Kim Kardashian contraria desejo de Kanye West e revela que não sabe se terá mais filhos

Empresária demonstrou preocupação com violência nos Estados Unidos

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O casal possui três filhos: Saint, North e Chicago. Foto: Instagram / @kimkardashian

Os assuntos familiares estão agitando os membros do clã Kardashian-West. Apesar de Kanye West demonstrar publicamente seu interesse em ter especificamente sete filhos, Kim Kardashian rebateu dizendo que o marido está lhe pressionando para aumentar a família. A empresária revelou que se preocupa em trazer mais bebês ao mundo quando os Estados Unidos vivem uma onda de violência armada.

Durante um episódio do programa Keeping Up With The Kardashians, Kim disse: “Eu hesito um pouco em ter mais filhos porque realmente fico pensando em como eles irão sobreviver em um mundo tão louco como esse”. A artista também demonstrou preocupação devido aos diversos tiroteios em escolas norte-americanas: “É como se todos os dias tivesse algo tão traumatizante, que não te faz sentir seguro”, explicou a mãe de Saint, North e Chicago.

As modelos negras e trançadas da Apartamento 03

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O casting do desfile da Apartamento 03 contou apenas com modelos negras 

Apartamento 03 desfilou na quinta (25/10) sua coleção de primavera-verão 2019 no SPFW e escalou apenas modelos negras! O objetivo de Daniel Hernandez, que assina a beleza do desfile, foi fazer uma maquiagem neutra, que apenas desenhe mais o rosto e realce a beleza das modelos – pra isso utilizou iluminador nos pontos altos e um blush mais escuro nos pontos de marcação! Pro cabelo, pintaram tranças diversas e bem lindas ornamentadas com continhas pretas! Ficou curioso? Veja mais abaixo!

Elisabeth Moss compara série “The Handmaid’s Tale” à atualidade: ‘Achava que não havia mais pelo que brigar’

Ao dar vida à escrava sexual Offred, na premiada série “The Handmaid”s Tale”, a atriz americana tornou-se um símbolo da resistência feminista. Nos EUA e no Brasil, mulheres se vestem com os uniformes das personagens para protestar contra os governantes que ameaçam diminuir nossas liberdades e direitos. Em entrevista à Marie Claire, ela explica por que o enredo criado em 1985 nunca foi tão contemporâneo e defende que o debate em torno da equidade de gênero e da liberdade de expressão é essencial

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Elisabeth Moss para Marie Claire (Foto: Camila Armbrust)

SEMPRE ME CONSIDEREI UMA FEMINISTA, mas, como muitas mulheres da minha geração, achava que não tínhamos mais pelo que brigar. Acreditava que todos os direitos haviam sido conquistados”, disse Elisabeth Moss, 36 anos, enquanto chacoalhava a cabeça em sinal de arrependimento.

“Não imaginávamos que precisaríamos nos agarrar novamente às causas feministas como fizemos nos últimos meses. O movimento me transformou”, completa a atriz norte-americana, em um bar de vinhos em Manhattan, vestida toda de preto, com um boné e uma mochila. Foi lá que marcamos de nos encontrar para conversar sobre as questões que envolveram as mulheres em 2018 no mundo. Reflexões sobre a mais recente onda feminista é um tema recorrente em conversas na cidade, principalmente depois da eleição de Donald Trump, o presidente que faz declarações machistas e ameaça diminuir as liberdades das mulheres e de outras minorias, como imigrantes e transexuais. A diferença é que agora quem debateu esse tema comigo é a mulher que se tornou símbolo da resistência feminina, graças à impecável interpretação que faz da personagem Offred, protagonista de The Handmaid’s Tale – O Conto da Aia.

Inspirado no livro homônimo da escritora canadense Margaret Atwood, trata de uma sociedade em que as mulheres são propriedade do estado, proibidas de ler e escrever e, no caso de Offred, obrigadas a gerar filhos para famílias de elite. “Nunca interpretei uma história com paralelos tão claros com o que está acontecendo na realidade ao meu redor”, diz. “As fronteiras entre realidade e ficção são muito mais borradas do que com qualquer outro personagem que já vivi. Mas também é um tanto catártico pegar um pouco da raiva e da frustração que sinto como cidadã e transformar essa energia em um trabalho que acredito.” Não à toa, é possível ver o impacto de O Conto da Aia. O uniforme das escravas como Offred – capas vermelho sangue e capotas brancas – já foi inclusive copiado por ativistas em protestos por todo os Estados Unidos (e no Brasil também).

