Marie Claire Netherlands September 2018 Josefien Rodermans by Katelijne Verbruggen

29eac28072385e43ee0e051ead6cc161Photography: Katelijne Verbruggen. Styling: Anouk Van Griensven at Ncl-representation. Hair: Daan Kneppers at Ncl-representation. Make-up: Elise Haman at Ncl-representation. Model: Josefien Rodermans at Future Faces.

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UE volta a debater criação de imposto contra empresas de tecnologia

Países do bloco querem que taxa comece a ser cobrada ainda este ano; indecisão sobre valores ainda é principal entrave para o tributo
Por Agências – Reuters

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União Europeia planeja criar tributo contra empresas de tecnologia ainda em 2018

A União Europeia vai discutir ainda nessa semana propostas para adotar um novo imposto sobre o faturamento das empresas de tecnologia. Se os países do bloco entrarem em um acordo do valor a ser cobrado, a expectativa é que a nova taxa comece a ser aplicada ainda este ano.

O principal embate é sobre como as empresas serão tributadas. Países menores como Luxemburgo e Irlanda pedem que a forma de cobrar seja estipulada numa reforma global de tributação digital, cuja discussão já demora anos. Já países como França e Itália querem uma solução mais rápida, com a aplicação de um imposto de 3% sobre as receitas digitais de grandes empresas de tecnologia.

A falta de acordo pode acarretar em uma decisão unilateral, o que poderia enfraquecer as penalidades contra as empresas. Em um documento enviado a União Europeia, o governo da Áustria pede que os países pensem em uma “abordagem uniforme” para fortalecer a tributação. Segundo eles, 11 dos 28 estados da União Europeia já estão considerando adotar suas próprias medidas se o não adotar uma medida comum.

Na frente. Até agora, a principal proposta da Comissão prevê aplicação de taxa às empresas com um volume de negócios anual e global de 750 milhões de euros e as receitas geradas na UE de pelo menos 50 milhões de euros por ano.

Cerca de 200 companhias se enquadram no escopo do novo imposto proposto pela Comissão, estimando receitas anuais adicionais de cerca de US$ 5 bilhões aos cofres da União Europeia.

Selena Gomez fala pela primeira vez sobre overdose da amiga Demi Lovato

Cantora é a capa da edição de setembro da revista americana ‘Elle’

sg2-1535730191.jpgA cantora Selena Gomez falou pela primeira vez sobre a overdose da amiga de infância Demi Lovato, em entrevista à Elle americana de setembro. De acordo com o texto, a cantora estava visivelmente abalada ao falar sobre o assunto: “Tudo que vou dizer é que falei com ela pessoalmente. Eu não fiz nada em público. Eu não queria. Eu a amo. A conheço desde que tinha sete anos. Então… É isso que vou dizer”.

Nos últimos meses, Selena tem optado por manter sua vida pessoal mais distante dos paparazzis. “Voltei à simplicidade. Essa é quem eu sempre fui”, disse. A cantora saiu de Los Angeles e mudou-se para Orange County com o objetivo de se libertar do ritmo frenético da cidade grande.

Isabel Marant mostra sua coleção-cápsula de maquiagem

A linha, uma collab com a L’Oréal Paris, chega às lojas este mês.
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Isabel Marant (Foto: Divulgação)

Isabel Marant, famosa por traduzir perfeitamente em roupas e acessórios o je ne sais quois que define o estilo das parisienses, está prestes a expandir seu repertório, molhando os pés no universo da beauté: três meses após anunciar uma coleção-cápsula em parceria com a L’Oréal Paris, a estilista apresentou os produtos que compõe a aguardada collab, que, segundo a própria Marant, é uma perfeita espiada no que ela tem em seu próprio nécessaire, recheada apenas com os produtos essenciais para o dia a dia.

“Abordei essa coleção da mesma forma que abordo minhas coleções de ready-to-wear – para ser usada a qualquer hora, em qualquer lugar”, definiu, afirmando que para ela, o parisian cool nada tem a ver com a perfeição das redes sociais, e sim com uma elegância natural, que ela deixa para o dia, e que ganha adaptações mais fortes para a noite, na rua mesmo, sempre com um toque desconectado. “A imperfeição tem seu charme próprio”, decreta.

