Claudia Jaguaribe abre exposição no jardim da Casa de Vidro

A fotógrafa cria um diálogo entre a arquitetura suspensa e a natureza selvagem
Por Beta Germano I Fotos: Divulgação

Sem título.jpgA percepção de que o lugar é atravessado pelas cicatrizes do tempo e do uso – é com esta premissa que a fotógrafa Claudia Jaguaribe invade os jardins da Casa de Vidro para criar novas imagens de e para o projeto de Lina Bo Bardi, na exposição De Claudia para Lina, a imagem de um entre-lugar.

Sem título.jpgÉ no espaço transitório entre a caixa cristalina suspensa em pilotis e o terreno dominado pela natureza que a fotógrafa investe sua poética e constrói belíssimas imagens e composições em azul e verde.

Entre o orgânico e a solidez, o dia e a noite, ela se apropria das linhas da arquitetura e   aproveita a abundância selvagem – tudo sob a condição de suspensão que também inspira e, mais ainda, orienta a montagem final da mostra.

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Se a intensão da arquitetura de Lina é encontrar “a comunhão entre a natureza e a ordem natural das coisas, opondo aos elementos naturais o menor número de elementos de defesa” – como a arquiteta descreve no texto Residência do Morumbi há 65 anos –  Cláudia Jaguaribe parece ser a fotógrafa perfeita para registra-la.

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Serviço:
De Claudia para Lina, a imagem de um entre-lugar.
Data: 15 de setembro a 28 de outubro de 2018
Local: Casa de Vidro
Endereço: Rua General Aumério de Moura, 200 – Vila Morumbi

How to Get Away with Murder | Annalise estampa pôster do 5ª ano

A quinta temporada de How To Get Away with Murder teve um novo pôster promocional divulgado que traz Annalise (Viola Davis) em destaque. Veja abaixo [via SpoilerTV]:

tumblr_pf2e47Ee7D1r5egopo1_500 (1).jpgO produtor Pete Nowalk descreveu a nova temporada com “mais reviravoltas e mais divertimento (…) Será um tom diferente, algo que estamos preparando”. 

Sobre os personagens, Nowalk disse que o 5º ano trará o casamento de Connor Walsh (Jack Falahee) e Oliver Hampton (Conrad Ricamora), já avisando: “Eu posso dizer que, pessoalmente, odeio casamentos. Odeio tudo que ele significa, então vamos fazer do nosso próprio jeito, divertido”. Além disso, Sam Keating (Tom Verica), o falecido marido de Annalise, deve figurar em um novo episódio de flashback.

Os episódios da quinta temporada de How To Get Away With Murder estreiam nos Estados Unidos em 27 de setembro. No Brasil, a série é exibida pelo Canal Sony com o nome Como Defender um Assassino.

Tendências de beleza da Semana de Moda de Nova York para adotar já

Sombras coloridas, glitter e boca tudo são algumas das propostas que apareceram nos desfile norte-americanos
Anna Rombino – O Estado De S.Paulo

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Maquiagem colorida e marcada criada por James Kaliardos, da Nars, para a Rodarte Foto: Divulgação/Nars

Já foi superada a era em que a beleza da grande maioria dos desfiles de uma semana de moda era voltada para o natural, com cara de “acordei assim”.

Na última New York Fashion Week, os estilistas voltaram a apostar na criatividade dos maquiadores, que exploraram vários recursos na maquiagem.

Color block

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Entre os destaques, os olhos coloridos, um hit da atualidade, delineados ‘diferentões’, glitter, muito dourado e a boca como centro da maquiagem.

Adeus olho neutro esfumado! A tendência do momento, que já conquistou as ruas, é a sombra colorida, vibrante e bem marcada. É o momento de brincar com tons e fazer maquiagens bem divertidas. Esta ideia foi o que mais apareceu nas passarelas nova yorkinas, em propostas diferentes.

A beleza da Savage x Fenty foi singular, cada uma diferente para cada modelo. Teve modelo com maquiagem gráfica ultrapassando as linhas dos olhos, muita sombra rente aos cílios inferiores e delineados gráficos não apenas no início da pálpebra móvel. Grande parte delas combinavam a cor da maquiagem com as dos looks, o que também se repetiu no desfile de Marc Jacobs – só que, no dele, eram tons pastel e que também combinavam com o cabelo.

