Hugh Jackman revela segredo de casamento de 22 anos: ‘Pacto secreto’

Juntos desde 1996, os atores são pais de Oscar, 18 anos, e Ava, de 13 anos

Hugh Jackman e Deborra-lee Furness (Foto Instagram)
O casal trocou alianças em Down Under, na Austrália, em abril de 1996, após se conhecerem no set do programa de TV Correlli Foto: Instagram/Reprodução

Casado há 22 anos com a atriz Deborra-lee FurneesHugh Jackman revelou, em entrevista à revista Who, o segredo para a sucesso da relação. Segundo o australiano, ele e a esposa têm uma espécie de “pacto secreto” que ajuda a manter o relacionamento nos trilhos.

“Quando Deb e eu nos casamos, fizemos um pacto de que nos olhamos em cada momento decisivo de nossas vidas e nos perguntamos se isso é bom ou ruim para nossa família”, contou.

O casal trocou alianças em Down Under, na Austrália, em abril de 1996, após se conhecerem no set do programa de TV Correlli. Eles são pais de Oscar, 18 anos, e Ava, de 13 anos.

‘Orange Is The New Black’ chegará ao fim em 2019, anuncia Netflix

7ª temporada será a última da série

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Orange Is the New Black – 6ª Temporada

A novidade foi contada por meio de um vídeo publicado no Twitter oficial da série, que traz diversas integrantes do elenco valorizando o trabalho que foi feito desde o início, agradecendo o apoio dos fãs e ressaltando que sentirão falta.

Ainda de acordo com o comunicado, a 7ª e última temporada de Orange Is The New Black deve ser lançada em 2019.

Confira o vídeo abaixo:

Pharrell, Bono e outros artistas gravam álbum em memória da gata de Sophie Calle

A compilação de 38 faixas está exposta na Galerie Perrotin, em Paris

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A compilação está exposta na Galerie Perrotin, em Paris Foto: Courtesy Perrotin

A artista Sophie Calle recrutou 38 músicos – entre eles Pharrell WilliamsJarvis CockerLou Doillon e Bono Vox – para escrever uma música original para uma exposição. Até aí tudo bem. Mas os artistas receberam uma instrução específica: compor uma faixa dedicada à memória de sua gata, Souris (rato, em francês), morta em 2014.

Ao Wall Street Journal, Calle contou que a ideia surgiu após a amiga Laurie Anderson, artista experimental americana, ter escrito uma canção para a felina. O presente levou a francesa a considerar o recrutamento de outros artistas para gravar um álbum memorial completo.

De todos os músicos que contribuíram para o disco, dez conheciam o gato pessoalmente. Àqueles que não estiveram com o bichinho, Sophie enviou descrições, fotos e um vídeo de quatro minutos com hábitos específicos de Souris.

Entre as canções, há peças escritas especificamente sobre Souris, outras sobre gatos em geral e algumas que focam em temas mais amplos de luto, perda e ausência. A compilação está exposta na Galerie Perrotin, em Paris.

“Talvez depois eu tenha outro gato, mas no momento não quero. Ela ainda está aqui”, disse Calle à agência de notícias Artnet News.

Natalie Portman: “Pare a retórica de que uma mulher é louca ou difícil”

A vencedora do Oscar de melhor atriz em 2011 fez uma lista de conselhos sobre o que as pessoas podem fazer para ajudar as mulheres e aumentar a igualdade
Por Estadão Conteúdo

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Natalie Portman 

Natalie Portman mandou um recado para os homens que têm o hábito de chamar as mulheres de “loucas” ou “difíceis”, em discurso como homenageada no evento Variety’s Power of Women Event, na última sexta-feira, 12.

A vencedora do Oscar de melhor atriz pelo filme Cisne Negro (2011) fez uma lista de conselhos sobre o que as pessoas podem fazer para ajudar as mulheres e aumentar a igualdade no mundo.

