Kasia Smulska for ELLE Serbia by Dominik Lozinski

ELLE-Serbia-October-2018-Kasia-Smulska-by-Dominik-Lozinski-2Photography: Dominik Lozinski. Styled by: Karolina Ficner. Hair: Izabela Świrkowska. Makeup: Patrycja Piechówka. Model: Kasia Smulska.

Watchmen da HBO ganha primeiro teaser

A prévia traz um policial usando uma máscara amarela e acompanhada da frase: ‘quem vigia os vigilantes?’

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O seriado da HBO tem previsão de estreia para 2019 Foto: HBO/Divulgação

HBO divulgou nesta quinta-feira, 15, a primeira imagem oficial de Watchmen, série derivada da graphic novel homônima roteirizada por Alan Moore e ilustrada por Dave Gibbons.

A prévia traz um policial usando uma máscara amarela e acompanhada da frase: “quem vigia os vigilantes?”. O personagem, que não possui um equivalente nos quadrinhos, ainda não teve a identidade divulgada, mas já instigou os fãs da série nas redes sociais.

Entre as hipóteses mais levantadas pelo público, estão uma suposta semelhança do policial com o anti-herói Rorschach e uma possível ligação do agente com os Minutemen, equipe de heróis que antecede os Watchmen nos quadrinhos de Moore.

A série de TV, que conta com Damon Lindelof (The LeftoversLost) como showrunner, tem o seu roteiro guardado a sete chaves pela emissora. A única descrição divulgada foi a seguinte: “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos, Watchmen abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”.

Nomes como Regina King, Jeremy Irons, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Louis Gossett Jr., Yahya Abdul-Mateen II e Adelaide Clemens foram confirmados no elenco. O seriado tem previsão de estreia para 2019.

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‘Ninguém sai de um emprego quando tudo está incrível’, diz ex-presidente do Instagram Kevin Systrom

Kevin Systrom admitiu que deixou o posto mais alto da rede social que criou porque o clima dentro da empresa não estava bom; imprensa já havia especulado divergências dos fundadores com Mark Zuckerberg

Kevin Systrom
Kevin Systrom deixou o posto de presidente executivo do Instagram em setembro

Nesta segunda-feira, 15, o ex-presidente executivo do Instagram Kevin Systrom admitiu que deixou o comando da rede social porque as coisas não iam bem. “Ninguém sai de um emprego quando tudo está incrível”, disse o executivo a jornalistas. A declaração rescende os comentários da imprensa especializada americana, que justificava a saída dos fundadores do Instagram devido a divergências com Mark Zuckerberg.

Criadores do Instagram, Systrom e o brasileiro Mike Krieger deixaram a rede social em setembro, justificando que precisavam de um tempo livre para explorar a criatividade. Nesta segunda, Systrom confirmou que a decisão foi impulsionada pelo clima dentro da empresa, que não era das melhores para os dois.

“Quando alguém deixa alguma coisa é porque obviamente há razões para sair. Ninguém sai de um emprego quando tudo está incrível” disse acrescentando que não possui ressentimentos quanto ao dono do Facebook.

O executivo disse que antes de tomar a decisão conversou com Krieger sobre o legado que eles gostariam de deixar ao mundo. Segundo Systrom, a dupla percebeu que o Instagram já era autossuficiente e que os dois estavam prontos para tentar uma nova empreitada.

“Ficamos nos perguntando coisas como ‘O que queremos conquistar? É algo ligado a receita? É número de usuários?’ E todas as respostas pareciam ser muito ocas”, disse exemplificando que não gostaria de ter como legado selfies ou hastags.

Com US$ 1,3 bilhão no bolso, Systrom, que acabou de ter uma filha e está aprendendo a ser piloto, está gastando seus dias como mentor de startups que ele investiu ao longo dos anos e lendo.

“Disseram uma vez que a melhor coisa que você pode fazer entre capítulos da sua vida é melhorar a si mesmo. É o que estou fazendo”, disse.

Engana-se, no entanto, que a dupla se aposente precocemente. Os dois já afirmaram que pretendem criar algo novo juntos, sem abrir qual será o novo projeto.