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Já Anna Sui apresentou uma maquiagem artística, combinando amarelo e rosa, que ultrapassavam as sobrancelhas e chegavam até as têmporas. O efeito de sombra juntando com o blush (no lugar em que é comum passar o iluminador) também apareceu na Rodarte. Lá, as sombras hiperpigmentadas, com quase nada de rímel) também foram combinadas com batom vermelho.

Gosta da tendência mas tem medo de ousar? A beleza dos desfiles da Pyer Moss e da Ulla Johnson pode ser o ideal. O primeiro colocou as modelos na passarela com um delineado degradê do branco para o verde, passando pelo azul celeste, rente aos cílios inferiores. O segundo teve máscara de cílios rosa vibrante.

Boca tudo

As cores também vieram com tudo nos batons. Do clássico vermelho de Naeem Khan e da Escada, passando pelo rosa alaranjado de Lela Rose até os lábios super pretos da The Blonds, a boca pode ser protagonista da maquiagem.

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Delineado

O bom e velho delineado gatinho nunca sai de moda mas, nesta temporada, ele apareceu em vários formatos e espessuras, mostrando que dá para variar. Na Coach, o formato foi um triangulo invertido abaixo dos olhos – conceitual, mas dá para usar de inspiração para fazer uma produção fora do comum. Mais minimalista, a proposta da LaQuan Smith teve um risco a mais, saindo rente aos cílios inferiores, dando um efeito geométrico bem bacana e usável.

A Vaquera e a Libertine não economizaram no delineado super grosso à lá Amy Winehouse. Uma boa proposta para as adeptas do visual rock’n’roll.

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Glitter 

Carnaval em pleno setembro? Teve também. O glitter saiu da festa de rua e invadiu uma das semanas de moda mais conceituadas do mundo. Ele apareceu de forma desconstruída nas pálpebras das modelos da Kate Spade, aplicado de maneira irregular, nos lábios das meninas da Jeremy Scott e de maneira gráfica, saindo das pálpebras em direção às têmporas na Tadashi Shoji. Brilhante.

Série de comerciais demonstra os desafios de se fazer publicidade com orçamento reduzido

sopbox-562x266Vivemos um momento diverso no meio publicitário quando o assunto é orçamento. Por mais que campanhas milionárias continuem a ter acesso a um sem fim de armamentos para fazer valer os produtos que buscam vender, agências menores vem conseguindo com muito esforço e pouquíssima grana arranjar um espaço similar, graças não só à suposta “democracia das redes” mas também porque o público passou a encarar peças de publicidade baratas com maior aceitação.

É por conta disso que o cenário se tornou um tanto mais extremo nesta diversificação financeira de campanhas e os clientes por sua vez passaram a encarar o valor de produção como algo secundário na confecção de seus comerciais e anúncios, o que não deixa de ser um risco a qualquer publicitário disposto a dar seu melhor para entregar uma peça de qualidade. E é justamente esta reflexão que agora se tornou centro de uma série de vídeos criadas pela Sandwich Video para divulgar o Soapbox, uma extensão da Wistia para o Google Chrome que busca ajudar os usuários a criarem melhores apresentações via web.A ideia da campanha no caso é relativamente simples, querendo evidenciar ao público a grande vantagem do Wistia ser uma ferramenta gratuita e acessível a qualquer profissional desesperado para melhorar o aspecto visual de seus trabalhos realizados via web.

