Woman Magazine Junho 2018 Laura Jaraminaite by Olga Rubio Dalmau

41f3d266879881.5b26211388e27.jpgPhotographer: Olga Rubio Dalmau. Styled by: Laia Gomez. Hair & Makeup: Carmina Camps. Model: Laura Jaraminaite.

Amazon anuncia compra de e-commerce de remédios PillPack

Operação é avaliada em US$ 1 bilhão; com aquisição, empresa de Jeff Bezos entra no segmento farmacêutico
Por Agências – Reuters

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E-commerce de remédios, PillPack foi comprada pela Amazon

A gigante do comércio eletrônico Amazon anunciou nesta quinta-feira, 28, que vai comprar a farmácia online PillPack, em um negócio avaliado em US$ 1 bilhão. Com a aquisição da empresa, a Amazon bate de frente com grandes redes de farmácias nos Estados Unidos. A PillPack é uma farmácia que entrega medicamentos sortidos para pessoas que sofrem de doenças crônicas.

Com a compra, a Amazon tenta conseguir uma fatia do lucrativo mercado de medicamentos por prescrição nos Estados Unidos, que é avaliado em US$ 450 bilhões, de acordo com a consultoria IQVIA. Apesar de a PillPack esperar que sua receita supere apenas cerca de US$ 100 milhões neste ano, o grande número de consumidores online da Amazon, combinados à sua infraestrutura de entrega, podem ajudar a companhia a escalar sua operação rapidamente.

A Amazon também poderá negociar diretamente com a indústria farmacêutica, o que lhe dará a possibilidade de oferecer, a preços mais baixos, medicamentos genéricos.

Contudo, a empresa deve enfrentar uma competição acirrada neste mercado, que é dominado por grandes cadeias de farmácias nos EUA, que incluem redes como a CVS, a Walgreen e o Walmart.

“A aquisição da PillPack pela Amazon é um sinal de alerta sobre o que deve se tornar uma grande batalha dentro do mercado de farmácias”, afirmou o diretor geral da consultoria GlobalData Retail, Neil Saunders.

Impacto. As grandes cadeias farmacêuticas perderam cerca de US$ 14 bilhões em valor de mercado ontem, após a notícia. Enquanto isso, a Amazon ganhou cerca de US$ 5,5 bilhões em valor de mercado.

As ações da CVS fecharam em queda de 6,1%, enquanto os papéis da Walgreen caíram 10%. As ações de empresas do setor, como McKesson, Cardinal Health e AmerisourceBergen também caíram.

A aquisição acontece apenas uma semana depois que uma joint venture entre a Amazon, a Berkshire Hathaway e o JP Morgan nomearam um presidente executivo para liderar os esforços das empresas para reduzir custos de saúde para seus 1 milhão de funcionários.

‘Esse sonho é tão meu quanto dele’, diz Virgil Abloh sobre Kanye West

Em entrevista à modelo Naomi Campbell, o estilista da Louis Vuitton Hommes falou sobre a importância do rapper em sua carreira

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Campbell entrevistou Abloh. O primeiro estilista negro como diretor criativo da linha masculina da casa francesa Louis Vuitton Hommes

Caso você tenha Instagram, provavelmente viu algumas das centenas de fotos que viralizaram do último desfile da Louis Vuitton Hommes que ocorreu na quinta, 21, em Paris. Uma passarela das cores do arco-íris, centenas de convidados com os celulares em mão, celebridades do nível de Rihanna e Kim Kardashian sentadas na fila A e, talvez a mais icônica delas, o estilista Virgil Abloh chorando abraçado com o rapper Kanye West após a apresentação. Era a estréia do norte-americano como diretor criativo da linha masculina da casa francesa.

“Ele torcia por nós. Esse sonho é tão meu quanto dele. No meu sonho, era ele na passarela”, conta o estilista em entrevista à Naomi Campbell – outra entusiasta de seu trabalho – para a Vogue America. “Queria que o mundo inteiro visse que o cara que lutou para que esse momento ocorresse é parte dele e totalmente ligado a mim.”

