Alta Fidelidade vai ganhar série de TV estrelada por Zoe Kravitz

Adaptação será lançada no Disney Play, streaming da empresa

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Zoe Kravitz photographed by Stas Komarovski 

A série de TV de Alta Fidelidade, adaptação do filme e livro de Nick Hornby, encontrou sua protagonista: Zoe Kravitz (Big Little Lies) estrelará o seriado do Disney Play, vindouro serviço de streaming da Disney. A informação é da Variety.

A série é descrita como um distanciamento do filme e do livro, mas deve capturar a comédia romântica e manter o espírito da fonte original. A trama acompanhará uma dona de loja de discos (Kravitz) que conversa com a câmera sobre música e seus relacionamentos passados.

O projeto traz Veronica West e Sarah Kucserka (Ugly Betty) na produção, com ABC Signature Studios e Midnight Radio, produtora que trará Scott Rosenberg, que co-escreveu o filme original, além de Jeff PinknerJosh Appelbaum e Andre Nemec.

Com 10 episódios, ainda não há previsão de estreia para a série de TV de Alta Fidelidade. O Disney Play, por sua vez, é previsto para algum ponto de 2019. [Arthur Eloi]

Empresas de tecnologia vão ao Senado dos EUA pedir lei federal de proteção de dados

Representantes da Amazon, Google e Apple querem ajudar na construção de uma lei que determinará como vão coletar e usar dados de usuários
Por Agências – Reuters

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Representantes de empresas de tecnologia, como Andrew DeVore, da Amazon, discutiram com senadores sobre criação de lei federal de privacidade

Em sessão especial realizada nesta quarta-feira, 26, no Senado americano, executivos das principais empresas de tecnologia e parlamentares republicanos declararam que estão discutindo a criação de um projeto de lei federal de proteção de dados pessoais nos Estados Unidos. Esta foi a primeira vez que as empresas e senadores falaram oficialmente sobre a proposta, que poderá beneficiar diretamente as companhias de tecnologia. A ideia também conta com o apoio de representantes do governo de Donald Trump.

O presidente do Comitê de Comércio, o senador republicano John Thune, confirmou que está trabalhando em uma proposta de lei federal em sinergia com as empresas, mas descartou a votação ainda neste ano.

Representantes de Amazon, Google, Apple, AT&T, Charter Communications e Twitter disseram aos senadores que, caso participassem do processo de construção da lei, apoiariam uma proposta que garante aos usuários americanos o controle de seus dados.

Já os democratas exigem que a lei federal tenha cláusulas mais duras. O senador Brian Schatz disse que a legislação não pode servir de escape para as empresas de tecnologia, contrárias às leis estaduais de privacidade.

O parlamentar se referia à lei de privacidade da Califórnia, que dará aos usuários o direito de saber quais informações as empresas irão coletar sobre eles, por qual motivo e também a intenção de uso dos dados. Empresas como Google e Amazon se opuseram à legislação, que entra em vigor em 2020.

Críticas. Andrew DeVore, vice-presidente da Amazon, disse que a lei da Califórnia é ruim porque foi redigida às pressas. “O resultado é confuso, difícil de cumprir e pode minar práticas importantes de proteção à privacidade”, disse.

Os esforços das empresas de tecnologia em criar uma lei federal ganharam força nos últimos meses, depois de o Estado da Califórnia e a União Europeia avançarem em suas regras de proteção de dados.

Em maio, Joel Kaplan, principal lobista do Facebook, havia advertido que as restrições da Califórnia representam uma ameaça ao modelo de negócio das empresas de tecnologia. Desde então, companhias se uniram para propor uma nova e lei, com o intuito de anular regras estaduais.

Comprados pelo Facebook, Instagram e WhatsApp não têm mais fundadores

No ano da maior crise de sua história, rede social vê a saída de executivos que criaram apps importantes do seu portfólio
Por Lucas Agrela

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. (Lucas Agrela/Site EXAME)

São Paulo – Kevin Systrom e o brasileiro Mike Krieger saíram do Instagram nesta semana. Com isso, agora nenhum dos cofundadores dos aplicativos mais importantes que o Facebook comprou nos últimos anos faz parte de suas respectivas equipes.

Jan Koum e Brian Acton deixaram o WhatsApp neste ano. Acton foi o único até agora a protestar contra a empresa publicamente. Ele investiu 50 milhões de dólares no aplicativo de mensagens Signal, que promete privacidade e foi repetidas vezes recomendado por Edward Snowden, que divulgou o programa de monitoramento massivo do governo dos Estados Unidos em 2013. Durante a polêmica envolvendo o Facebook e a empresa de marketing político Cambridge Analytica, Acton chegou a participar do movimento online que pedia às pessoas que apagassem o app do Facebook do smartphone.

Após a saída dos cofundadores do WhatsApp, o jornal americano Wall Street Journal indicou que a empresa vai monetizar o aplicativo com publicidade no Status, mesmo recurso que o Instagram possui para suas parcerias publicitárias. O app de Systrom e Krieger, por outro lado, possui também funções que podem dar dinheiro à empresa que estão na linha do tempo tradicional, como posts patrocionados focados em conversão de vendas ou captação de lides (base de potenciais clientes). Mais recentemente, o Instagram ofereceu uma nova função de shopping dentro do seu aplicativo.

Em um ano marcado pela maior crise da sua história, a saída dos cofundadores do Instagram deixa dúvidas no ar porque uma reportagem do New York Timesinforma que a decisão foi motivada por tensões com Mark Zuckerberg sobre os próximos passos do aplicativo.

Creed II | Adonis enfrenta seu destino em novo trailer

A MGM divulgou o novo trailer de Creed II.

Sylvester Stallone assina o roteiro com Cheo Hodari Coker e produz o longa. Michael B. Jordan vai reprisar o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, deve voltar somente como produtor. Stallone já confirmou que o boxeador Florian Munteanu será o filho de Ivan Drago.

Steven Caple Jr. (Class) dirige a sequência, que tem estreia marcada para 24 de janeiro de 2019, no Brasil.

Inma Cuesta for Telva Magazine by Tomas De La Fuente

Sem título.jpgPhotography: Tomas De La Fuente. Styling: Julia Martinez. Hair & Makeup: Pedro Cedeño. Model: Inma Cuesta.

Galliano celebra liberdade de identidade e gênero na Margiela

Rebelião, geração Z e ‘millenials’ inspiram inconformismo e desconstrução na passarela da marca

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O verão inconformista da Maison Margiela por John Galliano Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters

A ideia de rebelião e de revolta está na origem da mais nova coleção de John Galliano para a Maison Margiela. Desfilada na manhã desta quarta, em Paris, o verão 2019 da marca faz uma ode à liberdade de expressão e de identidade – de pessoas e de coisas – e marca o lançamento de sua mais nova fragrância Mutiny (Motim).

“Havia coisas acontecendo no mundo em meu entorno. Muita agitação em Paris e a marcha das mulheres nos Estados Unidos… Foi a coragem de defender o que você acredita (que me impulsionou nessa temporada). A criatividade é meu motim”, afirma o designer no podcast The Memory of… John Galliano.

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Look do verão 2019 Margiela inspirado em rebelião e nas gerações Z e ‘millenial’ Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP

Assim ele busca traduzir no perfume a na passarela os anseios das gerações Z (mais jovem) e dos millenials (jovens adultos de hoje). No processo de criação, diz ter buscado conversar com os estagiários da grife e ter ficado especialmente impressionado com seu destemor e coragem de ser quem são. E isso se reflete na apresentação.

Antes de seu início, uma série de vídeos estrelados pelos embaixadores do novo perfume sugeriam a atmosfera do que viria a seguir. “Não existe normal. Ser você é uma provocação”, diz a modelo trans Theodora Quinlivan, uma dessas “musas”. “Não seja diferente, seja melhor”, fala a atriz Sasha Lane em outro vídeo.

Uma capa de manga curta em crepe de lã cortada como jaqueta: desconstruindo convenções
Uma capa de manga curta em crepe de lã cortada como jaqueta: desconstruindo convenções Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP

Quando a primeira modelo entra na passarela ao som de um cover de Tainted Love, hino do Soft Cell, esse inconformismo se materializa ainda mais. “Começando com os elementos básicos de um terno cinza, a capa preta, um vestido de noite, Galliano fez cortes precisos nos cotovelos, nas coxas e nos ossos do quadril, permitindo que o brilho de um PVC surgisse entre essas aberturas, que plumas escapassem, que forros em náilon bege emergissem numa sugestão do que pode estar por baixo daquilo”, descreve Vanessa Friedman, do The New York Times.

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Liberdade: o styling da apresentação desprezou convenções de vestir e gênero na apresentação dos looks Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP

São peças desenhadas e cortadas como sobretudos que são usadas como capas, um blazer apresentado como maiô (ou seria o contrário?), um trench-coat usado como vestido, desconstruções de tudo que é convenção na moda.

A isso se soma o casting de modelos andróginos e de gênero fluído, assim como o styling com as roupas colocadas livremente em cada um deles independente da identidade ou aparência. “Todo mundo deveria ser feliz. Todo mundo deveria ser o que quer ser”, defende Galliano.

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A entrada final dos modelos no desfile do verão 2019 da Maison Margiela Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP

Aves de Rapina | Mary Elizabeth Winstead será a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell a Canário Negro

Warner confirmou Mary Elizabeth Winstead como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell como a Canário Negro em Aves de Rapina.

