SEC processa Musk por fraudar tuítes sobre saída da Tesla da Bolsa; ações caem 13%

SEC, órgão equivalente a Comissão de Valores Mobiliários no Brasil, disse que o presidente da Tesla mentiu e enganou acionistas
Por Agências – Reuters

Elon Musk
SEC acredita que Elon Musk foi leviano ao publicar tuítes falsos e enganosos 

O fundador e presidente da fábrica de carros elétricos Tesla, Elon Musk, responderá por fraude no Tribunal Federal de Nova York. O processo contra ele foi aberto nesta quinta-feira, 27, pela Securities and Exchange Comission (SEC), órgão americano correspondente a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil.

Após dois meses de investigação, a SEC afirma que executivo mentiu aos investidores ao publicar tuítes “falsos e enganosos” sobre o suposto fechamento de capital da Tesla, em 7 de agosto. O órgão pede que Musk seja proibido de assumir a direção de empresas de capital aberto. As ações da companhia caíram até 13% após o fechamento do mercado, cotadas a US$ 265.

A investigação foi motivada pelo fato de o presidente da Tesla ter usado sua conta pessoal no Twitter para dizer que cogitava tirar a empresa da Bolsa caso o preço da ação batesse US$ 420. Dias depois, a imprensa americana noticiou que o xerife do mercado de capitais investigava o uso da rede social, e não dos canais oficiais de informação aos investidores, para divulgar a notícia.

No documento entregue à Justiça americana, a SEC diz que Musk “sabia ou era imprudente em não saber” que seus tuítes sobre tirar a Tesla da Bolsa eram falsos e enganosos, dado que ele nunca havia discutido tal transação com nenhuma fonte de financiamento.

À época, Elon Musk disse publicou a informação porque estava em negociações avançadas com o fundo soberano da Arábia Saudita (PIF), que emprestaria o dinheiro para a transação. Musk desistiu de tirar a Tesla da Bolsa 18 dias após os primeiros tuítes.

Nesta quinta, a SEC disse que o presidente da Tesla foi leviano ao declarar que, para fechar o capital da empresa, seria necessário apenas um voto dos acionistas. O órgão pede ainda que a Justiça imponha uma multa a Musk, cujo valor não foi revelado.

Em um comunicado, Musk disse que estava triste e desapontado com a SEC. “Sempre tive cuidado com a verdade, transparência e com os investidores. Integridade é o valor mais importante da minha vida e os fatos vão mostrar que nunca comprometi isso”, afirmou.

Reincidência. Esta não é a única investigação sobre Musk. O Departamento de Justiça (DoJ) dos EUA pediu documentos oficiais sobre as motivações para o tuíte do dia 7 de agosto. Nesse caso, os promotores vão avaliar se Musk tentou, com suas declarações, influenciar o mercado – ao dizer que já tinha “capital garantido” para fechar a empresa, o executivo fez as ações da Tesla dispararem 11%. A investigação ainda está em fase inicial.

Robert Pattinson e Mia Goth são vistos juntos depois que ex-companheiros começaram a namorar

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Mia Goth, Juliette Binoche e Robert Pattinson ‘High Life’ photocall, 66th San Sebastian Film Festival, Spain – 27 Sep 2018 Mandatory Credit: Photo by REX/Shutterstock 

Às vezes a vida prega algumas peças. Logo depois de rumores apontarem que o ator Shia LaBeouf está namorando a cantora FKA Twigs, Robert Pattinson e Mia Goth, ex-companheiros dos dois, apareceram juntos no Festival Internacional de San Sebastian.

No entanto, ao contrário do novo casal do pedaço, Robert Pattinson e Mia Goth estão trabalhando. A dupla posou para fotos do filme High Life. Ainda participou da foto Juliette Binoche, que também está no elenco.

Robert Pattinson e FKA Twigs chegaram a noivar em 2015, mas se separam em 2017 por conta do tempo afastados. Enquanto isso, Shie LaBeouf e Mia Goth, que estavam juntos desde 2012, entraram recentemente em processo de divórcio.

