BGS 2018: Nintendo vai vender cartões pré-pagos com jogos no Brasil

Empresa volta a se aproximar do mercado brasileiro, mas ainda não tem data para vender o Switch por aqui; sistema de venda será parceria com as Lojas Americanas

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Os cartões pré-pagos que estarão à venda no Brasil pela Nintendo

A Nintendo está dando mais um passo para se aproximar do mercado brasileiro: a partir da semana que vem, a empresa vai começar a vender cartões pré-pagos com códigos para download de seus principais jogos no Brasil. Segundo Bill van Zyll, diretor de marketing da empresa para a América Latina, é mais uma forma da companhia trazer produtos aos fãs brasileiros — a vantagem dos cartões pré-pagos é que eles podem ser adquiridos com cartão de débito ou dinheiro, algo que não estava disponível até o momento para os donos de um Nintendo Switch.

“Estamos aumentando a forma de acesso”, diz o executivo. Em junho, vale lembrar, a Nintendo lançou no País a Loja Nintendo, site que vende códigos de download dos jogos do Nintendo Switch por aqui, mas apenas via cartão de crédito. O anúncio foi feito durante a Brasil Game Show, feira de games que acontece até domingo, 14, em São Paulo. No evento, também é possível adquirir os cartões nas Lojas Americanas, que terá exclusividade sobre a venda dos cartões pré-pagos.

É ainda a primeira vez que a Nintendo participa da Brasil Game Show desde 2012 — nesta edição, a companhia japonesa patrocina a área de cosplays da feira, além de ter intermediado a vinda de Charles Martinet, dublador do encanador Mario, ao País.

Ainda é cedo, no entanto, para considerar que a Nintendo está completamente de volta: durante a entrevista ao Estado, van Zyll disse que a empresa não tem previsão de vender o Switch por aqui. “É um produto físico, teríamos de importá-lo e isso envolve questões como câmbio e impostos de importação. Não seria um preço interessante no momento”, declarou o executivo. “Estamos trazendo os jogos agora porque sabemos que muitos brasileiros compram seus Switches no exterior e os trazem na mala.”

Van Zyll, no entanto, não considerou o fato de que boa parte dos Switches existentes no País chega por aqui via contrabando (mercado cinza). Questionado sobre o assunto, ele reiterou que “não é a forma ideal” e que a empresa prefere só trazer o Switch ao Brasil quando ele for “acessível aos brasileiros” — e não quando apenas poucos possam pagar pelo console.

Além disso, o executivo ressaltou o lançamento do Nintendo Switch Online, serviço de games pela internet da empresa, por aqui — desde setembro, é possível assinar o programa, que dá suporte a partidas pela internet e acesso a uma biblioteca de jogos do Nintendo Entertainment System (NES ou Nintendinho, como é conhecido por aqui).

A assinatura mensal sai por cerca de R$ 20; já a anual, por R$ 75. Também é possível adquirir a assinatura do Nintendo Switch Online pelos cartões pré-pagos — algo que Sony e Microsoft, com PlayStation Plus e Xbox Live Gold, respectivamente, já praticam no País há anos. [Bruno Capelas]

Ivyrevel Love Is Love Fashion Editorial Shot On Film With Dalianah Arekion

Ivyrevel-Love-Is-Love-Fashion-Editorial-1Brand: Ivyrevel. Photographer: Amanda Gylling. Creative Director & Styling: Sebastian Hammarberg. Hair & Makeup: Evelina Andersson. Models: Dalianah Arekion, Sarah Gustafsson, Ibrahim Gomina and Lucas Graaf.

Holograma de Amy Winehouse fará turnê de shows em 2019

Cantora, morta em 2011, voltará aos palcos com versão digital acompanhada por banda ao vivo

amy_winehouse26Um holograma de Amy Winehouse fará shows em uma turnê mundial a partir de 2019. Segundo o The Guardian, a versão digital da cantora vai apresentar as músicas da britânica, que morreu em julho de 2011, acompanhada de uma banda ao vivo, com duração entre 75 a 110 minutos. Ainda não há informações de agenda.