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Mary Elizabeth Winstead & Jurnee Smollett-Bell

Winstead é conhecida por filmes como Scott Pilgrim Contra o Mundo(2010) e Rua Cloverfield, 10 (2016). Já Smollett-Bell fez séries como True Blood (2013-2014) e Underground (2016-2017).

Christina Hodson assinará o roteiro, enquanto Cathy Yan comandará o longa. Margot Robbie reprisa papel de Arlequina e as filmagens estão marcadas para o começo de 2019. Outras personagens que vão aparecer são Canário Negro, Caçadora, Cassandra Cain e Renee Montoya. Máscara Negra será o vilão.

Nos quadrinhos, o grupo Aves de Rapina incluiu, ao longo dos anos, personagens como Batgirl, Hera Venenosa, Mulher-Gato e Katana. O filme chega aos cinemas em 7 de fevereiro de 2020.

Em autobiografia, Gisele revela que já teve pensamentos suicidas e diversas crises de pânico

‘Sentia que tudo poderia me matar’, afirmou modelo

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Modelo Gisele Bündchen 

A modelo brasileira Gisele Bündchen, 38, afirmou que já teve pensamentos suicidas e enfrentou crises de pânico aos 23 anos de idade. Ela revela a informação em sua autobiografia, que deve ser lançada no Brasil em outubro.

“Eu estava em um momento maravilhoso de minha carreira, estava também próxima a minha família e sempre me considerei uma pessoa positiva, então eu entrei em conflito comigo, pensando que eu não deveria estar sentindo tudo aquilo”, afirmou a modelo ao site americano Page Six.

As crises começaram após a modelo enfrentar um voo turbulento em um avião pequeno, em 2003. “Cheguei a pensar que se eu pulasse de cima do telhado, tudo iria terminar, e eu jamais precisaria me preocupar com esses sentimentos”, explicou a modelo.

“Senti que tudo poderia me matar. Primeiro, os aviões e os elevadores, depois os túneis, os hotéis, os estúdios de modelo, os carros. Até que isso aconteceu dentro do meu próprio apartamento”, revela Bündchen.

A modelo conta que muitos pensamentos lutavam contra a ideia de morte. “Talvez fosse mais fácil se eu pulasse. Tudo iria acabar. Eu poderia me livrar disso. Mas eu pensei por um momento que eu era uma garota de 23 anos. Eu queria dizer a ela que tudo ficaria bem e que ela estava apenas começando a viver a sua vida. Por um momento, a única resposta correta parecia ser: pule”.

Bündchen conta que procurou ajuda médica e conseguiu mudar diversos aspectos em sua vida. “Eu estava fumando cigarros, tomando uma garrafa de vinho e três frapuccinos por dia, e eu queria desistir de tudo isso de uma vez só, por que isso poderia ser uma das causas de tanta dor”, afirmou a modelo.

Após terminar o relacionamento com o ator Leonardo DiCaprio, 48, em 2005, Bündchen encontrou a felicidade  com o jogador Tom Brady, 41. Eles se casaram em 2009 e tiveram os filhos Benjamim, 8, e Vivian, 5.

Mesmo assim, a modelo enfrentou novos medos. “Quando eu me tornei mãe, eu meio que me perdi, como se parte de mim tivesse morrido”, afirma a modelo. “Sempre fui uma pessoa muito independente, tudo era em relação a mim. Agora, eu tinha aquele pequeno ser para cuidar, e de repente, senti que eu não poderia fazer mais nada, e isso foi muito duro para mim”, revela a modelo.

Com o apoio do marido, a modelo diz que encontrou conforto em sua nova família. “Eles estão florescendo e vão se tornar lindos anjos, por que é isso que eles são”, afirmou.

Atolada em dívidas de mais de R$ 6 mi, mãe de Lindsay Lohan pede falência nos EUA

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Lindsay Lohan com a mãe, Dina Lohan

Mãe de Lindsay Lohan e tão polêmica quanto a filha, Dina Lohan deu entrada em um pedido de falência na justiça dos Estados Unidos na última segunda-feira. O caso corre em uma corte de Los Angeles, e de acordo com os papeis da ação ela tem dívidas que somam quase US$ 1,6 milhão (R$ 6,53 milhões) e incluem um empréstimo de US$ 1,55 milhão (R$ 6,33 milhões) com a financeira PennyMac Loan Services além de US$ 4.651 (R$ 18.990) e US$ 9 mil (R$ 36,7 mil) em impostos devidos nos estados da Califórnia e de Nova York, respectivamente.

Em abril, Dina perdeu uma batalha de meses com credores, entre os quais o banco JPMorgan Chase, e precisou entregar para as autoridades a casa avaliada em US$ 1,4 milhão (R$ 5,72 milhões) e localizada em um subúrbio nos arredores de NY onde criou LiLo e os irmãos da atriz. A princípio o imóvel deveria ir a leilão nas próximas semanas, mas o pedido de falência deverá interromper a venda no martelo. [Anderson Antunes]