Shie LaBeouf e FKA Twigs se conheceram nos bastidores de Honey Boy, filme escrito e produzido por LaBeouf que serve como um drama autobiográfico. Os dois foram vistos deixando juntos a casa do ator em Londres ainda na quarta-feira (26), o que fizeram aumentar os rumores. [Bruno Tomé]

Fim do plástico: moda ecológica torna-se realidade nas passarelas

“Um mundo melhor não virá se não tomarmos medidas hoje”, disse Yolanda Zobel, nova designer da marca futurista francesa Courreges

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Modelo que representa a marca Courreges  Foto: Bertrand Guay/AFP

Esse dia pode ter demorado para chegar, mas a moda ecológica não é mais um sonho hippie. Jaquetas de motociclista feitas de folhas de abacaxi e couro curtido com extrato de azeitona, em vez de com substâncias químicas altamente poluentes, estão agora ao alcance, dizem os especialistas.

Todos, desde jovens designers de vanguarda até grandes marcas, estão correndo para entrar nessa onda, com tênis com solados feitos de garrafas plásticas recicladas que já estão vendendo milhões de unidades.

Somente no ano passado, a Adidas vendeu um milhão de seus tênis Parley – feitos de plástico pescado no oceano – e a gigante esportiva alemã está aumentando a produção de uma variedade de produtos igualmente reciclados.

Na quarta-feira, Yolanda Zobel, a nova designer da marca futurista francesa Courreges, fez o “impensável” e declarou que estava eliminando o vinil que tem sido o símbolo da empresa desde os anos 1960.

Depois de uma coleção cápsula final chamada “Fin de Plastique” (O Fim do Plástico) que reduzirá seus estoques de vinil, a alemã tentará originar versões sustentáveis ​​ou recicladas do material brilhante.

“Um mundo melhor não virá se não tomarmos medidas hoje”, disse Zobel.

As atitudes em relação à moda ecológica “mudaram totalmente nos últimos anos”, disse Marina Coutelan, que ajuda a administrar a Premiere Vision, uma feira semestral extremamente influente em Paris, onde as pessoas que agitam a indústria da moda se reúnem em busca de novos materiais e ideias.

Millennials promovem a mudança

Com os millennials (aqueles nascidos entre 1980 e 2000) agora começando a ditar as regras na indústria da moda, “estamos vendo muitos produtos da moda de materiais sustentáveis, ​​porque eles cresceram com a ideia de que precisamos ser ecorresponsáveis” disse Coutelan à AFP.

Um exemplo são as estrelas em ascensão Rushemy Botter Lisi Herrebrugh, a dupla holandesa que acaba de ser contratada para assumir a maison Nina Ricci Paris.

“Sempre se falou da moda sustentável”, disse Herrebrugh, de 28 anos. “Agora é algo que podemos ver”.

Sua própria marca Botter fabrica chapéus, cachecóis e jaquetas de sacolas plásticas recicladas e garrafas encontradas no mar – uma causa cara a Botter, que nasceu na ilha caribenha de Curaçao.

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Imagens do desfile da marca Courreges  Foto: Bertrand Guay / AFP

As cadeias de lojas podem ainda ser obcecadas com moda rápida e descartável, mas marcas de luxo estão liderando o caminho na tentativa de repensar o negócio, disse Coutelan.

Ela aponta para a gigante francesa Kering, que é dona da GucciSaint LaurentBalenciaga Alexander McQueen, entre outras, como uma das pioneiras da sustentabilidade.

Segundo maior poluidor

A marca “reduziu seu impacto ambiental em um quarto e espera reduzi-lo em 40% até 2025”, disse.

Mesmo assim, a moda ainda é, segundo algumas medidas, a segunda indústria mais poluidora do mundo.

Kering até recentemente possuía uma participação de 50% da Stella McCartney, a marca que mais rompeu barreiras éticas e ambientais, recusando-se a usar peles, couro ou penas.

A designer britânica usa lã reciclada e poliéster feito de garrafas plásticas de água, e pretende parar de usar nylon “virgem” dentro de dois anos e poliéster novo em 2025.

 

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Mais imagens do desfile da marca Courreges  Foto: Bertrand Guay / AFP

Os convites para seu desfile na semana de moda de Paris na segunda-feira proclamam que “o verde é o novo preto” e apresentam um novo desenho animado no qual ela estrela com o personagem Minnie The Minx em uma história exaltando as virtudes do cashmere reutilizado.

McCartney disse à AFP que gostaria de ir mais rápido, mas “a tecnologia de que precisamos para chegar a esse ponto ainda não está disponível de maneira sustentável e circular”.

Os ativistas dizem que existem várias maneiras de fazer roupas sustentáveis. A jovem designer francesa Marine Serre é, muitas vezes, uma recicladora brilhante – transformando, por exemplo, colchas velhas em vestidos de noite, desfilados na Semana de Moda de Paris nessa terça-feira, 25.

Enquanto isso, a canadense Marie-Eve Lecavalier ganhou fama com malhas de couro feitas de sobras de extremidades rejeitadas por marcas de luxo.

“Dá muito trabalho, mas o resultado é ótimo. Na América do Norte, as pessoas desperdiçam muito. Precisamos encontrar outro caminho”, disse à AFP.

Com o processo de curtimento sendo um dos negócios mais sujos do mundo, alternativas ao couro como o Pinatex, feito das fibras das folhas de abacaxi, mas igualmente maleável e forte, estão ganhando terreno.

Hugo Boss já fabricou tênis com o material, que está sendo comercializado pela empresa britânica Ananas Anam, que trabalha com cooperativas de agricultores nas Filipinas.

O grupo alemão Wet Green desenvolveu uma linha potencialmente revolucionária chamada Olivenleder, de couros biodegradáveis curtidos com um agente feito de fibras de azeitona. São tão seguros que “você pode até comê-los”, brincou o porta-voz Thomas Lamparter.

Para Chantal Malingrey, da Premiere Vision, a moda totalmente sustentável “ainda não é a norma”. Mas tal é o ritmo da inovação, diz ela, que a tendência é “irreversível”.

Amazon inaugura loja apenas com produtos bem avaliados pelos clientes

A nova loja, chamada de “Amazon 4 estrelas”, seleciona os produtos mais bem avaliados baseando-se nos dados de consumo de seus usuários no site; a novidade é mais um sinal do interesse da empresa em ampliar cada vez mais sua presença no varejo físico

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Assinantes do Amazon Prime terão desconto na nova loja da Amazon

A Amazon inaugurou nesta quarta-feira, 26, uma nova loja na cidade de Nova York, que venderá brinquedos, itens de casa, e outros produtos. A novidade, chamada de “Amazon 4 estrelas”, selecionará os produtos mais bem avaliados baseando-se nos dados de consumo de seus usuários no site – desse mesmo jeito ela vai selecionar uma seção com os produtos mais populares de Nova York.

Na loja, os clientes poderão usar e testar o alto falante inteligente Echo, o livros eletrônicos Kindle, e outros produtos da Amazon. Lá também será possível encontrar livros, jogos, e itens de cozinha.

Quem for usuário do Amazon Prime terá vantagens na “Amazon 4 estrelas”. Para assinantes, os preços da loja física serão os mesmos do site – as etiquetas de preço serão digitais e sincronizadas com os valores da plataforma online. Quem não for assinante pagará o preço de tabela da loja.

Não está claro o interesse da Amazon em apostar especificamente nesse formato de loja – a empresa não comentou sobre seus planos por trás da “Amazon 4 estrelas”. Mas, a companhia é conhecida por experimentar diversas coisas.

Lojas físicas. No ano passado, a Amazon comprou a  cadeia de supermercados Whole Foods, em 2017, por US$ 13,7 bilhões, em uma movimentação que mostrou a ambição da empresa em ir além de seu império virtual. Além disso, a agência de notícias Bloomberg disse este mês que a Amazon Go, seu supermercado sem caixa, pode ter 3 mil novas lojas nos Estados Unidos até 2021. [Reuters]

Facebook usa número de telefone de usuários para vender anúncio

Dado é fornecido pelo próprio usuário para autenticação de acesso; rede social pede para que número de celular seja enviado como forma de aumentar a segurança da conta

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Mark Zuckerberg é o presidente do Facebook

O Facebook confirmou nesta quinta-feira, 27, que também usa para ofercer publicidade aos usuários o número de telefone celular que é fornecido para garantir a segurança das contas.

Hoje, a rede social pede que todos seus usuários deem o número do celular como forma de autenticar acesso na plataforma, mas não deixa claro que usará a informação para outros fins.

A confissão do Facebook foi uma resposta a uma reportagem publicada na última quarta, no site americano Gizmodo. O site publicou um estudo feito por acadêmicos de duas universidades americanas sobre como o Facebook usa informações pessoais de seus usuários para oferecer anúncios sem o consentimento deles. Foi assim que os pesquisadores descobriram que a rede social usava os dados originalmente fornecidos pelos usuários para a proteção de suas contas.

O uso sem autorização já era algo suspeito entre os especialistas.  Meses atrás, usuários da rede social receberam notificações do Facebook nos celulares cujo número foi fornecido para autenticar a segurança. À época, a empresa disse que era um incidente devido a um erro no código da plataforma.

A justificativa na época veio em uma postagem no blog da rede social em que Alex Stamos, um dos diretores da empresa, disse que “a última coisa que o Facebook quer é que as pessoas evitem usar recursos de segurança porque temem receber notificações não relacionadas”.

Questionado novamente nesta quinta, o Facebook confirmou aos sites americanos que usam “as informações que as pessoas fornecem para garantir a elas uma experiência melhor e mais personalizada, incluindo anúncios”. A rede social disse ainda que é “clara como usa as informações que coleta” e que os usuários podem gerenciar e excluir informações a qualquer momento.

Para não permitir que o Facebook vendas anúncios com base nos dados do celular, a rede social diz que é necessário excluir o número do telefone na plataforma.

Verba. A publicidade é a principal fonte de renda de empresas de tecnologia, como o Facebook. No último trimestre, a rede social registrou uma receita de US$ 13,2 bilhões garantidos com o uso de publicidade no site.

Donatella tranquiliza fãs sobre futuro da Versace após a marca ser comprada pela Michael Kors

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Donatella Versace

O universo fashion foi pego de surpresa nessa semana com o anúncio da compra da mítica Versace pela Michael Kors. A compra da marca italiana fundada por Gianni Versace em 1978 custou à concorrente americana € 1,83 bilhão (R$ 8,91 bilhões), valor referente ao controle total das ações, que eram divididas até então entre Allegra Versace (50%), Santo Versace (30%) e Donatella Versace (20%), respectivamente a sobrinha, irmão e irmã de Gianni.

A dúvida que pintou entre a turma da moda logo após a notícia era se a venda poderia colocar em cheque o DNA da Versace. Em outras palavras, a pergunta que não queria calar era: A Versace vai perder sua essência? Acompanhando de perto esse movimento, Donatella, que é a alma do negócio, tratou de se pronunciar em suas redes sociais e nas da marca, que juntos totalizam quase 18 milhões de seguidores, nessa quinta-feira, para explicar o futuro da Versace.

“Vocês todos sabem como eu amo a interação que tenho com todos vocês aqui. Primeiramente, quero que saibam que EU NÃO vou a lugar algum, então àqueles que querem se livrar de mim, bem… isso não vai acontecer!” Ainda respondendo ao “zum zum zum”, completou: “Também quero assegurar que a Versace permanecerá ITALIANA, Made in Italy e que manterá a atitude glamourosa, ousada e inclusiva que fez com que todos a amassem. Isso é apenas o começo de uma empolgante nova aventura que espero que vocês vivam junto comigo!” A ver!

Em pista de corrida, Off-White mistura esporte, balé e alfaiataria

Marca de Virgil Abloh, o diretor artístico do masculino da Vuitton, contou com Neymar na primeira fila
Sergio Amaral – O Estado De S.Paulo

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Bella Hadid e Kendall Jenner abrem o desfile do verão 2019 da Off-White, em Paris Foto: Thibault Camus/AP Photo

Virgil Abloh é “O” cara. Arquiteto, designer, DJ e artista plástico, o amigo do clã Kardashian-West vive um momento de um hype imenso em torno de suas criações. São desejadíssimas (e comentadíssimas para o bem e para o mal) suas criações para o masculino da Louis Vuitton, seus tênis em parceria com Nike e Converse, as malas em parceria com a Rimowa e os móveis e objetos para a casa da Ikea. O mesmo efeito recai também sobre as roupas de sua marca própria, a Off-White, que desfilou na noite desta quinta, 27, em Paris.

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A modelo Kaia Gerber com uma das criações que mistura texturas de diferentes peças esportivas da Nike Foto: Thibault Camus/AP Photo

Com sala cheia, clima de festival de música e “Brumar” na primeira fila (sentados entre a atriz e modelo Cara Delevigne e o lateral-direito e colega de PSG Daniel Alves), a grife mostrou sua coleção Track & Field numa passarela montada como uma pista de atletismo.

Bella Hadid e Kendall Jenner abrem o desfile em looks “total-white” com camisas, saias e scarpins. O que vem em seguida é uma mistura de roupas esportivas, como bodies, macacões, calças e bermudas de corrida, muitas delas construídas a partir de um patchwork de retalhos de roupas da Nike, misturadas a camisas, corsets, chemises, calças de alfaiataria e blazers mais formais, além de tutus de balé.

