Para além de Hedi Slimane: outras duas estreias de Paris

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Yolanda Zobel tem boas ideias pra Courréges, mas o desfile é desigual.

Todo mundo está na expectativa sobre a estreia de Hedi Slimane na Celine nessa temporada de primavera-verão 2019 na Semana de Moda de Paris, mas outras duas estreias aconteceram: Yolanda Zobel na Courrèges e Casey Cadwallader na Mugler. Ambas as marcas são importantes joias da moda francesa: a Courrèges foi um dos nomes principais do futurismo space age da década de 60 e um dos pioneiros da minissaia, teve uma ressurreição interessante nos últimos anos e uma jaquetinha hit, de vinil e logo no peito, que ficou na mira das meninas bacanas; a Mugler, um auge nos anos 80 e 90 com suas mulheres esculturais, também teve uma ressurreição menos recente com Nicola Formichetti, conhecido por ser o stylist por trás dos looks mais loucos de Lady Gaga (incluindo o vestido de carne), e depois uma sequência de coleções boas mas com menos repercussão de David Koma.

E o que rolou na passarela, então? Yolanda tem boas ideias, mas ainda paira a dúvida se a seminudez de transparências despudoradas e biquínis urbanos tem vez (e impacto) no imaginário das millennials de hoje como a minissaia teve no passado. Já Casey não causou impacto mas parece estar no caminho certo: ele mistura volumes em drapeados assimétricos e alfaiataria oversize com a silhueta ampulheta que o fundador Thierry Mugler gosta tanto. Desenhos à arte abstrata e jeans branco com nervuras de pesponto também se destacam. Veja mais abaixo!

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