Foi o que aconteceu, por exemplo, quando parlamentares tentaram extinguir o Planned Parenthood, uma organização não-governamental que defende a legalização do aborto, entre outros direitos reprodutivos da qual Elisabeth é uma antiga defensora – prova de que ela não tem receio de sair em defesa dos direitos das mulheres. Quando ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz em janeiro, inclusive, o dedicou às artistas do #MeToo. “Tive a sorte de não ter vivido coisas terríveis que muitas mulheres do cinema denunciaram”, diz. “Mas quando os movimentos #MeToo e #TimesUp explodiram, conversei com as minhas amigas e paramos para refletir sobre os encontros profissionais que tivemos e nos questionamos sobre certas atitudes de alguns homens. Estamos vivendo um momento de tomada de consciência.”

Entre os acusados do #MeToo e #TimesUP está o ex-chefe de Elisabeth, Matthew Weiner, criador de Mad Men – Inventando Verdades (2007-2015). Ex-roteirista da série, a americana Kater Gordon alegou que uma vez, quando eles estavam trabalhando até tarde, Weiner disse que queria vê-la nua e que Kater devia isso a ele. Weiner nega veementemente as acusações. A atriz é muito diplomática para tomar o partido de alguém, mas acredita que “é indiscutível o fato de que as mulheres precisam ter voz”. E continua: “Precisamos poder falar quando nos sentimos desconfortáveis com alguma situação. Quando não temos voz, é o mesmo que estar metida em uma merda de vestido vermelho, com uma merda de um capote branco na cabeça”, diz, em alusão às escravas da série.

Elisabeth é igualmente firme sobre a liberdade de expressão, mesmo quando o ataque se dirige a ela. Criada dentro da Cientologia, foi acusada de hipocrisia por causa do seu discurso no Globo de Ouro – a religião foi acusada de acobertar casos de assédio sexual. Esse é o único assunto que ela não discute. “Você não pode retirar de uma pessoa o direito de ter uma voz”, diz, quando levantei o tema durante nossa conversa. “Não posso negar o seu direito de dizer o que pensa. Se fizer isso, aí, sim, estarei sendo hipócrita”. E emendou: “Acredito profundamente na liberdade e nos direitos humanos. Se não tivesse casca grossa o suficiente para lidar com as críticas, não estaria nessa profissão há tanto tempo”. [Jane Mulkerrins]

Meghan Markle entrega doces para crianças que esperavam para vê-la na Nova Zelândia

Duquesa de Sussex participava de encontro com jovens trabalhadores em uma cafeteria quando esbarrou com os pequeninos

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A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em visita à Nova Zelândia. Foto: Reuters

Meghan Markle e Harry arrancaram suspiros de todos pelos países que já passaram durante a turnê pela Oceania. Foi assim na Austrália e segue o mesmo ritmo na Nova Zelândia.

A duquesa estava conversando com jovens trabalhadores no café Maranui, em Wellington, quando esbarrou com uma fila de crianças ao sair do estabelecimento com Harry. Meghan imediatamente correu de volta à cafeteria e perguntou à equipe se poderia levar alguns dos bolos para a pequena multidão comer. Ela voltou com um prato cheio de doces.

Uma das crianças disse à rede local de TV NZ: “Eles nos perguntaram quais eram nossos nomes e também eram muito legais. Conversaram normalmente conosco”. “Minhas pernas tremiam tanto!”, confessou um menino.

Meghan estava conversando com funcionários e voluntários do Live for Tomorrow, um programa de jovens focado em alcançar as novas gerações com mensagens positivas. O casal real ficou 45 minutos discutindo o bem-estar mental na Nova Zelândia. Esta foi a última parada da turnê de 16 dias.

O príncipe Harry também falou sobre as mídias sociais, sugerindo que os pais precisavam ficar atentos à educação. “Problemas decorrentes de mídia social e jogos são um grande desafio para os jovens no Reino Unido e no mundo”, enfatizou.

O duque também mencionou suas próprias lutas com a saúde mental, admitindo que levou anos para ‘confrontar sua própria turbulência interna’. “Demorei aproximadamente de três a quatro anos para começar a jornada e, depois disso, você ainda tem que encontrar as pessoas certas para conversar”, desabafou Harry.

