Harper’s Bazaar Kazakhstan October 2018 Harriet Longhurst by Kate Davis-Macleod

Sem título.jpgPhotography: Kate Davis -Macleod at One Represents. Styling: Lucy Walker. Hair & Makeup: Camilla Hewitt. Model: Harriet Longhurst.

Vampire’s Wife: a grife de Susie Cave, mulher de Nick Cave, que conquistou cool girls

Susie Cave e Nick Cave vivem uma relação bilateral alternando o papel de musa e artista: ela com sua grife de roupas, ele com suas composições
Por Antonia Petta

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Susie Cave, nome por trás da The Vampire’s Wife (Foto: Maciek Pozoga/ Vogue Us, Polly Borland/ Vogue Uk e Divulgação)

Uma das cenas mais impactantes de Drácula, na primeira grande adaptação do romance para o cinema, de 1931, é a que introduz a imagem do vampiro ao público: em interpretação marcante, o ator Bela Lugosi desce altivo uma longa escadaria a passos lentos, mas tão assertivos que parecem alterar a atmosfera do lugar. Dá para dizer que é dessa mesma forma, com o que se chama de uma grande entrada, que surgem as mulheres do crescente grupo de adeptas da The Vampire’s Wife – ao menos, é essa a intenção da ex-modelo britânica Susie Cave ao conceber as peças da grife que fundou há três anos. “Quero que minhas criações irradiem uma aura, que carreguem seu próprio mood. É arrepiante ver o que acontece quando uma mulher usa um de meus vestidos. Há uma mudança no clima”, conta à Vogue.

Susie pegou emprestado o nome da marca de um livro (não publicado) do marido, o cantor Nick Cave. Longe de viver à sombra dele, ela explica que a escolha contém uma feliz intertextualidade da própria obra, na qual a musa aparece como fonte de energia para o criador. “E sabe que isso funciona em mão dupla? Nick também é fonte de inspiração para mim. Nos apoiamos, nos inspiramos, nos alimentamos. Canibalizamos um ao outro de maneira positiva”, explica.

Susie não quer reinventar a moda, mas resgatar, de um ponto de vista pessoal, elementos que traduzem em roupas a força da mulher nos dias de hoje. Por essa razão, cria peças com total ênfase na silhueta feminina. O vestido Falconetti, seu maior hit, tem shape old fashioned, com modelagem ajustada ao busto e à cintura, comprimento mídi e babados nas mangas e na barra. Vem confeccionado em tons preciosos, como verde-esmeralda de chiffon de seda metalizado, ou ainda em tecidos cujos motivos decorativistas comunicam uma riqueza de outrora, como o jacquard. “Há uma sensualidade melancólica neles. Minhas peças remetem a uma época que passou, na qual as mulheres podia mamar a si mesmas, suas formas físicas e seu erotismo sem sucumbir à ironia. As mulheres têm um poder nato, não são vítimas.”

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De arrepiar (Foto: Maciek Pozoga/ Vogue Us, Polly Borland/ Vogue Uk e Divulgação)

Antes de casar-se com Nick (a bordo de um vestido da amiga Bella Freud e tendo o chapeleiro Philip Treacy como padrinho) e adotar o sobrenome Cave, em 1999, ela era Susie Bick, uma garota de Cheshire que ingressou aos 15 anos na carreira de modelo. Com os cabelos negros e a pele branca como mármore, se consolidou como uma das favoritas do fotógrafo David Bailey e posou ainda para nomes como Guy Bourdin, Steven Meisel e Nick Knight (é ela uma das modelos que aparecem nuas no filme Prêt-à-Porter, de Robert Altman, lançado em 1994). “Amava a profissão, pois amava roupas. Logo entendi o que fica bom e o que não funciona para uma mulher.”