Segundo o pai de Amy, Mitch Winehouse, a experiência será como um sonho em que ele vai poder rever a filha. “A música dela tocou milhões de pessoas e isso significa que seu legado continuará de um jeito inovador.” Mitch ainda afirma que a turnê vai levantar fundos para a Fundação Amy Winehouse, voltada para a educação de jovens que lutam contra o vício em álcool e drogas.

O projeto é o terceiro da produtora Base Hologram, que atualmente apresenta shows póstumos do cantor americano Roy Orbison e da soprano Maria Callas.

A possibilidade de “ressuscitar” grandes nomes da música começou em 2012, quando uma versão digital do Tupac apareceu no palco do festival Coachella. Billie Holliday é outra representada pela tecnologia, que entoa suas canções em shows diários de 40 minutos no Teatro do Holograma em Los Angeles. Whitney Houston e Frank Zappa são nomes cotados para retornarem aos palcos no mesmo formato.

Dakota Johnson revela que gostaria de ser a Mulher-Gato no cinema

Atriz é conhecida pela franquia 50 Tons de Cinza

dakota-johnson-style-fifty-shades-of-grey.jpgEm entrevista para a Vanity Fair (via HH), Dakota Johnson revelou que gostaria de interpretar a Mulher-Gato nos cinemas. A atriz participou de um quadro com um “detector de mentiras” e, ao ser questionada se já tinha pensado em estrelar um filme da Marvel, respondeu:

“Sim. [Gostaria de ser] a Mulher-Gato. Mas ela não é da Marvel né? É da DC”.

Johnson está no elenco de Maus Momentos no El Royale, que chega ao Brasil no começo de 2019, e também no remake de Suspiria. [Camila Sousa]

Princesa Eugenie, neta da rainha Elizabeth II ousa ao deixar cicatriz à mostra em casamento

Princesa Eugenie fez questão que seu vestido de casamento tivesse decote nas costas para mostrar as marcas de cirurgia de escoliose

princesa4princesa Eugenie, neta da rainha Elizabeth II, se casou nesta sexta-feira (12) com o empresário Jack Brooksbank, em Windsor. Com as costas à mostra, a noiva chamou a atenção para suas cicatrizes, deixadas por uma cirurgia durante a infância.

Com mangas longas, saia cheia e delicados bordados, o vestido foi um dos grandes destaques da cerimônia. Foi encomendado pela princesa aos estilistas Peter Pilotto e Christopher De Vos.

princesaeugenie6Segundo Eugenie, um de seus maiores desejos era que a roupa tivesse um decote nas costas e deixasse à vista a cicatrizes de uma operação de escoliose a que ela foi submetida quando tinha 12 anos.

“É uma maneira adorável de honrar as pessoas que cuidaram de mim”, afirmou a princesa em uma entrevista antes do casamento. “É uma forma de defender os jovens que também passam por isso”, completou.

A noiva também escolheu usar a tiara que foi confeccionada para o casamento de sua mãe em 1986. O anel de casamento foi desenhado pelo casal e exibe uma grande safira rosa cercada por diamantes. Segundo relatos, estima-se que valha 100.000 libras (quase 500.000 reais).

Eugenie, de 28 anos e nona na linha de sucessão ao trono britânico, é filha de Andrew, duque de York, e Sara Ferguson, que há vários anos estão divorciados.

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O casamento da princesa Eugenie com Jack Brooksbank na capela de São Jorge em Windsor – 12/10/2018 (Jonathan Brady/Pool/Reuters)

A cerimônia de casamento foi realizada na capela de São Jorge, no castelo de Windsor, onde o príncipe Harry se casou com Meghan Markle. Os filhos de Kate e William, o príncipe George e a princesa Charlotte, desempenharam a função de pajem e daminha.

O noivo, Jack, 32 anos, atua no setor hoteleiro, mas também ficou conhecido por gerenciar o Mahiki, uma popular casa noturna de Londres. Já Eugenie atua no mercado de arte.

O casal ficou noivo em janeiro deste ano, na Nicarágua, e anunciou o casamento pouco depois do noivado.

Com menos atenção da imprensa que os primos, a princesa convidou 250 pessoas a mais que Harry para seu casamento. No total, 850 convidados assistiram à cerimônia – e outros 1.200 ficaram do lado de fora da capela, para saudar os noivos depois do casamento.