“A única coisa que me estressou sobre o evento foi que não era só na passarela, você sabe, era toda a comunidade. O desfile foi sobre a gente”, conta Abloh, que é o primeiro estilista negro da Louis Vuitton e o terceiro  a comandar uma marca de altíssimo luxo (antes dele vieram Ozwald Boateng na Givenchy e Olivier Rousteing, da Balmain).

Em uma conversa descontraída com a modelo, Virgil conta como começou a se interessar por moda e como Kanye o levou em sua primeira semana de moda, relembrando uma foto feita por  Tommy Ton fora de um desfile da Comme des Garçons. “Éramos nós dizendo ‘ei, quero participar disso’.”

Aborto legal e violência doméstica permitida: como são os direitos da mulher na Rússia

Entenda como funcionam alguns dos direitos da mulher no país da Copa do Mundo
Por Laura Reif

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A Rússia foi pioneira em questão de direitos reprodutivos, mas ao mesmo tempo a violência doméstica é permitida (Foto: Thinkstock)

A Rússia, país-sede da Copa do Mundo 2018, é muito mais do que as coloridas catedrais de Moscou e São Petersburgo. Recentemente, o caso dos brasileiros assediando uma mulher russa levantou o questionamento: como é ser mulher no país?

A Rússia não é conhecida por abraçar as causas das minorias, possui leis anti-LGBT e, mesmo assim, ainda supera o Brasil em um quesito: dos direitos reprodutivos da mulher.

Em 1920, três anos após o início da Revolução Russa, que deu origem à União Soviética, o aborto foi descriminalizado, passando por algumas regulamentações ao decorrer dos anos, mas ainda é permitido em todas as circunstâncias quando realizado até a 12ª semana da gravidez.

Fabíola Sucasas, promotora de Justiça do Estado de São Paulo, explica que, apesar da permissão, grupos religiosos têm se articulado para reverter a situação. O patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Cirilo I, assinou em 2016 um pedido para proibir totalmente a prática no país. O texto conseguiu mais de 300 mil assinaturas, mas o aborto segue permitido e regulamentado.

A Rússia, assim como o Brasil, é um país laico, portanto não deveria haver abertura para que correntes religiosas interferissem em assuntos estatais, explica Fabíola. “Misturar Igreja e Estado pode trazer riscos à proteção dos direitos humanos. O uso da crença não pode e não deve justificar nenhuma violação a eles”, afirma ela.

Proibições trabalhistas

Enquanto a mulher russa tem autonomia sobre a gravidez, o cenário não é o mesmo no trabalho. A legislação do país proíbe que mulheres trabalhem em 456 ocupações e 38 ramos da indústria, como por exemplo mergulhadoras profissionais, paraquedistas e motoristas de ônibus, trabalhos considerados “muito árduos, perigosos ou nocivos à saúde das mulheres, sobretudo a sua saúde reprodutiva”, mesmo que elas tenham a formação necessária para o cargo.

Em 2016, o Comitê para a Eliminação da Discriminação contra Mulheres (CEDAW), da Organização das Nações Unidas, solicitou a revisão das regulações trabalhistas que fazem essas proibições, mas ainda não houve resultados.

O pedido do comitê teve início por conta do caso de Svetlana Medvedeva. Graduada em Navegação Marítima, a russa aplicou-se para uma vaga de capitã em navios de uma empresa e, apesar de ter se destacado no processo seletivo, recebeu uma resposta negativa, pois o cargo estava na lista do governo de profissões “perigosas ou nocivas” e banidas às mulheres. Com o apoio da ONU, ela venceu no papel, mas a Justiça não fez com que a empresa a contratasse e nem mudou a legislação.

Violência contra a mulher

Em fevereiro de 2017, o presidente Vladimir Putin sancionou uma lei polêmica que despenaliza a violência doméstica e dá “carta branca” para homens baterem em suas mulheres, desde que não deixem marcas ou quebrem ossos. A pena para o agressor que não descumprir os requesitos é uma multa ou trabalho voluntário. Caso a agressão aconteça novamente no período de um ano, ele pode ser preso, porém é a própria vítima que deve coletar e apresentar evidências da violência.

“Não tenho dúvidas que a mudança legislativa da Rússia é lamentável e um imenso retrocesso no que diz respeito ao enfrentamento da violência de gênero contra as mulheres”, lamenta Fabíola.