Uma das sugestões da israelense, no entanto, se sobressaiu e arrancou aplausos da plateia: “Pare a retórica de que uma mulher é louca ou difícil”, disse Portman. “Se um homem lhe disser que uma mulher é louca ou difícil, pergunte a ele: ‘Que coisa ruim você fez com ela?’”.

Portman também foi ovacionada quando enfatizou a importância da diversidade. “Se algum grupo em que você está tem pessoas que só se parecem com você, mude esse grupo”, sugeriu.

Na ocasião, foram homenageadas ainda a ativista Emma Gonzalez, as atrizes Tiffany Haddish e Regina King e a escritora, produtora e atriz Lena Waithe.

Projeto em SP busca conscientizar e combater trabalho escravo na moda

Evento gratuito acontece entre 20 e 23 de outubro na av. Paulista

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Arte do projeto que acontece no Casarão Paulista e que vai reunir nomes, como Astrid Fontenelle e Fernanda Paes Leme Foto: #NãoSomosEscravosdaModa/Divulgação

Na semana em que uma série de eventos de moda promete movimentar a cidade de São Paulo, um projeto de combate e erradicação do trabalho escravo, o #NãoSomosEscravosdaModa acontece na av. Paulista.

Promovido pelo Ministério Público do Trabalho, ele apresenta uma instalação, uma exposição fotográfica e uma série de debates, capitaneados por gente como Astrid Fontenelle, Fernanda Paes Leme e Caio Braz, entre o sábado, 20, e a terça, 23.

A programação inclui a simulação de uma fábrica têxtil em que os trabalhadores são submetidos a condições de trabalho precárias, uma mostra do fotógrafo Chico Max com retratos de mulheres submetidas a situação de exploração em oficinas de costura e uma loja do projeto Somos Livres, com produtos confeccionados por imigrantes e refugiados.

Confira o serviço e a programação completa do #NãoSomosEscravosdaModa abaixo

#NÃOSOMOSESCRAVOSDAMODA
ONDE: Casa Paulista 1811 – Avenida Paulista, 1811, Bela Vista
QUANDO: Do sábado, 20, a terça, 23, das 11h às 19h
QUANTO: Grátis

Programação de Debates

SÁBADO, 20, 16h
Construindo a dignidade na moda
Mediador: Caio Bras
Convidados: Lea T., Dudu Bertholini, Alice Wegmann + Dra. Catarina Von Zuben (MPT) + André Roston (MTb)

DOMINGO, 21, 16h
A representatividade negra na moda e o enfrentamento da escravidão
Mediadora: Fernanda Paes Leme
Convidados: Luedji Luna, Dan Ferreira + Dra. Elisiane dos Santos (MPT) + Valdirene de Assis (MPT)

SEGUNDA, 22, 16h
O ponto cego da moda: a questão da cadeia produtiva
Mediadora: Fernanda Paes Leme
Convidados: Daniela Falcão, Paola Antonini, Silva, Juliene Darin (Fashion Revolution) + Dra. Christiane Vieira Nogueira (MPT) + Dra. Tatiane Leal Bivar Simonetti (MPT)

TERÇA, 23, 16h
Moda sustentável e inclusão social
Mediador: Astrid Fontenelle
Convidados: Caio Braz, Maria Rita, Lea T, Marco Pigossi + Dra. Sandra Lia Simon (MPT) + Dr. Gustavo Tenório Accioly (MPT)

Grace Coddington lança coleção para a Louis Vuitton

Ex-diretora da ‘Vogue’ estampou peças com desenhos de gatos e cachorros

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Os seus gatos, Pumpkin e Blanket, foram inspiração para Grace Coddington Foto: Divulgação/Louis Vuitton

A Louis Vuitton é famosa por apostar em colaborações – do artista norte-americano Jeff Koons a marca de streetwear Supreme. Agora, a grife francesa se uniu a Grace Coddington, ex-diretora criativa da Vogue America e grande figura da moda, para uma coleção de roupas, bolsas, sapatos e acessórios que leva o nome de Catogram – uma brincadeira entre as palavras cat (gato) e monograma.

A novidade foi apresentada em primeira mão no desfile Cruise da Louis Vuitton em maio deste ano, mas agora foram divulgadas mais informações. A linha, criada em colaboração com o estilista da marca Nicolas Ghesquière, chega às lojas no dia 2 de novembro.

Bolsas clássicas da grife, como a speedy e a petite malle, assim como sapatos, roupas e até acessórios como chaveiros e tapetes, misturam a estampa do clássico monograma LV com gatos e cachorros, que foram inspirados principalmente nos animais de estimação de Grace e Ghesquière.

Em comunicado, a grife explicou que “essa audaciosa irreverência está em harmonia tanto com o estilo iconoclasta de Grace quanto com a fascinação de Ghesquière pela excentricidade – assim como a adoração mútua pelos animais.”

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Os seus gatos, Pumpkin e Blanket, foram inspiração para Grace Coddington Foto: Divulgação/Louis Vuitton

Tesla compra terreno em Xangai para sua fábrica de US$ 2 bi na China

Empresa pagou US$ 140 milhões ao governo local pelo espaço de 860 mil metros quadrados, onde instalará sua primeira grande planta fora dos Estados Unidos
Por Agências – Reuters

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Mercado chinês tem atraído compradores de carros elétricos, mesmo com tarifas

A Tesla assinou um acordo com o governo de Xangai para adquirir um terreno de 860 mil metros quadrados. O espaço será usado pela fabricante americana para construir sua primeira grande fábrica fora dos Estados Unidos, disse a montadora de carros elétricos em uma mídia social chinesa nesta quarta-feira, 17.

O negócio marca um passo fundamental para a empresa e seu presidente executivo, Elon Musk: fabricar carros localmente para o mercado chinês, cuja demanda por carros elétricos cresce rapidamente, mesmo com as tarifas impostas por Pequim aos produtos fabricados nos Estados Unidos.

Em julho, a Tesla assinou um acordo há muito esperado com as autoridades de Xangai para construir sua primeira fábrica fora dos EUA, o que dobraria o tamanho de sua fabricação global e ajudaria a reduzir o preço dos carros da Tesla vendidos no maior mercado automotivo do mundo.

“Garantir esse terreno em Xangai, a primeira ‘Gigafactory’ da Tesla fora dos Estados Unidos, é um marco importante para o que será nosso próximo local de fabricação avançada e sustentável”, afirmou Robin Ren, vice-presidente de vendas globais da Tesla.

A Tesla não revelou o preço que pagou pelo terreno, mas o Departamento de Planejamento e Recursos Territoriais de Xangai informou nesta quarta-feira que um terreno de 864.885 metros quadrados foi vendido em um leilão por 973 milhões de iuanes (US$ 140,51 milhões).

A montadora assinou um acordo com as autoridades de Xangai em julho para abrir uma fábrica na cidade chinesa com capacidade de produção anual de 500 mil carros.

A fábrica ajudará a explorar o mercado em rápido crescimento da China para os chamados veículos de nova energia (NEVs), uma categoria que compreende carros elétricos à bateria e veículos elétricos plug-in híbridos, mesmo enquanto o mercado de automóveis mais amplo da China esfria.

A Tesla, que começou a contratar para a nova fábrica de Xangai em agosto, disse anteriormente que levantaria capital dos mercados de dívida da Ásia para financiar a construção, que custará cerca de US$ 2 bilhões.

Designers Ivana Preiss e Filip Vasic criam banco ergonômico para mulheres amamentarem

Poltrona giratória e com balanço pretende garantir conforto para mães e bebês em locais públicos
Por Mariana Conte I Fotos: Divulgação

design_banco_para_amamentacao_5Amamentar em público não deveria ser polêmico, mas é. A erotização do seio feminino faz com que esse ato substancial entre mãe e filho seja julgado e, em alguns lugares, até proibido. Num esforço para capacitar mulheres a amamentarem como quiserem e oferecer maior comodidade a elas, o estúdio de design de Praga 52hours projetou o Heer, um banco ergonomicamente pensado para mães amamentarem confortavelmente em público.

design_banco_para_amamentacao_2Ivana Preiss e Filip Vasic são os nomes por trás da ideia, que surgiu depois que os dois testemunharam uma jovem mãe ser hostilizada por amamentar em público. Ao descobrir que muitas mulheres passavam por experiências negativas, e percebendo que os espaços públicos carecem de infra-estrutura adaptada às necessidades de mães e bebês, a dupla enviou um questionário para mais de cem mães em vários países e criou o banco Heer baseado nesta pesquisa, com a ajuda do designer industrial Nikola Knezevic.

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O Heer possui uma poltrona giratória com balanço, para que as mães encontrem a melhor posição para si mesmas e possam ninar a criança, proporcionando maior conforto. E também oferece privacidade, caso a mãe queira. A outra metade do Heer destina-se a usuários públicos em geral e a acompanhantes da mulher, e foi pensado especialmente no caso de ela estar com outra criança.

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A questão da privacidade pode ser interpretada como um reforço ao estigma de que as mães devem se esconder enquanto amamentam, mas os responsáveis pelo projeto acreditam que embora a amamentação em público esteja se tornando cada vez mais aceita, por várias razões culturais e  psicológicas, muitas mães ainda se sentem desconfortáveis ​​com isso e os locais designados para a amamentação são raros, mal concebidos, isolados e desconfortáveis, praticamente reforçando a exclusão das mães. Apesar de qualquer lugar ser lugar para amamentar, o banco Heer pretende ser uma opção confortável para mães e bebês.

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Por enquanto, o móvel é apenas um protótipo, mas o produto final está em desenvolvimento e será feito com materiais totalmente recicláveis. Ivana e Filip pretendem que o banco seja instalado em breve em aeroportos, shopping centers, parques, e outros locais públicos – afinal bebês sentem fome em qualquer lugar.

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Acionistas do Facebook propõem saída de Zuckerberg da presidência do conselho

Para grupo de investidores, fundador da rede social teve conduta ruim ao lidar com escândalos de privacidade e segurança; proposta será votada em maio de 2019
Por Agências – Reuters

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Mark Zuckerberg é o presidente executivo do Facebook

Um grupo de acionistas do Facebook, formado por fundos públicos e investidores privados, apoiou nesta quarta-feira, 17, uma proposta para remover Mark Zuckerberg, fundador e presidente executivo da rede social, do cargo de presidente do conselho, dizendo que a rede social não soube lidar, nos últimos tempos, com diversos escândalos de alto nível.

Nesta quarta-feira, os fundos estatais de Illinois, Rhode Island e Pensilvânia, ao lado do fundo da cidade de Nova York, assinaram uma carta, apoiando a iniciativa do Trillium Asset Management, que trouxe a discussão à baila em junho. Agora, a questão deverá ser votada em maio de 2019, quando acontece o próximo encontro anual de acionistas do Facebook.

A proposta dos fundos é de que a presidência do conselho da empresa seja ocupada por um executivo independente. É algo, no entanto, difícil de acontecer, uma vez que Mark Zuckeberg, sozinho, detém 60% do poder ordinário da empresa. Procurado, o Facebook não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

“O Facebook hoje tem um papel fora do normal em nossa sociedade e economia. É uma empresa que tem responsabilidade social e financeira de ser transparente. È por isso que demandamos independência e responsabilidade no conselho”, diz o documento. A proposta acrescentou ainda que a falta de um conselho independente contribuiu para que o Facebook lidasse mal com diversas controvérsias, entre o caso da consultoria Cambridge Analytica, a recente falha de segurança ou a interferência russa nas eleições americanas.