À partir disso, a Sandwich Video criou três vídeos com orçamentos bastante distintos, respectivamente no valor de mil, dez mil e cem mil dólares – afinal, a extensão serve para todas as agências, das ricaças às mais quebradas. Além de exaltar uma questão importante do meio, o resultado é extremamente divertido de se acompanhar. O vídeo feito com mil dólares, por exemplo, é sem dúvida o mais podre dos três, tendo sido filmado com um iPhone e explorando todo tipo de transição barata e cenário – incluindo um banheiro e o espaço de outro vídeo – à disposição. Veja abaixo:

Já o comercial orçado em dez mil dólares traz um claro salto de qualidade em termos de produção, podendo usufruir de equipes de iluminação, uma câmera própria e alguma maquiagem:
Por fim, temos o todo-poderoso vídeo feito com cem mil dólares à disposição, que é basicamente a mais pura ostentação. Efeitos de qualidade, atores à rodo, uso de travellings… a equipe não hesita em abusar do bom orçamento para provar que o seu produto é o melhor. Confira abaixo.

As melhores faculdades de arquitetura do Brasil

Veja detalhes sobre cada curso e depoimentos de profissionais formados
Por Paula Jacob I Fotos: Divulgação

entrevista-marcelo-rosenbaum-relembra-principais-projetos-da-carreira03Escolher o curso para fazer na faculdade pode ser uma tarefa muito complicada. Existem muitas possibilidades, opções particulares, públicas e federais, diferentes linhas de ensino, e por aí vai. Para auxiliar os futuros arquitetos, Casa Vogue separou uma lista com as melhores faculdades de arquitetura e urbanismo do Brasil. Os dados para formar a lista foram baseados nos números divulgados pelo Ranking Universitário Folha (RUF) e pelo QS World University Ranking em 2017 e 2018, respectivamente. E a lista não está em nenhuma ordem hierárquica.

Universidade de São Paulo (USP)

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Prédio da FAU-USP projetado por João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi em 1961 (Foto: Divulgação)

Uma das faculdades mais disputadas do país, a USP também possui um dos cursos de arquitetura mais reconhecidos internacionalmente. O curso de Arquitetura e Urbanismoé ministrada pelos departamentos de História da Arquitetura e Estética do Projeto, Projeto e Tecnologia da Arquitetura – desde 1992, esses departamentos participam do projeto Universidade aberta à terceira idade.

Duração: 5 anos
Grade horária: integral
Valores: mensalidade gratuita

“Não considero a  FAUUSP somente uma faculdade, mas uma lição de vida, onde tive a oportunidade de compartilhar generosamente o conhecimento de pessoas  criativas,  inovadoras,  e orientadores com uma visão humanista da arquitetura.  O curso foca na formação 360 graus do arquiteto, abrangendo desde semiótica, filosofia, design, passando por história da arte e arquitetura, cálculo, resistência dos materiais  e topografia, buscando sempre a expressão individual de cada talento através da exploração de áreas de interesse pessoais.” Arquiteto Leonardo Junqueira

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

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Prédio da FAU-UFRJ, projetado por Jorge Moreira e premiado em 1957 na IV Bienal de São Paulo (Foto: Divulgação)

“O curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ é organizado em quatro eixos de conhecimento. O primeiro é o Discussão, no qual aborda aspectos históricos, teóricos, estéticos e sócio-econômicos da arquitetura e seu impacto na cidade. O Concepção congrega atividades sintetizadoras de projeto nas escalas da cidade, do bairro, da rua, do lote, sem esquecer a importância de interiores. Já o eixo Representação engloba a representação geométrica dos espaços e a sua expressão criativa. Por último, o eixo Construção faz com que os alunos dialoguem diferentes aspectos técnicos, científicos e tecnológicos da execução dos objetos arquitetônicos e da cidade.”

Duração: 5 anos
Grade horária: integral
Valores: mensalidade gratuita

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Coordenado por Emília Wanda Rutkowski e Rafael Urano de Carvalho Frajndlich, o curso de graduação em arquitetura e urbanismo da Unicamp é ministrado no período noturno, mas exige dos alunos dedicação integral para a realização de projetos. Algumas aulas ainda são dadas aos sábados de manhã, mas essas fazem parte das eletivas (à critério do aluno). O corpo docente é formado por professores das unidades da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), do Instituto de Artes (IA) e do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH).