Os noivos convidaram famosos como Naomi Campbell, Cara Delevingne, Ellie Goulding e George e Amal Clooney.

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Princesa Eugenie e Jack Brooksbank se beijam após o casamento na Capela de São Jorge no Castelo de Windsor – 12/10/2018 (Toby Melville/Reuters)

Aquaman e Mera estão em nova capa de revista – confira

A revista Total Film  divulgou a capa de sua nova edição, dedicada à Aquaman. Veja abaixo:

tf.jpgO elenco de Aquaman conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). Yahya Abdul-Mateen II vive o Arraia Negra. James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall. A Warner confirmou ao site Omelete recentemente que o longa teve sua estreia adiantada no Brasil para 13 de dezembro. [Camila Sousa]

Nan Goldin estampa novas bolsas da Medea

It-label italiana fecha parceria com a icônica fotógrafa do underground nova-iorquino
Por Nô Mello
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Nan Goldin estampa bolsas da Medea (Foto: Reprodução/ Nan Goldin / Courtesy of Medea)

Conhecidas por suas totes monocromáticas que já ganharam os closets de Paloma Elsesser e Petra Collins, as irmãs Camilla Giulia Venturini decidiram ampliar os horizontes de sua label Medea e apostar no controverso trabalho de Nan Goldin, ícone do underground nova-iorquino nas artes, para conceber com as duas uma edição limitada de bolsas.

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Nan Goldin estampa bolsas da Medea (Foto: Reprodução/ Nan Goldin / Courtesy of Medea)

Nan Goldin escolheu duas imagens emblemáticas de sua carreira para estampar as novas peças: Trixie on a Ladder, NYC, clicada em Nova York em 1979, e que traz uma drag queen posando sentada em uma escada, e Taboo! in the Bathroom (1991), com Jimmy Paulette (alter ego de seu hairstylist, Jimmy Paul – você talvez se lembre dele porque ele também estampa a collab de Nan Goldin com a Supreme). “Ela amou a ideia de imprimir seus trabalhos nas bolsas, como se fossem um veículo de massa”, comentou Camila sobre a participação da fotógrafa à Vogue americana.

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Nan Goldin estampa bolsas da Medea (Foto: Reprodução/ Nan Goldin / Courtesy of Medea)

São dois modelos diferentes, feitos em edições limitadas de 500 unidades cada, em três tamanhos e três cores já à venda no site da marca e também nas multimarcas Dover Street Market, Selfridges e The Broken Arm. Run!nan_goldin_estampa_bolsas_da_medea_1

Nan Goldin estampa bolsas da Medea (Foto: Reprodução/ Nan Goldin / Courtesy of Medea)

Efeito reverso: lei para proteger prostitutas na França gera aumento da violência

Trabalhadoras do sexo dizem que são obrigadas a correr riscos
Elian Peltier e Emma Bubola, The New York Times

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Algumas prostitutas da França dizem que enfrentam mais violência em decorrência de uma lei de 2016 que castiga seus clientes. Vigília em homenagem a Vanesa Campos, morta em agosto. Foto: Lionel Bonaventure/Agence França-Presse – Getty Images

PARIS – Para muitas prostitutas na França, a morte de Vanessa Campos foi uma prova do crescente perigo enfrentado por elas depois que o parlamento aprovou dois anos atrás uma lei penalizando aqueles que pagam pelo sexo, em vez daqueles que o oferecem.

Vanessa Campos, uma peruana de 36 anos, fazia parte de um grupo de prostitutas transgênero que trabalhavam em Bois de Boulogne, um parque arborizado no oeste de Paris. Certa noite, em meados de agosto, ela foi baleada e morta quando ladrões tentaram roubar seu cliente, que sobreviveu.

“Morrer na mata assim não é jeito de terminar a vida”, lamentou Giuliana, peruana de 38 anos que anunciou apenas o primeiro nome, temendo pela própria segurança.

Os clientes de uma prostituta podem agora ser multados em até 1.500 euros, ou cerca de 1.750 dólares, e aproximadamente 2.800 pessoas receberam a punição até o momento, de acordo com o Ministério do Interior.