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Um dos looks da coleção de Virgil Abloh que mistura esportes, balé e alfaiataria Foto: Thibault Camus/AP Photo

Na cartela de cores reinam combinações de branco, preto e verde-limão, com destaque para uma estampa de cobra em versão esportiva. O combo de acessórios inclui peças statement polêmicas, como scarpins com cabedal de tênis, um colar futurista que lembra um controle de Nintendo Wii e pochetes presas às coxas.

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A noiva da Off-White: streetwear de luxo numa passarela montada como pista de atletismo Foto: Thibault Camus/AP Photo

Desse encontro de universos opostos, street e alfaiataria, rua e tradição, a Off-White vai reforçando seu repertório e consolidando um séquito de fãs e seguidores (quase 5 milhões no Instagram @off___white). Um fenômeno típico da moda de agora. Se vai durar, só o tempo dirá.

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A cobra fluo do verão 2019 da Off-White Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP
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Outro look da coleção, aqui com a pochete de coxa, que promete fazer sucesso entre os fãs-seguidores da Off-White Foto: FRANCOIS GUILLOT/AFP

Johnnie Walker atualiza o “keep walking” em campanha publicitária

A campanha aposta no coletivo, com o título “O progresso de um é o progresso de todos”
Por AdNews

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Johnnie Walker mostra o homem caminhante em uma situação inédita (Youtube/Reprodução)

Depois de comemorar os 110 anos da criação do ícone Striding Man, Johnnie Walker, marca de whisky da Diageo, coloca o homem caminhante em uma situação inédita, marchando ao lado de diferentes tipos de pessoas. A campanha aposta no coletivo, com o título “O progresso de um é o progresso de todos”.

Batizado de Striding Hu[Man]s, o conceito criado pela CP+B Brasil ganha uma campanha integrada que dura até o final do ano. A nova comunicação também será fortalecida por ativações de relações públicas desenvolvidas pelo escritório. Produzido pela Paranoid, o primeiro filme que marca o novo posicionamento da marca será veiculado na TV paga e nas redes sociais a partir de 27 de setembro.

Com um olhar otimista para a realidade, a produção mostra ao espectador a força do coletivo, do caminhar junto. “O filme convida as pessoas a refletirem que quando estamos juntos temos mais força para seguir em frente. Uma inspiração num momento de tamanha polarização”, diz Guilherme Martins, executivo de marketing do portfólio de whisky da Diageo.

Na mesma semana, a série de intervenções-urbanas de surpresa criadas pelo escritório, o Em Branco, que a marca têm realizado por São Paulo e Recife ganha força. A estratégia de comunicação conta ainda com materiais de mídia out of home (OOH) com peças sequenciais e mídia indoor em pontos estratégicos, entre eles o Shopping JK Iguatemi e o Aeroporto de Guarulhos.

Nos próximos meses, a campanha se desdobra com novos materiais, além de ações nos pontos de venda. Confira o filme abaixo:

Para além de Hedi Slimane: outras duas estreias de Paris

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Yolanda Zobel tem boas ideias pra Courréges, mas o desfile é desigual.

Todo mundo está na expectativa sobre a estreia de Hedi Slimane na Celine nessa temporada de primavera-verão 2019 na Semana de Moda de Paris, mas outras duas estreias aconteceram: Yolanda Zobel na Courrèges e Casey Cadwallader na Mugler. Ambas as marcas são importantes joias da moda francesa: a Courrèges foi um dos nomes principais do futurismo space age da década de 60 e um dos pioneiros da minissaia, teve uma ressurreição interessante nos últimos anos e uma jaquetinha hit, de vinil e logo no peito, que ficou na mira das meninas bacanas; a Mugler, um auge nos anos 80 e 90 com suas mulheres esculturais, também teve uma ressurreição menos recente com Nicola Formichetti, conhecido por ser o stylist por trás dos looks mais loucos de Lady Gaga (incluindo o vestido de carne), e depois uma sequência de coleções boas mas com menos repercussão de David Koma.

E o que rolou na passarela, então? Yolanda tem boas ideias, mas ainda paira a dúvida se a seminudez de transparências despudoradas e biquínis urbanos tem vez (e impacto) no imaginário das millennials de hoje como a minissaia teve no passado. Já Casey não causou impacto mas parece estar no caminho certo: ele mistura volumes em drapeados assimétricos e alfaiataria oversize com a silhueta ampulheta que o fundador Thierry Mugler gosta tanto. Desenhos à arte abstrata e jeans branco com nervuras de pesponto também se destacam. Veja mais abaixo!