Duração: 5 anos
Grade horária: integral
Valores: mensalidade gratuita

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
“O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRGS visa formar profissionais aptos a organizar o ambiente físico em correspondência às necessidades sociais e condicionamentos do ambiente natural e construído. Esta atividade, que envolve a produção de edificações isoladas ou em conjunto, bem como a organização do espaço urbano, em qualquer escala ou dimensão, implica na elaboração de estudos, projetos e planos, com os respectivos detalhamentos e execução.” O currículo pleno é composto por 56 disciplinas de caráter obrigatório, 70 disciplinas de caráter eletivo, das quais 17 com conteúdos específicos e 53 organizadas por temáticas, sob a forma de Tópicos Especiais.

Duração: 5 anos
Grade horária: integral
Valores: mensalidade gratuita

Universidade Presbiteriana Mackenzie (Mack-SP)
Focado na capacidade de elaboração do projeto, seja nos pontos estéticos ou físicos, o curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU-Mackenzie completou 100 anos. A tradição da instituição foi incrementada com as novas demandas do mercado e dos profissionais contemporâneos, como as dimensões da arquitetura no âmbito social. O curso também valoriza a pesquisa e a extensão, com programas de pós-graduação e cursos livres voltados para a inovação e experimentação.

Duração: 5 anos
Valores: mensalidade R$ 3.186,00

“O Mackenzie é uma escola que te abre portas, por ser um curso muito técnico e de qualidade, te faz um profissional muito bem visto no mercado. Pude perceber nesses anos que os profissionais ali formados tem um senso crítico e estético muito peculiar, acredito que essa escola tem o poder de educar o nosso olhar. Muitos arquitetos responsáveis por grande parte da produção arquitetônica de valor no Brasil e no mundo passaram por lá, ou foram alunos ou fizeram/fazem parte do corpo docente. Nunca me vi em outra universidade que não fosse o Mackenzie” Amanda Castro, arquiteta do Studio AG

“Na minha opinião o Mackenzie forma profissionais com um olhar diferenciado para a arquitetura, que tem muito mais a ver com a importância que ela tem para a cidade e para a vida social do que algo simplesmente estético. Adorei a universidade e tudo que a envolve, foi ali que desenvolvi uma grande paixão pela arquitetura. O ótimo corpo docente proporciona uma aproximação com profissionais de alto nível e grandes nomes da arquitetura brasileira, e é isso que o coloca à frente das outras Universidades.” Giovana Giosa, arquiteta do Studio AG

Universidade de Brasília (UNB)
O curso de Arquitetura e Urbanismo da UNB tem opções de aulas diurnas ou noturnas, e está dividido em 10 semestres, podendo ser concluído entre 9 e 18 semestres. As aulas presenciais são divididas no regime de disciplinas obrigatórias (220 créditos) e os outros 54 créditos devem ser cumpridos entre as disciplinas obrigatórias seletivas, optativas, módulo livre e atividades complementares.

Duração: 5 anos
Grade horária: diurna ou noturna
Valores: mensalidade gratuita

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
O curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMG oferece disciplinas nas áreas de representação gráfica e expressão arquitetônica; teoria, história, patrimônio cultural, engenharia estrutural e tecnologia; planejamento arquitetônico, urbano e regional. O estudante formado se torna, de acordo com a descrição do curso, um profissional apto a desenvolver projetos, construção e manutenção de edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores, planejamento físico, local, urbano e regional, e demais serviços correlatos.

Duração mínima: 5 anos
Grade horária: diurna ou noturna
Valores: mensalidade gratuita

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
O curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo iniciou suas atividades em março de 1977, vinculado ao Centro Tecnológico da UFSC (CTC). O Departamento de Arquitetura e Urbanismo da instituição é o responsável por quase 80% do total de créditos a serem cursados pelos alunos. O currículo do curso é complementado pelas disciplinas oferecidas pelo Departamento de Engenharia Civil – divididas entre os departamentos de Expressão Gráfica, de Engenharia do Conhecimento e de Artes e Libras.

