Semana de Moda de Madri está tentando ser mais atrativa internacionalmente

Próxima edição do evento começa dia 6 de julho para se adequar ao calendário do mês fashion

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Modelo apresenta criação da estilista Agatha Ruiz de la Prada durante a Semana de Moda de Madri Foto: REUTERS/Susana Vera/File Photo

Em sua 68ª edição, a Semana de Moda de Madri está tentando se tornar mais atrativa para o mercado internacional. Por isso, irá ocorrer dois meses mais cedo (antes, era em setembro), está mais comprometida com a sustentabilidade e está apostando na excelência.

“Melhorar a qualidade dos desfiles e colocar a moda espanhola no mapa internacional tem sido meu empenho”, explica Charo Izquierdo, diretora do evento, que estava acompanhada do presidente da Associação de Criadores de Moda da Espanha (ACME), Modesto Lomba.

A nova edição da fashion week madrilenha está marcada para ocorrer entre os dias 6 e 11 de julho, o que permite “abrir o calendário de desfiles e reforçar a internacionalização do evento”, ressalta Charo.

Com o objetivo de facilitar o relacionamento entre os estilistas e os compradores, o evento será um ponto de encontro para eles se conhecerem.

A  Instituição de Feiras de Madrid (Ifema) continua sendo a sede principal do evento, mas novos cenários serão explorados como palco para os desfiles como museus, mercados e ginásios, que foram escolhidos pelos próprios estilistas para apresentar seus novos trabalhos “alguns estão marcados para depois do pôr do sol, porque as noites de Madrid são muito interessantes”, ressalta a diretora.

O compromisso com a sustentabilidade aparece com o estilista Juanjo Oliva, que irá realizar seu primeiro desfile pensado dentro dos parâmetros da economía circular, e produziu seus tecidos a partir de materiais reciclados, principalmente de garrafas de plástico.

Entre as novidades, a apresentação da Samsung EGO – que apresenta as criações de novos talentos – entra no calendário como “uma forma de integrar uma nova plataforma nas passarelas”, aponta Charo, frisando que esta será a oportunidade de “conhecer o novo designer dos uniformes da Ibéria”.

A volta dos estilistas Roberto Torretta, María Ke Fisherman e Menches Tomas, também estão entre os destaques do evento que, no total, terá 47 desfiles.

Pilar Dalbat será a encarregada de inaugurar a Semana de Moda, junto com as marcas Oteyza, Shoop e Schlesser, que apresentarão seus novos trabalhos em diversos lugares da cidade. No mesmo dia, ocorre a terceira edição do Undress by Desigual, espaço dedicado a liberdade de expressão estética das novas gerações e como ela influi na indústria da moda, onde também terão debates sobre a recuperação de negócios e reavaliação do artesanato.

Em paralelo ao evento, a ACME sedia a sétima edição do Madri é Moda, programa que inclui exposições, concurso de vitrines e as qualidades dos criadores espanhóis. [EFE]

Meghan Markle é 1ª da família real indicada ao Teen Choice Awards

Premiação é organizada pelo canal Fox nos Estados Unidos

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Meghan Markle

Meghan Markle, a duquesa de Sussex, casada com o príncipe Harry, é uma das indicadas à categoria de ícone do estilo no Teen Choice Awards 2018.

De acordo com a revista Elle, é a primeira vez que uma integrante da família real é lembrada na premiação, que é organizada pelo canal Fox e terá a cerimônia exibida no dia 12 de agosto. Serão premiadas personalidades de diversas categorias. Os vencedores são definidos com base no voto de adolescentes que tenham entre 13 e 19 anos, através de suas redes sociais.

Além de Meghan, também estão na disputa as atrizes Blake Lively e Zendaya e os cantores Harry Styles, Chadwick Boseman e Migos.

De acordo com o Daily Mail, porém, é pouco provável que a duquesa compareça à cerimônia, que será realizada na Califórnia, nos Estados Unidos.