A lei tinha como objetivo coibir a prostituição e aumentar a segurança para as prostitutas. Mas, de acordo com elas, o trabalho se tornou muito mais perigoso.

As prostitutas dizem que um dos fatores que resulta numa maior exposição à violência é o fato de os clientes exigirem agora locais mais afastados para o sexo, para evitar possíveis patrulhas policiais.

Há cerca de 30 mil prostitutas na França, de acordo com as estimativas do governo, e 93% delas são estrangeiras. Vanessa fazia parte de um subgrupo de prostitutas transgênero latino-americanas que trabalhava no Bois de Boulogne nos dois anos mais recentes, e as colegas dizem que o local afastado onde ela esperava clientes facilitava a ação de um grupo de ladrões que atacaram a elas e seus clientes repetidas vezes.

Cinco pessoas foram acusadas de latrocínio no caso de Vanessa. Para alguns, a morte dela deixou claro o quanto a violência contra prostitutas recebe pouca atenção.

“A classe política se mantém em silêncio”, disse Thierry Schaffauser, presidente da Strass, um sindicato de prostitutas na França, após a morte dela. “Nossas mortes são normalizadas. A morte de uma prostituta é como a morte de um personagem de videogame. Ninguém se importa.”

Quarenta e dois por cento das prostitutas na França dizem ter sido mais expostas à violência depois que a lei de 2016 entrou em vigor, de acordo com um levantamento envolvendo 583 prostitutas realizado este ano para a Médecins du Monde e outras organizações não governamentais.

“Elas têm muito menos controle de suas condições de trabalho, pois o número de clientes diminuiu depois que a lei entrou em vigor”, disseram os autores de um relatório resumindo os resultados. “Os clientes se sentem no direito de ditar mais condições” porque acreditam que recai sobre eles o risco jurídico, disseram os autores.

Os defensores da lei argumentam que, ao punir os clientes e reduzir a demanda, a prostituição deve diminuir.

Para Schaffauser, as políticas que tratam as trabalhadoras do sexo como vítimas pioram a situação ao misturar prostituição com tráfico de seres humanos. Embora reconheça que muitas pessoas são obrigadas a se prostituírem, ele diz que outras, como ele, querem apenas trabalhar.

“As autoridades enxergam equivocadamente todos os trabalhadores do sexo como vítimas de algum tipo de violência, e não querem dar ouvidos se dizemos que não pensamos em abandonar a prostituição”, disse ele em entrevista. “Enquanto isso, a violência real envolvendo as trabalhadoras do sexo está aumentando, e as autoridades dizem, ‘Veja como o trabalho com sexo é violento’. É como um círculo vicioso.”

Cara Delevingne quebrou o protocolo com o look do casamento real?

A modelo decidiu usar um smoking para o casamento da princesa Eugenie nesta sexta-feira (12)

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Cara Delevingne no casamento da Princesa Eugenie (Foto: Getty Images)

Enquanto todos aguardavam ansiosamente pelo look da noiva, a princesa Eugenie, quem chamou atenção durante o casamento real, que aconteceu nesta sexta-feira (12), foi a modelo Cara Delevingne. Isso porque ela fugiu completamente do comum e usou um smoking para a ocasião.

A pergunta que ficou no ar, porém, foi: Cara quebrou o protocolo real por causa do look? E a resposta é: sim, mas não pelo motivo que você imagina! Optando por uma produção toda preta, com calça ajustada no corpo, colete e o paletó alongado – tudo Emporio Armani -, a top completou a sua produção com um chapéu e esse, acredite se quiser foi o problema.

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Cara Delevingne (Foto: Getty Images)

Segundo o Refinery29, o site Debrett, especialista em etiqueta de eventos reais, especifica que cartolas pretas ou cinzas são usadas com vestidos durante a manhã para corridas (como as de cavalos), mas em outras ocasiões são levadas na mão ou descartadas.

Por mais que o dress code do casamento especificasse que as mulheres devam usar vestidos com chapéus (os famoso fascinators), as cartolas têm uma categoria só sua de protocolo a ser seguido para esse tipo de ocasião.

Ou seja, usar um look como o de Cara para um evento da realeza não é uma questão de quebra de protocolo, mas fique atenta ao chapéu! [Marie Claire]