‘Após trabalhar como moderadora na web, parei de apertar a mão das pessoas – fiquei com nojo da humanidade’, diz Roz Bowden

Jane Wakefield
BBC News

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Quem trabalha com moderação de conteúdo está exposto ao pior que a internet tem a oferecer

“Quando saí, não apertei a mão de ninguém durante três anos. Eu tinha visto o que as pessoas fazem e o quão repugnantes elas são. Não queria tocar em ninguém. Fiquei com nojo da humanidade.”

A declaração de Roz Bowden se refere à época em que ela era moderadora de conteúdo no MySpace, visualizando o que havia de mais nocivo na internet, para impedir que outros usuários fossem expostos a esse tipo de material.

A função que ela desempenhava ganhou ainda mais relevância à medida que as redes sociais ampliaram sua influência e que o conteúdo gerado pelos usuários se tornou parte crucial da web.

O Facebook conta atualmente com 7,5 mil moderadores de conteúdo, que trabalham 24 horas por dia ao redor do mundo. Com frequência, eles se deparam com fotos e vídeos que mostram atos de perversão, abuso sexual infantil, atrocidades, decapitações, torturas, estupros e assassinatos.

Um deles está processando a rede social por trauma psicológico, após assistir a milhares de horas de conteúdo tóxico e perturbador – Selena Scola afirma que o Facebook e a Pro Unlimited, empresa que a rede social contratou para realizar o trabalho, não conseguiram manter sua segurança emocional.

Ela afirma que sofre agora de transtorno de estresse pós-traumático, como resultado do que viu online.

É provável que o caso jogue uma luz sobre o mundo sombrio da moderação de conteúdo e, antes de tudo, levante questões sobre até que ponto as pessoas deveriam fazer esse tipo de trabalho.

Sarah Roberts, professora assistente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que estudou moderação de conteúdo nos últimos oito anos, acredita que as redes sociais podem estar levando a uma crise de saúde mental.

“Não há estudos publicados que analisem as ramificações de longo prazo deste trabalho”, disse ela à BBC.

“Estamos nos referindo a um grande número de pessoas – que está crescendo exponencialmente – e coletivamente devemos nos preocupar com as consequências.”

“Não há plano de suporte no longo prazo quando esses moderadores de conteúdo saem. Espera-se apenas que eles sejam incorporados de volta ao tecido social.”

Antes de trabalhar no MySpace, de 2005 a 2008, Bowden atuava na área de finanças. E ficou feliz ao voltar a seu campo inicial de atuação, quando o trabalho na rede social se tornou pesado demais.

“Eu só olho para números agora”, disse ela em uma conferência no ano passado.

Mas Bowden se pergunta muitas vezes o que aconteceu com a equipe que ela ajudou a treinar e supervisionar nos primórdios das redes sociais.

“O que aconteceu com todas aquelas pessoas que assistiram a cabeças sendo arrancadas no meio da noite? É importante saber.”

Quando ela começou, trabalhando no turno da noite no MySpace, havia pouca orientação sobre como desempenhar a função.

“Nós tivemos que criar as regras. Tínhamos que assistir a pornografia e nos perguntar se calcinha fio dental era nudez. Perguntar quanto sexo é sexo demais para o MySpace. Fazíamos as regras à medida que concordávamos”, conta.

“Devíamos permitir que uma pessoa corte a cabeça da outra em um vídeo? Não, mas e se for um desenho animado? É razoável Tom e Jerry fazerem isso?”

Também não havia políticas de apoio emocional, embora ela orientasse a equipe:

“Tudo bem levantar e dar uma volta, não há problema em chorar. Só não vomitem no meu andar.”

E quando se tratava de olhar para o conteúdo, ela dava o seguinte conselho:

“Desfoque o olhar e você realmente não vai ver.”

Ajuda psicológica

No ano passado, o Facebook descreveu em seu blog os moderadores de conteúdo como “os heróis não reconhecidos que mantêm o Facebook seguro para todos nós”.

Mas admitiu que o trabalho “não é para todos” e que só contrata pessoas “que serão capazes de lidar com os inevitáveis desafios que o papel representa”.

Apesar da promessa de assistência, a rede social terceiriza grande parte deste trabalho, mesmo de funcionários, como Scola, que trabalham nas sedes da empresa em Mountain View e Menlo Park, nos EUA.