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Meghan Markle conversa com jovens trabalhadores em cafeteria na Nova Zelândia. Foto: Reuters

Califórnia adia a aplicação de sua lei de neutralidade da rede

A princípio, a legislação entraria em vigor no ano que vem, mas autoridades da Califórnia optaram por esperar as revisões da legislação da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês)

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Scott Wiener é senador da Califórnia

O Estado da Califórnia concordou em adiar a execução de sua lei estadual que restabelece a neutralidade da rede – regra promulgada na administração de Barack Obama, que foi suspensa no fim do ano passado pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês). A princípio, a legislação entraria em vigor no ano que vem, mas, de acordo com uma declaração do senador da Califórnia Scott Wiener, as autoridades do Estado resolveram esperar uma decisão judicial que analisa a revisão da legislação da FCC. A informação é do site The Verge.

O presidente da FCC, encarou a prorrogação como uma vitória. “Essa concessão demonstra que, ao contrário do que defendem os defensores da lei, que não há um problema urgente que essas regulações precisam resolver”, disse.

O senador Scott Wiener disse que quer muito ver a lei de neutralidade da rede da Califórnia entrar em vigor, para proteger o acesso à internet, mas que é necessário esperar. “Eu entendo e apoio o raciocínio de que a apelação federal precisa ser resolvida antes de avançarmos para defender nossa lei de neutralidade da rede no tribunal”. Ele afirmou que, quando a apelação for resolvida, a lei da Califórnia seguirá em frente.

Legislação. O fim da neutralidade da rede foi definido em dezembro de 2017 em votação realizada pelos membros da FCC, órgão responsável por fiscalizar prestadoras de serviços de internet, e formado majoritariamente por republicanos.

A nova lei revogava as regras estabelecidas pelo então presidente, Barack Obama. Desde então senadores e deputados democratas tentam reverter a legislação dentro do Congresso americano. Com a nova lei, empresas de banda larga como Comcast, AT&T a Verizon Communications,  podem desacelerar ou bloquear o tráfego de americanos na internet.

A regulação também incluiu uma cláusula que proíbe estados de criarem suas próprias leis de neutralidade da rede – como fez a Califórnia. Entretanto, há uma grande discussão levantada por especialistas, que afirmam que a regra é impraticável, e que deveriam ser permitidas regulamentações em nível estadual.

Depois que o governo da Califórnia assinou no final de setembro uma lei que restabelece a neutralidade da rede, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e provedoras de internet entraram com uma ação contra o Estado, alegando que a regulação estatal é inconstitucional.

Este aqui deve ser o visual do iPad Pro: sem botão Home e, provavelmente, com Face ID

Sem títuloDepois de descrições orais e de um pequeno ícone revelando a provável aparência do novo iPad Pro, a própria Apple tratou de dar uma imagem mais clara de como deve ser o futuro dispositivo. Neste domingo (28), um novo ícone encontrado no iOS mostra o gadget em detalhes. A confirmação de que este será o iPad Pro de 2018 não deve demorar, com a expectativa de que ele seja anunciado durante um evento nesta terça-feira (30).

O ícone, encontrado pelo 9to5Mac, traz um iPad Pro com cantos arredondados, sem notch e também com a ausência de um botão Home, o que deve indicar que ele virá com o Face ID. As bordas, no entanto, são grossas em comparação com o que temos visto nos últimos iPhones — apesar das categorias de dispositivo serem diferentes.

9to5Mac, especializado na cobertura de Apple, espera ver, além desses detalhes, um grande redesign no iPad Pro. Outros rumores incluem a adição da entrada USB-C, em detrimento do conector Lightning, o que possibilitaria, por exemplo, a conexão a um monitor 4K. [Leo Escudeiro]

[9to5Mac]

Imagem do topo: 9to5Mac/Apple

Artista plástico norte-americano Kaws cria escultura de flores para campanha da Dior

Imagens marcam lançamento da primeira coleção de Kim Jones para a grife

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A campanha da Dior Homme que marca o lançamento da primeira coleção assinada por Kim Jones Foto: Steven Meisel/Divulgação

Depois de criar uma escultura de dez metros de altura com mais de 70 mil flores para o primeiro desfile do estilista Kim Jones na direção criativa da Dior Homme, o artista plástico norte-americano Kaws (apelido de Brian Donnekly) está de volta à moda. Ele assina uma variação da peça do desfile para a nova campanha da grife, assim como uma coleção cápsula que chega às lojas em dezembro.

