Com estreia adiantada na China, ‘Aquaman’ já é um sucesso de bilheteria

Novo filme da DC chega ao Brasil nesta quinta-feira
Brooks Barnes / the New York Times

Jason Momoa em ‘Aquaman’ Foto: Divulgação

LOS ANGELES — As atenções do mercado cinematográfico no ultimo fim de semana se voltaram para a China, onde “Aquaman” arrecadou US$ 94 milhões em bilheteria, justificando o arriscado plano da Warner Bros de lançar o filme primeiro no país asiático.

Hollywood vem aprendendo muito sobre os cinéfilos chineses nos últimos anos, mas lançar suas produções no país — segundo maior mercado do mundo, depois dos EUA — ainda é um desafio. A Warner e outros estúdios não podem distribuir seus próprios filmes na China, precisam passar pela empresa estatal de distribuição. Além disso, a censura local muitas vezes libera filmes americanos apenas no último instante, prejudicando os esforços de marketing.

O público chinês tem se tornado mais seletivo em relação a filmes de Hollywood, muitas vezes preferindo produções locais como o extravagante “Operação Mar Vermelho”, dirigido por Dante Lam, conhecido como o “Michael Bay da Ásia”.

Com isso, “Aquaman”, com Jason Momoa no papel principal e dirigido por James Wan, poderia ter sido um fracasso na China, o que deixaria uma marca negativa antes da estreia global. O filme chega ao Brasil nesta quinta-feira e a outros 40 países na sexta. Nos EUA, a estreia será apenas em 21 de dezembro.

A Warner decidiu antecipar o lançamento de “Aquaman” na China para evitar o tradicional período de blecaute do fim de ano para filmes americanos. A primeira estreia na China — onde Wan tem muitos fãs, graças ao sucesso de “”Velozes e furiosos 7” — também permitiria à Warner limitar o impacto da pirataria, muito forte no país. A pirataria foi um fator importante no recente fracasso dos “Podres de ricos” nas bilheterias chinesas. O lançamento da comédia romântica na China aconteceu três meses depois de seu lançamento em outras partes do mundo.

E por que a Warner não lançou “Aquaman” nos EUA também neste final de semana?

Os dois finais de semana após o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos estão tipicamente entre os períodos mais lentos do ano, já que compras de fim de ano e festividades relacionadas têm prioridade. Não houve novos lançamentos no final de semana na América do Norte, onde o filme número 1 foi mais uma vez “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (Disney), que arrecadou cerca de US$ 16,1 milhões, para um total doméstico de US$ 140,9 milhões. , de acordo com a comScore.

Nos bastidores com Alek Wek no Fashion Awards 2018

A supermodel Alek Wek convida Vogue para os bastidores de sua prova de roupas para o Fashion Awards, e conversa sobre roupas de festa, dança e diversidade na indústria
Por JULIA HOBBS

Alek Wek em sua prova de roupas para o Fashion Awards 2018 (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

A supermodel Alek Wek acabou de sair de um voo vindo de Nova York ao fazer check-in no Hotel Rosewood, em Londres, para uma prova de vestidos diferente. No dia 10 de dezembro de 2018 acontecerá a estreia de Wek na apresentação do Fashion Awards (ao lado do comediante britânico Jack Whitehall). Não é um job qualquer. A cerimônia é o último viva! Da moda mundial antes das festas de fim de ano, onde pessoas como Kaia Gerber, Virgil Abloh, Pierpaolo Piccioli e Kim Jones se esbarram com a próxima geração de astros da moda, incluindo Matty Bovan e Richard Quinn (e festejam até o sol raiar).

O laço gigante é uma criação de Emilia Wickstead (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

Entre sua chegada ao red carpet e uma sequência de luxuosas mudanças de cenário no Royal Albert Hall, local da cerimônia, a supermodel descobre que irá usar não um, mas seis vestidos durante a noite. O que explica por que a suíte do hotel que Vogue invadiu está lotada com vestidos longos de tirar o fôlego – desde looks com franjas Alexander McQueen a um vestido branco Givenchy com muitas borlas de seda, além de metros e mais metros de decadência Gucci.

