Luca Meneghel for Vogue Portugal with Olga Jakubowska

Photography: Luca Meneghel. Styling: Marta Kalinowska. Production: Kasia Ceranowicz at Hartwig Fashion Department. Hair: Daniel Muras. Makeup: Izabela Wójcik. Model: Olga Jakubowska.

Andreas Ortner for Myself Magazine Ski Editorial with Beautiful Amanda Norgaard

Photography: Andreas Ortner at SCHIERKE Artists. Styling: Daniella Gurtner. Hair & Makeup: Sina Stoelzle. Model: Amanda Norgaard.

Diretora argentina Lucrecia Martel diz que não aceitou ‘Viúva Negra’ porque Marvel iria colocar homem no comando das cenas de ação

Produção estrelada por Scarlett Johansson está prevista para chegar nos cinemas em 2020

A cineasta argentina Lucrecia Martel (Foto: Getty Images)

A cineasta argentina Lucrecia Martel revelou não ter aceitado o convite da Marvel para dirigir o filme solo da heroína Viúva Negra, interpretada por Scarlett Johansson. Segundo Martel, ela não aceitou a imposição feita pelos executivos do estúdio de que as cenas de ação da obra fossem dirigidas por um homem. A diretora contou o ocorrido em entrevista ao jornal inglês The Daily Pioneer. Posteriormente foi anunciado que o longa será dirigido pela cineasta Cate Shortland, tendo lançamento previsto para 2020.

Famosa por seus filmes intimistas, Martel disse ter sido surpreendida pelo convite da Marvel. “Eu recebi o convite para uma reunião e precisei assinar um documento que não poderia falar sobre ela”, contou a diretora. “O pessoal da Marvel está querendo uma presença maior de mulheres cineastas e queria uma diretora que pudesse desenvolver a personagem da Scarlett Johansson. Eles também disseram que eu não deveria me preocupar com as cenas de ação, que eles cuidariam disso”, relatou.

Scarlett Johansson no papel da Viúva Negra (Foto: Reprodução)

“Eu fiquei pensando que eu adoraria conversar com a Scarlett Johansson, mas que também amaria gravar as sequências de ação”, disse. Com a recusa de Martel, Shortland será a primeira diretora a comandar integralmente um filme da Marvel – no caso de ‘Capitã Marvel’, os créditos estão divididos entre Anna Boden e Ryan Fleck.

Apesar de ainda não ter sido anunciado oficialmente pela Marvel, o filme solo da Viúva Negra será um dos primeiros da quarta fase do estúdio, iniciada após o lançamento de ‘Vingadores: Ultimato’, em abril de 2019.

Escape Room usa moda das salas quebra-cabeça para começar um novo Jogos Mortais

Cinco minutos do terror foram apresentados na CCXP18

Cena do filme Escape Room

Sony Pictures exibiu na CCXP18 cinco minutos de Escape Room, novo terror que narra o drama de seis estranhos para sobreviver aos desafios de salas quebra-cabeças mortais. A cena foca apenas em Ben, o personagem de Logan Miller, que se vê preso em um escritório com poltronas, estantes cheias de livros, quadros e objetos variados em todos os cantos. Diante de um painel que pede uma senha de quatro dígitos, ele precisa encontrar uma saída. Mas, conforme o tempo passa, as paredes se movem e o espaço fica cada vez menor.

Ben é obrigado a ter o raciocínio rápido e encontrar naquela confusão algum tipo de lógica. A cada segundo que a sala vai se autodestruindo, o desespero do personagem aumenta, assim como a tensão no público. Quando ele finalmente parece ter encontrado os números certos e, consequentemente, o seu passe para a próxima fase, o resultado não é o esperado e Ben se vê esmagado entre paredes e o que restou dos móveis e elementos daquela sala.

A premissa de colocar um grupo de pessoas para realizar desafios arriscados em um cômodo assustador não é exatamente original – Jogos Mortais é facilmente o primeiro exemplo que vem a mente, dado o sucesso da franquia. Mas, segundo o diretor Adam Robitel (Sobrenatural: A Última Chave), que esteve presente na CCXP18, o diferencial de Escape Room dentro do gênero de terror está na sua abordagem. Cada sala tem uma personalidade e, diferentemente das produções do gênero nos últimos anos, há menos jumpscare e mais suspense.

Com base nos cinco minutos exibidos, é difícil dizer com precisão o quanto dessa ideia de fato se traduziu na tela. É inegável que, na cena, Robitel não tenta pegar o espectador desprevenido em nenhum momento. Apenas trabalha muito bem a angústia e a claustrofobia para que o público se sinta no lugar daquele personagem. Ainda assim, é muito cedo para dizer o quão diferente e inovador este filme realmente é. Pelo trailer, sabe-se somente que os personagens terão que enfrentar Escape Rooms muito mais criativos que um escritório para saírem dessa vivos.