Ela explica que o Mapa da Violência de 2015 aponta que o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídio, enquanto a Rússia está em 4º. “A Rússia já foi criticada pelo comitê da CEDAW em razão da falta de legislação apropriada e implementação de políticas adequadas para o enfrentamento da violência contra as mulheres e a violência doméstica.”

Para Fabíola, o retrocesso russo traz à tona a realidade da vulnerabilidade à violência em que as mulheres estão inseridas e frisa que esse tipo de lei é uma violação aos direitos humanos. Isso sem levar em consideração a violência psicológica, igualmente nociva às mulheres. “Entender como atos criminosos de violência doméstica apenas aqueles que causem lesões físicas nas vítimas torna as outras espécies de violência algo banal, que não tenha nenhuma relevância ou relação com as demais”, diz.

ELLE Espanha Julho 2018 Evgenia Fedoseeva by Xavi Gordo

d8e12742f8d99bc0120ec842625c4228Photographer: Xavi Gordo at 8 Artist Management. Stylist: Inmaculada Jiménez.Hair & Makeup: Paula Soria. Model: Evgenia Fedoseeva.

CINEMA | Estreias da Semana: Os Incríveis 2, Sicario – Dia do Soldado, Sexy por Acidente, Além do Homem, O Nó do Diabo, Oh Lucy!

Confira agora os filmes que chegam às telas em 28 de junho

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Os Incríveis 2 – (The Incredibles 2) EUA, 2018

Os Incríveis 2
Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como a super-heroína Mulher-Elástica, e seu marido, Roberto, terá que cuidar das crianças, especialmente o bebê Zezé. O que ele não esperava era que o caçula também tivesse superpoderes que surgem sem qualquer controle.

Ação, Animação, Aventura – (The Incredibles 2) EUA, 2018. Direção: Brad Bird. Elenco: Holly Hunter, Sarah Vowell, Raymond Ochoa. Duração: 125 min. Classificação: 10 anos.

Sicario – Dia do Soldado
O misterioso Alejandro Gillick e o oficial da CIA Matt Graver trabalham juntos em uma audaciosa ação secreta que tem como alvo um chefão das drogas e pode desencadear uma sangrenta guerra de cartéis.

Ação, Drama, Crime – (Sicario: Day of the Soldado) EUA, Itália, 2018. Direção: Stefano Sollima. Elenco: Benicio del Toro, Josh Brolin, Catherine Keener. Duração: 100 min. Classificação: 16 anos.

Sexy por Acidente
Renee luta diariamente com sua insegurança. Depois de cair de bicicleta e bater a cabeça, ela acredita ser a mulher mais segura e bonita do mundo e começa a viver a vida mais confiante.

Comédia – (I Feel Pretty) EUA, China, 2018. Direção: Abby Kohn, Marc Silverstein. Elenco: Amy Schumer, Michelle Williams, Adrian Martinez. Duração: 107 min. Classificação: 12 anos.

Além do Homem
O escritor brasileiro Alberto Luppo mora em Paris há anos e não deseja retornar ao país de origem. Mas quando um antropólogo francês desaparece no interior do Brasil, Alberto é obrigado a retornar à terra natal para transformar a história em livro. No entanto, durante a viagem, entre medo e encantamento, se entrega ao destino.

Drama – Brasil, 2018. Direção: Willy Biondani. Elenco: Sérgio Guizé, Débora Nascimento, Fabrício Boliveira. Duração: 94 min. Classificação: 14 anos.

O Nó do Diabo
No período na escravidão, uma fazenda era palco de horrores e anos depois o passado cruel ainda permanece nas paredes do local.

Terror – Brasil, 2016. Direção: Gabriel Martins, Ian Abé, Jhésus Tribuzi, Ramon Porto Mota. Elenco: Zezé Motta, Everaldo Pontes, Fernando Teixeira. Duração: 128 min. Classificação: 16 anos.

Auto de Resistência
Um documentário sobre os homicídios praticados pela polícia contra civis, no Rio de Janeiro, em casos conhecidos como “autos de resistência”.

Documentário – Brasil, 2018. Direção: Lula Carvalho, Natasha Neri. Duração: 120 min. Classificação: 14 anos.