Alek Wek chegando no hotel (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

A arara com os seis looks de Alek (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

Apoiada em uma mesa cheia de saltos vertiginosos e reluzentes, uma xícara de chá em mãos, é impossível perceber que Wek não pregou o olho durante o voo da noite passada. Não há nenhum sinal de exaustão (ou nervoso) e sua aparência é perfeita. Também está sans celular – uma raridade em qualquer prova de moda ou cenário fotográfico – o que significa que ela está presente de uma maneira que muitos de nós frequentemente não estão.

Os ajustes do look (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

Há poses cômicas de modelo entre acessos de riso, mas não se engane: o Fashion Awards é assunto sério para a supermodel, que, desde que foi descoberta em um parque londrino aos 18 anos, enquanto ainda cursava faculdade de moda, fomentou duas décadas de mudança positiva na indústria. (“tenho um fraco por estilistas jovens e estudantes de moda que chegam ao Fashion Awards”, diz, entre goles de chá). 2018 marca uma importante virada: “vi mudanças positivas na indústria da moda este ano. Finalmente estamos ficando diversificados. Seja na publicidade ou em capas de revistas, é muito importante celebrar a diversidade quando falamos de mulheres e moda e arte. O Fashion Awards é uma plataforma que podemos continuar usando”.

Alek Wek com Emilia (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

A estilista britânica Emilia Wickstead chega direto de um voo de 30 horas da Nova Zelândia com uma entrega especial. O look sob medida de Wek para o red carpet (o primeiro da noite) – um cocktail dress bordado adornado com um enorme laço rosa e cauda – é cuidadosamente retirado de sua embalagem protetora. Wek entra no vestido, colocando uma longuíssima perna após a outra, e reaparece de trás de um biombo improvisado. Suspiros de admiração são ouvidos na sala. Ninguém se move. Descalça, Alek alisa o vestido na altura dos quadris, destrava um sorriso. A costureira estica a cauda e Wickstead entra em cena para um minúsculo ajuste (um centímetro a ser tirado do comprimento do  LBD). E Wek sai caminhando pelo corredor, dizendo: “Mal posso esperar para dançar com estes vestidos”.

Alek vestiu Emilia Wickstead no red carpet (Foto: Sandra Waibl / @SandraWaibl)

Adut Akech – Vogue USA January 2018 By Josh Olins

downmagaz.com

Practical Magic   —   Vogue USA January 2018   —   www.vogue.com
 Photography: Josh Olins Model: Adut Akech Styling: Lucinda Chambers Hair: Cim Mahony Make-Up: Sally Branka

É claro que Gigi Hadid já saiu por aí com um look coral dos pés à cabeça

Como usar a cor de 2019? A top model ensina!

Gigi Hadid (Foto: AKM-GSI)

Enquanto nós, mortais, estamos só começando a reunir referências fashion sobre Living Coral (a cor de 2019 segundo a Pantone), as celebs já estão por aí desfilando suas produções no tom.

Na tarde desta terça-feira, 11, a supermodel Gigi Hadid surgiu em Nova York com um look que a gente poderia copiar agorinha: calça flare, camisa meio aberta, trench coat e escarpim de bico fino. Tudo na mesma cartela de cores, claro: coral!

E aí, vai copiar? [Glamour]

Gigi Hadid (Foto: AKM-GSI)

Presidente do Google Sundar Pichai depõe no Congresso dos EUA sobre transparência e uso de dados

Sundar Pichai começou a ouvir as primeiras perguntas por volta de 13h10 (horário de Brasília); executivo foi convocado para dar esclarecimentos sobre o funcionamento do maior buscador do mundo
Por Mariana Lima – O Estado de S. Paulo

Sundar Pichai é presidente executivo do Google

O presidente do Google, Sundar Pichai, testemunha nesta terça-feira, 11, aos congressitas dos Estados Unidos sobre como o maior buscador do mundo funciona e quais ferramentas de transparência são adotadas pela empresa.