Escape Room estreia em 7 de fevereiro no Brasil. [Mariana Canhisares] 

Gallieni Editorial for Fucking Young! Online

Khadim and Ismael at 16Men, and Marius, Théo, and Luc photographed and styled by Alexandre Ean, in exclusive for Fucking Young! Online.

BRANDS: Burberry, adidas, Grasshopper, Nike, Lacoste, Sergio Tacchini, Dickies, Levi’s, Patagonia, Superdry, Saint James, Diesel.

Grife francesa ‘antissunga’ Vilebrequin mira areia nacional para cobrir corpo com estilo francês

Nascida na Riviera Francesa, Vilebrequin quer abrir mais lojas pelo país e oferecer ‘novo ponto de vista’ para moda praia

Da esq. para a dir., os modelos Jou Bellini, Renata Sozzi e Jorge Alano vestem looks Vilebrequin. Foto: Hudson Rennan; Assistente de fotografia: Alisson Toledo; Edição de moda: Dinho Batista; Produção de moda: Felipe Rodrigues; Beleza: Lucas Lisboa ( Capa MGT); Agradecimentos: Sofitel Guarujá Jequitimar .Av. Marjory da Silva Prado, 1.100 – Balneário Praia do Pernambuco, Guarujá, São Paulo. Fone: (13) 2104-2000 /Hudson Rennan/Folhapress

Brasileiros usam sunga, americanos, “speedo”, mas são os franceses que dominam o look masculino de praia nos balneários ensolarados. De todas as etiquetas da riviera, a Vilebrequin, nascida em Saint-Tropez, convenceu banhistas de que elegância praiana é vestir shorts de lycra escovada com estampas elétricas e desenhos fofos.

Seu diretor, o francês Roland Herlory, é o responsável por levar ao mundo o toque francês da areia, um misto de “estilo, qualidade e conforto” que ele mesmo pratica desde que fez da ilha de Saint Barth, no Caribe, seu escritório e lar.

Após uma crise de gestão que tirou do país a Vile —como endinheirados dispostos a pagar centenas de reais num short chamam a etiqueta—, ela voltou ao Brasil no ano passado por meio do grupo Iretail, que administra Diane Von Furstenberg e Goyard.

Até 2020, uma segunda loja, no shopping Iguatemi, em São Paulo, será inaugurada. Antes, no próximo ano, a marca será um dos destaques da plataforma de ecommerce do grupo, o I 365, que abrigará as marcas mais quentes do JK Iguatemi.

É nesse contexto de retorno às areias brasileiras que  Herlory quer colocar a estética antissunga nas praias, porque, para ele, ela não afronta a importância da moda praia brasileira para o país.

“Somos apenas convidados”, diz. “É surpreendente como a praia faz parte do dia dia do país, principalmente no Rio, onde ela é parte fundamental da cultura. O que ofereço é um ponto de vista diferente, muito francês, admito, mas que muitos brasileiros preferem usar do que vestir sunga.”

Existe uma mágica embutida na Vilebrequin que a tornou um ícone nas areias e nos cascalhos do Mediterrâneo. 

A marca nasceu no pós-revolução cultural de 1968, uma época em que a sociedade europeia, quebrada, procurava um novo estilo de vida, mais relaxado e conectado ao sol, bem diferente da sobriedade parisiense ou londrina.

Os surfistas californianos e australianos vestiam macacões e shorts longos quando um jornalista esportivo, Fred Prysquel, apaixonado por uma mulher da Riviera Francesa e sem roupas adequadas ao clima do lugar, decidiu mandar fazer um modelo mais curto com tecidos africanos que tinha na mala. 

O romance virou casamento, e o short, sucesso acachapante dos anos 1970 em diante e base para colaborações com artistas e celebridades. A última foi com a ONG Red, de Bono Vox, vocalista do U2, lançada para arrecadar fundos para o combate ao HIV, a malária e a tuberculose na África.

Por mais recatados que esses modelos pareçam hoje, Herlory acredita que eles ainda mantêm a aura de sedução que Prysquel queria criar para conquistar a garota. Ainda mais que a sunga? “É, eu sei, ela é sexy. Eu até tenho uma”, ri o executivo. [Pedro Diniz]

a dia do país, principalmente no Rio, onde ela é parte fundamental da cultura. O que ofereço é um ponto de vista diferente, muito francês, admito, mas que muitos brasileiros preferem usar do que vestir sunga.”3

‘Não é uma experiência só para africanos’, diz Michael B. Jordan sobre ‘Pantera Negra’

Ator revela que não esperava que o filme da Marvel fizesse tanto sucesso

Michael B. Jordan e Charlize Theron – Variety’s Actors on Actors

Michael B. Jordan, que interpretou o vilão Killmonger em Pantera Negra, revelou, em entrevista ao programa Actors on Actors, da Variety, que não esperava que o filme fizesse tanto sucesso.

“Foi incrível [atuar]. Enquanto contracenamos, não dá para ter noção. Mas, ao olhar para trás, é tipo ‘é, nós fizemos isso'”, afirmou.