50 São os Novos 30
Aos 50 anos, Marie-Francine está muito velha para o seu emprego e o marido a troca por uma mulher mais nova. Ela volta a morar na casa dos pais e começa a trabalhar em uma loja de cigarros eletrônicos, onde conhece Miguel. Ele está na mesma situação que ela e nasce uma paixão entre eles.

Comédia – (Marie-Francine) França, Bélgica, 2017. Direção: Valérie Lemercier. Elenco: Valérie Lemercier, Patrick Timsit, Philippe Laudenbach. Duração: 95 min. Classificação: 12 anos.

Oh Lucy!
Setsuko está presa em sua vida monótona em Tóquio, até que um dia decide iniciar uma aula de inglês que exige que ela use uma peruca loira e viva como uma personagem americana chamada “Lucy”. Esta nova identidade desperta algo adormecido em Setsuko.

Comédia dramática – (Oh Lucy!) Japão, EUA, 2017. Direção: Atsuko Hirayanagi. Elenco: Shinobu Terajima, Josh Hartnett, Kaho Minami. Duração: 95 min. Classificação: 16 anos.

Berenice Procura
Berenice é taxista e tem uma paixão especial por fatos policiais e cenas de crimes. Um dia ela escolhe o caso do assassinato de uma travesti no bairro de Copacabana para fazer sua própria investigação.

Drama, Suspense – Brasil, 2017. Direção: Allan Fiterman. Elenco: Cláudia Abreu, Emilio Dantas, Vera Holtzz. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.

O Desmonte do Monte
O documentário aborda a história do Morro do Castelo, seu desmonte e arrastamento. Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas com o intuito de “higienizar” a cidade do Rio de Janeiro.

Documentário – Brasil, 2017. Direção: Sinai Sganzerla. Duração: 85 min. Classificação: 10 anos.

“Os Incríveis 2”: O que era originalidade virou fórmula

Muita ação, correria e lances previsíveis: o próprio ambiente da animação mudou muito nos catorze anos desde o primeiro filme
Por Isabela Boscov

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 (Pixar/Disney/Divulgação)

Com aluguel para vencer e sem emprego, a família Incrível ganha uma tremenda oportunidade: os milionários irmãos Winston e Evelyn – ele, bom de marketing, ela, um gênio tecnológico – querem patrocinar feitos super-heróicos e filmá-los, para que viralizem e convençam a população de que o veto aos super-heróis deve cair. Beto Pêra, o Sr. Incrível, se anima todo, mas aí vem o balde de água fria na cabeça dele: a proposta é específica para Helena, a Mulher-Elástica, que tem melhores índices de aprovação. Beto fica indignado, mas como recusar a baita casa, o baita salário e a baita chance? Lá vai ela, então, com seu novo uniforme (sem a assinatura de uma inconformada Edna Moda) protagonizar façanhas, enquanto Beto fica em casa cuidando de Violeta, que a adolescência transformou numa fera, de Flecha, que a puberdade transformou num dínamo, e do bebê Zezé, que quando está tranquilo (dois ou três segundos de cada vez) é a coisa mais fofa do mundo, mas que, com a falta da mãe, começa a revelar poderes extraordinários, variadíssimos e incontroláveis. A animação em si é impecável, com destaque para a equipe encarregada do adorável Zezé. O ritmo é puxado, com uma cena de ação atrás da outra – mas, apesar disso, há uma barriga considerável lá pelo meio de Os Incríveis 2. Acima de tudo, esta continuação deixa a sensação de que tudo que era novo e surpreendente no primeiro filme – tão bom e tão instigante que chegava a ser revolucionário – é aqui repisado, reformatado, reembalado e devolvido como fórmula.