A The Vampire’s Wife ajudou Susie a lidar com a tragédia que acometeu sua família: em 2015, quando a grife estava começando, um dos gêmeos do casal, Arthur, morreu ao cair de um penhasco. “Ter algo para fazer que fosse fisicamente exigente levou-me temporariamente a não pensar em mais nada”, comentou na época. À venda no e-commerce próprio (thevampireswife.com) e na multimarcas Liberty, em Londres, a grife recentemente expandiu o rol de produtos para bolsas, com o modelo Sacred Heart, e lançou em colaboração com a joalheria Annoushka uma leva de charms inspirados nas composições de Nick (o sucesso “Red Right Hand” está lá, na forma de pingente coberto por ouro e rubis). “Nós amávamos a ideia de fazer algo divertido e subversivo com joias”, ela diz, revelando o envolvimento total de Nick, que desenhou os protótipos ao longo dos últimos dez anos.

A marca ainda não tem planos de desembarcar no Brasil, mas pode ser que vejamos Susie em solo nacional: Nick tem passagem marcada para o País este mês, como parte de uma aguardada turnê sul-americana. “Faz muito tempo que ele esteve aí pela última vez. Não gostaria de perder isso por nada.” Mal podemos esperar!

Conheça Maria Cabaleiro, estilista que traz em seu DNA a herança da corte espanhola

Maria Fernanda Cabaleiro é tatarenata da responsável pelo guarda-roupa da família real espanhola e cria uma alfaiataria desejável para o dia a dia
Por Vinícius Guidini

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Verão 2019 da Maria Cabaleiro (Foto: Divulgação)

Novo talento para ficar de olho na moda nacional: Maria Fernanda Cabaleiro acaba de lançar sua marca homônima, mas já traz em seu DNA uma história intimamente ligada com a moda. Expert em alfaiataria desejável para o dia a dia, a estilista de 27 anos é tataraneta na resposnável por criar o guarda-roupa da família real espanhola e decidiu dar vida à esta história em junho passado, quando apresentou sua Maria Cabaleiro.

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A estilista Maria Fernanda Cabaleiro (Foto: Divulgação)

Nascida em Belo Horizonte, Maria Fernanda formou-se em publicidade na FAAP mas desde a infância já convivia com o ofício da costura mantido vivo por sua avó e sua mãe – a família ganhou fama na capital mineira com seus enxovais que conquistaram nomes como a família Matarazzo. A expertise em tecidos e no acabamento primoroso levou à criação da etiqueta, que hoje oferece calças, tops e conjuntos atemporais, elegantes e sofisticados que exploram uma cartela de cores viva e variada, do ocre ao goiaba passando pelo bege, pelo preto e pelos rosas.

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Verão 2019 da Maria Cabaleiro (Foto: Divulgação)

“Tento imprimir algo que sempre escutei na minha família. Uma moda atemporal, com qualidade e durabilidade”, conta Maria Fernanda Cabaleiro, cuja tataravó, Antônia Garcia, conquistou o monarca à frende do feudo em que morava na espanha por volta de 1870 com sua fama de boa costureira. A Maria Cabaleiro estreou com a coleção de inverno 2018/19 e, agora, acaba de lançar seu verão 2019, composto por 25 modelos que chegam com venda exclusiva no e-commerce próprio da marca e preços entre R$ 400 e R$ 900.

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Verão 2019 da Maria Cabaleiro (Foto: Divulgação)

Bilheteria EUA: Venom, Nasce Uma Estrela, O Primeiro Homem, Goosebumps 2, Maus Momentos no Hotel Royale

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Venom Pôster

Ambos em sua segunda semana em cartaz, Venom Nasce Uma Estrela mantiveram suas colocações no ranking de arrecadação deste final de semana. Enquanto o longa estrelado por Tom Hardy fez US$ 35,7 milhões, valor que novamente superou as estimativas, a estreia de Bradley Cooper na direção garantiu o segundo lugar com uma bilheteria de US$ 28 milhões.