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A coleção L’Oréal Paris x Isabel Marant (Foto: Divulgação)

A coleção L’Oréal Paris x Isabel Marant aposta em tons neutros, mas sem deixar de lado o clássico batom vermelho e uma paleta de sombras para criar o esfumado perfeito. Mas embora Marant seja fã dos dois, sua única regra é jamais usá-los ao mesmo tempo. Entre os destaques da linha – que conta ainda com iluminador, um gloss pink que pode ser usado tanto nos lábios quanto nas bochechas e sete cores de batons – está a máscara transparente que também segue o perfil multiuso: pode ser usada para pentear os fios das sobrancelhas ou nos cílios, para um efeito molhado e neutro.

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Os batons da coleção L’Oréal Paris x Isabel Marant (Foto: Divulgação)

A coleção tem pré-venda online a partir de 17.09, sendo distribuída em pontos de venda da L’Oréal e lojas da Isabel Marant em 27.09 – mesmo dia em que a linha será usada na beleza do desfile de verão 2019 da marca francesa.

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A campanha da coleção (Foto: Reprodução)
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Isabel Marant mostra as cores de seus batons para a collab com a L’Oréal Paris (Foto: Divulgação)

Rockabilly inspira beleza e moda do eyewear da Chanel

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Chanel Eyewear (Foto: Divulgação)

Com clima rockabilly, cliques de Karl Lagerfeld para a linha de eyewear da Chanel são inspiração para look retrô

mood rockabilly que está na capa da Vogue de setembro – com Gigi Hadid, você já deve ter visto – também permeia o imaginário de Karl Lagerfeld e dá o tom ao inverno 2019 da linha de eyewear da Chanel.

Estrelada pela top Luna Bijl e clicada pelo próprio diretor criativo da grife, a campanha é inspiração tanto no quesito moda – destaque para o uso de lenços de várias formas! – quanto no quesito beleza, com batom vermelho e cabelos volumosos arrematados com um poderoso topete. Basta encontrar o mom jeans, os óculos de sol e o carro conversível vintage perfeitos e o look está completo!

Netflix e outros serviços de streaming podem ser legalmente obrigados a produzir conteúdo na Europa

UE-da.jpg_640x640A cruzada da Europa para domar a indústria de tecnologia segue em frente. O próximo passo são as regulações que exigem que serviços de streaming, como a Netflix e o Prime Video, da Amazon, tenham pelo menos 30% de conteúdo local. Uma votação está marcada para acontecer em dezembro.

O relacionamento antagônico da União Europeia com a Netflix esteve até agora limitado à recusa da empresa em lançar seus filmes em cinemas. Agora, os legisladores da UE querem definir o que ela vai transmitir nas salas das pessoas.

A Diretiva de Serviços de Comunicação Social Audiovisual (AVMSD) definiu diversas mudanças nas regras para plataformas de streaming. A maior delas é a exigência que o conteúdo feito na Europa corresponda a no mínimo 30% do que é ofertado no catálogo. Cada um dos países-membros pode aumentar esse patamar para 40%.

Deixando um pouco a Europa de lado, no Brasil, já houve discussões sobre uma cota mínima de conteúdo nacional em serviços de streaming. No entanto, o governo desistiu de tocar em frente e preferiu se concentrar na cobrança de impostos das plataformas.

Roberto Viola, diretor-geral do departamento de comunicações em rede, conteúdo e tecnologia, disse à Variety que a votação de dezembro quase certamente irá formalizar as novas regras. “Nós só precisamos do voto final, mas é meramente uma formalidade”, declarou.

Ele também contou que um relatório avaliando a porcentagem de conteúdo europeu já presente nas maiores plataformas será publicado em outubro para ajudar a determinar o tamanho da lacuna a ser preenchida. Segundo Viola, a Netflix já está perto de preencher a cota.

Uma versão revisada do AVMSD foi garantida por um acordo político preliminar em abril. Além das cotas de conteúdo, as regras vão também abrandar algumas restrições sobre a quantidade de propaganda que uma plataforma pode transmitir durante um dia e vão acrescentar algumas exigências para proteger menores de idade de “conteúdo perigoso”.

As empresas que usam conteúdo gerado por usuários não estão excluídas das regulamentações. Certamente será mais difícil fiscalizar em casos assim, mas todos os sites que oferecem conteúdo audiovisual como “uma funcionalidade essencial do serviço” serão obrigados a seguir as novas regras. Resta saber como sites como o YouTube serão monitorados.