Roberts acredita que é uma maneira de se eximir da culpa.

“Esse tipo de trabalho é muitas vezes terceirizado na indústria de tecnologia. Isso traz economia de custos, mas também permite a eles um nível de distanciamento organizacional quando há casos inevitáveis como esse”.

O Facebook oferece um treinamento prévio a todos os moderadores para explicar o que é esperado da função – eles praticam pelo menos 80 horas com um instrutor, usando uma réplica do sistema, antes de serem lançados ao “mundo real”.

A empresa também emprega quatro psicólogos clínicos, e todos os revisores de conteúdo têm acesso a suporte de saúde mental.

Peter Friedman dirige a LiveWorld, empresa que fornece há 20 anos moderadores de conteúdo a companhias como a AOL, eBay e Apple.

Ele disse à BBC que os funcionários raramente, ou nunca, recorrem à terapia que é oferecida.

Roberts não se surpreende:

“É uma pré-condição da função que eles consigam lidar com isso, e eles não querem que o empregador saiba que não estão conseguindo.”

“Os funcionários sentem que podem ser estigmatizados se usarem esses serviços”, completa.

A LiveWorld já acumula mais de um milhão de horas de moderação, e Friedman dá alguns conselhos sobre como desempenhar bem a função:

  • O modelo cultural em torno dos moderadores é crucial. Você tem que fazer com que eles se sintam fortes e capacitados. Fazer um estagiário ver imagens de abuso infantil, por exemplo, pode quebrar a cultura de toda a empresa.
  • Um ambiente descontraído, não um call center, é tão importante quanto o suporte. Saber que estamos lá 24 horas por dia, sete dias por semana, faz com que os moderadores consigam lidar melhor com o que estão vendo.
  • Os turnos precisam ser relativamente curtos – de 30 minutos a três horas e meia para quem analisa conteúdos mais pesados.
  • Pode não ser adequado para pessoas religiosas ou culturalmente conservadoras, que podem ter mais dificuldade em lidar com o conteúdo.
  • Em vez disso, o candidato ideal é alguém que já seja usuário de mídia social, “para que perceba que existe o bem e o mal”, assim como alguém capaz de “levantar a mão e dizer que precisa de um descanso de um dia, uma semana, um mês”.
  • Precisa ter maturidade emocional. Um estudante universitário tem menos chance de ser bom do que uma mãe de família.

O Facebook admite, por sua vez, que a revisão de conteúdo na escala que está fazendo hoje “é um território não mapeado”.

“Até certo ponto, temos que desvendá-lo à medida que caminhamos”, afirma em seu blog.

Beyoncé usa brinco de designer brasileiro para show do Drake em Los Angeles

Pop star escolheu o brinco ‘Disco’, de Fernando Jorge, para arrematar sua produção

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Beyoncé (Foto: Reprodução/ Instagram)

Perfume brasileiro no look eleito por Beyoncé para assistir ao show de Drake, no último fim de semana, em Los Angeles. A diva pop brilhou – literalmente – ao eleger os poderosos brincos “Disco” do joalheiro Fernando Jorge para arrepatar sua produção no evento.

Depois de se formar em Design de Produtos e trabalhar para marcas como Carla Amorim, Fernando trocou a capital paulista pela britânica, onde obteve seu mestrado em design de joias na prestigiada Central Saint Martins, em 2010. Atualmente, ele se divide entre as duas cidades: na capital britânica acontece seu processo criativo e na sua terra natal suas criações de fato são produzidas.

Com palestras e produtos, evento promove o conceito ‘slow’ na área de beleza

A apresentadora Ellen Jabour, a editora de beleza Renata Kalil e influencers como Karina Viega (Acorda, Bonita!) e Marcela Rodrigues (A Naturalíssima) estarão no Slow Market.Beauty
Por Gabriela Marçal

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‘Slow beauty’ valoriza técnicas e produtos naturais, orgânicos, artesanais e veganos Foto: Sarah Comeau/ Unsplash

A cultura slow na área de beleza ganha espaço no Brasil valorizando atitudes e produtos que não prejudiquem a saúde física e mental, a sustentabilidade ambiental e animal e o comércio justo. Os consumidores desse mercado evitam usar produtos altamente industrializados – com parabenos e sulfatos, por exemplo – temendo os efeitos no corpo a longo prazo e também o descarte dessas substâncias na natureza. Para tornar o tema mais popular e promover marcas orgânicas e veganas, surgiu o Slow Market.Beauty. A primeira edição do evento tem entrada gratuita e ocorre neste fim de semana, 20 e 21, em São Paulo.