Um novo tipo de sapatilha está fazendo sucesso lá fora

Depois de um tempo fora dos holofotes, elas voltam com uma proposta diferente.
Por ELLE

sapatilhas-novas_1_0Quem diria que as sapatilhas ganhariam uma versão polêmica? Há anos uma peça curinga nos armários das mulheres, elas ficaram populares por sua praticidade e delicadeza, além de seu poder de transformar um look confortável em uma produção elegante. Nos últimos anos, porém, elas foram deixadas um pouco de lado pelos holofotes, que estavam mirando principalmente mules e tênis. Mas elas estão prontas para retomar o seu lugar de destaque e, lá fora, o modelo que está sendo supercomentado cobre mais o peito do pé do que uma flat tradicional, ganhando o apelido de “glove shoe” (sapato luva). Ele surgiu há um bom tempo na passarela da Céline e, desde então, vem ganhando o street style com bastante força.

Esqueça os lacinhos, esse sapato é o ápice do minimalismo cool que Phoebe Philo ajudou a criar na grife francesa. Outros designers lançaram suas próprias versões, tendo o shoemaker argentino Martiniano Lopez Crozet (abaixo) como um dos pioneiros da tendência. Vale lembrar que a tradicional Repetto sempre apostou em sapatilhas que cobrem um pouco mais o peito do pé, mas estamos falando de uma tendência mais intensa desta vez. No Brasil, a tendência também está pegando ao poucos, e vale ficar de olhos nas criações da neomarca Projeto Base. Veganas, as peças são atemporais e sofisticadas.

Ainda que, à primeira vista, ele possa parecer um calçado que não valoriza a silhueta, seu design atemporal e aparência mega confortável podem fazer dele um ótimo investimento. Há ainda versões com decotes em “V” no peito do pé e algumas com salto médio, que a transformam em um escarpim confortável. Veja algumas inspirações nas ruas abaixo:

Onde comprar a calça jeans preferida de Meghan Markle

Quem não conseguiu comprar antes dele esgotar terá uma segunda chance.

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 (Vaughn Ridley/Getty Images)

Tudo o que as princesas vestem em eventos públicos acaba virando um hit mundial, certo? No entanto, mesmo antes de estar casada com o príncipe Harry, a Duquesa de Sussex Meghan Markle já estava no radar das fashionistas obcecadas pelo estilo da realeza britânica contemporânea. A prova disso é que uma calça jeans usada pela ex-atriz esgotou pouco tempo depois dela ter usado a peça na época em que seu relacionamento ainda era apenas um boato.

Trata-se de uma criação da marca Mother Denim. A etiqueta norte-americana tem, entre suas fãs, personalidades como as tops Rosie Huntington-Whiteley e Jourdan Dunn. A novidade é que depois de tanta procura, a calça finalmente está voltando às prateleiras da marca (pelo menos, das virtuais) por US$ 228. Quem quiser ficar com o estilo parecido com essa fase de Meghan Markle tem que correr para o e-commerce e garantir seu jeans com aspecto destroyed!

Raf Simons lança mochilas em parceria com Eastpak em agosto

Os acessórios que apareceram na passarela de inverno 2018 estarão disponíveis a partir do dia 1º de agosto.

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As mochilas da parceria desfilaram na Semana de Moda Masculina de Nova York. (FOTOSITE/Agência Fotosite)

Quem aqui se lembra da coleção de inverno 2018 de Raf Simons? A apresentação aconteceu na Semana de Moda Masculina de Nova York e causou burburinho pelo seu tema: a relação da juventude com as drogas. Tudo inspirado pelo livro Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída, autobiografia da autora alemã.

Para além do conceito complexo e delicado, a temporada do estilista belga que também trabalha como diretor criativo da Calvin Klein veio cheia de hits para os fãs da marca. Entre eles estão as mochilas desenvolvidas em parceria com a Eastpak. São cinco modelos que misturam referências de dentro da própria moda: a alta-costura dos anos 1950, os trench coats dos anos 1960 e os uniformes das subculturas urbanas pela história.

Abaixo, confira uma galeria com cada um dos itens que podem vir em preto ou vermelho e, em alguns casos, xadrez. Eles estarão todos disponíveis no e-commerce da Eastpak e em multimarcas selecionadas ao redor do globo a partir do dia 1º de agosto. Os preços ficam entre US$ 200 e US$ 500.

Após nove meses, Uber consegue licença para operar em Londres

Aplicativo de carona paga estava operando na cidade mesmo proibido até que o recurso fosse julgado; Reino Unido é o maior mercado do Uber na Europa
Por Agências – Reuters

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Uber é uma das principais empresas de carros compartilhados do mundo

O aplicativo de carona paga Uber conseguiu nesta terça-feira, 26, uma nova licença para operar em Londres, seu principal mercado na Europa. A decisão acontece depois que a Justiça considerou que a empresa fez as mudanças adequadas para voltar a operar na cidade. A nova licença, porém, terá uma duração de 15 meses, bem inferior aos cinco anos da licença pleiteada no ano passado pela companhia americana.

A decisão ocorre nove meses após a Transport of London (TfL), agência regulatória de transportes da capital inglesa, se recusar a renovar a licença para o aplicativo. Apesar da proibição, a empresa operava normalmente na cidade, até que o recurso na Justiça contra a decisão fosse julgado, o que ocorreu nesta terça-feira, 26.

Em setembro de 2017, a TfL alegou que, ao não reportar crimes relacionados ao serviço e não checar antecedentes dos motoristas, a empresa não estava apta a obter a licença. A decisão pegou o Uber de surpresa – e fez o presidente executivo Dara Khosrowshahi, que havia recém assumido seu posto, viajar à cidade para encontrar autoridades e prometer mudanças.

O Uber admitiu que a decisão da TfL de negar a licença no ano passado foi correta, mas tem insistido que fez mudanças em sua política e pessoal que justificariam a obtenção da nova licença. “Não alegamos que a decisão foi errada. Aceitamos que estava certa”, disse na segunda-feira, 25, o advogado do Uber, Thomas de la Mare, ao Tribunal de Magistrados de Westminster em Londres. “É essa aceitação que levou à mudança na forma como conduzimos nossos negócios”.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, que se encontrou com Khosrowshahi no ano passado, se pronunciou a respeito da decisão da Justiça local. “Acredito que todos devem obedecer às mesmas regras, não importa quão grandes ou poderosos eles são”, disse, em comunicado distribuído à imprensa. “O Uber está passando por um teste. Essa licença de 15 meses tem uma série de condições claras e específicas que a Transports for London vai monitorar e reforçar nos próximos meses.”

Entre as condições impostas ao Uber, está a de que a empresa precisará manter uma estrutura de governança local e informar a TfL sobre incidentes, além de passar por uma auditoria independente e externa a cada seis meses. Apesar dos desafios, a empresa comemorou a decisão. “Vamos trabalhar para conquistar a confiança da TfL”, disse Tom Elvidge, gerente geral do Uber no Reino Unido, por nota.

Alicia Keys anuncia “She Is the Music” para promover o empoderamento feminino no showbiz

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Alicia Keys no evento da National Music Publishers Association || Créditos: Reprodução

Assim como em muitas indústrias, as desigualdades entre mulheres e homens no showbiz são gritantes. Mas no que depender de Alicia Keys, esse cenário deverá começar a mudar logo, logo. Eleita “Compositora Ícone” do ano pela National Music Publishers Association dos Estados Unidos, a cantora aproveitou a ocasião em que recebeu a honraria para anunciar que está lançando um movimento que tem como objetivo promover o avanço feminino no mundo do entretenimento.

Batizada She Is the Music, a iniciativa tem o apoio de executivas, compositoras e outras profissionais do meio que acreditam na importância de se juntar pelo bem comum, conforme a própria cantora explicou em seu discurso de agradecimento pelo prêmio. “Queremos criar um modelo de mudanças que afete mulheres de todos os segmentos”, ela disse. “Nós [mulheres] merecemos todo o respeito, e o tempo dos salários menores e de situações hostis chegou ao fim.”

Citando estatísticas da University of Southern California, Keys lembrou que dos 3 mil compositores dos EUA pagos pelos direitos de suas músicas no ano passado, apenas 12% são mulheres. “Sem falar que representamos só 3% dos engenheiros musicais e 2% dos produtores, dos quais eu sou uma”, completou. “Somos a metade da população mundial e está na hora de nossa indústrias refletir isso”.