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 (Pixar/Disney/Divulgação)

Três anos atrás, com Divertida Mente, a Pixar mostrou a matéria verdadeira de que são feitos seu sucesso colossal e sua imensa influência: para falar das loucas transformações de temperamento do início da adolescência, mostrou muito brevemente a menina Riley e seus atônitos pais, e então cedeu toda a cena à mesa de controle das emoções da garota, onde Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho batalhavam para entender que raios estaria acontecendo com a antes doce Riley, e tentavam a duras penas restabelecer algum equilíbrio. Isso é ser original – não é pensar em algo que ninguém pensou antes, mas sim tratar do banal ou conhecido por um ângulo tão novo (e tão sólido) que a plateia se vê redescobrindo do zero aquilo que já julgava conhecer. Não é, também, que a Pixar não saiba manter esse nível quando faz continuações: a série Carros hoje gira no vazio, mas em Toy Story, partindo dessa mesma originalidade – falar do fim da infância pelo ponto de vista dos brinquedos que se veem postos de lado –, John Lasseter e sua equipe fizeram uma tocante, e muito profunda, antologia do abandono em três capítulos. Já em Os Incríveis 2

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 (Pixar/Disney/Divulgação)

Dirigido pelo mesmo Brad Bird que comandou o filme original catorze anos atrás, Os Incríveis 2 troca o conteúdo pela forma, torce para a plateia não se dar conta da manobra e indica como o ambiente da animação mudou nesse espaço de tempo: antes a Pixar fazia as regras e dava as cartas sozinha; hoje, em um segmento tão competitivo, também ela arrisca menos. Bem menos. Algum tempo atrás, a produtora que colocou um rato no comando de um restaurante e fez um filme quase mudo com um robô romântico iria quebrar muito a cabeça antes de se contentar com um mote tão batido (desde os anos 50 fazem-se comédias com ele) quanto o homem que fica em casa cuidando dos filhos enquanto a mulher sai para trabalhar. Nem na vida real há nisso qualquer novidade – quanto mais no universo da animação.


OS INCRÍVEIS 2
(Incredibles 2)
Estados Unidos, 2018
Direção: Brad Bird
Com as vozes de Holly Hunter, Craig T. Nelson, Samuel L. Jackson, Catherine Keener, Bob Odenkirk, Sarah Vowell, Huck Milner
Distribuição: Disney

Helena Christensen posa com mesmo biquíni de 27 anos atrás e tira fôlego dos fãs

Hoje aos 49 anos, a celebridade tinha 22 anos quando fez os registros com o biquíni em 1991

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A modelo Helena Christensen com o mesmo biquíni utilizado por ela em 1991 (Foto: Instagram)

A modelo Helena Christensen surpreendeu seus fãs e seguidores nas redes sociais ao compartilhar no Instagram uma foto em que aparece posando com um biquíni utilizado por ela para uma sessão de fotos de 1991. Junto com a foto atual, a celebridade de 49 anos compartilhou um registro antigo com a mesma vestimenta, de quanto ela tinha 22 anos.

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A modelo Helena Christensen no ensaio com o mesmo biquíni utilizado por ela em 1991 (Foto: Instagram)

“Eu usei essas mesmas peças de metal quando meu amigo e mentor Herb Ritts me fotografou em 1991 para uma revista de Los Angeles. Era apertada para entrar naquela época e continua apertada para entrar hoje, mas eu consegui”, escreveu a modelo na legenda do registros, junto com o emoji de um rostinho sorrindo.

Atualmente em seu terceiro casamento, Helena Christensen tem um filho e hoje trabalha principalmente como produtora de documentários e administrando uma fundação para mulheres em tratamento contra câncer de mama.

Angelina Jolie veste grife favorita de Meghan Markle para evento em Londres

A atriz ganha ares de duquesa com peça assinada por Ralph & Russo.

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Angelina Jolie na cerimônia de aniversário de 200 anos de Ordem de St Michael e St George || Créditos: Getty Images

Com sua elegância e sofisticação, Angelina Jolie poderia ser facilmente confundida com um membro da realeza. Nesta quinta-feira, 28, isso aconteceu! A atriz compareceu para as comemorações de aniversário da honrada Ordem de St. Michael e St. George na Catedral de St. Paul, em Londres, usando um vestido cinza claro by Ralph & Russo, combinando com luvas, chapéus e brincos Cartier.

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Angelina Jolie

Perfeitamente de acordo com o protocolo real, Angelina acertou na escolha do look e também da grife – Ralph & Russo é a favorita de Meghan Markle, duquesa de Sussex, sendo escolha da esposa do príncipe Harry para as fotos oficiais do seu noivado e em diversos eventos da realeza britânica. [L’Officiel Russia]