Estreante da semana, O Primeiro Homem acabou no terceiro lugar. O filme, que repete a parceria entre o diretor Damien Chazelle e o ator Ryan Gosling, fez US$ 16,5 milhões. Vale notar que o custo da produção é avaliado em US$ 59 milhões.

O infantil Goosebumps 2: Halloween Assombrado também foi novidade nos cinemas nesta semana e ocupou a quarta colocação do ranking, arrecadando US$ 16,2 milhões, aproximadamente.

Neste cenário, Maus Momentos no Hotel Royale acabou ofuscado. Na sua primeira semana em cartaz, o longa fez apenas US$ 7,2 milhões e ficou no sétimo lugar. O filme conta com Jeff BridgesChris HemsworthJon HammDakota Johnson Cynthia Erivo.

Chinesa Tencent é hoje a maior empresa de games do mundo

Com receita de US$ 14 bi ao ano no setor, Tencent tem jogos como League of Legends e Clash Royale, além de participações

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Oferta. Riot, de LoL, foi comprada em 2011 por US$ 400 mi

Se em setores como pagamentos móveis e mensagens instantâneas a Tencent já tem presença relevante, mesmo sem ter uma marca conhecida, no mundo dos games isso é ainda mais presente. Hoje, a empresa é considerada a maior companhia de games do mundo – faturou US$ 14 bilhões ao longo de 2017, à frente de nomes fortes do mercado como Nintendo, Sony e Electronics Arts (EA).

Não é algo que aconteceu à toa: a empresa hoje é dona de sucessoscomo League of Legends, Clash of Clans e Clash Royale, muitos populares no PC e nos celulares. Tem também participações em grandes empresas ocidentais do mundo dos games – 5% das ações da francesa Ubisoft, dona de jogos como Assassin’s Creed, e uma fatia não revelada na Activision-Blizzard, de Call of Duty e World of Warcraft. São negócios que começaram discretamente, porém, e graças ao fechado mercado chinês: para publicar um game por lá, empresas estrangeiras devem fazer parcerias com companhias locais, sob a “vigilância” do governo.

Foi assim que a Tencent, fundada em 1998, conseguiu estreitar laços com as empresas ocidentais e, ao mesmo tempo, aprender a fazer seus próprios jogos – hoje, 11 dos 20 principais games para Android no mercado chinês são criados ou distribuídos pela empresa por lá.

“Recentemente, estive na China, e por todos os lados por onde eu olhava eu via algo da Tencent”, diz Marcelo Tavares, presidente executivo da Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, cuja 11.ª edição se encerra hoje em São Paulo. 

Estratégia. Porém, parte da estratégia da empresa para faturar é interferir pouco no processo criativo dos estúdios que possui ou tem participação. “É mais interessante para ela incentivar a criatividade e ter retorno como investidora do que manter o controle em um único estúdio”, diz o professor André Pase, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Segundo ele, é uma estratégia que “distribui os ovos”. E talvez não haja exemplo melhor que esse do que o fato de a chinesa possuir ações tanto da Epic Games como da Bluehole, empresas responsáveis por uma das populares rivalidades do mundo dos games hoje – Fortnite contra Player Unknown’s Battlegrounds, ambos jogos do gênero “battle royale”, no qual muitos jogadores entram numa arena e só um pode sair vivo. Ou quase: no caso da Tencent, quem sobreviver renderá frutos à empresa.

Jovem designer Majeda Calarke resgata técnicas indianas de tear

Majeda Calarke trabalha com a pesquisa do fazer manual pelo mundo
Por Giovanna Maradei I Fotos: Divulgação

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Majeda Calarke

“O ser humano pode criar a beleza, mas não a perfeição”. A máxima bastante verdadeira está longe de ser um problema para o trabalho da designer Majeda Calarke, um dos talentos em ascensão que foram destaque na 100% Design, durante o Festival de Design de Londres.