Fotografada por Steven Meisel, as imagens reúnem modelos, como o príncipe Nikolai da Dinamarca, Valentin Caron e Romaine Dixon usando criações do desfile de Jones (ex-Vuitton) para a Dior.

Entre elas destacam-se a alfaiataria relaxada e suavemente romântica, com muitas flores, uma das paixões do fundador da casa, assim como as roupas esportivas de luxo e peças de uma coleção cápsula com interferências de Kaws.

“Queria que os anúncios refletissem o espírito do desfile masculino e a beleza da Dior”, declara o diretor criativo da grife, Kim Kones. “Sempre quis trabalhar com Kaws. Acho ele superchique e seu trabalho fala com muita gente também.”

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A escultura criada pelo artista norte-americano Kaws representa Christian Dior, fundador da grife Foto: Steven Meisel/Divulgação

Apple está investigando uso de trabalho de estudantes em fabricação do Apple Watch

Segundo relatos, os estudantes eram obrigados a fazer o trabalho, e os professores afirmavam que eles só conseguiriam se formar com essa condição; o grupo de direitos humanos Sacom disse que os jovens trabalham horas extras e fazem turnos noturnos, com apenas um dia de folga na semana

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Apple Watch é o relógio inteligente da Apple

A Apple está investigando a cadeia de produção do seu relógio inteligente Apple Watch, depois que uma reportagem do jornal Financial Times noticiou que sua fabricante usava a mão de obra de estagiários para produzir os aparelhos. A informação é do site The Verge.

O grupo de direitos humanos Sacom denunciou que a fornecedora da Apple localizada em Taiwan, a Quanta Computer, emprega estudantes ilegalmente e os submete a condições péssimas de trabalho. Segundo o grupo, a fornecedora exige que os jovens trabalhem horas extras e façam turnos noturnos, com apenas um dia de folga na semana.

De acordo com o The Verge, o grupo entrevistou 28 estudantes de ensino médio na fábrica da Quanta Computer, para embasar a denúncia. A maioria deles tinha entre 16 e 18 anos.

Segundo os relatos, os estudantes eram obrigados a fazer o trabalho: os professores afirmavam que eles só conseguiriam se formar com essa condição. O grupo Sacom afirmou que os alunos não recebiam benefício pelo trabalho, que algumas vezes envolvia uma jornada de 12 horas por dia.

Em resposta à denúncia, a Apple disse ao Financial Times que está investigando o caso. “Temos tolerância zero para o não cumprimento de nossos padrões e garantimos uma ação rápida e uma correção adequada se descobrirmos violações”

Meghan Markle dá sua versão ao little black dress

Duquesa de Sussex aposta em marca com viés sustentável

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Meghan Markle na Nova Zelândia (Foto: Getty Images)

Meghan Markle sabe bem a força das peças-curinga no guarda-roupa: em seus diversos looks, ela já lançou mão da camiseta branca, do terno preto, do trench-coat, da skinny jeans preta –  sempre ensinando como dar um toque sofisticado e cool a peças básicas.

No domingo (28.10), na Nova Zelândia, foi a vez da Duquesa de Sussex reforçar toda a elegância e atemporalidade do little black dress. Para um discurso oficial no país, por onde está passando com sua turnê real pela Oceania ao lado do Príncipe Harry, a Duquesa escolheu o vestido preto  Herve, de Gabriela Hearst – designer luta para que sua marca seja cada vez mais sustentável, apostando também em peças que deixem tendências de lado em prol de peças eternas.

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O vestido Herve, de Gabriela Hearst (Foto: Gabriela Hearst)

As alças fininhas originais do vestido ganharam uma interferência feita exclusivamente para Meghan, e o resultado não poderia ter sido mais clássico. Joias e acessórios discretos complementaram o look – mais um sucesso para o repertório da Duquesa.

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Meghan Markle na Nova Zelândia (Foto: Getty Images)
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Meghan Markle na Nova Zelândia (Foto: Getty Images)
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Meghan Markle na Nova Zelândia (Foto: Getty Images)