O artista contou, também, que entendeu a importância do longa para a representatividade afro durante as entrevistas que fez para a imprensa. “Ver os jornalistas ouvindo nossas histórias dá um senso de orgulho para todo mundo. Não é uma experiência só para africanos”, reflete.

‘Não fui bem sucedida nisso’, diz Gisele Bündchen sobre pedir para marido se aposentar

Modelo, por outro lado, diz que está longe de encerrar carreira

Gisele durante participação no ‘The Ellen Show’. Foto: Reprodução de cena de ‘The Ellen Show’ (2018)

Parece que a modelo Gisele Bündchen está torcendo para que o marido Tom Brady se aposente. Em entrevista ao The Ellen Show, ela foi questionada pela apresentadora Ellen DeGeneres se o marido, que é jogador de futebol americano pelo New England Patriots, pensava em se aposentar em breve. “Sou muito fã dos Saints e me ajudaria muito se o seu marido se aposentasse”, disse a apresentadora, comentando sua preferência pelo time New Orleans Saints.

“Você deveria falar sobre isso com ele. Eu não fui bem sucedida nisso. Eu quero que ele faça o que lhe fizer feliz, mas talvez se você tiver uma conversa com ele, explicar que adora o Saints…”, respondeu Gisele.

No entanto, a modelo disse que ainda está longe de encerrar sua carreira: “Eu nunca trabalhei tanto na minha vida, na verdade. Acho que vou me aposentar apenas no dia em que morrer, porque eu amo trabalhar, amo criar”.

Assista à entrevista:

2019 zen: aprenda a harmonizar seus chakras e começar o ano com o pé direito

Terapias naturais e alimentação te ajudam a ter mais energia e equilíbrio em 2019
Por OLGA PENTEADO (@OLGAPENTEADO)

Comece o ano zen com práticas que te reconectam aos seus chakras (Foto: Rafael Pavarotti)

De acordo com as práticas orientais, como a yoga, a ayurveda (medicina tradicional indiana) e a meditação budista, os chakras regem a nossa estabilidade física, intelectual, emocional e espiritual. “Eles são centros de energia distribuídos ao longo da coluna vertebral. Quando ficam com a energia bloqueada ou em desequilíbrio, podem causar desarmonia emocional e doenças físicas”, explica a terapeuta floral Marcia Rissato, do Rio de Janeiro. Segundo ela, óleos essenciais e florais de Bach ajudam a harmonizá-los. O mesmo vale para os alimentos. “A comida tem diferentes camadas – física, social, emocional e até espiritual”, diz a nutricionista Nininha Lacombe, do projeto Alimentando a Alma, de São Paulo.

As especialistas sugerem massagens, florais e os alimentos para harmonizar cada um deles – escolha o ponto ou pontos onde você precisa de reforço. Mas, antes, uma informação importante: “Para a massagem, coloque 10 gotas do óleo essencial em 20 ml de óleo de jojoba ou amêndoa e faça movimentos suaves. Apenas os de lavanda e melaleuca (tea tree), podem ser aplicados diretamente sobre a pele”, fala Marcia. Confira as dicas!

1° Chakra básico
Na base da coluna, na altura do cóccix, é o responsável pela energização geral do organismo.
Óleos essenciais: cedro e patchouli.
Florais de Bach: Mimulus e Centaury.
Alimentos: que crescem abaixo da terra, como beterraba, gengibre, batatas, cenoura e cebola.

2° Chakra umbilical
A duas polegadas abaixo do umbigo, é responsável por nossas sensações e sentimentos.
Óleos essenciais: laranja doce e gerânio.
Florais de Bach: Clematis e Pine.
Alimentos: frutas tropicais, oleaginosas, sementes, peixes e frutos do mar.

3° Chakra do plexo solar
A três polegadas acima do umbigo, é responsável pelo modo como nos colocamos no mundo.
Óleos essenciais: lavanda e limão siciliano.
Florais de Bach: Rock Rose e Walnut.
Alimentos: carboidratos, legumes e grãos.

4° Chakra cardíaco
Localizado no centro do peito, é responsável pelas emoções.
Óleos essenciais: menta piperita e rosa.
Florais de Bach: Holly e Chicory.
Alimentos: vegetais e folhas verdes; comida feita com amor.

5° Chakra laríngeo
Na garanta, é responsável pela regularização do metabolismo. 
Óleos essenciais: alecrim e camomila romano.
Florais de Bach: Heather e Cerato.
Alimentos: sucos, sopas, molhos e comidas marinadas; cozinha étnica.

6° Chakra frontal
No ponto entre as sobrancelhas, é responsável pela sabedoria interior.
Óleos essenciais: bergamota e petit grain.
Florais de Bach: Cerato e Chestnut Bud.
Alimentos: berries, chocolate e café.

7° Chakra coronário
No topo da cabeça, é responsável pelo centro de ligação entre o plano espiritual e o nosso eu interior.
Óleos essenciais: sândalo amyris e olíbano.
Florais de Bach: Gorse e Wild Oat.
Alimentos: os que promovem um detox e comidas orgânicas.