Por vota das 13h10 (horário de Brasília), Pichai começou a ouvir as primeiras perguntas. O secretário das Forças Armadas dos EUA, Ryan McCarthy agradeceu a presença do executivo e afirmou que ele foi convocado devido à importância da empresa nas buscas de internet, no uso do sistema operacional Android e no impacto das coletas de dados de americanos pela empresa.

“Os americanos precisam acreditar nas grandes empresas. Precisam saber se o Google é instrumento de liberdade ou de controle”, disse.

Bob Goodlatte, presidente do Comitê Judiciário do Congresso, disse que a empresa precisava ser acompanhada devido à coleta massiva de dados que ela pode fazer. O parlamentar lembrou que o Android possui ferramentas para coletar a localização e temperatura em tempo real da maioria dos americanos.

“O sistema Android é o mais usado no Estados Unidos. Americanos usam o celular o tempo todo e o Google tem esses dados sensíveis. Que tipo de informação a empresa coleta, por exemplo, da câmera e do microfone?”, disse.

Questionado sobre as coletas feitas pelos sistemas do Google, Pichai confirmou que a empresa utiliza as informações. “Temos os dados que os usuários nos permitem coletar”, disse o executivo. 

Goodlatte questionou se o Google notifica esses usuários quando há mudanças no sistema de coleta. O presidente do Google disse que sim, que frequentemente avisa os usuários de serviços Google que eles precisam ler os termos de privacidade.

O democrata Jerrold Nadler perguntou se o Google teve algum impacto nas últimas eleições americanas. Pichai disse que equipes do Google identificaram russos comprando publicidade, mas que isso não afetou as eleições.

A também democrata Zoe Lofgren quis saber como funcionava o algoritmo do buscador. O presidente do Google explicou que o sistema por trás avalia palavras chaves em vários sites e os ranqueia de acordo com alguns guias como mais recentes e mais confiáveis. Pichai também negou que seja possível manipular os sites e imagens que aparecem no resultado.

“Nosso sistema torna impossível que algum funcionário ou um grupo de funcionários, por exemplo, interfira nos resultados da busca”.

Sheila Jackson Lee perguntou a Pichai se era verdade que o Google pretendia voltar à China por meio do projeto Dragonfly – o buscador chinês tem sofrido críticas de especialistas e de funcionários da empresa, que não concordam com a censura de termos estipulados pelo governo chinês. Pichai, no entanto, disse que não há previsão de lançar o projeto na China.

O congressista Ted Poe pressionou o Google sobre uma possível regulamentação de empresas de tecnologia. “O Google é um empresa tendenciosa?”, perguntou. Pichai negou a possibilidade. Em resposta, o congressista disse que o Google não é do governo para definir se é ou não uma companhia tendenciosa. Poe também disse que a coleta de dados de americanos é perigosa porque, ao contrário da União Europeia, o país não possui uma lei de proteção de dados.

Doug Collins voltou a questionar sobre a transparência da empresa na coleta de dados. “Pichai, quantas pessoas o senhor acha que realmente entendem o que está escrito nos termos de privacidade?”, questionou. Pichai afirmou que a empresa acredita que muitos de seus usuários leem e entendem os pedidos de coleta. “Isso é visto na quantidade de pessoas que mudam suas autorizações diariamente”.

‘Godzilla 2’, com Millie Bobby Brown, ganha novo trailer

Vídeo dá vislumbre de novos monstros na trama

Cena de Godzilla 2: Rei dos Monstros (Millie Bobby Brown e Vera Farmiga)

Warner Bros. divulgou nesta segunda-feira, 10, um novo trailer do filme Godzilla 2: O Rei dos Monstros

Quais destes Titãs estão aqui para nos defender, e quais estão aqui para nos ameaçar? Esse é o questionamento no filme, cujo trailer apresenta novos monstros.

