Investimento: Um corte com escova custa 160 euros no salão matriz. Para cortar no Ritz é bom telefonar e conferir os dias que o Luciano está lá e também consultar os preços. Normalmente os clientes fixos pagam os mesmos valores tanto em um quanto no outro.

Midore Endo, Salão Marisol (33, Rue des Tournelles, 75003. Telefone: 33 01 44 61 18 34)

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Midore nasceu, cresceu, estudou para ser cabeleireira no Japão , mas acabou mudando para Paris há 15 anos. Ela é a mais exótica e ousada nos cortes dos três. Midore também gosta de cortar cabelos secos e essa parece ser uma onda forte entre os nomes queridinhos da cidade. Trabalhando no Salão Marisol, Midore tem uma clientela que gosta de ousar.  Para cortar com ela é bom ter em mente que você vai encontrar um trabalho minucioso, sensível e arrojado. Aconselhada para quem quer mudar radicalmente de look, mas também para quem quer fazer um belo corte estilo parisiense, ou seja, que você mesma se vira depois sozinha para arrumar.

Começo da carreira: Desde criança sempre gostei de trabalhar com cabelos. Lá no Japão estudei primeiro economia e depois acabei estudando para ser cabeleireira. Quando vim para Paris, acabei arranjando um primeiro trabalho onde conheci a Marisol (dona de um salão descolado e já bem conhecida e premiada por aqui, tanto pelos cortes e cores, como pelos arranjos de cabelos feitos com cabelos naturais). Acabei vindo trabalhar com ela. Aqui descobri o corte com cabelos secos.

Característica do trabalho: Eu gosto de pequenos detalhes técnicos diferentes. Por exemplo, gosto de trabalhar mecha por mecha e dar textura aos cabelos para fazerem ganhar movimento. Não sou muito dos desfiados, mas pode ser interessante, às vezes, fazer em algum corte. Para cortar cabelos crespos eu também adoro a nossa técnica de cortar seco, pois de cara eu posso ver a forma.

O corte e a cor de 2018: Eu não penso muito nisso. Por que a moda é a moda. Se todo mundo vai atrás dela, todos vão estar iguais e eu não gosto disso. Das coisas iguais. Antes todo mundo usava o mesmo corte de cabelo e agora é ao contrário, busca-se mais personalidade através do cabelo. Eu gosto muito de dar uns toques diferentes nos meus cortes. Às vezes, bem gráfico, outras bem reto. Voilà, eu gosto muito de misturar os estilos.

Curto ou longo: Não muito longo. Eu não sou do cabelo muito arrumado. Eu gosto mais ao natural,  de deixar secá-los naturalmente. Minhas clientes gostam disso. Nós não fazemos muita escova por aqui.

Dica para deixar o cabelo sempre bonito: Não lavar os cabelos todos os dias e hidratá-los com óleos naturais antes de lavar. Marisol criou um à base de óleo de coco, própolis e granada. Funciona muito bem para fazer um detox no cabelo e ajuda bem a guardar a cor e também para pentear.

Investimento: O preço é 120 euros mulher e 90 euros para homens.

Meghan não deverá ser madrinha do príncipe Louis; saiba o porquê

Em lista de apostadores, a duquesa de Sussex aparece em 13º lugar
Por Beatriz Koch

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Meghan Markle durante visita em Birmingham. Image credit: Getty Images

Desde o anúncio oficial sobre o batizado do príncipe Louis –  o caçula do príncipe William e de Kate, a duquesa de Cambridge -, os ingleses estão apostando em quem serão os padrinhos escolhidos pelo casal para o pequeno.

No entanto, ao contrário do que muitos pensam, Meghan Markle, a duquesa de Sussex, não está na lista de nomes mais bem cotados. Ela aparece em 13º lugar. O motivo? Kate e William até agora não escolheram membros próximos da família real para batizar os filhos.

Em comunicado à imprensa, Jessica Bridge, da casa de apostas Ladbrokes, afirmou que a tendência deve se manter. “Com George e Charlotte, William e Kate privilegiaram amigos e seus funcionários, em vez de membros próximos da família. As probabilidades sugerem que o mesmo acontecerá com o príncipe Louis.”

Entre os três principais candidados, de acordo com os apostadores, estão a ex-babá e assistente de William e Harry, Tiggy Pettifer; o (em breve ex) secretário pessoal do príncipe William, sobre quem o duque de Cambridge fez comentários carinhosos quando anunciou que deixaria o palácio; e Laura Lopes, filha de Camilla, a duquesa de Cornwall e mulher do príncipe Charles.

