It-chinela: a sandália de borracha é a nova favorita do street style

Nas temporadas de moda de Oslo e Copenhague, ela foi o acessório preferido do estilo de rua
Por Marie Claire
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Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)

Botas cowboymules sem salto, tênis…  Cada temporada de moda vem com algum modelo ou tipo de sapato diferente que logo se torna alvo dos fotógrafos do street style. E nada de saltos kitten ou ugly sneakers. Se depender das temporadas de moda escandinavas, o novo it-acessório é… a sandália de borracha.

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Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)

Nas saídas dos desfiles das semanas de moda dinamarquesa e norueguesa, os saltos deram lugar para os chinelos nos pés das fashionistas locais, que aproveitaram os raros meses de verão para deixar os dedos de fora. Em looks modernos e bem elaborados – como é típico do estilo escandinavo – o sapato contrastou com vestidos de seda e bolsas de couro, calças estampadas e até trench coats.

A sandália preferida dos brasileiros, no entanto, não virou fenômeno apenas no estilo de rua nórdico – a  francesa Isabel Marant e Michael Kors desfilaram recentemente suas versões finas. E se deu certo em Oslo e Copenhague, a tendência tem tudo para pegar por aqui. Para adotar, faça como as it-girls de lá e combine o chinelo com tecido nobres e comprimentos midi a longos, com peças mais fluidas. Com calça, prefira modelos menos casuais e com cortes mais finos.

Inspire-se nas imagens a seguir:

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Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)
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Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)

Gillian Anderson assina coleção-cápsula para Winser London

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Gillian Anderson, belíssima, para Winser London

Quando você não para de falar de um famoso, configura o quê? Fã, claro. Bom, a gente não nega nossa responsabilidade no lance, mas o fato é que Gillian Anderson, depois de ser apontada como possível intérprete de ninguém menos que Margaret Thatcher em uma de nossas séries preferidas, “The Crown, agora anuncia uma parceria fashion! Ela assina uma coleção-cápsula pra Winser London cheia de alfaiatariatricô e uma camisa de seda. As peças começam a ser vendidas, infelizmente só no Reino Unido, a partir do dia 1/09. Vai querer? Encomenda pra alguém que está por lá! Enquanto isso, confira mais abaixo!

Bilheteria EUA: Podres de Ricos, Megatubarão, Missão: Impossível – Efeito Fallout, Operation Finale, Buscando…

Filme teve pequena queda em fim de semana de feriado

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Podres de Ricos (Crazy Rich Asians)

Dirigido por Jon M. Chu, Podres de Ricos (Crazy Rich Asians) ficou na liderança da bilheteria dos EUA pela terceira semana. O filme arrecadou aproximadamente US$ 22 milhões no fim de semana de feriado prolongado, em que os americanos comemoram o Labor Day (Dia do Trabalho).

Megatubarão, com Jason Statham, permaneceu com o segundo lugar da semana, com US$ 10 milhões arrecadados. O filme já chega a US$ 120 milhões na bilheteria doméstica.

Missão: Impossível – Efeito Fallout ficou em terceiro lugar com US$ 7 milhões, seguido da estreia Operation Finale (US$ 6 milhões), estrelado por Oscar Isaac e Ben Kingsley.

Fechando o top 5 da semana nos EUA ficou Buscando… (Searching), com US$ 5,7 milhões arrecadados.

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O universo inverso na campanha da Haight

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O cenário escolhido pras fotos foi Lençóis Maranhenses

coleção de primavera-verão 2018/19 da Haight une conforto e minimalismo em peças sofisticadas e preocupadas com o meio ambiente. A campanha foi fotografada nos Lençóis Maranhenses por Pedro Perdigão e ficou linda!

Após um estudo sobre o surrealismo, a equipe de Marcella Franklin explorou a ideia de um universo inverso. Segundo o diretor de arteRaphael Tepedino, “o universo inverso é esse plano imaginário onde não sabemos se nosso corpo está enorme ou se as estrelas diminuíram de tamanho. É esse plano onde tudo é visão periférica. É um mundo imaginário com vista pro céu! Vale lembrar que todas as nossas campanhas são um comentário sobre a relevância do papel da mulher, é sempre sobre liberdade e grandiosidade.”

As peças chegam na Pinga a partir do dia 26/09 e a Haight pretender abrir sua primeira loja própria em novembro deste ano – já estamos ansiosos! Abaixo você confere as fotos da campanha.

Pinga: r. da Consolação, 3378, Cerqueira César, SP

Helena Cebrian, filha da figurinista Claudia Kopke, está dando o que falar no mundo fashion

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Helena Cebrian || Créditos: reprodução

As marcas cariocas mais descoladas escolheram uma musa para chamar de sua: Helena Cebrian, filha da figurinista Claudia Kopke. A moça, de 18 anos, tem servido de modelo para diversas campanhas, como a mais recente parceria da designer Julia Gastin com a Lab Collection. Mas isso é apenas uma brincadeira: Helena, na verdade, quer ser artista, adora desenhar, lançou uma marca de camisetas, a Macumba Surf Club, e trabalhou como assistente da artista plástica e ilustradora Rita Wainer. O próximo passo? Um curso de artes na Ravensbourne University, de Londres. [Revista J.P]

Na política americana, mulheres são alvo de ataques

Candidatas a diversos cargos chegam a desistir de concorrer por casos de vandalismo e ameaças de estupro e de morte
Maggie Astor, The New York Times

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Erin Schrode, 27, foi assediada durante a sua campanha ao Congresso em 2016. As ameaças continuam até hoje, acrescentou Foto: Erika P. Rodriguez para The New York Times

Quatro dias antes das primárias do Congresso em 2016, em seu distrito no Norte da Califórnia, Erin Schrode acordou com dezenas de milhares de mensagens. Estavam em toda parte, no seu e-mail, no celular, no Facebook, no Twitter e no Instagram.

“Todos riam da ideia de estuprá-la em grupo e depois esmagar sua cabeça”, uma delas dizia.

“É engraçado ficar imaginando se ela aguentaria uns vinte mais ou menos por 8 ou 10 horas”, afirmava outra, sugerindo novamente um estupro em grupo.

Isto aconteceu há dois anos, desde que Erin, hoje com 27, foi derrotada nas primárias democratas e foi em frente. Mas as ofensas – a lama venenosa das provocações online, repletas de misoginia e antissemitismo, que incluía imagens retocadas do seu rosto no formato de um abajur nazista, e referências a “pré aquecer os fornos” – nunca pararam.

“Ela precisa parar de mexer as mãos como uma drogada”, disse um tuíte este ano. “Mais um plano feminazi fracassado!” proclamou outro.

O ciclo eleitoral americano de 2018 trouxe uma verdadeira onda de mulheres que decidiram candidatar-se. Um número recorde aspirara, no passado ou agora, a uma cadeira no Senado, na Câmara dos Deputados e ao cargo de governadora, segundo informa o Center for American Women and Politics da Rutgers University de Nova Jersey.

Muitas outras se candidataram aos legislativos estaduais e a uma cadeira nas Câmaras Municipais. Ao longo de todo o processo, elas estão descobrindo que o assédio e as ameaças, já comuns para as mulheres, podem agigantar-se nas disputas políticas – principalmente se a candidata pertence a um grupo minoritário.

No ano passado, abusos de caráter sexista e antissemita contribuíram para fazer com que Kim Weaver, democrata de Iowa, abandonasse a sua candidatura contra o deputado Steve King.

Alguém entrou em sua propriedade durante a noite e colocou uma tabuleta escrita “vende-se”. O site neonazista The Daily Stormer publicou um artigo (que não está mais disponível) com o título “A prostituta que concorre contra Steve King”, lembra Kim, engrossando o teor das ameaças.

Um conhecido no governo alemão até telefonou para alertá-la por ter visto uma conversa ameaçadora em um quadro de recados extremista, e perguntou se ela dispunha de um segurança pessoal.

“Normalmente, eu sou uma pessoa bastante corajosa, mas quando você se sente em um aquário e não sabe quem lhe está atirando pedras, a situação se torna desconcertante”, disse Kim, 53. “Você não sabe se se trata de uma pessoa que está sentada no subsolo da casa da mãe, na Flórida, ou se é um branco supremacista que adora armas e odeia você, e mora a um quarteirão de distância”.