A história acompanha os esforços da agência Monarch e de seus membros ao enfrentar uma série de Titãs, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah.

Os monstros, tidos como mitos, disputam a supremacia e colocam em risco a existência da humanidade. O filme, que conta com a participaçaõ de Millie Bobby Brown, de Stranger Things, fazendo sua estreia no cinema, estreia dia 30 de maio de 2019. O elenco traz nomes como Ken Watanabe, Sally Hawkins e Kyle Chandler reprisando seus papéis. Ainda há Millie Bobby Brown Vera FarmigaBradley WhitfordThomas MiddleditchCharles DanceO’Shea Jackson Jr, Aisha Hinds e Zhang Ziyi.

Com mais de 260 mil visitantes, CCXP 2018 gerou lucros de 50 milhões de reais para marcas

Feira teve uma média de gastos por pessoa de trezentos reais em produtos
Por Soraia Alves

 CCXP 2018

CCXP 2018 terminou neste domingo (9), com números que reafirmam o evento como o maior festival de cultura pop do mundo: Foram 262 mil visitantes passando pelas dependências do São Paulo Expo no total. Deste número, 50% corresponde a moradoras da própria cidade de São Paulo, enquanto o restante está distribuído pelos demais 26 estados e o Distrito Federal.

A média de gastos de quem passou pela CCXP nesse ano foi de R$ 300,00 em produtos lançamentos e itens de colecionadores.

Outro dado interessante é a presença feminina no cenário geek. Do total do público presente, 45% foi de mulheres. Se analisarmos o fator idade, até os 25 anos as mulheres compareceram em maioria em relação aos homens.

Falando em conteúdo, a CCXP18 também trouxe alguns recordes para o evento, como 42 delegações de Hollywood com participações internacionais de Jake Gyllenhaal, Sandra Bullock, Zachary Levi, Tom Holland, Brie Larson, entre outros.

Foram 103 marcas produzindo ativações especiais. Destas, 5 eram patrocinadoras e 8 apoiadoras. Já a área do Artists’ Alley trouxe um total de 530 quadrinistas, enquanto o Creators Stage recebeu mais de 120 nomes entre criadores de conteúdo e celebridades da TV.

De acordo com a organização do evento, a estimativa é que o faturamento das marcas chegue a R$ 50 milhões. A CCXP18 também gerou um total de 10 mil empregos, entre diretos e indiretos.

Por fim, foram quatro dias de evento, com um total de 41 horas de programação ininterrupta e 120 horas de live para o canal do Omeleteve, no YouTube, com um alcance potencial de 100 milhões de pessoas.

A CCXP 2019 também já teve data de realização confirmada: de 5 a 8 de dezembro.

Linda Leitner for Glamour Mexico with Alek Niew

Photography: Linda Leitner. Styling: Tamina von Ribaupierre at Fame Agency. Hair & Makeup: Kerstin Hajdu. Model: Alek Niew.

Anna Wintour é uma das mulheres mais poderosas do mundo

Anna Wintour está entre as 50 mulheres mais poderosas do mundo segundo a “Forbes”

Talvez você já imaginasse que essa informação do título é verdadeira. Mas quem garante é a “Forbes” – a revista, famosa por suas listas, soltou a das “100 Mulheres Mais Poderosas do Mundo”. Os primeiros lugares são ocupados por políticas (a chanceler da Alemanha Angela Merkel e a primeira-ministra do Reino Unido Theresa May). O primeiro nome relacionado à área de moda é Anna Wintour em 48º lugar – antes dela, também tem Oprah Winfrey (20º), rainha Elizabeth 2ª (23º) e a filha do presidente dos EUA Ivanka Trump (24º); mas Anna supera outros nomes como Beyoncé (50º), Taylor Swift (68º) e a roteirista e produtora poderosa da TV americana Shonda Rhimes (74º). 

E caso você tenha se perguntado: não, nenhuma Kardashian-Jenner está entre as 100 primeiras.