A cerimônia de batismo acontece no próximo dia 9, na Capela Real do palácio St. James, em Londres. E só ali o público conhecerá quem  serão os padrinhos do pequeno príncipe. O anúncio será feito pelo palácio de Kensington.

O design ‘transamericano’ de César Giraldo

Designer colombiano, radicado em Los Angeles, comenta sua trajetória e planos de atuação conjunta com a Tidelli brasileira
Por Marcelo Lima – O Estado De S.Paulo

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O arquiteto e designer colombiano César Giraldo e, à esquerda, bicicleta desenvolvida para a Mantci Bicycles. Foto: Estúdio Cesar Giraldo

O colombiano César Giraldo tomou contato com a fabricante de móveis brasileira Tidelli quando trabalhava na renovação da The Brander House, uma joia da arquitetura moderna de meados do século passado, construído pelo arquiteto chinês Eugene Kinn Choy, em Los Angeles, e originalmente retratada pelo icônico fotógrafo de arquitetura, Julius Shulman, em 1961. “Eu usei móveis de época nos interiores e eles se casaram perfeitamente com as peças Tidelli nas áreas ao ar livre”, conta o arquiteto e designer, atualmente radicado na cidade da costa oeste norte-americana, que visitou São Paulo na semana passada para acertar os últimos detalhes de uma futura colaboração com a marca brasileira. “Estou muito feliz com este trabalho transnacional”, conforme ele afirmou nesta entrevista exclusiva ao Casa, na qual comenta aspectos de sua trajetória.

Como é viver e trabalhar em Los Angeles?

Eu moro em Los Angeles há 15 anos e existe muita energia por lá. Como designer, me agrada estar exposto à arte e ao design locais. Hoje eu entendo porque tantos grandes arquitetos e designers do passado encontraram inspiração por lá. Eu não posso imaginar viver em um lugar onde meus sentidos não sejam permanentemente estimulados e por isso eu absolutamente amo Los Angeles, uma cidade que alimenta minha visão criativa e me oferece incontáveis possibilidades. Desde atender a uma clientela de celebridades em suas residências de alto padrão até desenvolver projetos comerciais arrojados. Sem falar de projetar para diversas marcas, como a Mantci Bicycles, para a qual recentemente desenhei uma bicicleta. Foi divertido.

Pensando em termos de interesses e de estilo, como você definiria seu trabalho?
Minha estética pode ser definida como um diálogo contínuo e permanente entre o design contemporâneo e o artesanato do passado. É esta justaposição entre o velho e o novo que me inspira a projetar, a encontrar maneiras inovadoras de expressar minha visão criativa.

Como você vê o design, de interiores e de objetos, produzido na Colômbia hoje? 
A Colômbia é um país com muito potencial e toda vez que a visito fico impressionado como o design por lá está evoluindo. Me agrada constatar que cada vez mais nossos designers estão usando matérias-primas locais, como o couro e a madeira, tanto em objetos quanto nos interiores. Muitos designers estão sendo educados no exterior, o que me parece bastante saudável, uma vez que, ainda assim, eles preservam elementos colombianos em suas criações.

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O living da residência Appian Way, um dos projetos de Giraldo em Los Angeles. Foto: Estúdio Cesar Giraldo

Como a infância de David Lynch explica seus principais filmes

Acontecimentos da vida do diretor influenciaram sua obra, como mostra o livro ‘Room to Dream’
The Economist

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O cineasta David Lynch Foto: Sacred Bones Records

Numa noite dos anos 1950, David Lynch e seu irmão vagavam pelas ruas silenciosas e mal iluminadas de Boise, Idaho, quando encontraram uma mulher nua, que caminhava tropegamente. “Talvez fosse a iluminação, ou o modo como ela saiu da escuridão, mas sua pele era branca como leite e sua boca, escandalosamente vermelha”, lembra-se Lynch. Ele quis ajudar a mulher, mas não sabia o que fazer ou dizer. “Ela estava assustada e havia apanhado, mas mesmo traumatizada era linda.”

Fãs de Lynch vão se lembrar de uma cena perturbadora como essa em Veludo Azul, filme de 1986, estrelado por Isabella Rosselini. O filme é o quarto do diretor e o consagrou como um autor de “surrealismo mulher-em-dificuldade”. Enquanto críticos continuam lutando para interpretar a idiossincrática obra de Lynch, um livro, Room to Dream, uma história de sua vida, mostra que muitos de seus temas derivam da infância – ideias e imagens ocultas em sombras que Lynch preencheu com imaginação e medo.

Room to Dream é uma ferramenta inusual. Seus capítulos se alternam entre uma biografia de autoria de Kristine McKenna e as próprias memórias de Lynch. Mckenna fala de fatos que marcaram a vida do diretor: a mudança para a Virgínia para fazer o segundo grau e se tornar pintor; seus primeiros filmes experimentais, feitos em Filadélfia, entre eles o aterrorizante curta The Grandmother; sua aceitação pelo Instituto Americano de Cinema, onde estudou ao lado de Terrence Malick e Paul Schrader e partiu para seu primeiro longa, Eraserhead (1977).

Amigos de Lynch disseram a McKenna que ele combina uma natureza dócil com um fascínio pelo sombrio, pelo distorcido. Jack Fisk, que se tornaria designer de produção de Lynch, lembra-se de quando uma mariposa ficou grudada na tinta ainda fresca de um de seus quadros e se debatia para não morrer. “Ele ficou vidrado naquela cena – a morte lutando com a pintura”, disse Fisk. De outra vez, Lynch pediu a Raffaella de Laurentis, produtora de filmes, que lhe desse o útero retirado numa histerectomia.

Mas o humor e as excêntricas reminiscências e observações de Lynch são a parte mais prazerosa do livro. Ele é reticente, meio antiquado ao falar de sua vida amorosa (foi casado quatro vezes), mas diz que gosta “do tipo bibliotecária… cuja aparência oculta, chamas interiores”. Em sexo, só “chegou lá” aos 18 anos. De uma garota católica do secundário, ele conta: “Acho que fizemos mais nos primeiros encontros que quando o namoro avançou, porque ela continuou indo às aulas de catecismo e descobrindo cada vez mais coisas proibidas”. Alguns personagens de sua vida poderiam bem ser personagens de seus filmes – como um seu conhecido que “tinha cabeça de barril, barba imensa, torso de gigante e pernas de criança de 3 anos”.

Lynch tem certa uma afinidade com o espiritual, numerologia, teorias da conspiração e destino. Ele acha que Lyndon Johnson estava por trás do assassinato de Kennedy. Acredita ser possível viajar para o futuro, “embora não seja fácil”. Cenas de seus filmes chegam a ele em sonhos. É adepto da meditação transcendental e crê em carma: “Uma lei da natureza diz que você colhe o que semeou, e assim coisas de vidas anteriores voltam para visitá-lo na vida atual”.

Peculiaridades de Lynch dão pistas aos fãs para entender sua arte. Laura Palmer, de Twin Peaks, sua obra-prima para a televisão, parece ser sua mulher problemática favorita, ao lado talvez de Marilyn Monroe, cuja história ele diz que gostaria de ter contado em filme. Segundo ele, Marilyn foi assassinada pela família Kennedy (o livro está cheio de mortes suspeitas, tanto de famosos quanto de obscuros).

O convite à atriz Isabella Rossellini para atuar em Veludo Azul não se deveu apenas a sua beleza: ao olhar em seus olhos, Lynch percebeu que “ali havia medo”, o que a tornava a escolha certa para aquele papel.

David Lynch transporta para sua tela fantástica as mesmas visões sombrias que tinha quando garoto. Como diz em um trecho de Room to Dream, “você é basicamente o que foi desde o início”. / Tradução de Roberto Muniz

Naomi Campbell e Kate Moss no desfile da Dior

As modelos e estilista britânicas se encontraram na primeira fila do desfile da Dior Homme.

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Naomi Campbell e Kate Moss (Pascal Le Segretain/Getty Images)

Naomi Campbell e Kate Moss eram duas jovens modelos quando se conheceram em Los Angeles, em 1998. Trinta anos depois, elas continuam melhores amigas e sempre que se encontram é impossível não parar para admirá-las e relembrar os grandes trabalhos que fizeram no mundo da moda.

Neste sábado, elas sentaram na primeira fila do desfile da Dior Homme para prestigiar o amigo Kim Jones, que fez sua estreia na marca após sair da Louis Vuitton — as duas, inclusive, desfilaram juntas em sua apresentação de despedida. Ao lado de Victoria Beckham e Lenny Kravitz, elas brilharam no front row usando looks bem confortáveis que combinam com seus estilos.

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 Victoria Beckham, Kate Moss e Lenny Kravitz (Pascal Le Segretain/Getty Images)

Em premiação, atriz Jenna Ortega manda recado para Melania Trump sobre polêmico casaco

No tapete vermelho do Radio Disney Music Awards, Jenna Ortega usou uma jaqueta com a frase ‘Eu me importo e você também deveria’

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Jenna Ortega no tapete vermelho do Radio Disney Music Awards em Hollywood, na Califórnia Foto: Rich Fury/Getty Images/AFP

Uma das principais notícias dessa semana foi sobre a separação de crianças e seus pais que tentavam imigrar ilegalmente para os Estados Unidos. E a crise imigratória continua rendendo protestos até mesmo em Hollywood. Jenna Ortega usou no tapete vermelho do Radio Disney Music Awards, nesta sexta, 22, uma jaqueta com a frase: “Eu me importo e você também deveria”.

O protesto não ficou restrito a roupa escolhida para o evento no hotel Loews Hollywood. “Querida, primeira-dama”, escreveu a atriz na legenda de uma foto do look publicada no Instagram. O post ainda marcava o perfil oficial da primeira-dama dos Estados Unidos.

Melania Trump usou um casaco com o texto “Eu realmente não me importo, e você? ao embarcar em Maryland para uma visita a um abrigo de imigrantes no Texas, nesta quinta, 21. A parka verde da Zara custa 39 dólares.

A atriz de 15 anos de idade atuou em séries como “Jane the Virgin” e “Stuck in the Middle”, da Disney.

Jaqueta anti-Melania se esgota duas vezes: “Eu realmente me importo”

Dinheiro arrecadado com peça produzida por empresa americana irá para ONG que ajuda imigrantes no Texas

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Uma marca americana de roupas do estado de Oregon, a Wildfang, criou uma jaqueta com uma mensagem oposta à que a primeira-dama, Melania Trump, exibiu antes e depois de visitar abrigos de imigrantes no Texas, na quinta 21.

A peça da Wildfang estampa a frase “eu realmente me importo, e você?” e imita a cor verde da jaqueta da espanhola Zara usada pela esposa de Donald Trump ao embarcar em uma base aérea em Washington.

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Marca recria frase de jaqueta da Primeira dama Melania Trump (Instagram/Reprodução)

A Wildfang produziu três peças, com valores entre 40 e 98 dólares, com a mensagem. Os produtos esgotaram pelo menos duas vezes. “Hoje será uma grande Black Friday para a gente”, comemorou a diretora da Wildfang, Emma McIlroy.

O dinheiro arrecadado com a venda das peças será repassado para uma ONG que ajuda imigrantes com serviços legais na fronteira texana.

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A primeira-dama Melania Trump é vista com jaqueta com os dizeres ‘Eu realmente não me importo, e você?’, após visitar fronteira entre o México e os Estados Unidos – 21/06/2018 (Kevin Lamarque/Reuters)

Quanto à intenção de Melania em usar a jaqueta antes de visitar imigrantes, ninguém sabe ao certo. Alguns acreditam em gafe. A equipe de assessores da primeira-dama insistiu que não havia nenhum significado oculto por trás da escolha da roupa.

Melania tornou-se a primeira colaboradora próxima a Trump a opor-se à política de separação das famílias de imigrantes ilegais capturados na fronteira por forças policiais. Também é a primeira pessoa da família do presidente dos Estados Unidos a testemunhar as condições de vida desses presos.

Décor do dia: sala de jantar com toque vintage

O papel de parede desgastado traz o toque bucólico
Por Gabrielle Chimello

tumblr_p9w5a318Uh1rq1wofo1_500.jpgO apartamento da estilista e consultora criativa, Kate Imogen Wood, onde vive com seu marido e filho, exala frescor e delicadeza na decoração. Em especial, na sala de estar, onde as escolhas de móveis vintage de estilos diferente, trouxeram um ar descontraído ao espaço, proporcionando uma atmosfera convidativa. Os gaveteiros conversam com a cadeira Eames amarela, que se torna o protagonista da cena. Se necessário, o banco de madeira com almofadas e mantas acomodam o restante dos convidados.

O que chama a atenção nesta cena é a parede descascada com o tempo, trazendo a estética wabi-sabi, e revela o imperfeito como parte da decoração moderna e super atual.