Duração mínima: 4 anos
Grade horária: integral
Valores: mensalidade gratuita

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS tem sua grade voltada para o comprometimento de cada aluno com a sociedade num todo, preparando-os para inserir projetos alinhados com as necessidades e visões contemporâneas. A proposta da instituição é formar um arquiteto e urbanista capaz de responder a todas as questões envolvidas em projetos de edificação, de urbanismo e de paisagismo, independentemente da sua natureza, dimensão e grau de complexidade. Daí a importância da interdisciplinaridade na sua formação, expressa nos chamados eixos de conhecimento que estruturam a matriz curricular do curso.

Duração mínima: 5 anos
Grade horária: diurna ou noturna
Valores: mensalidade R$ 2.897,86

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

O Curso de Arquitetura da UFBA se formulou em 1959, tendo como base os conceitos do arquiteto Lúcio Costa e os princípios estabelecidos no Congresso da União Internacional de Arquitetos: “Desenvolver a sensibilidade plástica, a noção do espaço, a imaginação, a memória visual, o sentido do homem e do caráter”.

Duração mínima: 4 anos
Grade horária: diurna ou noturna
Valores: mensalidade gratuita

“O curso de Arquitetura e Urbanismo da UFBA me proporcionou todo um embasamento técnico necessário para a profissionalização do Arquiteto e Urbanista. A liberdade criativa que a universidade nos oferece foi um dos pontos mais interessantes do curso, assim como a possibilidade de interação entre pessoas de diversas classes sociais.” Arquiteto David Bastos

Centro Universitário Belas Artes

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Alunos em um dos laboratórios imersivos da faculdade (Foto: Divulgação)

Com a missão de formar arquitetos e urbanistas com sensibilidade artística e consciência socioambiental, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Belas Artes destaca projetos com primor estético e fundamentação técnica. Para tanto, a instituição conta com um corpo docente, dentre o qual arquitetos renomados fazem parte. Quanto a infraestrutura, a faculdade é equipada com diversos laboratórios para propor aos alunos uma imersão real na profissão, como o Canteiro de Obras, onde é possível entender na prática sobre hidráulica, elétrica e construção.

Duração: 5 anos
Grade horária: diurna. vespertina ou noturna
Valores: mensalidade R$ 4621,68 (matutino); R$ 2950,92 (vespertino); R$3310,97 (noturno)

Escola da Cidade

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Faculdade em São Paulo com projeto assinado por Oswaldo Bratke (Foto: Divulgação)

Desde o ano 2010, o curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola da Cidade se baseia em matriz curricular com 6 anos. A Escola entende que, no mundo contemporâneo, qualquer formação universitária de qualidade – sobretudo no campo da Arquitetura e do Urbanismo – exige a ampliação do leque disciplinar e um preciso balanço entre atividades teóricas, práticas e de pesquisa. Desse modo, a linha pedagógica e didática seguida procura tirar proveito da inteligência coletiva e valoriza o contato humano, a sala de aula, a formação cidadã e a incorporação de novas ferramentas para o aprendizado, além de conteúdos articulados, complementares e permanentemente atualizados. O processo seletivo se difere das anteriores, feitos por meio de vestibular. Na Escola da Cidade os alunos interessados podem se inscrever no processo seletivo que inclui um curso introdutório à arquitetura de quatro dias, seguido de passeios pela escola, excercícios guiados e entrevista.

Duração: 6 anos
Grade horária:
Valores: mensalidade R$ 3.480

Louis Christopher for Vogue Arabia September Issue with Hayett McCarthy

Sem título.jpgPhotography: Louis Christopher. Styling: Bernat Buscato. Hair: Kenshin Asano. Makeup: Fumi Makeup. Model: Hayett McCarthy.

Marc Jacobs se desculpa por atraso de 90 minutos em desfile

‘Depois de anos sendo mais do que pontual, esperam mais da gente mesmo com menos recursos’, escreve o estilista

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Modelo apresenta coleção primavera/verão 2019 da Marc Jacobs  Foto: REUTERS/Andrew Kelly

Na última quarta, 12, Marc Jacobs apresentou sua coleção de primavera/verão 2019, o show de encerramento do calendário oficial da New York Fashion Week. Mas, antes mesmo da primeira modelo abrir a passarela, o estilista estava sendo muito criticado pelos fashionistas presentes, já que a apresentação atrasou 90 minutos (o que não é comum em uma semana de moda norte-americana) e alguns convidados se retiraram da sala de desfile antes do seu início.