Inglesa de descendência Indiana, Majeda trabalha com diferentes tecidos, sempre tomando o cuidado para desenvolver um trabalho manual, sustentável e que, acima de tudo, resgate e valorize técnicas de povos ancestrais.

Para a série de tecidos quase transparentes, por exemplo, a designer foi a Bangladesh aprender com artesãs locais o fazer manual que há séculos tem sustentando aquela comunidade. Batizado de “tecido de ar”, por ser um tecido tão fino que poderia passar até por um anel, o produto pode ser feito de seda ou algodão e ganha formas e cores mais contemporâneas nas mãos de Majeda.

O mesmo processo de aprendizado aconteceu para a fabricação de outros produtos, como os tapetes de lã que resgatam técnicas desenvolvidas há anos no Reino Unido. “Os panos tecidos nestes moinhos combinam qualidade e história, uma vez que utilizam habilidades locais”, explica o site de Majeda.

A designer também faz questão de destacar o quão inspirador é o contato com cada um dos artesãos que conhece pelo mundo. “Há algo sobre o ato de fazer tecido à mão que me conecta a uma longa linha de tecelões que, ao longo da história, se sentaram em frente a um tear. É uma tradição antiga que está desaparecendo em um mundo de produção em massa e perfeição fabricada”, sentencia a jovem dedigner.

Punho de Ferro | Jessica Henwick agradece os fãs pelo apoio

Série não ganhará terceira temporada

colleenA atriz Jessica Henwick também se manifestou sobre o cancelamento de Punho de Ferro. No Instagram, a Colleen Wing do Universo Marvel compartilhou um vídeo de vários momentos dos bastidores da série e escreveu a seguinte mensagem:

“Duas temporadas de Punho [de Ferro], uma de Os Defensores e uma de [Luke] Cage depois… obrigada ao elenco, equipe e fãs por essa jornada. Interpretar Colleen mudou a minha vida”.

Esta é a primeira vez que uma série da Marvel na Netflix é cancelada. Mas vale pontuar que o cancelamento da saga pode não representar o fim da história protagonizada por Finn Jones. O herói Danny Rand pode migrar para outras plataformas – entenda.

As duas primeiras temporadas de Punho de Ferro estão disponíveis na Netflix. [Mariana Canhisares]

Empresas tentam dançar no ritmo dos millennials

Novos consumidores têm prioridades diferentes das gerações anteriores e estratégia é tentar se adaptar a isso
The Economist, O Estado de S.Paulo

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Novo conceito. Características dos millenials impulsionaram o Airbnb Foto: Ruth Fremson/NYT

As pessoas mais velhas não são as únicas a se esforçarem muito para serem modernas e juvenis. Empresas estabelecidas há um bom tempo também. Basta olhar para a Procter & Gamble (P&G), uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, que este ano inscreveu no escritório federal de patentes dos Estados Unidos as marcas LOL, NBD, WTF e FML, abreviaturas comumente usadas em mensagens de texto e mídias sociais.

Se for bem-sucedida, a empresa de 181 anos planeja usar as frases para comercializar sabão, produtos de limpeza e purificadores de ar para jovens compradores. É um sinal da ânsia das grandes empresas em atrair consumidores da geração Y.

Para muitas empresas, eles são um mistério. A consultoria KPMG calcula que quase metade não sabe como os millennials – tipicamente definidos como aqueles nascidos entre 1980 e 2000 – diferem de seus colegas mais velhos. Isso pode ser porque essas diferenças são exageradas.

De acordo com a Ipsos-Mori, uma empresa de pesquisas de opinião, a geração do milênio é “o grupo mais negligentemente descrito que já observamos”. Muitas das afirmações sobre eles são simplificadas ou erradas. Costuma-se dizer, por exemplo, que eles ignoram anúncios convencionais; na verdade, eles são fortemente influenciados pelo marketing.