Quando Kim se retirou da disputa, King sugeriu que ela havia inventado as ameaças. “Eu queria #KimWeaver na disputa – e não fora”, ele tuítou. “Os democratas a tiraram da disputa – não foram os republicanos. As ameaças de morte provavelmente nem existiam, foram inventadas”.

Emily Ellsworth , 31, republicana de Utah, disse que quando procurou o apoio de delegados do partido para concorrer ao Senado Estadual, este ano, um delegado a assediou em diversos eventos e mandou uma dezena de mensagens pelo Facebook. Só parou depois que ela desativou sua conta.

As mensagens não eram de cunho explicitamente sexual, ela disse, mas fizeram com que ela sentisse que  “ele realmente queria forçar um relacionamento mais pessoal e tinha dificuldade para aceitar os limites que eu havia estabelecido”.

Morgan Zegers, 21, uma republicana que concorria à Assembleia do Estado de Nova York, contou que foi chamada de “a perfeita dona de casa republicana”, e frequentemente teve de deletar comentários vulgares de sua página do Facebook. Lauren Underwood, 31, candidata a Câmara dos Deputados em Illinois, lembra que quando estava visitando um apoiador, um cidadão republicano local parou perto dela e se ofendeu ao saber que Lauren concorria contra um amigo seu no Congresso.

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“É importante para mim mostrar um bom diálogo sobre as questões políticas e não assustar as mulheres que pretendem candidatar-se”, diz Morgan Zagers, que apaga regularmente comentários vulgares em sua página do Facebook Foto: Nathaniel Brooks para The New York Times

“Ele se endireitou, postou-se na minha frente com grande imponência, curvando-se como se fosse me agredir porque eu tinha a audácia de concorrer ao cargo”, disse Lauren, acrescentando que o seu partidário a defendeu.

O assédio não é nenhuma novidade para as mulheres na política, ou em qualquer outro lugar – os homens o enfrentam também, principalmente se são afro-americanos ou judeus. Mas, no caso das mulheres, o assédio se dá a toda hora, frequentemente é de cunho sexual, e só veio à tona nestas eleições, em parte porque há muitas mulheres concorrendo e em parte porque elas passaram a expor abertamente as experiências pessoais.

Participantes do Women Win, um fórum realizado em junho pelas mulheres democratas que concorrem no Texas, afirmaram que descobriram um sentimento de camaradagem na iniciativa.

“Estar na sala com todas essas mulheres que falam dos mesmos problemas que eu tenho fez com que eu me sentisse muito mais normal”, comentou Samantha Carrillo Fields, 31, uma candidata à Câmara do Texas, referindo-se não apenas à questão da segurança, mas também a outras formas de misoginia durante a campanha. “Foi muito bom receber esta confirmação”, afirmou.

Em um vídeo de 2017 realizado pelo Womens’s Media Center, as que foram eleitas descreveram suas experiências como parte de uma campanha chamada #NameItChangeIt, que encoraja as mulheres a se manifestarem sobre o assédio. E as mulheres, agora, se mostram mais dispostas a fazê-lo em comparação a alguns anos atrás.

Quando Rebecca Thompson, democrata, concorreu à Câmara de Michigan em 2014, notou que uns estranhos começaram a segui-la até em casa, à saída de alguns eventos, e passavam devagar de automóvel várias vezes em frente à sua casa. A certa altura, alguém arrombou o seu carro. No final da campanha, contou, passou a dormir na casa do seu companheiro porque tinha medo de ficar na sua.

“Eu me senti desprotegida durante toda a campanha”, afirmou Rebecca, 35 anos. “Parecia quase uma guerra psicológica, como se tentassem me enlouquecer. Fiquei apreensiva o tempo todo, porque não sabia aonde podia ir, em qualquer lugar da cidade, sem ter a sensação de estar sendo seguida”.

Na época não se sentiu à vontade para falar a este respeito. “Dizia a mim mesma que tinha de aguentar esta situação. Se essas coisas acontecessem agora, acho que me sentiria segura para denunciá-las”.

Mesmo assim, algumas candidatas entrevistadas disseram inicialmente que não haviam sido assediadas – mas quando foram mencionados alguns exemplos, como ameaças em mensagens na mídia social, acabaram falando que, de fato, já haviam passado por isto. Como muitas participantes do movimento #MeToo, estas candidatas observaram que certo grau de misoginia já é tão esperado que parece uma coisa banal.

“As coisas que as pessoas falam acabam se tornando comuns”, disse Mya Whitaker, 27, democrata que se candidatou à Câmara Municipal de Oakland, Califórnia. “O fato de ser uma mulher negra e de existir, em alguns casos, é suficiente para irritar as pessoas”.

Um tipo diferente de percepção de normalidade ocorre no outro extremo do espectro, em que o assédio é tão perverso e constante que ultrapassa a capacidade de reação.

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Mya Whitaker disse que o fato de ser uma mulher negra é suficiente para ser assediada por algumas pessoas Foto: Cayce Clifford para The New York Times

Desenvolvedora de videogames independente em 2014, Brianna Wu foi alvo de abuso durante o GamerGate, quando mulheres que trabalhavam neste setor foram vítimas de assédio.

Agora, Wu, 41, democrata que concorre ao Congresso em Massachusetts, disse que as ameaças de morte e de estupro são tão rotineiras que parou de se preocupar tanto. Mesmo quando as pessoas atiraram objetos pela sua janela ou vandalizaram o carro do seu marido, e até quando enviaram fotos dela, ao estilo paparazzi, em sua própria casa.

“Muitas vezes, olhava aquilo e pensava: eu sei que deveria sentir alguma coisa neste momento. Sei que deveria ficar apavorada, irada ou estressada. A esta altura, já não sinto mais nada”, contou. “É quase como se o medo fosse um músculo sobrecarregado, e não conseguisse fazer mais nada no meu corpo”.

Muitas afirmam que, por princípio, não se intimidam a ponto de calar. Outras dizem que seus ideais políticos são muito mais importantes do que isto.

Frequentemente, Wu e outras insistiram com possíveis candidatas para que não se deixassem dissuadir. Morgan Zegers contou que foi por isso que deletou os comentários sexistas do Facebook.

“Muitas mulheres leem a minha página. Para mim, é importante mostrar um bom diálogo sobre as questões políticas e não assustar as mulheres fazendo com que desistam de se candidatar”.

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Brianna Wu disse que o assédio que ela sofreu como desenvolvedora de videogame em 2014 fez com que se tornasse insensível ao que agora sofre como candidata ao Congresso Foto: Kayana Szymczk para The New York Times

Algumas consideram o assédio uma dificuldade que terão de superar se quiserem mudar os sistemas que a mantêm.

O governo ainda é composto majoritariamente de homens que nunca sofreram assédio sexual, enquanto “um número enorme de mulheres experimenta este tipo de coisa”, disse Lauren.

“Acho que faz parte da oportunidade de concorrer em nome do progresso”, acrescentou. “É uma oportunidade de consertar isto e impedir que aconteça no futuro”.

Madame Figaro Turquia Setembro 2018 Natalia by Canberk Uregel

Sem título.pngPhotographer: Canberk Üregel. Wardrobe Stylist: Kayla Manukyan. Hair & Makeup: Mehmet Alpan. Model: Natalia at Option Models Istanbul.

Childish Gambino lança clipe animado de “Feels Like Summer”

Visual do vídeo foi criado por Justin Richburg

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Childish Gambino” Feels Like Summer” Video

Childish Gambino lançou o clipe de animado de “Feels Like Summer” (via Consequence of Sound). No vídeo, que teve o visual criado por Justin Richburg, o artista anda por um bairro e encontra outros músicos e celebridades como The WeekndKanye WestJanelle Monáe, entre outros.

A faixa faz parte de um compilado chamado Summer Pack, junto com a também já divulgada “Summertime Magic”. O cantor ainda não revelou se os lançamentos farão parte de um álbum completo ou se serão singles pontuais. [Camila Sousa]

Adesuwa Aighewi & Tyler Blue – Numero Magazine #196 Setembro 2018 By Cameron McCool

Sem título.jpgAdesuwa   —   Numero Magazine #196 September 2018   —   www.numero.com
Photography: Cameron McCool
Model: Adesuwa Aighewi & Tyler Blue
Styling: Paul Sinclaire
Hair: Tetsuya Yamakata

Make-Up: Ayami Nishimura