Nesta sexta, 14, o estilista escreveu um texto no Instagram para se desculpar com todos, explicando que acontecem imprevistos em eventos ao vivo, que ele sempre foi conhecido por sua pontualidade e que, mesmo com coisas dando errado, ele esperava que o show começasse pontualmente. Sem título.jpg

Leia o texto:

“Peço desculpas a todos que ficaram incomodados com meu atraso em nosso desfile de primavera/verão 2019. Aos interessados, segue uma lista, não de desculpas, mas de fatos. Eu realmente entendo que as pessoas têm planos, vidas, compromissos, voos, famílias para voltar e etc, eu eu respeito muito isso.

Eu ouvi, li e refleti sobre sua frustração, raiva e indignação. Se você escolher ler, espero que consiga compreender.

1. Meia noite da madrugada anterior ao desfile, acreditava que iríamos começar às 18 horas [horário de Nova York], como o planejado e que era minha intenção.

2. Às 15:30 do dia da apresentação, fiquei sabendo que poderíamos atrasar até uma hora. Com boa fé e esperança, foi comunicado que o show começaria às 18h30 e isso foi um erro.

3. Depois de anos sendo mais do que pontual e mais uma vez com a intenção de continuar assim, o fato é que, esperam mais da gente mesmo tendo cada vez menos recursos. Isso não se restringe só a mim ou a nossa marca. Aprendi que precisamos nos ajustar a nossa nova realidade.

4. Foi minha escolha pensar que poderíamos realizar tudo o que precisávamos para este desfile com as circunstâncias que enfrentamos. E estava errado. Não porque as pessoas não se esforçaram ou deram tudo de si, a vida é assim às vezes. Sempre me falaram que ‘se você quer fazer Deus rir, conte a ele sobre seus planos.’ Nos nossos shows, sempre apresentei de 7 a 10 minutos de moda teatral ao vivo, esperando que tivesse um significado e tocasse a audiência tanto estética quanto emocionalmente. Acho que todos nós temos que ser um pouco mais sensíveis e flexíveis quanto a fragilidade da vida.

Espero que todos que leram isso reflitam sobre os meus pensamentos, assim como fiz com os seus.

Sincera e respeitosamente,

Marc”

Empresas cosméticas tentam impedir proibição de testes em animais no Rio de Janeiro

Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) enviou ao Supremo ações que questionam a aprovação de leis estaduais

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Imagem ilustrativa de um coelho

Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) submeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) processos jurídicos que questionam leis dos Estados do Rio de Janeiro e Amazonas para proibir testes em animais no setor.

Pelo despacho do ministro relator Gilmar Mendes sobre ação de inconstitucionalidade (ADI) 5995 que contesta a Lei 7814/ 2017 do Estado de Rio de Janeiro, a advogada-geral da União Grace Mendonça e a procuradora-geral da República Raquel Dodge devem se manifestar sobre o assunto em breve. No caso do Amazonas, o ministro Alexandre Moraes que irá julgar a ADI 5996.

O presidente da Comissão de Estudos de Processo Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/RJ, Rodrigo Brandão, explica que as ações da ABIHPEC se amparam na deliberação de que é competência das leis federais determinar normas gerais sobre a fauna e cabe à legislação estadual definições mais específicas. “Como já existe uma norma geral federal, a princípio a decisão deve ser pela inconstitucionalidade das leis estaduais. Exceto, se ficar comprovado que a legislação federal não protege adequadamente os animais”, afirma Brandão.

Em São PauloMinas GeraisParaná e Mato Grosso do Sul já existe legislação estadual que proíbe os testes em animais. No entanto, Brandão acredita que a decisão do STF pode gerar novas ações para questionar a constitucionalidade dessas leis. Na Suíça, experimentos com animais para cosméticos foram proibidos em 2017.

O conselho deliberativo da ABIHPEC é composto por representantes de empresas como Grupo Boticário, Johnson & Johnson, Avon, Nivea, Baruel, Colgate Palmolive, Kimberly Clark Brasil, L’Occitane do Brasil, L’Oréal, Mahogany, Hinode, Mary Kay, Natura, Procter & Gamble, Jequiti e Unilever.

A organização Humane Society International critica duramente a iniciativa da associação brasileira. “Essa manobra cínica de declarar ser contra testes de cosméticos em animais e, ao mesmo tempo, fazer tudo para bloquear o progresso na esfera federal e derrubar leis conquistadas nos Estados revela o lado feio do setor cosmético”, diz o gerente de campanha da Humane Society International, Helder Constantino.

Em comunicado enviado à reportagem, a ABIHPEC afirma que o setor entende que as medidas legislativas estaduais são inconstitucionais, pois, de acordo com a Constituição Brasileira, o tema só pode ser legislado no âmbito federal.

Apesar da Natura integrar a ABIHPEC, a marca The Body Shop, que pertence ao grupo Natura & Co., mantém uma campanha global contra testes em animais.

Natura e o Grupo Boticário afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto.

Leia a íntegra do posicionamento da ABIHPEC:

“O setor de higiene pessoal perfumaria e cosméticos (HPPC) é responsável pela entrega de produtos que prezem pela proteção da saúde da população. Em relação à realização de testes em animais pelas indústrias do setor, a ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos esclarece que o setor já defende a não necessidade de testar o produto final utilizando animais.

Como representante do setor, a ABIHPEC propõe uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra normas pontuais baixadas por alguns Estados brasileiros especificamente referentes a testes em animais em produtos de HPPC. O setor entende que estas medidas legislativas caracterizam ação inconstitucional, tendo em vista que o objeto em questão, de acordo com a Constituição Brasileira, só pode ser legislado no âmbito federal.

O objetivo da ADIN não é questionar nem discutir a necessidade dos testes em animais, mas, tão somente, preservar a ordem legal e a competência legislativa federal para legislar sobre esse importante assunto, buscando desse modo a adequada segurança jurídica para todas as empresas do setor.

A entidade reitera, ainda, o apoio setorial aos métodos alternativos para testes disponíveis, financia o seu desenvolvimento e validação e se compromete a utilizá-los nos casos em que existirem e estiverem certificadas pelas autoridades e órgãos competentes.

A orientação pela não utilização de testes em animais vem sendo acompanhada de forma crescente pelos fabricantes do setor de HPPC [higiene pessoal, perfumaria e cosméticos] com presença em território brasileiro, que aliás sempre demonstrou tal compromisso voluntário, em linha com o padrão internacional.” [Gabriela Marçal]

Mariana Ximenes posa nua e diz: “Aceito meu corpo”

Em entrevista, atriz afirma que a autoestima deve ser uma construção diária e pessoal: “Não tem fórmula”

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Mariana Ximenes (Foto: Autumn Sonnichsen)

Mariana Ximenes posou nua para a edição de setembro da revista WH Brasil. Em entrevista à publicação, a atriz abre o jogo sobre sua relação com a nudez. “Penso apenas na liberdade. A relaciono com liberdade, não com inseguranças”, diz.

Ela afirma usar o corpo como um instrumento de trabalho. “Aceito meu corpo e uso ele como meu instrumento de trabalho. Se tenho que fazer uma cena, se tenho que doar meu corpo, meu coração, meus pensamentos, eu doo.”

Na entrevista, Mariana diz que a autoestima deve ser uma construção diária e pessoal. “Não tem fórmula. Se eu soubesse, eu vendia (risos). Parece clichê, mas tem que vir de você. Tem que ser interno, senão não adianta. É autoconhecimento. Se não fizer um movimento interno, não sai.”

Depois de uma temporada usando o cabelo mais claro e comprido, a atriz adotou um novo corte, assinado pelo hairstylist Fil Freitas. Com a mudança, ela está com franja e um corte mais desestruturado.

Longe da televisão desde o ano passado, quando atuou no seriado Cidade Proibida, Mariana já tem dois novos trabalhos previstos para estrear na televisão em 2019. Ela gravou as minisséries Se eu fechar os olhos agora e Ilha de Ferro.