Além disso, há obrigações adicionais para criar um “mecanismo transparente, fácil de usar e efetivo para que os usuários possam sinalizar ou reportar conteúdos”.

O Gizmodo procurou a Netflix e a Amazon para perguntar a opinião deles sobre a nova legislação da UE, mas ainda não recebeu uma resposta.

Sempre que uma legislação vasta é aplicada a empresas online, há a chance de que elas simplesmente decidam seguir as regras do outro lado da fronteira como uma maneira de minimizar custos e dores de cabeça administrativas.

Não há indícios disso nessa situação, mas a exigência para que certa quantidade de programação seja feita dentro das fronteiras de um país pode acabar com o dinheiro destinado a produções indo parar em regiões não planejadas.

Uma grande reforma nas leis de direitos autorais da União Europeia está sendo discutida e deve ser levada à votação na semana que vem. Críticos alertaram que sua abordagem equivocada iria aumentar o poder de pseudo-monopólios e matar práticas de fair use, essenciais para a produção de tudo, de enciclopédias online a memes.

Usuários fora da UE podem não sentir um efeito significativo dessas novas cotas de conteúdo, mas a diretiva de direitos autorais é tão transformadora para o status quo que é difícil que ela não tenha repercussões pelo mundo todo. []

[Variety]

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Califórnia proíbe venda de cosméticos testados em animais

Lei, que começa a valer em 2020, foi aprovada por unanimidade no Senado

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Testes são feitos em animais como camundongos, coelhos e cachorros Foto: Waranya Mooldee/Unsplash

A Califórnia, nos Estados Unidos, tomou uma importante decisão em prol dos direitos dos animais: a partir de 2020, será proibida a venda de cosméticos testados em animais. “É ilegal que qualquer empresa importe ou venda qualquer tipo de cosmético, incluindo higiene pessoal, como desodorante, shampoo ou condicionador, na Califórnia, se o produto final ou qualquer componente do item seja testado em animais depois de 1º de janeiro de 2020”, diz o texto.

“Cosméticos sem crueldade são bons para os negócios, seguros para os humanos e não prejudicam os animais”, comenta a senadora Cathleen Galgiani, responsável pela lei, que foi aprovada no Senado por 80 votos a zero. Agora, o documento aguarda a sanção do governador Jerry Brown.

“A aprovação da lei 1249 irá alterar as práticas no mundo inteiro”, explica Kristie Sullivan, vice presidente da área de pesquisa do Comitê de Médicos para Medicina Responsável, principal apoiador do projeto. “A necessidade de testes que não usem animais aumentará, encorajando o desenvolvimento de mais métodos, que podem ser usados em outras áreas além dos cosméticos.”

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Casa propõe mindfulness na arquitetura com espaços vazios

Na Austrália, construção convida os moradores à reflexão
Texto: Carol Scolforo I Fotos: Andrew Power/ Divulgação

andrew_power_4 (1)Em um mundo cada vez mais cheio de informação, ruídos e objetos, o arquiteto Andrew Power diz que precisamos refletir sobre espaços vazios. Com o projeto desta casa na Austrália, ele acredita que espaços amplos e vazios nos levam a uma experiência de pausa que atrai a atenção ao presente. É uma reflexão na prática sobre o mindfulness na arquitetura – e ele diz que sim, funciona na prática.

andrew_power_1Suspensa do solo, a casa se divide em três volumes principais. Living, quarto e quarto de hóspedes. Entre eles há espaços vazios justamente para que cada morador tenha a mente limpa para refletir.

andrew_power_2Sabe quando você vai até a cozinha e esquece o que queria fazer lá? Nesta casa, a ideia é diminuir esse problema. “A consciência repentina de estar entre dois ambientes pode interromper a ação. Podemos nos lembrar de algo que precisamos fazer, ou ser lembrados de algo importante. Este é o propósito destes quartos vazios”, explica.

andrew_power_0Portas idênticas ligam os espaços aos quartos, enquadrando vistas da casa. Tudo leva à contemplação, por isso há mais espaço para pensar, segundo Andrew. “O senso de privacidade, que tanto se perdeu nas casas atuais, aqui vem dessa distância. Temos uma noite quente com todas as portas abertas. Os quartos desaparecem, é como estar em um pomar”, aponta.

andrew_power_5andrew_power_6O amor pela simplicidade da casa e por seus espaços vazios é tanto que Andrew Power fez uma maquete que aponta para o slow-living. Veja neste vídeo: