Fashion Stylist Ozge Efek latest editorial for Collectible Dry by Eugenio Intini

Sem título.jpgArtwork and Photography: Eugenio Intini. Styling: Özge Efek. Makeup: Laura Stucchi at Close Up Milano. Hair: Dora Roberti at Close Up Milano. Casting: Julia Asaro. Models: Nastya at Next Management, Linnea at D Management.

Meghan Markle e Harry dizem ter longa lista de sugestões de nomes de bebês

Duque e duquesa de Sussex estão em viagem oficial à Austrália

1539794886312.jpg
O duque e a duquesa de Sussex. Foto: Chris Jackson / Pool via AP

Desde que anunciaram que estão esperando o primeiro filho, Meghan Markle e Harry não param de ser abordados sobre o tema. Em visita à uma escola de Melbourne, na Austrália, o casal foi questionado por um estudante de 12 anos. Charlie Wolf perguntou se Meghan e Harry tinham ideia de como o ‘filho real’ se chamaria. A duquesa respondeu: “Recebemos uma longa lista de nomes de todos. Nós vamos nos sentar e dar uma olhada neles”. Meghan acrescentou que ainda era cedo demais para tomar uma decisão oficial sobre o nome do bebê.

Enquanto isso, o ex-mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, fez um pedido a Harry nas redes sociais. “Querida Meghan e Harry, muitas felicidades a vocês pela maravilhosa notícia. A Austrália viu, em primeira mão, as pessoas inspiradoras que vocês são. Se o seu bebê for uma menina, sejam corajosos e a chamem de Diana, o que deixaria sua mãe tão orgulhosa”, escreveu no Twitter.

O bebê será o primeiro filho de Harry e Meghan, que se casaram em 19 de maio, em uma cerimônia na capela de Sant George, no Castelo de Windsor, na Grã-Bretanha. A criança será o sétimo herdeiro na linha do trono britânico.

46ª edição da SP Fashion Week destaca nova geração da moda

Evento que começa hoje à noite reúne nomes consagrados do mercado nacional e apostas, como as recém-lançadas marcas Korshe 01 e Mipinta
Maria Rita Alonso, O Estado de S.Paulo

1539987476379.jpg
Abre-alas. A empresária Renata Sartyi e sua irmã Lilly, exibem um dos looks da coleção do inverno 2019 de sua grife Foto: Fernando Louza

A semana de moda nacional vive uma era de extremos. Com início hoje, a 46ª edição da São Paulo Fashion Week acontece até a próxima sexta, 26, em dois novos endereços: o espaço Arca, na Vila Leopoldina, e o Farol Santander, no centro da cidade. De um lado, uma elite de estilistas consagrados, como Reinaldo Lourenço, Glória Coelho e Patrícia Viera, e as grandes marcas consolidadas com lojas por todo o Brasil, como Animale, Osklen e a estreante Bobstore. Do outro, marcas muito jovens, como a Korshe 01 e a Mipinta, com menos de um ano de vida, vendendo online, apenas sob encomenda e sem planos de negócios formais. Comandadas por novos empreendedores, elas ganham destaque no line-up compondo o projeto Estufa. “Tudo está mudando. A tecnologia da informação, os processos, a moda também precisa se reinventar”, afirma Paulo Borges, que completa 22 anos à frente da direção criativa da maior fashion week do País.

Essa inclusão de novas marcas na programação poderia ser lida como um apelo para atrair os jovens para os desfiles, mas a história é outra. O Estufa é o principal atrativo para grandes patrocinadores do evento – como uma rede bancária, por exemplo. Para, literalmente, se manter, a moda precisa se apoiar em outros assuntos e preservar sua chama viva. O espírito do tempo clama por pequenos negócios e o empreendedorismo está na moda – em meio a uma crise econômica e desemprego beirando os 12%, ele sugere uma luz no fim do túnel. Mais robusto, com mais desfiles, palestras e exposições, o Estufa levanta o assunto recebendo pessoas e ideias que representam o futuro. “O SPFW é uma plataforma de criatividade, de liberdade, e acho saudável que tenha essa pluralidade”, conta Paulo. “Nosso discurso político no sentido do pensamento está posto. Estamos falando de transpor, de ir além”, completa o fundador do evento.

A grife Lilly Sarti abre o SPFW N46 hoje à noite no Centro. Fundada há 12 anos, participa de sua oitiva SPFW, onde vem depurando seu estilo e seus negócios. “Estamos mais maduras como pessoas e isso está muito nítido na roupa. Ela ainda veste uma garota de 20 e poucos anos, mas também a mulher de 30 e a mãe dela”, afirma Lilly, que conta com mais de 60 pontos de venda no Brasil.

Colaboraram: Anna Rombino e Sergio Amaral

Bilheteria EUA: Halloween, Nasce uma Estrela,Venom, Goosebumps 2, O Primeiro Homem

Longa arrecadou US$ 77 milhões no fim de semana

hallo.png
Halloween, o novo filme é dirigido por David Gordon Green e conta com a volta de Jamie Lee Curtis ao papel que eternizou.

Com lançamento marcado no Brasil para a próxima semana, Halloween liderou a bilheteria americana no fim de semana, batendo recordes.

O longa arrecadou US$ 77 milhões entre os dias 19 e 21, tornando-se a maior estreia da franquia e a segunda maior abertura do mês de outubro, atrás apenas de Venom (US$ 80 milhões).

O segundo lugar da semana ficou com Nasce uma Estrela, que caiu 32% em sua terceira semana em cartaz. O longa estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper arrecadou US$ 19 milhões.

Venom ficou em terceiro lugar com US$ 18 milhões, seguido de Goosebumps 2 – Halloween Assombrado, com US$ 9,7 milhões.

Fechando o top 5 da semana ficou O Primeiro Homem, filme com Ryan Gosling que já está em cartaz no Brasil. O longa teve bilheteria de US$ 8,5 milhões em sua segunda semana em cartaz.

Delineador branco: quatro jeitos de usar a tendência

Acabamos com o mito de que o hit é difícil de usar
Por Olívia Nicoletti

Queridinho de famosas como Kristen Stewart, Rihanna e Bella Haddid, o delineador branco perdeu a pose de maquiagem conceitual e foi para a vida real. Com ar de descolado, pode ser usado até no dia a dia. Quer apostar? Confira quatro maneiras diferentes de usar abaixo.

7f3a0f594e3c78f5efabd0fd5cd56ede
A dobradinha com batom vermelho deixa a maquiagem chique (Foto: cortesia Pinterest)

Red is hot
Combinado com lábios vermelhos (podem ser tons abertos ou fechados), o delineador ganha sofisticação imediata.

ac79b3d6f0efe0275df8d1f7768b8101
Clássico, o traço grosso chama ainda mais atenção pro olhar (Foto: cortesia Pinterest)

Na linha
Acordou querendo chamar a atenção? Solte a mão e faça um traço mais grossa em cima dos olhos. Com shape clássico, o teor moderninho fica equilibrado.

ee49206895e82996113b6d16b7260ad6
Kristen Stewart é uma das fãs da tendência (Foto: cortesia Pinterest)

Esfumado maravilha
Antes de passar o delineador, esfume uma sombra marrom mais clara para dar profundidade ao côncavo. O truque deixa o branco mais vivo e a maquiagem mais interessante.

cece519b8515fce9bdfbead6e1590fc7
O traço abaixo da linha d’água é moderninho (Foto: cortesia Pinterest)

Dupla face
Tem um evento que pede algo ousado? Dobre a linha e faça uma bem fina também embaixo da linha d’água. Finalize com máscara de cílios e pronto.

Espaços integrados e design assinado marcam a decoração deste apê

Base neutra e pontos de cor compõem a receita infalível do projeto
Por Nádia Simonelli I Fotos: Gui Morelli

apartamento-estudio_ela-arquitetura_11Localizado no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, este apartamento de 380 m² é o lugar que a arquiteta Juliana Matalon escolheu para viver com seu marido e a filha. Eles buscavam um apartamento moderno e, ao mesmo tempo, aconchegante, por isso, inseriram na decoração elementos que tivessem afinidade com a personalidade da família.

Durante a reforma, que durou nove meses, a arquiteta planejou ter uma base neutra, que permitisse fazer mudanças sempre que quisesse. Assim, as cores aparecem em algumas peças do mobiliário, como na mesa de centro Pigmento e no sofá Tiras, de Gerson Oliveira e Luciana Martins, da Ovo.

Além disso, a profissional tratou de integrar os espaços sociais. “Aumentei a varanda e troquei todos os revestimentos. Fiz uma reforma geral”, explica Juliana. Assim, a área externa é o canto preferido da família, onde eles costumam relaxar e receber os amigos. Lá, as plantas criam uma atmosfera relaxante.

Fã de design, a arquiteta escolheu peças de linhas simples e cheias de personalidade, como a poltrona Esfera, de Ricardo Fasanello, e as mesas de jantar e de centro, criadas por Jader de Almeida. Também se destacam as poltronas Redondo, de Patricia Urquiola, num tom rose, o aparador AC, da Suíte Design, e a Slow Chair, de Ronan e Erwan Bouroullec. Entre as obras de arte, há o quadro Retalhos, de Claudio Tozzi, e a coleção de toy arts, fruto das viagens da família.

Retrato falado: Gisele Bündchen dá voz a angústias em novo livro

Em ‘Aprendizados’, modelo fala sobre pensamentos suicidas, sabotagens e intimidades de sua vida

220717-gisele-arezzo-10
Gisele divide intimidades às quais quase ninguém havia tido acesso 

A moda é um mundo de aparências – de preferência, as melhores possíveis. Não deixa de ser surpreendente, portanto, que Gisele Bündchen, a ubermodel brasileira, ícone nacional de beleza e de sucesso, tenha decidido se expor tão intimamente no livro Aprendizados, lançado no Brasil pela editora Best Seller, do grupo Record.

Estão colocados ali detalhes curiosos e até excêntricos de sua rotina, as frustrações que teve ao decidir assumir o papel de dona de casa e o arrependimento depois de turbinar os seios com silicone. “Não ficou como eu imaginava. Fiquei incomodada, com raiva e deprimida. Por que eu tinha feito aquilo comigo?”, conta em um trecho.

Em algumas passagens, Gisele demonstra o ressentimento com o bullying sofrido no início da carreira (“diziam que meu nariz era muito grande e meus olhos pequenos demais”), lembra da vida desregrada de modelo e das futilidades da indústria. O ponto alto é quando ela fala pela primeira vez sobre os ataques de pânico que enfrentou no auge da carreira e que a levaram a pensar em suicídio, coisa que surpreende até os mais próximos. “Soube do pânico, mas não sabia da gravidade da coisa (de ter pensado em suicídio). Gisele sempre foi muito equilibrada e não é uma pessoa que externa muito seus problemas”, conta o beauty-artist Daniel Hernandez. Sua volta por cima foi apoiada nos ensinamentos da ioga, da meditação e da respiração pranayama.

É claro que a narrativa não está livre de clichês, tampouco se propõe a ser uma obra com qualidade literária. Mas Gisele se abriu, foi honesta, tocou em questões íntimas e conseguiu revelar os bastidores da indústria por vários ângulos, inclusive os mais mesquinhos e sombrios. As sabotagens pré-desfile armadas por concorrentes (uma vez chegaram a soltar o salto de um sapato para que ela caísse na passarela), por exemplo, apesar de soarem como planos do Gargamel para derrubar os Smurfs, significavam uma ameaça concreta a sua performance. “É lógico que a Gisele, por ter o status que tem, deve ter passado por outras situações, mas nunca presenciei esse tipo de coisa”, diz a top Lu Curtis, outra colega de trabalho.

Durante a leitura de Aprendizados, dá sim para ouvir a voz empolgada de Gisele, uma das brasileiras mais famosas e bem-sucedidas do mundo, contando sua história e dizendo o que pensa. E ela pensa muita coisa, sempre com foco e estratégia, como você confere nesta entrevista, concedida ao Estado por e-mail. [Maria Rita Alonso]

Você conta no livro que durante os seus 23 anos de carreira acabou sendo uma imagem sem voz. Como se sente agora podendo se abrir e falar sobre suas experiências?
Acho que é libertador. Percebi que quando você consegue se abrir e expor suas vulnerabilidades, isso não só ajuda você trabalhar nas suas feridas e curá-las como também a se sentir útil. Ao dividir suas histórias, muitas pessoas vêm lhe agradecer, pois elas também passam por coisas parecidas e é importante saber que há uma luz no fim do túnel.

Em algum momento você teve dúvidas sobre o quanto se abrir? Qual foi o trecho mais difícil de escrever?
Fico empolgada em poder dividir algo que acho que pode ajudar as pessoas, como quando falo sobre alimentação saudável, a prática da meditação ou de exercícios, já que tudo isso faz com que eu tenha uma vida mais equilibrada. Eu tive, sim, dúvidas de quanto deveria me abrir, mas acredito que se minhas experiências puderem contribuir de alguma forma positiva para alguém, então já valeu a pena. Umas das partes mais difíceis de contar com certeza foi a questão dos meus ataques de pânico, pois foi algo que me marcou muito e é difícil você admitir que chegou no fundo do poço.

Vinda de uma família com tantas mulheres, como enxerga os movimentos de empoderamento feminino da nova geração?
Acredito que as mudanças só acontecem quando há uma grande movimentação em torno de um determinado assunto. Foi assim ao longo da história. As mulheres não podiam votar, não podiam usar calças, eram submissas dentro de casa. Hoje, acredito que há um novo movimento, que é importante para que as mulheres consigam se livrar de outros estigmas, não sejam assediadas e desrespeitadas, por exemplo. Por outro lado, também entendo que homens e mulheres são biologicamente diferentes e, por isso, têm aspectos diferentes. O que não significa que não devam ter direitos e obrigações iguais. Mas ambos precisam procurar entender e respeitar as diferenças alheias.

Hoje em dia, você indicaria a profissão de modelo? Ficaria feliz, por exemplo, se sua filha resolvesse seguir a carreira?
Vejo a profissão de modelo como outra profissão qualquer, com seus benefícios e desafios. É uma profissão que acaba mexendo muito com a autoestima, é preciso ter suporte da família, ainda mais porque as meninas iniciam muito novinhas. Quanto a minha filha, ela terá liberdade para seguir o que quiser, assim como meus pais fizeram comigo.


Você enfrentou ataques de pânico no auge da sua carreira. Pode falar um pouco sobre esse momento?
Foi um período muito difícil na minha vida. Era algo que fugia totalmente do meu controle. Não tinha domínio sobre meus sentimentos e medos. Já não conseguia mais estar em lugares fechados, era sufocante e desesperador. Estava realmente no fundo do poço, mas estava dedicada a sair dessa. Em momentos como esse, é muito importante buscar ajuda e fazer as transformações necessárias na sua vida para reverter seu quadro. O maior desafio que já passei foi também o mais transformador na minha vida. Me proporcionou que eu olhasse para dentro e promovesse uma reviravolta. Aprendi ioga e como a respiração e meditação podiam fazer diferença na forma como eu me sentia. Mudei radicalmente a alimentação. Me livrei de maus hábitos como cigarro, excesso de cafeína e das taças de vinho diárias que achava que me ajudavam a relaxar. Comecei uma nova vida, que me trouxe muito mais alegria e equilíbrio. Sei que fazer mudanças não é fácil, exige muita disciplina, força de vontade e dedicação. Mas a escolha está sempre nas nossas mãos, na de mais ninguém.

Você abdicou de trabalhos ou contratos profissionais para introduzir hábitos e práticas mais saudáveis na sua rotina?
Na época, reduzi o ritmo de trabalho e, com o tempo, também fui ficando mais e mais seletiva. Percebi que não precisava estar sempre frenética trabalhando e atendendo a todos os convites e propostas que recebia, aprendi a dizer não. É importante aprender a conhecer seus limites, ter um tempo para respirar e observar para onde está indo e se as escolhas que fazemos estão nos fazendo bem ou não.

Como lidar com as crueldades típicas do universo da moda?
Esse eu diria que é um dos lados mais difíceis desta profissão, pois muitas vezes esquecem que você é um ser humano. Você é uma entre os milhares da fila de casting, e não há muita delicadeza na forma de falar o porquê você foi descartada. Mas como gosto de dizer, o que não te derrota, te deixa mais forte. Foi assim que saí de muitas dessas situações. Apesar das “imperfeições”, consegui me destacar. Preferi focar no que tinha de positivo para oferecer.

No Brasil, algumas revistas de moda perderam mercado e a comunicação das marcas está cada vez mais voltada ao universo digital. Como enxerga o futuro da moda nesse novo contexto?
Acho que não só o mundo da moda, mas todos os segmentos estão sendo impactados por esta nova era digital. E é inevitável que acabemos consumindo mais conteúdo online do que impresso, pela facilidade e disponibilidade de acesso. Afinal, ele está na palma da mão quando você precisa.


Veja a seguir dois trechos da publicação: 
Não conseguia ver uma saída e não podia suportar mais um dia me sentindo daquele jeito. Um pensamento m
e invadiu: ‘Quem sabe vai ser mais fácil se eu simplesmente pular. Tudo vai passar. Eu posso me livrar de tudo isso’. Quando penso naquele momento e naquela garota de 23 anos, sinto vontade de chorar. Ela era tão jovem que quase me parte o coração. Quero dizer para ela que vai ficar tudo bem.”

“Quando comecei a fazer mais sucesso e os clientes começaram a me mandar passagens aéreas de primeira classe, eu as trocava por um assento na classe econômica, e o dinheiro que sobrava ia direto para a poupança. Foi economizando cada centavo que ganhava com meu trabalho que consegui comprar meu primeiro apartamento em Nova York, em Tribeca.”

Lily Aldridge for Narcisse Magazine Fall 2018 by Matt Easton

ME_42_NARCISSE_LILLY7335_C_CROP_JPGv2Publication: Narcisse Magazine. Photographer: Matt Easton. Creative Director and Stylist: Azadeh Zoraghi. Hair Stylist: Michael Silva. Makeup Artist: Hung Vanngo. Manicurist: Gina Edwards at See Management. Model: Lily Aldridge.