“O conceito slow beauty é bastante holístico, é um movimento de dentro para fora, é uma maneira de lidar com a vida. É se valorizar do jeito que você é, quebrar padrões de beleza. Quando já existe o amor próprio você faz escolhas mais conscientes”, diz Melissa Volk, criadora do Slow Market Brasil.

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Melissa Volk, criadora do Slow Market Brasil Imagem cedida pela assessoria de imprensa

Palestras e conversas do Slow Market.Beauty

Se você está achando toda essa conversa estranha, não se sinta sozinho! Aderir ao slow beauty exige muita informação mesmo. Tanto que no sábado, 20, às 12h30Karina Viega do blog Acorda, bonita! vai explicar como identificar pelo rótulo produtos de beleza naturais, orgânicos, artesanais e veganos.

E por mais que você tenha boa vontade, não dá para mudar todo o seu consumo de cosméticos de um dia para o outro. O organismo precisa se adaptar ao uso de itens mais naturais – principalmente, quando se trata de xampus e desodorantes. Por esse motivo, às 13hMarcela Rodrigues, do blog A Naturalíssima, vai dar todas as dicas para a tão importante fase de transição. A programação também tem atividades mais leves como a yoga facial.

A modelo e apresentadora Ellen Jabour participará de um bate-papo sobre autoestima feminina no domingo, 21, às 16h45. No mesmo dia, a jornalista Renata Kalil, do site Lilian Pacce, vai falar sobre sua rotina como uma editora de beleza vegana.

Para os profissionais e empreendedores, destaca-se a apresentação de Gilson Spanemberg, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), sobre qualificação para exportar.

Marcas que estarão no Slow Market.Beauty

Os visitantes também vão poder praticar o consumo consciente no Slow Market.Beauty, que terá cinquenta marcas expositoras de todo o Brasil, entre elas EcoGlitter Brilhe e Souvie Orgânica.

Aplicativo Slow Market. Beauty

Mesmo após o fim do evento, todas as informações sobre o movimento slow beauty e o mapeamento de marcas do setor estarão em um aplicativo.

Lixo zero

O conhecimento é o que vai ‘restar’ da iniciativa que faz parte da programação da Semana Lixo Zero São Paulo. Todo o material produzido será destinado à reciclagem, doado para instituições ou vai passar por compostagem e virar adubo de hortas e jardins.

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Data: sábado, 20, e domingo, 21
Horário: 10h às 20h
Local: CaZa+
Endereço: Rua Coronel Melo de Oliveira, 1121 Vila Pompeia, São Paulo

Programação completa

Tomas De La Fuente for Mujerhoy Magazine Featuring Assi Mbengue

Sem título.jpgPhotography: Tomas De La Fuente. Styling: Eva Barrallo. Styling Assistant: Carolina Taviro. Hair: Manu Fernandez. Makeup: José Belmonte. Model: Assi Mbengue.

Príncipe Harry e Meghan Markle esperam o primeiro filho

Duque e duquesa de Sussex estão casados há cinco meses

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O príncipe Harry e Meghan, duque e duquesa de Sussex

A duquesa de Sussex Meghan Markle, mulher do príncipe Harry, está grávida do primeiro filho. O anúncio foi feito pelo Palácio de Kensington nesta segunda-feira (15).

A realeza britânica não deu detalhes da gravidez, mas disse que o bebê deve nascer na primavera (outono no Brasil) de 2019.

O anúncio acontece cinco meses depois do casamento deles em Windsor.

Filho do príncipe Charles e neto da rainha Elizabeth 2ª, Harry tem 34 anos. A atriz Meghan Markle tem 37. O casal está na Austrália em sua primeira viagem internacional oficial desde o casamento. Eles também passarão por Nova Zelândia, Fiji e Tonga.