Casa no litoral pernambucano é aberta à paisagem e à integração da família

Os poucos limites entre interior e exterior marcam o projeto de Lúcia Helena de Andrade Lima e Katia Costa Pinto
Fotos: Rogério Maranhão

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A piscina, com borda infinita que se funde com a vista do mar, tem painel de azulejos JHENRIQUE AZULEJARIA

“A arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto”, diz o poema de João Cabral de Melo Neto, citado pela arquiteta Lúcia Helena de Andrade Lima. A observação se torna concreta quando ela e Katia Costa Pinto erguem moradas como esta de 1.000 m², no litoral pernambucano. “Criamos uma arquitetura que busca a luz, a brisa e se volta à natureza com cores claras”, diz a dupla.

Os poucos limites entre interior e exterior marcam a Casa Castanhola. Três lofts se conectam em um grande pátio comum, a fim de reunir uma mesma família nos dias de sol e mar na Praia da Enseadinha. A fachada traz painéis corrediços de eucalipto, um sinal de que o escritório gosta de inserir nas construções materiais naturais em estado rústico. O bem-estar e a sensação de liberdade, tão importantes para as autoras, surgem na linguagem arquitetônica de fluidez e integração. Móveis despojados colaboram com os ares de relax total.

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