Pra terminar, ele frisou a importância de se contratar mulheres de todos os tipos e cores a fim de se promover a igualdade em Hollywood. Em fevereiro, uma iniciativa parecida já tinha sido criada pelas executivas Meg Harkins e Karen Rait, a Voices in Entertaiment, para lutar contra as discriminações sexuais na terra do cinema e da música e cujo símbolo é uma rosa branca, razão pela qual muitos famosos foram ao último Grammy usando uma em suas roupas. [Anderson Antunes]

Faça um tour pelas casas de grandes entusiastas do design no Brasil

Eles são apaixonados por design, e casa um em sua especialidade contribui para fortalecer o segmento no país. Mas não param por aí: o interesse aparece em diversas peças autorais espalhadas por suas casas

Texto Regina Galvão I Estilo Adriana Frattini I Fotos Ilana Bessler I Produção (RJ) Mari Rosalba I Styling de Moda Gustavo José e Matheus Pallos (SP) e Marta Zollinger (RJ) I Make-up & Hair Jô Castro e Betinho Rodrigues (Capa/MGT)

PATRÍCIA CARDIM
faca-um-tour-pelas-casas-de-grandes-entusiastas-do-design-no-brasil01Não se engane comas feições delicadas. Esta moça é determinada e vem tornando a Belas Artes, escola fundada por seu tio-bisavô em 1925, em São Paulo, uma potência na área do ensino superior, com 5 mil alunos na graduação. Formada em design de moda, Patrícia Cardim passou por diversos cargos na instituição até chegar à direção-geral. “Nosso objetivo é conectar os estudantes como mercado de trabalho. Criamos metodologias especiais e participamos de várias feiras a fim de aproximá-los da indústria”, diz. O resultado tem sido positivo, com ex-alunos brilhando no cenário do design: de Fernando Campana, autor com o irmão Humberto da poltrona Vermelha onde ela senta, a Igor Sabá, recém-formado e idealizador da cadeira Úba (à dir.), inspirada na folha da carnaúba. Peças que a paulistana sente orgulho de exibir na sala, assim como o quadro hiperrealista de Luiz Escañuela que, ainda estudando artes visuais na faculdade, já conquista fama internacional.


WALDICK JATOBÁ
faca-um-tour-pelas-casas-de-grandes-entusiastas-do-design-no-brasil03Ao se afastar do sisudo e competitivo mercado financeiro, o baiano Waldick Jatobá decidiu promover uma atividade de que sempre foi colecionador: a do design. “Eu percebia que não havia espaço e tampouco apoio para os jovens talentos. A indústria e as galerias os ignoravam, e a mídia mal os conhecia”, afirma. Em 2011, transformou essa percepção em negócio e, com a ajuda de Paulo Borges, idealizador da São Paulo Fashion Week, inaugurou o salão Design São Paulo, que seria o embrião da Made – Mercado, Arte e Design, feira internacional de design colecionável que estreou em 2013. De lá para cá, o diretor só viu o projeto expandir: os 16 designers do primeiro evento viraram 94 na sexta edição, a ser realizada de 26 de junho a 1º de julho, no pavilhão da Bienal, em São Paulo. “Em abril, já tínhamos todos os espaços da feira ocupados”, comemora ele, cuja decoração do apartamento onde vive combina arte contemporânea e popular com design da nova geração – mesinha de alumínio (à dir.) do estúdio 80e8 e banquinho de madeira de Rodrigo Silveira. Os modernos aqui também têm vez – caso de Sergio Rodrigues, autor da Diz, poltrona na qual Waldick gosta de sentar quando planeja o futuro.


RENATO TOMASI
faca-um-tour-pelas-casas-de-grandes-entusiastas-do-design-no-brasil05A mãe paisagista aproximou o administrador de empresas Renato Tomasi do universo da arquitetura e do design de interiores, segmentos pelos quais começou a se interessar ainda na faculdade. Foi durante uma ida à Semana de Design de Milão, porém, que o mineiro se encantou pela atmosfera do FuoriSalone e quis realizar um evento nos mesmos moldes em Belo Horizonte, sua cidade natal. Em 2014, reuniu as lojas de móveis e decoração em torno do Dmais Design. “Era o momento ideal para esse projeto acontecer. Muitas outras ações culturais estavam em ebulição por aqui”, afirma. Armado comumente em junho, o festival urbano este ano acontecerá em novembro, sob nova identidade: BH Design Festival. “A vontade de promover o design local e do país continua a mesma, mas pretendo intensificar as conexões com outras vertentes, como moda, arte e arquitetura”, diz Renato, admirador do trabalho de Zanini de Zanine, de quem adquiriu a poltrona 50 em edição limitada, que fica na biblioteca do apartamento onde mora, no Rio de Janeiro.


CARLA NICOLI
faca-um-tour-pelas-casas-de-grandes-entusiastas-do-design-no-brasil04O primeiro objeto assinado comprado pela galerista Carla Nicoli foi esta luminária, a Uovo, de Bem Swildens para a FontanaArte. Não que o assunto fosse uma novidade para ela, pelo contrário, sempre conviveu em ambientes onde o mobiliário era protagonista – seu pai abriu o antiquário Galeria Império, nos anos 1970, especializado em móveis franceses do século 19. Colecionadora de arte e de vidros de Murano – de família de origem italiana, as férias em Veneza eram frequentes –, Carla despertou para o desenho contemporâneo quando visitou, em 2011, o salão Design São Paulo. “Eu me apaixonei pelo tema e resolvi pesquisar o assunto com profundidade”, conta. O interesse levou-a a abrir, em 2015, com o irmão Mario, a Galeria Nicoli, inicialmente especializada em artes plásticas e design autoral colecionável. “Com o tempo, vimos que poderíamos ganhar mais força se focássemos apenas em design contemporâneo”, diz. Hoje financia a produção de peças únicas ou numeradas de 12 jovens profissionais, como Bianca Barbato, Carol Gay e Paulo Goldstein. No apartamento de Miami, mais do que no de São Paulo (foto), ela concentra itens dos novos talentos. “É também uma forma de divulgar o design brasileiro lá fora”, afirma em tom bem-humorado.


OTÁVIO NAZARETH
faca-um-tour-pelas-casas-de-grandes-entusiastas-do-design-no-brasil02Sócio na Editora Olhares, Otávio Nazareth vem, desde 2013, ajudando a documentar e divulgar o design nacional. Os dois primeiros livros foram sobre Zanini de Zanine e uma coletânea de cadeiras, poltronas e bancos. “Nessa oportunidade, deu para ter uma noção geral do segmento, que estava em crescimento e com talentos surgindo”, recorda. Logo depois, publicou a obra de Jorge Zalszupin, com Etel Carmona. “Percebi que havia uma demanda reprimida e muitas histórias a serem contadas”, garante. Assim surgiram outros títulos, como o de Sergio Rodrigues, o Móvel Moderno Brasileiro (reedição), Desenho da Utopia e as monografias dos estúdios: Lattoog, Marcenaria Baraúna e Paulo Alves. Deste último, ele tema cadeira Atibainha (onde está sentado), que invariavelmente exibe uma pilha de livros sobre ela. “Me sinto um observador privilegiado desse cenário criativo”, afirma.

Caixa de som inteligente Google Home agora ‘fala’ espanhol

Produto está chegando às lojas de Espanha e México; Brasil ainda não tem previsão de lançamento do dispositivo

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O Google Home é uma caixa de som inteligente integrada com o assistente pessoal Assistant

A caixa de som inteligente Google Home agora poderá entender comandos em espanhol, segundo anunciou nesta terça-feira, 26, o gigante das buscas em seu blog oficial. A atualização que permite a esses equipamentos “falar” espanhol começou a ser liberada há cerca de duas semanas — o Google Assistant, assistente pessoal da companhia que é o coração do dispositivo, já era funcionava em espanhol, mas os dispositivos dependiam de uma atualização de software para incluírem o novo idioma.

De acordo com o Google, haverá três diferentes verões de Espanhol disponíveis para as caixas de som inteligentes, adaptadas para pessoas da Espanha, México e dos Estados Unidos. Vale lembrar que o Google Home e sua versão mini começaram a ser lançadas na Espanha na semana passada e estão chegando ao México.

Para trocar o idioma do Google Home para espanhol, é preciso acessar as configurações do dispositivo por meio do smartphone, selecionar o dispositivo e selecionar o outro idioma em Idioma do Assistant.

Expansão. O Google anunciou no início de 2018 que vai adicionar 22 novos idiomas ao Google Assistant em 2018, mas na prática isso não quer dizer que o idioma esteja disponível para uso das caixas de som inteligentes da linha Home. Um exemplo disso é o português, que já está disponível no Assistant desde o ano passado, mas até agora não há previsão de quando o Home será atualizado para suportar o idioma, nem de quando o Google vai lançar seu dispositivo no País.