Dados esses equívocos, não é de admirar que as empresas, às vezes, os compreendam mal. Em fevereiro, a MillerCoors, uma cervejaria americana, lançou a Two Hats, uma cerveja com sabor de frutas leves que, segundo a cervejaria, se adequaria aos gostos e orçamentos da geração do milênio (slogan: “Cerveja boa e barata. Espere, o quê?”). Os consumidores apenas esperaram; a cerveja foi retirada das prateleiras após seis meses. Mas alguns estereótipos sobre a geração do milênio têm raízes na realidade. As empresas estão descobrindo que três abordagens amplas têm tido sucesso ao tentar vender para esse consumidor: transparência, experiências (sobre as coisas) e flexibilidade.

No primeiro deles, a transparência, as marcas mais jovens abriram o caminho. Em roupas, um exemplo é a Everlane, uma fabricante de roupas vendidas online sediada em São Francisco. A empresa revela as condições sob as quais cada peça de roupa é feita e quanto lucro ela gera como parte de sua filosofia de “transparência radical”.

Algumas grandes companhias fizeram mudanças drásticas. A ConAgra, uma gigante americana de alimentos, simplificou suas receitas e eliminou todos os ingredientes artificiais de muitos de seus lanches e refeições prontas.

Após anos de queda, as vendas estão crescendo novamente; a geração do milênio agora responde por 80% do aumento de seus clientes. “Trazer essas pessoas tem sido absolutamente essencial para o crescimento das marcas”, diz Bob Nolan, vice-presidente sênior de percepções e análises da ConAgra.

Adaptação. O apreço dos millennials por experiências em vez de “coisas” também é real. Plataformas online, como a Airbnb, tiraram proveito do gosto dos jovens por gastar em feriados, jantares e outras atividades que fazem parte do universo Instagram, além de algumas empresas mais antigas que existem no universo físico.

Em 2016, o JP Morgan Chase lançou o Sapphire Reserve, um cartão de crédito premium que oferece generosas recompensas por gastos com viagens e refeições. Anunciado como “um cartão para acumular experiências”, o produto de US$ 450 ao ano tem sido um sucesso entre os millennials ricos, que representam mais da metade dos portadores de cartão.

Os consumidores mais jovens também têm mais dívidas, menos ativos e menos segurança no emprego do que as gerações anteriores. Nesse ponto, a flexibilidade é importante. O Ally Bank, subsidiária da Ally Financial, o antigo braço financeiro da General Motors, por exemplo, não cobra de seus clientes nenhuma taxa de manutenção ou exige que eles mantenham saldos mínimos. Tais características conquistaram a lealdade dos millennials.

Modelos de negócios estão sendo reformulados para atender à geração do milênio, que tem fobia a comprometimentos. Grandes montadoras, incluindo GM, Volvo e BMW, oferecem serviços de assinatura para seus carros, com acesso a novos veículos sem complicadas obrigações financeiras.

No entanto, muitas empresas ainda têm uma visão muito homogênea dos millennials, diz Laura Beaudin, sócia da consultoria Bain & Company. “Se você quer entrar em sintonia com um grupo que se orgulha da diversidade, ter uma solução ‘tamanho único’ não faz sentido”, diz ela. Outras empresas, no entanto, adotam a individualidade dos clientes – em maio, a casa de moda italiana Gucci lançou versões personalizadas de uma sacola popular e um par de tênis como parte de uma campanha chamada Gucci DIY. Sabe-se que a Gucci mantém um quadro de funcionários com menos de 30 anos para aconselhar seu chefe. Espera-se que mais empresas deem ouvidos aos jovens. / TRADUÇÃO DE CLAUDIA BOZZO

© 2018 THE ECONOMIST NEWSPAPER

Vivienne Rohner for EXIT Magazine Issue 37 by Ben Parks

Sem título.jpgPhotography: Ben Parks. Styling: Sam Ranger. Hair: Ben Jones. Makeup: Lucy Joan Pearson. Model: Vivienne Rohner.